Tecnologia
Grávida pode dirigir carro, moto e caminhão?

Assim que a gravidez é confirmada e a barriga começa a crescer, surge um mar de dúvidas que vão da alimentação ao tipo de sapato permitido. E, claro, uma das perguntas clássicas é: “Doutor, posso continuar dirigindo?”. A resposta curta é: sim. Mas, como tudo na gestação, depende.
Quando o assunto é trânsito, a preocupação não é só o conforto, mas a segurança da mãe e do bebê. Vamos desvendar o que a lei, os médicos e o bom senso dizem sobre grávidas ao volante, seja de um carro, de uma moto ou de um caminhão.
É seguro gestante dirigir um veículo?

Se a sua preocupação é com a multa ou a apreensão da CNH, pode respirar aliviada. Do ponto de vista legal, não há absolutamente nada no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que proíba uma mulher grávida de dirigir.
IMPORTANTE: você não precisa avisar ao Detran sobre a gestação, não existe uma “licença-gestante” e você não será multada por estar dirigindo com oito meses de gravidez. A lei confia na sua autonomia e, principalmente, no seu atestado médico.
Aqui, o sinal verde da lei encontra o sinal amarelo da medicina. A liberação para dirigir depende de dois fatores: a sua saúde e o veículo.
Dirigindo carros durante a gravidez

Para a maioria das gestações saudáveis e sem complicações (como pressão alta, risco de parto prematuro ou descolamento de placenta), dirigir o carro no dia a dia é permitido pela maioria dos obstetras, mas com ressalvas que aumentam junto com a barriga.
O “ok” médico geralmente vem acompanhado de um “mas”. Sintomas comuns da gravidez, como enjoos, tonturas e inchaços, podem tornar a direção insegura, especialmente se aparecerem subitamente.
O maior limitador, no entanto, é físico. No terceiro trimestre, geralmente após a 30ª semana, a história muda. A barriga cresce e a distância entre ela e o volante diminui drasticamente. Em uma freada brusca ou colisão leve, o impacto do volante contra o abdômen pode ser perigoso, trazendo riscos de trauma e até descolamento da placenta.
Por isso, embora não seja ilegal, a maioria dos médicos recomenda pendurar as chaves no último mês de gestação. No fim das contas, o que vale é o bom senso e, claro, a liberação expressa do seu obstetra.
Conforme destaca o gerente operacional do Detran ES, Maurício Becker:
A motorista grávida deve utilizar corretamente o cinto de segurança e não dirigir se estiver com algum mal-estar ou se não estiver se sentindo confortável na posição. O mais importante é sempre consultar seu médico e garantir que está bem para dirigir.
Leia mais:
- Pode dirigir descalço ou de chinelo? Entenda as regras para moto, carro e caminhão
- CNH: o que de pior pode acontecer se você dirigir sem carteira de motorista?
- Dirigir usando fone de ouvido dá multa? Veja o que diz a lei
Pilotando motocicletas durante a gravidez

Aqui a resposta é bem mais direta: não é recomendado. E o motivo é óbvio: o risco de queda.
Durante a gestação, o centro de gravidade da mulher muda completamente, o equilíbrio fica prejudicado e os reflexos podem ficar mais lentos. Mesmo uma queda boba, com a moto parada, pode causar um trauma abdominal grave.
A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) desaconselha fortemente andar de moto (seja pilotando ou na garupa) em qualquer fase da gestação, pois o risco de um acidente, por menor que seja, supera qualquer benefício.
Dirigindo caminhões durante a gravidez

Legalmente, a regra é a mesma do carro: o CTB não proíbe. Na prática, os riscos são exponencialmente maiores.
A direção de veículos pesados exige mais esforço físico (até mesmo para subir na cabine), envolve longas jornadas, muita vibração (o que é contraindicado) e uma posição que, com o avançar da gestação, se torna inviável. Caminhoneiras gestantes devem conversar com seu médico e, muito provavelmente, serão orientadas a se afastar do volante bem antes das motoristas de carros de passeio, buscando o afastamento pelo INSS se for o caso.
O post Grávida pode dirigir carro, moto e caminhão? apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Artemis 2: NASA conclui teste final de foguete que vai lançar astronautas à Lua

Nesta quinta-feira (19), a NASA executou pela segunda vez um teste crucial para a Artemis 2 – a missão histórica vai levar a humanidade à órbita da Lua novamente após mais de meio século – o chamado “ensaio geral molhado”.
Esse teste simulou praticamente todo o processo de decolagem, mas sem acionar os motores. O objetivo era verificar se o foguete, os sistemas de abastecimento e a cápsula Orion funcionam de forma integrada e segura.

