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Tem gastrite? A IA pode ter uma boa notícia para você

Redação Informe 360

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A inteligência artificial está sendo utilizada para criar uma nova geração de remédios para acidez no estômago. O objetivo é deixar para trás o uso dos atuais inibidores de bomba de prótons, como Esomeprazol, Omeprazol, Pantoprazol e Rabeprazol. Neste sentido, pesquisadores da Universidade de Nagoya, no Japão, apresentaram avanços em estudo publicado na revista Communications Biology.

Leia mais

  • Medicamento criado por IA pode ajudar no tratamento da esquizofrenia
  • IA é aposta para reduzir custo e tempo para criação de medicamentos
  • Revolução: primeiro remédio feito por IA é testado em humanos

Antiácido é mais eficaz

  • Os cientistas usaram a IA para desenvolver um novo medicamento antiácido.
  • Segundo a pesquisa, o produto é mais eficaz do que os disponíveis atualmente nas farmácias.
  • O próximo passo é realizar testes em humanos, o que ainda não tem data para acontecer.
  • As informações são da Universidade de Nagoya.  
(Imagem: kravaivan11/Pixabay)

Uso da IA para criar novos medicamentos

Atualmente, a solução mais simples para resolver o excesso de acidez é o uso de medicamentos antiácidos. Eles atuam como inibidores da bomba de prótons (IBP), suprimindo a secreção do ácido gástrico por meio da inibição específica da enzima H⁺/K⁺ ATPase na superfície de células gástricas específicas.

Os cientistas japoneses reconhecem que os remédios existentes hoje funcionam, mas eles apostam no desenvolvimento de fórmulas ainda mais eficazes. Por isso, a IA tem sido utilizada para identificar compostos com estruturas químicas capazes de se conectar à bomba de prótons a partir de diferentes pontos e inibir a sua reação.

Até agora, já foram identificados mais de 100 compostos com a capacidade de combater o excesso de acidez. Esses resultados foram analisados por químicos e biólogos. A partir daí, foi desenvolvido o composto DQ-18, com maior capacidade de ligação e, consequentemente, de inibição. Ele é dez vezes superior aos compostos disponíveis no mercado, mas ainda precisa passar por testes para que seu uso comercial seja liberado.

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Celular esquentando? Veja o que fazer (ou não) para esfriá-lo

Redação Informe 360

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Quem não sofre com o celular esquentando, que atire o primeiro carregador. De cara já dá para imaginar que o uso excessivo do aparelho possa ter a ver com esse problema, não é mesmo? O celular como extensão do corpo humano é uma realidade e não há como negar.

Assim, da mesma forma como fazemos (ou deveríamos fazer) com o nosso organismo, manter o celular em boas condições de uso e seguir recomendações para preservar sua vida útil, é uma ótima dica. Entenda os motivos pelos quais o celular vai esquentando, esquentando e quando percebemos, já não sabemos como resfriá-lo rapidamente.

Leia mais:

  • Pode colocar o celular dentro da geladeira?
  • Como diminuir uso excessivo do celular: veja 6 dicas práticas
  • Como aumentar a vida útil da bateria do celular? Confira 5 dicas

A primeira dica é a mais difícil de cumprir, mas a recomendação é usar o celular com moderação. Ok, vamos descartar essa e partir para a ação, antes que a sua cabeça também já esteja quente tentando resolver o problema.

Celular esquentando, imagem mostra um celular em chamas
Imagem: Shutterstock

É normal que os aparelhos celulares produzam calor devido às correntes de energia nos seus componentes. No entanto, em alguns casos, o celular pode aquecer demais, o que pode causar problemas. 

Algumas razões pelas quais um celular pode aquecer incluem:

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  • Aplicações em execução em segundo plano
  • Falhas no sistema operacional
  • Erros em aplicativos ativos
  • Chamadas telefônicas prolongadas
  • Aplicativo que exigem muito do processador
  • Restaurações de sistema a partir de backups
  • Papéis de parede animados em 3D
  • Bateria com defeito
  • Presença de vírus no dispositivo
  • Bluetooth ligado enquanto não está sendo usado
  • Carregamento rápido do celular
  • Versão desatualizada do sistema operacional
  • Componentes internos com erros
  • Gravar vídeos em alta resolução por tempo prolongado
  • Rodar jogos muito pesados
  • Streaming ligado por horas 

O que fazer se se celular está esquentando:

Agora que já sabe os prováveis motivos, vamos ver o que você pode fazer para resolvê-los. Aqui estão algumas dicas para resfriar seu celular quando ele estiver esquentando:

Desligue o celular

Desligar o aparelho por alguns minutos ou ativar o modo Avião por algum tempo, até perceber que ele esfriou, pode ser uma alternativa para resfriá-lo. Isso acontece porque essas ações reduzem o uso de recursos do aparelho, como o processador e a conectividade sem fio, que geram calor durante o funcionamento.

