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O que é uma IA de código aberto? Descubra por que ela é o futuro da tecnologia

Redação Informe 360

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Que estamos vivendo a aurora da era da inteligência artificial, ninguém duvida. Presente em quase todos os dispositivos do nosso cotidiano, das sugestões no celular aos comandos por voz em eletrodomésticos, a IA se tornou parte invisível da rotina moderna.

No entanto, por trás dessa presença constante, o desenvolvimento dessas tecnologias ainda está concentrado nas mãos de poucas gigantes da tecnologia, como a Meta e a OpenAI. São essas empresas que definem os rumos, as limitações e até os valores embutidos nos sistemas que interagem conosco diariamente.

Mas um movimento crescente busca mudar esse cenário: o avanço da inteligência artificial de código aberto, que propõe um caminho mais transparente, acessível e colaborativo para o futuro da tecnologia.

O que é uma IA de código aberto?

Montagem de um rosto digital em azul
(Imagem: Yuichiro Chino/Shutterstock)

Uma IA de código aberto é um sistema de inteligência artificial cujo código-fonte é disponibilizado publicamente, permitindo que qualquer pessoa estude, modifique, use ou distribua o software conforme suas necessidades.

Essa abordagem segue os mesmos princípios do software de código aberto tradicional, promovendo colaboração, inovação e transparência no desenvolvimento de tecnologias de ponta.

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Na prática, isso significa que modelos de IA, algoritmos de aprendizado de máquina e ferramentas de treinamento podem ser acessados por desenvolvedores, pesquisadores e empresas em todo o mundo. Ao invés de depender de soluções fechadas e controladas por grandes corporações, qualquer pessoa com conhecimento técnico pode contribuir para melhorar, adaptar ou corrigir o sistema.

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Entre os exemplos mais conhecidos de IA de código aberto estão projetos como o TensorFlow, da Google, o PyTorch, apoiado pelo Meta (antigo Facebook), o Hugging Face Transformers, que facilita o uso de modelos de linguagem avançados, e o OpenLLM, que permite rodar modelos de linguagem grandes localmente. Esses projetos são amplamente utilizados em universidades, startups e centros de pesquisa, por serem robustos, bem documentados e adaptáveis a diferentes propósitos.

Essa abertura também se aplica a modelos de linguagem como os LLMs (Large Language Models). Iniciativas como o Mistral, o LLaMA 2 e o Falcon são exemplos de grandes modelos que seguem esse paradigma, permitindo que desenvolvedores tenham mais controle sobre como suas aplicações lidam com texto, imagem e outras formas de dados.

Por que a IA de código aberto é o futuro da tecnologia?

Liderança IA
Na era da IA, vence quem pensa além do código e lidera com inteligência estratégica (Imagem: Gorodenkoff/Shutterstock)

A IA de código aberto representa um ponto de virada na forma como as inovações tecnológicas são criadas e distribuídas. Um dos principais benefícios é a descentralização. Em vez de concentrar o desenvolvimento e o controle de ferramentas poderosas nas mãos de poucas empresas, o código aberto democratiza o acesso ao conhecimento e às ferramentas, permitindo que comunidades inteiras se envolvam com a criação e o aprimoramento dessas tecnologias.

Outro ponto central é a transparência. Sistemas fechados muitas vezes operam como caixas-pretas, em que o usuário não tem acesso às regras que definem como as decisões são tomadas. Em contraste, a IA de código aberto permite auditoria pública, facilitando a identificação de vieses, falhas ou decisões injustas. Isso é especialmente importante em contextos sensíveis, como justiça, saúde e segurança pública.

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A segurança também é favorecida. Com milhares de olhos analisando o código, vulnerabilidades podem ser identificadas e corrigidas com mais rapidez do que em sistemas proprietários. A comunidade de código aberto é conhecida por sua agilidade em responder a problemas, e esse dinamismo contribui para o amadurecimento técnico das ferramentas.

Além disso, a IA de código aberto acelera a inovação. Com acesso facilitado às bases tecnológicas, startups e laboratórios de pesquisa conseguem experimentar novas ideias, validar conceitos e criar soluções personalizadas sem depender de licenças caras ou restrições comerciais. Esse ambiente colaborativo impulsiona avanços em áreas como robótica, visão computacional, tradução automática, processamento de linguagem natural, entre outros.

Outro fator que fortalece o futuro da IA aberta é a sua importância para a soberania tecnológica. Governos, universidades e empresas de diferentes países têm buscado alternativas às grandes plataformas globais para manter maior controle sobre seus dados e decisões. A adoção de soluções abertas permite adaptar os modelos às realidades locais, respeitando idiomas, culturas e normas jurídicas específicas.

Com informações de IBM.

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Tecnologia

Moltbook viraliza, mas especialistas apontam falhas de segurança

Redação Informe 360

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A criação do OpenClaw, projeto que ganhou força nas últimas semanas após a popularização da rede social experimental Moltbook, gerou debates sobre os limites da chamada IA agentic. A plataforma simulava um espaço em que agentes de inteligência artificial (IA) interagiam entre si, levando parte da comunidade a acreditar que sistemas autônomos estariam se organizando sem supervisão humana.