Durante o ensaio, as equipes reproduziram a contagem regressiva como se fosse um lançamento real, com o cronômetro avançando até poucos segundos antes da ignição.
No início do mês, a primeira tentativa enfrentou dificuldades técnicas. Vazamentos no abastecimento de hidrogênio líquido interromperam a simulação, que acabou sendo suspensa. Após análises e ajustes, engenheiros revisaram conexões e reforçaram procedimentos para evitar novos problemas.
Desta vez, houve apenas uma anomalia na tensão do sistema de aviônica do foguete auxiliar, corrigida sem grandes problemas, permitindo que a contagem fosse reiniciada.
Artemis 2: o que foi testado
- A parte mais sensível do ensaio desta quinta-feira (19) começou por volta das 22h30 (horário de Brasília), nos instantes finais antes da decolagem simulada;
- Nesse momento, os sistemas foram testados sob as condições mais próximas de um lançamento real;
- A sequência durou cerca de quatro horas e incluiu o carregamento de aproximadamente 3,18 milhões de litros de oxigênio e hidrogênio líquidos no foguete Space Launch System (SLS);
- O abastecimento, no entanto, começou às 13h, cerca de dez horas antes dessa etapa decisiva;
- Essa é uma das fases mais delicadas da operação, porque o hidrogênio líquido precisa ser mantido a temperaturas extremamente baixas. Qualquer pequeno vazamento pode interromper o processo para inspeção e ajustes, como ocorreu no ensaio anterior.

A cápsula Orion também participou do procedimento. Ela foi ligada, teve suas baterias carregadas e passou por checagens de vedação, exatamente como ocorrerá no dia do lançamento. Uma válvula relacionada à pressurização da escotilha foi substituída recentemente e passou por novo aperto após ajustes detectados no teste anterior.
Nos minutos finais da simulação, a atenção se concentrou nos últimos dez minutos da contagem regressiva. O cronômetro avançou até T-1 minuto e 30 segundos. Em seguida, foi feita uma pausa de cerca de três minutos, etapa prevista nos protocolos oficiais.
Em um lançamento real, se a interrupção durar menos de três minutos, a contagem pode continuar normalmente. Caso ultrapasse esse tempo, o relógio retorna para T-10 minutos. Esse procedimento foi repetido no primeiro e no segundo ensaio para garantir que funcione sem falhas.
Depois disso, a contagem avançou até T-33 segundos e foi pausada outra vez. Em seguida, o sistema reiniciou para dez minutos antes da decolagem e toda a sequência foi repetida. A ideia é treinar a equipe para lidar com diferentes cenários, incluindo imprevistos de última hora.
Como o teste correu como se esperava, a agência pode lançar a missão no dia 6 de março. Também estão reservadas datas alternativas nos dias 7, 8, 9 e 11, caso as condições técnicas ou climáticas exijam ajustes no calendário.
Leia mais:
- Artemis 2: conheça a cápsula que vai levar astronautas para sobrevoar a Lua
- Artemis 2: saiba as diferenças entre o novo programa de exploração lunar da NASA e a era Apollo
- Brasil quer enviar satélite para a Lua com a Artemis 3, confirma presidente da AEB
Conheça a tripulação que será lançada à Lua pela NASA
A missão Artemis 2 será o primeiro voo tripulado do novo programa de exploração lunar da NASA, um passo essencial para levar astronautas de volta à superfície da Lua pela primeira vez desde 1972 – algo previsto para acontecer futuramente, com a Artemis 3.
Composta por quatro membros, a tripulação da Artemis 2 vai sobrevoar a Lua a bordo da cápsula Orion, com o objetivo de testar sistemas e garantir que toda a infraestrutura humana e tecnológica esteja pronta para as próximas fases do programa. Integram a Artemis 2 os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch (todos da NASA) e Jeremy Hansen (da Agência Espacial Canadense). Saiba mais sobre eles aqui.
A missão histórica prevê recordes. A tripulação deve alcançar a maior distância já percorrida por seres humanos no espaço. No retorno à Terra, a nave deverá atingir velocidades elevadas, o que pode torná-los os humanos mais rápidos já enviados ao espaço. Com duração prevista de dez dias, o voo permitirá observar regiões da Lua nunca vistas diretamente por pessoas. Além disso, será a primeira vez que uma pessoa negra e uma mulher viajarão tão longe no espaço.
Artemis 1 teve quatro testes de abastecimento
Caso ocorram novos adiamentos, as datas passarão a ser avaliadas diariamente, de acordo com resultados técnicos e climáticos. Na missão não tripulada Artemis 1, quatro ensaios tiveram de ser repetidos devido a vazamentos e falhas, que obrigaram o retorno do SLS ao edifício de montagem em três ocasiões.
Enquanto isso, a tripulação da missão Artemis 2 segue em quarentena em Houston, no Texas. A NASA avalia o momento adequado para o deslocamento dos astronautas até a Flórida, respeitando protocolos de saúde e segurança.
Durante o período de frio intenso, a espaçonave Orion permaneceu ligada, com aquecedores ajustados para proteger sistemas sensíveis. A agência, que mantém uma transmissão ao vivo permanente do foguete na plataforma, divulgará atualizações em tempo real sobre o teste.
O post Artemis 2: NASA conclui teste final de foguete que vai lançar astronautas à Lua apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Armazenamento por 10 mil anos: Microsoft avança em técnica que grava dados em vidro