Mantenha o sistema operacional e os aplicativos atualizados

Enquanto o aparelho executa a atualização do software é normal que ele aqueça. Mas assim que concluir a atualização e for reiniciado, o smartphone deverá começar a esfriar. Além disso, as atualizações podem conter correções para bugs, como o próprio problema de aquecimento.

Evite usar o celular enquanto ele estiver carregando

Embora não seja prejudicial para a bateria, usar o celular enquanto carrega não é recomendado. O risco está em quem está a usar o aparelho, pois a mão é uma fonte de calor que pode alterar a temperatura ideal da bateria. Além disso, se uma descarga elétrica ou um raio afetar a corrente de energia que está a ser passada para o aparelho, pode oferecer algum tipo de perigo para quem segura o celular. 

Outras consequências de usar o celular enquanto carrega incluem:

  • O carregamento demora mais
  • O celular aquece mais
  • O aparelho pode aquecer ainda mais se estiver a fazer tarefas mais pesadas, como assistir vídeos ou jogar 

Evite deixar muitos apps abertos em segundo plano

Se não estiverem em uso, os aplicativos abertos tendem consumir mais bateria e consequentemente, podem ajudar no aquecimento do celular, melhor fechá-los. Bluetooth, dados móveis, GPS são funções que consomem muitos recursos, portanto, uma boa é desativá-las quando não estiverem em uso.

Também em relação ao uso de apps, evite usar aplicativos pesados por muito tempo. Eles exigem mais do processador e da memória do celular, como jogos com gráficos avançados ou aplicativos de edição de vídeo, podem fazer com que o aparelho aqueça mais.

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Isso ocorre porque esses aplicativos consomem mais recursos e energia, gerando mais calor durante o uso. É importante dar pausas regulares ao usar esses tipos de apps para permitir que o celular esfrie.

Diminua o brilho da tela ou use o modo de economia de energia

Deixar a tela do celular com muito brilho pode superaquecer os componentes do aparelho. Quanto maior o poder de processamento do celular, mais energia e calor são gerados. Por isso, se você estiver assistindo a um filme ou jogando com a tela no brilho máximo, o celular vai esquentar. 

Fora que esse hábito é prejudicial à visão. Se já ficamos muito tempo com os olhos grudados nas telas, o brilho intenso só vai prejudicar ainda mais.

Remova a capinha do celular para ajudar a dissipar o calor

Principalmente ao carregar o aparelho, a capa deve ser retirada. Remover a capinha durante o carregamento é uma medida preventiva que ajuda a evitar o superaquecimento. Sem ela, o calor gerado durante o carregamento é dissipado de forma mais eficaz, mantendo o smartphone dentro da faixa de temperatura segura.

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Além do que, muitas vezes a capa camufla o superaquecimento, o aparelho está esquentando e você não percebe porque a capa bloqueia a saída do calor.

Não use carregadores sem procedência

Carregadores não originais podem resultar em aquecimento acima do normal, aumentar o tempo médio de recarga, redução do tempo de vida útil da bateria e até danos aos smartphones, como curtos-circuitos.

O processo de carregamento aquece o aparelho, o que enfraquece a performance da bateria e pode provocar danos também a outros componentes do celular. É importante destacar que os acessórios devem ser os originais e/ou de boa qualidade. Isso se aplica também aos cabos.

Mantenha o celular longe do sol e de fontes de calor

Celular esquentando demais, saiba se pode colocá-lo dentro da geladeira

O calor do sol pode danificar o seu smartphone, estragando componentes como o plástico exterior, o cristal líquido da tela LCD e os chips de metal. O sobreaquecimento da bateria também pode encurtar a sua vida útil de forma permanente. 

Outras consequências da exposição ao sol incluem:

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  • Distorção das cores, danos aos pixels e falhas permanentes na tela
  • Perda de dados, se não tiver feito um backup previamente
  • A bateria pode inchar e até arrebentar, que pode arrebentar também a tela, partir a placa ou incendiar-se 

Para proteger o seu celular, deve evitar deixá-lo exposto ao sol, especialmente por longos períodos. Se estiver na praia ou em outro local aberto, pode guardá-lo numa bolsa ou mochila em um local com sombra.

