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Faperj abre edital para o Programa Doutor Empreendedor: Transformando Conhecimento em Inovação

Redação Informe 360

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A Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), vinculada à Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, está com inscrições abertas até o dia 1/12 para a quarta edição do “Programa Doutor Empreendedor: Transformando Conhecimento em Inovação”.

O histórico de sucesso do programa resultou no aumento dos recursos previstos para a atual edição. Agora serão mais de R$ 10 milhões de reais destinados a apoiar 35 doutores empreendedores a transformarem suas ideias em empreendimentos de base tecnológica. Os contemplados terão direito a uma bolsa no valor de R$ 7.500,00 e uma bolsa de iniciação tecnológica de R$ 700,00 para um aluno de graduação por até 24 meses, além de um auxílio financeiro que pode chegar a R$ 70.000,00. Em contrapartida, os empreendedores devem se instalar em um mecanismo de geração de empreendimentos inovadores que irá acompanhá-los no processo de desenvolvimento da empresa e se comprometer a abrir um CNPJ em até 10 meses após o início do projeto.

Mais de 40 startups de base científico-tecnológica foram criadas no Estado do Rio de Janeiro com o auxílio do edital nas primeiras edições, gerando alternativas para doutores em busca de oportunidades e bens e serviços inovadores para a sociedade.

Após a fase de pré-qualificação que verifica a elegibilidade dos proponentes e a adequação dos documentos necessários, o edital prevê uma avaliação de mérito em duas etapas: uma primeira realizada internamente pela equipe da Diretoria de Tecnologia da Faperj e, posteriormente, a apresentação para uma banca formada por membros externos com experiência de mercado e de investimento de risco em startups.

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As submissões serão realizadas pelo Sistema Faperj até o dia 01/12/2023. Pesquisadores com título de doutor reconhecido pela Capes e doutorandos já qualificados e com defesa prevista para data anterior à entrega de documentos exigidos segundo o cronograma do edital domiciliados no estado do Rio de Janeiro são elegíveis na chamada.

Mais informações em https://www.faperj.br/rp/downloads/Edital_FAPERJ_Nº_17_2023___Programa_Doutor_Empreendedor_Transformando_Conhecimento_em_Inovação.pdf.

Por Governo do Estado

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Tecnologia

SUV elétrico ou híbrido plug-in? Entenda o que muda na prática ao dirigir

Redação Informe 360

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Híbrido leve, plug-in, elétrico puro ou célula de hidrogênio? A sopa de letrinhas do mercado automotivo atual pode confundir até os motoristas mais experientes. Antes de trocar seu veículo, é fundamental compreender o que cada sigla significa e como cada tecnologia impacta tanto o seu bolso quanto o meio ambiente.

A evolução silenciosa dos motores a combustão

Engana-se quem pensa que a eletrificação é algo exclusivo dos carros futuristas. Mesmo os modelos tradicionais a combustão vêm ganhando “ajudas” elétricas invisíveis. A tecnologia mais básica é o Híbrido Leve (MHEV), onde um pequeno motor elétrico substitui o alternador e o motor de arranque, ajudando o carro a ganhar embalo e economizar combustível, embora nunca tracionem as rodas sozinhos.

Um degrau acima estão os Híbridos Convencionais (HEV), como o Toyota Corolla Cross. Nestes, o motor elétrico é robusto o suficiente para mover o carro em baixas velocidades ou em manobras de estacionamento. A grande sacada é que você não precisa se preocupar com tomadas: a bateria é recarregada automaticamente aproveitando a energia das frenagens e o próprio funcionamento do motor a combustão.

Uma pesquisa acadêmica focada em sistemas MHEV de 48 V, mostra melhorias reais em economia de combustível e redução de CO₂ graças a funções como frenagem regenerativa e assistência elétrica:
aborda dados experimentais e simulações do impacto de diferentes arquiteturas híbridas leves.

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Carro com ajuda elétrica invisível já economiza sem precisar de tomada – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

Qual a vantagem dos modelos Plug-in?

Para quem busca o melhor dos dois mundos, os Híbridos Plug-in (PHEV) surgem como uma solução versátil. Diferente dos anteriores, eles possuem uma bateria maior que pode, e deve, ser carregada na tomada de casa. Isso permite rodar entre 30 a 50 km usando apenas eletricidade, ideal para o trajeto diário trabalho-casa, mantendo o motor a gasolina apenas para viagens longas.