Com o avanço das análises, porém, pesquisadores apontaram que o fenômeno não representava uma ação real de agentes de IA. Segundo especialistas em segurança, falhas técnicas permitiam que pessoas reais publicassem conteúdos se passando por bots, levantando dúvidas sobre a autenticidade de todo o material publicado e reacendendo discussões sobre riscos de segurança ligados a esse tipo de tecnologia.

openclaw
OpenClaw chamou a atenção, mas especialistas alertam para riscos de cibersegurança (Imagem: Koshiro K / Shutterstock.com)

Falhas no Moltbook, rede social de agentes, expõem limites do projeto

A repercussão começou após mensagens publicadas no Moltbook sugerirem que agentes buscavam espaços privados para conversar. O caso chamou atenção de figuras conhecidas do setor, incluindo Andrej Karpathy, ex-diretor de IA da Tesla e membro fundador da OpenAI, que classificou o momento como algo próximo de uma ficção científica.

Posteriormente, análises mostraram que a rede apresentava problemas de segurança. Ian Ahl, CTO da Permiso Security, afirmou que credenciais armazenadas no banco de dados Supabase ficaram expostas por um período, permitindo que qualquer usuário acessasse tokens e se passasse por outros agentes. A consequência foi a impossibilidade de confirmar se postagens eram realmente geradas por IA.

John Hammond, pesquisador principal de segurança da Huntress, destacou ao TechCrunch que humanos podiam criar contas, simular bots e até impulsionar publicações sem restrições. Apesar disso, o Moltbook virou um experimento cultural na internet, com versões inspiradas em redes sociais conhecidas, incluindo serviços de relacionamento e fóruns voltados a agentes.

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Popularidade do OpenClaw e questionamentos sobre inovação

O OpenClaw é um projeto open source do desenvolvedor austríaco Peter Steinberger, inicialmente lançado como Clawdbot. A ferramenta acumulou mais de 190 mil estrelas no GitHub, tornando-se um dos repositórios de código mais populares da plataforma.

O sistema facilita o uso de agentes de IA, permitindo integração com aplicativos como WhatsApp, Discord, iMessage e Slack, além de funcionar como uma camada de conexão com modelos já existentes, como Claude, ChatGPT, Gemini e Grok. Para John Hammond, no entanto, o OpenClaw atua basicamente como um “wrapper” desses modelos, sem apresentar ruptura tecnológica.

Chris Symons, cientista-chefe de IA da Lirio, avalia que o projeto representa uma melhoria incremental, principalmente por ampliar o acesso dos agentes a diferentes sistemas. Já Artem Sorokin, engenheiro de IA e fundador da ferramenta de cibersegurança Cracken, afirma que os componentes já existiam e que o diferencial foi apenas combinar recursos de forma mais fluida.

A facilidade de automatizar tarefas, do gerenciamento de e-mails à negociação de ações por meio de habilidades baixadas na loja ClawHub, ajudou a impulsionar a viralização. Ainda assim, especialistas alertam que a produtividade prometida depende de um nível de confiança que a tecnologia ainda não alcançou.

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senhas vazadas
Testes de segurança mostraram vulnerabilidades a ataques de prompt injection (Imagem: Song_about_summer / Shutterstock.com)

Testes de segurança conduzidos por Ian Ahl mostraram vulnerabilidades a ataques de prompt injection, técnica em que comandos maliciosos levam agentes a executar ações indevidas, como compartilhar credenciais ou realizar transferências. Em ambientes corporativos, esse cenário pode representar risco elevado, já que os agentes operam com acesso amplo a e-mails e plataformas internas.

Apesar de existirem proteções, pesquisadores afirmam que não há garantia de que agentes não sejam manipulados. Para Hammond, o setor enfrenta um impasse: permitir alto nível de automação implica aceitar riscos de segurança ainda não resolvidos. Diante desse quadro, ele recomenda que usuários comuns evitem a tecnologia por enquanto.

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Novos MacBooks devem retomar característica antiga de notebooks nostálgicos da marca

Redação Informe 360

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A Apple parece estar planejando um retorno às suas raízes coloridas na linha de notebooks. Segundo informações de Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa deve anunciar em março um novo modelo de MacBook focado em custo-benefício, trazendo uma variedade de cores que remete aos clássicos iBooks, computadores da marca do início dos anos 2000.

iBooks, da Apple, vinham em diferentes cores na virada do milênio. Imagem: Grand Warszawski/Shutterstock

Diferente dos modelos MacBook Air e Pro, que utilizam processadores da linha “M”, este novo dispositivo deve ser equipado com o chip A18 Pro, o mesmo que integra o iPhone 16 Pro. Embora seja um processador de celular, seu desempenho é comparável ao chip M1, o que garante fôlego para tarefas do dia a dia, mesmo sendo uma opção de entrada.

Design e Tela

O novo MacBook deve ter uma tela de aproximadamente 12,9 polegadas, sendo ligeiramente menor que o atual Air. No hardware, a Apple decidiu não utilizar o plástico para reduzir custos.