Aplicativos para resfriamento do celular

Os aplicativos para resfriar o celular podem ser úteis, mas nem sempre são necessários. Eles podem reduzir a temperatura do dispositivo indiretamente, sugerindo que você encerre aplicações que não estão sendo utilizadas, mas que continuam consumindo muita memória ou bateria. O uso excessivo de memória, bateria e processamento pode fazer com que os componentes do smartphone aqueçam e descarreguem a bateria mais rapidamente. 

No entanto, os sistemas Android e iOS já têm recursos básicos para gerir a bateria e a memória, e, consequentemente, a temperatura do celular. Estes recursos costumam ser encontrados na área de “Configurações” ou “Ajustes” de cada sistema. 

Por exemplo, o aplicativo “Resfriador de Celular” pode detectar serviços pesados que consomem demasiadamente a CPU do dispositivo e encerrar as suas atividades para que eles não esquentem em excesso o smartphone. O programa também tem funções de liberar memória RAM do celular e acelerar o sistema operacional.

 Se o problema persistir, pode ser uma boa ideia levar o aparelho a um técnico para verificar se há algum problema interno. 

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Dicas bônus

Imagem mostra o que pode acontecer quando o celular está esquentando, a bateria pode explodir

Para evitar problemas, é importante:

  • Nunca abafar o celular durante o carregamento
  • Não deixar o aparelho de baixo de um travesseiro, cobertor ou até mesmo do seu corpo enquanto ele estiver na tomada
  • Quando for dormir, deixe o aparelho longe de você e de objetos inflamáveis
  • Observar se a bateria está esquentando mais e por mais tempo que o normal durante o carregamento
  • Se perceber uma ondulação, que ela está inchada, muito cuidado. Tem que levar para revisão, porque ela poderá explodir 

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Deepfake em eleições já é real: entenda caso de multa de candidato em MS

Redação Informe 360

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Um candidato à prefeitura de uma cidade do Mato Grosso do Sul foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral do estado (TRE-MS) após ser considerado responsável por uma deepfake sobre o atual prefeito e seu opositor político. O caso aconteceu em Costa Rica, município de 26 mil habitantes. 

Leia mais

  • IA e desinformação representam riscos globais, diz pesquisa
  • Eleições 2024 e a era dos deepfakes com IA
  • Autoridades alertam para uso de IA influenciando nas eleições dos EUA

Entenda caso de multa de candidato em MS por deepfake

Waldeli dos Santos Rosa terá que pagar R$ 10 mil como multa. No vídeo modificado, Cleverson Alves Santos, prefeito de Costa Rica e candidato a prefeitura, supostamente compara a população do município com cachorros. 

O colaborador de Waldeli dos Santos Rosa, Matheus da Silva, também teve punição por ter produzido o vídeo manipulado por meio de inteligência artificial. O Partido Progressista que deu início a ação afirma que a deepfake foi compartilhada em um grupo de WhatsApp pelo colaborador. O partido também acusa Rosa de propaganda eleitoral antecipada.

Por sua vez, o candidato à Prefeitura de Costa Rica alega que não foi o responsável pela propagação do conteúdo falso. Defendeu que o vídeo em questão não se enquadra como deepfake e que não existem evidências de seu envolvimento no caso. Essa é a terceira representação julgada procedente que desfavorece Rosa.

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eleitoral ia
Imagem: Tero Vesalainen / Shutterstock.com

Matheus da Silva, que levou multa de R$ 5 mil, também nega as acusações e diz que há falta de provas sobre sua autoria. Segundo ele, o vídeo não é propaganda eleitoral porque o áudio sobreposto ao vídeo seria verdadeiro e trouxe palavras proferidas pelo prefeito. 

A juíza Lais de Oliveira Ferneda, responsável pelo caso, julgou que o vídeo foi manipulado e divulgado com o nítido propósito de confundir a população de Costa Rica. Ela observa que o áudio e as imagens do vídeo estão dessincronizados, mas isso não impede o potencial da deepfake de induzir ao erro.

Ferneda rejeita a argumentação de que o prefeito haveria, de fato, dito aquelas palavras como defende Matheus da Silva. Segundo a juíza, o uso da voz de Santos – ou uma que se assemelha muito – mostra a aplicação da inteligência artificial. 

“Embora estejamos longe das eleições, a utilização de conteúdos desta estirpe atinge um número significativo de pessoas, e como tal, podem deturpar a regularidade do futuro processo eleitoral, contaminando a percepção dos eleitores”, declarou a magistrada.