Um estudo, divulgado nesta quarta-feira (18) na revista Nature, apresentou novos avanços do Projeto Silica, iniciativa de pesquisa da Microsoft voltada ao desenvolvimento de um sistema de armazenamento digital em placas de vidro capaz de preservar informações por milênios.
O projeto, iniciado em 2019, busca criar um método mais durável e energeticamente eficiente que os dispositivos atuais, cujos suportes têm vida útil limitada e exigem cópias periódicas de segurança.
A tecnologia utiliza vidro de silício — material muito puro e comum, empregado, por exemplo, em tubos de lâmpadas halógenas e espelhos de telescópios — conhecido por resistir a variações de temperatura, umidade e interferências eletromagnéticas.
Essas características contrastam com centros de dados tradicionais, que consomem grande quantidade de energia e dependem de ambientes altamente controlados para preservar discos rígidos e outras mídias.
Segundo o estudo, o sistema desenvolvido pela divisão de pesquisa Microsoft Research constitui uma “solução de armazenamento de arquivos” completa, abrangendo desde o registro e conservação até a restituição dos dados, com potencial de mantê-los intactos por dezenas de milhares de anos.

Leia mais:
- 5 dicas para manter o armazenamento interno do PC em dia
- 9 apps para liberar memória no celular
- Microsoft vai investir US$ 50 bi em IA no Sul Global para ‘reduzir abismo digital’
Como funciona o armazenamento em vidro da Microsoft
O processo do Silica é dividido em quatro etapas: gravação, armazenamento, leitura e decodificação. Os dados são registrados diretamente dentro da placa de vidro com um laser ultrarrápido multifásico — um laser de femtossegundo — que cria pixels tridimensionais chamados voxels.
De acordo com a descrição técnica, “os dados do usuário chegam sob a forma de uma série de bits, que depois são agrupados em símbolos. Cada símbolo corresponde a um voxel”. Esses voxels são gravados camada por camada dentro do material, “de baixo para cima ao longo da espessura da placa de vidro, até que fique completamente preenchida”.
Após a gravação, as placas podem ser armazenadas em bibliotecas sem necessidade de condições atmosféricas especiais. Para recuperar as informações, o sistema usa um microscópio automatizado com câmera capaz de captar imagens de cada camada de voxels. Em seguida, essas imagens são decodificadas — principalmente com auxílio de inteligência artificial (IA) — para restaurar os dados em seu formato original.
Capacidade e durabilidade
O estudo aponta que o método alcança velocidade de gravação de 65,9 megabits por segundo e densidade de armazenamento de 1,59 gigabits por milímetro cúbico. Isso equivale a cerca de 4,84 terabytes em um fragmento de vidro de 12 centímetros quadrados e apenas dois milímetros de espessura. Nesse espaço reduzido, afirmam os pesquisadores, caberiam “cerca de dois milhões de livros impressos ou cinco mil filmes em 4K de ultra-alta definição”.
Entre os principais atrativos está a longevidade. Os cientistas calculam que “os dados poderiam continuar legíveis dentro de dez mil anos”, mesmo se submetidos a temperaturas de até 290 °C. As projeções, porém, não consideram possíveis danos físicos ou corrosão química que possam degradar o suporte ao longo do tempo.
Outra vantagem apontada é a segurança: como os dados ficam armazenados offline, não podem ser alvo de ataques de hackers, a menos que as placas sejam fisicamente roubadas.

Novo material reduz custos e amplia viabilidade