Já os puramente elétricos (BEV) abandonam completamente o tanque de combustível. Com mecânica simplificada e baterias gigantescas no assoalho, eles oferecem torque instantâneo e silêncio absoluto. O desafio aqui muda de figura: a preocupação deixa de ser o preço da gasolina e passa a ser a infraestrutura de carregamento disponível na sua rota.

Híbrido leve, plug-in ou elétrico? As diferenças, vantagens e qual tecnologia de eletrificação é a ideal para o seu perfil de uso
Para quem busca o melhor dos dois mundos, os Híbridos Plug-in (PHEV) surgem como uma solução versátil – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

Comparativo rápido para não errar na escolha

Com tantas opções, a decisão de compra deve ser baseada no seu perfil de uso diário. Se você não tem onde carregar o carro à noite, um elétrico puro ou plug-in pode virar dor de cabeça. Por outro lado, quem roda muito na cidade se beneficia imensamente da economia dos sistemas híbridos que recuperam energia no “anda e para” do trânsito.

🔌 Tipos de Eletrificação Veicular (Brasil)

Tipo (sigla)Tração elétrica pura?Precisa de tomada?Exemplo no Brasil
Híbrido Leve (MHEV)NãoNãoKia Sportage
Híbrido (HEV)Sim (curtas distâncias)NãoCorolla Cross
Plug-in (PHEV)Sim (média autonomia)Sim (opcional)BYD Song Plus
Elétrico (BEV)Sim (total)Sim (obrigatório)BYD Dolphin

O curioso caso do carro a hidrogênio

Existe ainda uma categoria exótica que corre por fora: os veículos de célula de combustível (FCEV). Eles são, tecnicamente, carros elétricos que produzem sua própria energia a bordo. Em vez de carregar na tomada, você abastece um tanque com gás hidrogênio, que reage quimicamente para gerar eletricidade e liberar apenas água pura pelo escapamento.

Apesar de parecer a solução perfeita, a realidade impõe barreiras físicas e logísticas enormes. A infraestrutura para abastecimento de hidrogênio é praticamente inexistente e caríssima para ser implementada em larga escala. Por enquanto, modelos como o Toyota Mirai servem mais como laboratórios sobre rodas do que como opções reais de compra para o consumidor comum.

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Tecnologia

O que uma impressora 3D consegue produzir em cinco dias rodando sem parar

Redação Informe 360

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A nova Bambu Lab H2S foi colocada à prova em um desafio intenso que variou de peças rápidas até projetos gigantescos de cinco dias. O teste revelou a capacidade dessa máquina de lidar com impressões contínuas, mantendo qualidade surpreendente mesmo em longas jornadas de trabalho.

Como a impressora se comporta em diferentes tempos?

Durante os testes práticos, a máquina foi submetida a uma maratona cronológica crescente, imprimindo desde simples organizadores até figuras complexas e multicoloridas. A robustez da estrutura pesada e a estabilidade térmica foram essenciais para garantir que peças demoradas não sofressem deformações no meio do caminho.

Para visualizar melhor o desempenho e os resultados obtidos em cada etapa desse desafio de resistência, confira os dados detalhados na tabela a seguir:

Esquema de Impressões 3D

⏱️

1h a 2h — Organizadores & Enfeites

Peças bicolores com acabamento limpo, roscas funcionais e nenhuma falha estrutural detectada.

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🎨

5h a 12h — Pote Cotonete & Baby Harry

Multicores bem definidas, porém surgiram pequenas falhas nos suportes da coruja durante a impressão.

🦸

15h a 35h — Quadros & Cabeça Deadpool

Excelente aderência à mesa e texturas muito bem definidas, especialmente na peça rígida.

🧩

120h — Baby Deadpool Gigante (50cm)

Montagem final impressionante, unindo peças produzidas em várias máquinas com ótimo encaixe.

A facilidade do software Bambu Studio

Uma das grandes vantagens notadas durante todo o processo foi a integração fluida com o fatiador proprietário da marca. Ele permite visualizar a peça na rede via pré-visualização, colorir modelos manualmente de forma intuitiva e detectar automaticamente o tipo de filamento inserido, facilitando muito a preparação do arquivo.

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Isso simplifica o fluxo de trabalho, especialmente em impressões multicoloridas onde a troca de cores precisa ser gerenciada com eficiência. O software ajuda a controlar o desperdício na purga, embora o modelo de bico único da H2S naturalmente consuma um pouco mais de material nesse processo do que sistemas com múltiplos cabeçotes.