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Em vez disso, a empresa desenvolveu um novo processo de fabricação para o chassi de alumínio, que promete ser mais rápido e barato do que o método utilizado nos modelos atuais.

O retorno das cores

A grande aposta para atrair o público jovem e quem busca personalização está na paleta de cores. De acordo com os relatos, a Apple testou opções em amarelo claro, verde claro, azul, rosa, além dos tradicionais prata e cinza-escuro.

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A estratégia lembra o que a Apple fazia na virada do milênio, quando os notebooks da linha iBook vinham em cores diferentes. Aos poucos, a empresa abandonou a estratégia de lançar computadores em diferentes cores, e os iBooks acabaram sendo substituídos pelos MacBooks atuais.

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One Piece: a nova temporada do live action mais esperado dos animes que vai levar os fãs para dentro do navio dos mugiwara em 2026

Redação Informe 360

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A Netflix revelou detalhes empolgantes sobre a One Piece Temporada 2, confirmando uma turnê mundial com experiências imersivas. Os fãs poderão entrar nos cenários da obra e ver roupas originais dos piratas em diversas cidades globais. Este movimento estratégico visa aumentar o engajamento antes do lançamento oficial dos novos episódios.

Quais são as datas da turnê da One Piece Temporada 2?

De acordo com o portal oficial da Netflix Tudum, a jornada global começa em fevereiro de 2026. O cronograma abrange paradas estratégicas em todos os continentes para celebrar o retorno de Luffy e sua tripulação aos mares.

Essas ativações permitem que o público vivencie momentos marcantes da trama de forma física e interativa. A experiência em Los Angeles será um dos pontos altos do evento internacional, trazendo o elenco principal para perto dos espectadores mais fervorosos.


🚢 23 de Fevereiro: México – Início do treinamento pirata com desafios reais para os novos recrutas do bando.

🎭 26 de Fevereiro: Los Angeles – Premiere oficial com tapete vermelho e a presença confirmada do elenco da série.

🌊 06 de Março: Milão – Transformação urbana da cidade italiana no lendário e misterioso porto de Loguetown.

Quais são as atrações principais para o público?

Os eventos foram planejados para criar uma conexão real entre a audiência e o universo fantástico criado por Eiichiro Oda. Cada localidade apresenta um desafio ou uma exposição única, focada na história dos piratas e na evolução visual dos personagens principais.

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Algumas cidades contarão com treinamentos de combate e bootcamps, enquanto outras focarão na estética visual dos cenários e figurinos usados nas filmagens. A participação costuma ser gratuita, mas exige atenção redobrada aos prazos de inscrição e disponibilidade de ingressos.

  • Exposição de figurinos originais usados pelos atores no set.
  • Recriações de cenários icônicos em escala real para fotografias.
  • Sessões de exibição antecipada do primeiro episódio da nova fase.
  • Distribuição de brindes exclusivos e colecionáveis para os participantes.
One Piece: a nova temporada do live action mais esperado dos animes que vão levar os fãs para dentro do navio dos mugiwara em 2026
Jornada global celebra retorno de Luffy com ativações em todos continentes – Créditos: Netflix / Divulgação

Onde acontecerá o lançamento da One Piece Temporada 2?

A grande premiere mundial está marcada para os Estados Unidos, reunindo todo o elenco principal para um tapete vermelho histórico em Hollywood. Este evento será a primeira oportunidade oficial de ver o início do novo arco narrativo que promete emocionar os fãs.

Além de Los Angeles, o Rio de Janeiro também está na rota das celebrações previstas para o mês de março de 2026. A tabela abaixo detalha as principais paradas confirmadas pela produção da série para garantir que ninguém fique de fora da celebração.

CidadeEventoData
Tóquio, JapãoIkuzo Grand Line05 de Março
Cidade do CaboFan Event África08 de Março
Rio de JaneiroAtivação ImersivaMarço de 2026

Como será a recriação de Loguetown na Europa?

Loguetown é conhecida como a cidade do início e do fim, sendo o local onde Gold Roger deixou seu legado eterno. Na turnê, a cidade de Milão receberá uma recriação completa desta vila lendária para os visitantes explorarem cada detalhe técnico da produção.

Os fãs poderão caminhar pelas ruas de pedra e sentir a atmosfera de tensão que precede a entrada oficial no Grand Line. É um rito de passagem essencial para qualquer pirata que deseja alcançar o maior tesouro do mundo ao lado de Luffy.

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Quais países da Ásia participam da jornada pirata?

A expansão da turnê alcança mercados fundamentais como Japão, Tailândia e Malásia, garantindo uma cobertura global sem precedentes para o streaming. Na Malásia, o evento terá um formato de bazar, unindo gastronomia e aventura para todos os tipos de público.

Essas paradas reforçam o compromisso da Netflix em tratar o live action como um fenômeno cultural de escala planetária. Com figurinos detalhados e cenários imersivos, a jornada para encontrar o One Piece nunca pareceu tão real e próxima dos fãs brasileiros.

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