Um dos avanços descritos na publicação é a possibilidade de usar vidro borossilicato — material comum encontrado em utensílios de cozinha e portas de forno — em vez de sílica fundida de alta pureza, antes necessária para a técnica. Essa mudança reduz custos e aumenta a disponibilidade do meio de armazenamento, superando obstáculos importantes para eventual comercialização.
A pesquisa também mostrou melhorias na velocidade de gravação e simplificação do hardware. O leitor das placas agora necessita apenas de uma câmera, e não três ou quatro, diminuindo tamanho e preço. Já os dispositivos de escrita passaram a ter menos componentes, facilitando fabricação, calibração e operação.
Os cientistas relataram ainda descobertas técnicas relevantes, como:
- Redução do número de pulsos necessários para formar voxels birefringentes;
- Desenvolvimento de escrita “pseudo-pulso único” para gravação mais rápida;
- Criação de um novo método de armazenamento chamado “phase voxels” (voxels de fase, em tradução literal), que modifica a fase do vidro em vez da polarização e pode ser formado com apenas um pulso;
- Capacidade de gravar vários voxels simultaneamente com sistema de múltiplos feixes;
- Uso de aprendizado de máquina para otimizar codificação de símbolos e decodificação de dados;
- Novo método óptico não destrutivo para avaliar o envelhecimento das gravações.
Como iniciativa de pesquisa, o Projeto Silica já realizou provas de conceito para demonstrar a tecnologia. Entre elas, o armazenamento do filme “Superman”, da Warner Bros. Discovery, em vidro de quartzo; a parceria com o Global Music Vault para preservar músicas sob gelo por dez mil anos; e um projeto educacional chamado “Golden Record 2.0”, um arquivo digital colaborativo com imagens, sons, músicas e falas destinado a representar a diversidade humana ao longo dos milênios.

Desafio global de armazenamento
O estudo destaca que a quantidade de dados gerados pela atividade humana “quase duplicam a cada três anos”, reforçando a necessidade de métodos alternativos e sustentáveis de preservação digital. Soluções atuais, como fitas magnéticas e discos rígidos, degradam em poucas décadas e possuem vida útil limitada, o que dificulta a conservação de informações para gerações futuras.
Segundo os pesquisadores, o armazenamento em vidro com lasers de femtossegundo está entre as poucas tecnologias em desenvolvimento com potencial de oferecer armazenamento durável, imutável e de longa duração. A fase de pesquisa foi concluída e os resultados foram publicados para que outros cientistas possam expandir o trabalho.
O post Armazenamento por 10 mil anos: Microsoft avança em técnica que grava dados em vidro apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Busca do Google muda exibição de links em resultados com IA

O Google anunciou mudanças na forma como exibe links dentro de seus recursos de busca com inteligência artificial (IA). A novidade foi apresentada nesta terça-feira (17) por Robby Stein, vice-presidente do Google Search, e busca tornar as referências de conteúdo mais visíveis nas respostas geradas por IA. A empresa afirma que a atualização pretende facilitar o acesso dos usuários às páginas originais citadas nos resultados.
Segundo o executivo, a alteração vale para o AI Overviews e o Modo IA, funcionalidades que utilizam IA para responder consultas dentro da busca. A partir de agora, ao passar o cursor sobre as fontes citadas no desktop, o usuário verá uma janela pop-up com uma lista de links, descrição dos artigos e imagens associadas. A mudança também inclui ícones de links mais descritivos e destacados nas respostas em desktop e dispositivos móveis.