O que uma impressora 3D consegue produzir em cinco dias rodando sem parar
O software ajuda a controlar o desperdício na purga – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

Desafios enfrentados nas impressões longas

Nem tudo foi perfeito durante a maratona, com alguns problemas pontuais de suporte aparecendo na impressão de doze horas do modelo de coruja. Pequenos erros podem acontecer quando o filamento acaba durante a madrugada ou quando a configuração de sustentação da peça não é a ideal para a geometria escolhida.

No entanto, a máquina mostrou muita resiliência ao retomar trabalhos e manter a estabilidade térmica, algo crítico para projetos que duram dias inteiros. A capacidade de usar bicos de aço endurecido também permitiu testar materiais de engenharia sem medo de desgastar o equipamento prematuramente.

A evolução com o sistema Vortec na H2C

A visita ao espaço de experiência da marca revelou o potencial do novo sistema de troca rápida de hot ends presente no modelo H2C. Diferente da H2S que usa um bico único, essa tecnologia permite alternar materiais completamente diferentes, como ABS e TPU, na mesma impressão de forma quase instantânea.

Essa inovação reduz drasticamente o tempo e o material gasto na torre de purga, elevando o nível de detalhe e a viabilidade econômica. Para quem busca acabamento profissional em peças muito complexas, essa diferença na mecânica de troca pode justificar o investimento em modelos superiores da linha.

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Gmail, Instagram e gov.br: pesquisador encontra 149 milhões de senhas expostas

Redação Informe 360

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Um pesquisador de cibersegurança afirmou ter identificado um banco de dados público com 149 milhões de logins e senhas expostos na internet, envolvendo contas de redes sociais, serviços de streaming, plataformas financeiras e até registros vinculados ao gov.br. A descoberta foi compartilhada por Jeremiah Fowler com a ExpressVPN, que publicou o relatório para alertar sobre os riscos de segurança digital.

Segundo Fowler, o material não estava protegido por senha nem criptografado e somava 96 GB de dados brutos, incluindo e-mails, nomes de usuário, senhas e links de acesso a contas. O pesquisador diz que a base poderia ser acessada por qualquer pessoa que encontrasse o endereço do servidor, o que ampliava o potencial de uso indevido das informações.

Banco de dados localizado por pesquisador tem mais de 96 GB e carrega quase 150 milhões de arquivos (Imagem: Jeremiah Fowler / ExpressVPN)

Como o banco de dados foi encontrado

Fowler relatou que o banco de dados estava publicamente acessível e não trazia qualquer identificação sobre quem o administrava. Em uma amostra limitada dos arquivos, ele encontrou milhares de registros contendo credenciais completas e os endereços das páginas de login dos serviços associados.

De acordo com o pesquisador, os dados teriam sido reunidos por meio de um tipo de malware conhecido como “infostealer”, desenvolvido para infectar dispositivos e coletar silenciosamente informações de acesso. Ele afirma que esse tipo de programa costuma enviar as credenciais roubadas para repositórios em nuvem, que acabam se tornando alvos de novas exposições quando configurados de forma inadequada.

Serviços e tipos de contas atingidos

A lista reunia registros de usuários de diversas plataformas populares. Entre as redes sociais e serviços de entretenimento citados por Fowler estão Facebook, Instagram, TikTok, Netflix, HBO Max, Disney+ e Roblox. Ele também identificou contas de OnlyFans, além de acessos ligados a serviços financeiros, carteiras de criptomoedas, bancos e cartões de crédito.

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Um dos pontos que mais chamou a atenção do pesquisador foi a presença de credenciais associadas a domínios “.gov” de vários países. Segundo ele, mesmo acessos limitados podem representar riscos, como uso em tentativas de spear phishing, falsificação de identidade ou possíveis portas de entrada para redes governamentais.

Estimativa de volumes por plataforma

Fowler divulgou uma estimativa do número de registros ligados a alguns provedores de e-mail e serviços online. Entre os e-mails, a base incluía aproximadamente:

  • Gmail: 48 milhões
  • Yahoo: 4 milhões
  • Outlook: 1,5 milhão
  • iCloud: 900 mil
  • Endereços “.edu”: 1,4 milhão

Outros serviços destacados pelo pesquisador foram:

  • Facebook: 17 milhões
  • Instagram: 6,5 milhões
  • Netflix: 3,4 milhões
  • TikTok: 780 mil
  • Binance: 420 mil
  • OnlyFans: 100 mil

Ele também publicou capturas de tela que mostram registros envolvendo contas do Google, do Instagram, do Facebook e até um exemplo de conta governamental do Brasil, além de um painel que permitia pesquisar os dados diretamente por meio de um navegador.