Montagem misturando bandeira do Brasil com linhas de código de programação para ilustrar conceito de cibersegurança no país
(Imagem: Mehaniq/Shutterstock)

Regulação de deepfakes no TSE

O uso de IA para criar e propagar conteúdos falsos sobre candidatos tem sido uma das grandes preocupações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para as eleições de 2024. Em fevereiro deste ano, o órgão regulamentou de maneira inédita a aplicação da tecnologia em propagandas políticas.

Ao alterar a Resolução nº 23.610/2019, que trata da propaganda eleitoral, o TSE incluiu algumas novidades. Entre elas, a proibição das deepfakes. De acordo com a resolução, caso um candidato use essa tecnologia poderá ter o registro ou mandato cassado. 

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Tratamento promissor pode curar a calvície associada à alopecia

Redação Informe 360

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Cientistas de Harvard desenvolveram um novo tratamento promissor para reverter a queda de cabelo associada à alopecia. A pesquisa foi publicada na revista científica Advanced Materials.

O tratamento usa adesivos indolores de microagulhas carregados com uma substância reguladora do sistema imunológico. O medicamento conseguiu fazer crescer cabelo em ratos com alopecia em poucas semanas.

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Ao contrário de outras formas de queda de cabelo, a alopecia areata é uma doença autoimune. Por razões que não são claras, as células T começam a atacar erroneamente os folículos, fazendo com que o cabelo caia em manchas.

Alguns pacientes terão episódios únicos de crescimento posterior do cabelo, enquanto outros terão queda de cabelo intermitente ao longo da vida e, para alguns, é um sintoma permanente.

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Novo tratamento pode auxiliar pacientes com alopecia. Imagem: Kolabava Nadzeya/Shutterstock

Curiosamente, o crescimento do cabelo tem sido um efeito colateral de pacientes com alopecia que recebem medicamentos imunossupressores para outras condições, como eczema e artrite.

Mas estes, juntamente com outros medicamentos que tratam a alopecia suprimindo o sistema imunológico, parecem apenas trazer benefícios temporários – assim que o tratamento é interrompido, o cabelo cai novamente.

Isso pode ocorrer porque a substância não tem como alvo apenas as células T que atacam os folículos, mas também as células que os mantêm sob controle, chamadas de T-regs. Além disso, suprimir o sistema imunológico deixa os pacientes vulneráveis ​​a infecções.

Como os cientistas criaram o tratamento que combate a calvície

  • Neste novo estudo, os pesquisadores investigaram como aumentar os níveis de T-regs sem suprimir outras células do sistema imunológico.
  • A equipe combinou dois componentes que ajudam nesse objetivo em um único medicamento: CCL22, que atrai quimicamente T-regs para um local, e IL-2, que os amplifica.
  • Estes foram então carregados em um adesivo de microagulhas que pode ser aplicado na área afetada.
  • Como o nome sugere, os adesivos de microagulhas são feitos de pequenas agulhas que administram um medicamento diretamente na pele.
  • Eles podem atingir mais profundamente do que um creme tópico, são mais eficazes, mas como não atingem a profundidade suficiente para atingir os receptores da dor, também são indolores.

Os pesquisadores testaram o tratamento em modelos de camundongos com alopecia, aplicando os adesivos 10 vezes durante três semanas e depois observando-os por mais oito semanas.

O cabelo começou a crescer novamente em apenas três semanas e foi sustentado durante o período de observação. As vias inflamatórias também foram atenuadas.

Calvície causada pela alopecia pode ter uma potencial cura – Crédito: Oleg Elkov/Shutterstock

Os pesquisadores testaram o tratamento em modelos de camundongos com alopecia, aplicando os adesivos 10 vezes durante três semanas e depois observando-os por mais oito semanas.

O cabelo começou a crescer novamente em apenas três semanas e foi sustentado durante o período de observação. As vias inflamatórias também foram atenuadas.

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Para garantir que a melhoria não se devesse apenas ao método de administração, os pesquisadores também testaram o carregamento dos adesivos de microagulhas com baricitinibe, um medicamento para alopecia aprovado pela FDA (Food and Drug Administration, que funciona como a Anvisa nos EUA). Isso, no entanto, não teve um desempenho tão bom quanto o medicamento testado antes.

Como um bônus adicional, os adesivos de microagulhas têm boa estabilidade de validade, tornando-os mais adequados para uso clínico. A equipe afirma que eles também poderiam ser investigados para tratar outras doenças autoimunes da pele, como vitiligo e psoríase. Desenvolvimento e testes adicionais estão em andamento.

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