Google muda exibição de links em respostas com IA
De acordo com Stein, os novos elementos visuais foram testados internamente e, segundo a empresa, geram maior engajamento dos usuários, além de facilitar o acesso a conteúdos publicados na web. A atualização representa um ajuste na interface dos recursos de IA do mecanismo de busca, que vêm recebendo expansão contínua por parte do Google.
New on Search: In AI Overviews and AI Mode, groups of links will automatically appear in a pop-up as you hover over them on desktop, so you can jump right into a website to learn more. And we’ll show more descriptive and prominent link icons within the response across both… pic.twitter.com/VUTtHUCwgG
— Robby Stein (@rmstein) February 17, 2026
Novidade na busca: no AI Overviews e no Modo IA, grupos de links vão aparecer automaticamente em um pop-up quando você passar o cursor sobre eles no desktop, permitindo acessar rapidamente um site para saber mais. Também vamos mostrar ícones de links mais descritivos e destacados dentro das respostas, tanto no desktop quanto no mobile.
Nossos testes indicam que essa nova interface é mais envolvente, facilitando o acesso a conteúdos relevantes em toda a web.
Robby Stein, vice-presidente do Google Search na postagem acima no X
No caso do AI Overviews, o recurso apresenta um resumo gerado por inteligência artificial no topo dos resultados de pesquisa. Já o Modo IA funciona como uma experiência de busca em formato de chatbot, permitindo que o usuário faça perguntas e receba respostas sem necessariamente visitar os sites originais. A ampliação dessas ferramentas, no entanto, tem provocado discussões sobre o impacto no tráfego de portais de notícias e outros sites.
Leia mais:
- Conheça o Project Genie, IA do Google que cria mundos interativos em 3D
- 5 coisas que precisam melhorar no NotebookLM do Google
- Google Maps não funciona? Veja como resolver!
Debate sobre impacto em publishers e investigação na Europa
O avanço dessas soluções de IA acontece em meio a críticas de veículos digitais, que apontam queda de audiência causada pelo novo formato de busca. O Google tem defendido as mudanças implementadas, mas reconheceu que a web aberta está em “declínio rápido”, em referência ao cenário atual da internet.
No ano passado, a Comissão Europeia iniciou uma investigação sobre os recursos de busca com IA da empresa. O órgão analisa se o Google pode ter infringido regras de concorrência ao utilizar conteúdos de publishers digitais em respostas geradas por IA sem compensação considerada adequada. Desde então, a empresa afirmou que está explorando a possibilidade de permitir que publicadores optem por não aparecer nesses recursos e também passou a incluir mais fontes no AI Mode.
O post Busca do Google muda exibição de links em resultados com IA apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico

Cultura6 dias atrásCarnaval “A Melhor Folia” é aberto em SJB

Cidades1 semana atrásSJB aposta em vasta programação para garantir o melhor Carnaval do interior do Rio

Economia6 dias atrásBC registra primeiro incidente com chaves Pix em 2026

Esporte1 semana atrásCBF divulga datas e horários dos jogos da 1ª fase da Copa do Brasil

Economia1 semana atrásGoverno envia alertas sobre imposto de renda pelo Gov.br e WhatsApp

Tecnologia5 dias atrásOne Piece: a nova temporada do live action mais esperado dos animes que vai levar os fãs para dentro do navio dos mugiwara em 2026

Saúde6 dias atrásDescoberta de cientista brasileira reacende esperança para pacientes com tetraplegia

Economia1 semana atrásArrecadação de ICMS do Estado do Rio tem aumento de 9,5% em 2025




