Captura de tela de contas e credenciais, incluindo Facebook, uma conta governamental do Brasil e um login administrativo do WordPress (Imagem: Jeremiah Fowler / ExpressVPN)

Remoção do conteúdo e falta de responsáveis

Sem encontrar informações sobre o proprietário da base, Fowler informou ter notificado o provedor de hospedagem por meio do canal de denúncia. Dias depois, recebeu a resposta de que o sistema era mantido por uma empresa subsidiária que operava de forma independente.

Segundo o pesquisador, foram necessárias quase quatro semanas e várias tentativas de contato até que o acesso fosse suspenso e as credenciais deixassem de estar disponíveis. O provedor não teria revelado quem gerenciava o banco de dados, nem se o material havia sido usado para fins criminosos ou de pesquisa. Fowler acrescentou que, durante o período em que a base permaneceu online, o número de registros continuou aumentando.

Riscos para usuários e privacidade

A exposição de uma base desse tamanho, segundo o pesquisador, amplia o risco de ataques automatizados, como o chamado credential stuffing, em que criminosos testam combinações de e-mail e senha em diversos serviços. Com isso, cresce a chance de fraudes, roubos de identidade e campanhas de phishing que parecem legítimas por citarem contas reais.

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Fowler também destacou impactos na privacidade, já que a associação entre endereços de e-mail e serviços usados pode permitir a criação de perfis detalhados sobre vítimas. Em casos de acesso não autorizado, isso pode levar a situações como extorsão, exposição de conversas privadas ou uso indevido de informações pessoais.

Recomendações de segurança

O pesquisador afirma que apenas trocar a senha pode não ser suficiente se o dispositivo estiver infectado por malware. Ele recomenda manter sistemas operacionais e softwares de segurança atualizados, revisar permissões de aplicativos e extensões de navegador e evitar a instalação de programas fora de lojas oficiais.

Entre as medidas citadas estão o uso de autenticação em duas etapas, a verificação de histórico de login e a prática de não reutilizar senhas em serviços diferentes. Fowler observa que gerenciadores de senhas podem ajudar contra ataques mais simples, mas não substituem a necessidade de proteção contra malwares mais avançados.

autenticação em dois fatores
Autenticação em duas etapas é uma das medidas de segurança citadas (Imagem: tete_escape / Shutterstock.com)

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  • Como escolher um gerenciador de senhas
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  • Como saber se suas senhas estão salvas em outro dispositivo

Divulgação com caráter informativo

Fowler afirmou que não fez download nem reteve os dados expostos e que sua atuação se limitou a documentar a vulnerabilidade e comunicar os responsáveis. Ele ressalta que as informações foram publicadas com fins educacionais, para ampliar a conscientização sobre os riscos da coleta em larga escala de credenciais e a importância de boas práticas de higiene digital.

O pesquisador também declarou que não faz acusações contra o provedor de hospedagem ou seus responsáveis e que as situações descritas no relatório são hipotéticas, apresentadas apenas para alertar sobre possíveis consequências da exposição de dados.

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O que dizem as plataformas?

O Olhar Digital entrou em contato com as empresas e órgãos citados no relatório para solicitar posicionamento oficial sobre a possível presença de credenciais associadas a seus serviços na base identificada por Jeremiah Fowler. Procuramos Google, Meta, Microsoft, Apple, TikTok, Netflix, Binance, OnlyFans, além do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.

Estamos cientes de relatos sobre um conjunto de dados contendo uma variedade de credenciais, incluindo algumas do Gmail. Esses dados representam uma compilação de logins de ‘infostealer’ – credenciais coletadas de dispositivos pessoais por malware de terceiros – que foram agregadas ao longo do tempo. Monitoramos continuamente esse tipo de atividade externa e temos proteções automatizadas em vigor que bloqueiam contas e forçam a redefinição de senha quando identificamos credenciais expostas.
Porta-voz do Google

O texto será atualizado assim que mais posicionamentos forem enviados, com as informações repassadas pelas plataformas e eventuais orientações aos usuários.

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