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CNH ACC: como tirar carteira para ciclomotor

Redação Informe 360

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Obter a ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores) é uma ótima opção para quem deseja dirigir veículo ciclomotor de forma legal e segura sem precisar de CNH (Carteira Nacional de Habilitação) convencional.

Seguindo todos os requisitos e etapas que vamos explicar a seguir, é possível obter a habilitação e estar apto a dirigir ciclomotores em todo o território nacional, respeitando sempre as normas de trânsito para garantir a segurança de todos.

Os ciclomotores são veículos de duas ou três rodas com motor de combustão interna com até 50 cm³ de cilindrada, ou elétricos com potência máxima de 4 kW e que não excedam 50 km/h. A ACC é uma alternativa à categoria A da CNH para quem deseja dirigir ciclomotores, como as famosas “cinquentinhas”.

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O que é a CNH ACC?

Imagem alternativa da CNH ACC
(Imagem: Reprodução)

A chamada CNH ACC é um tipo específico de habilitação no Brasil que permite ao titular a condução voltada exclusivamente para ciclomotores e não autoriza a condução de motocicletas convencionais. Essas precisam da CNH Categoria A, que habilita o condutor a dirigir qualquer tipo de motocicleta, independente da cilindrada.

Para obter a CNH ACC, o candidato deve cumprir alguns requisitos semelhantes aos necessários para a CNH Categoria A:

  1. Idade mínima de 18 anos. Ser penalmente imputável (ter 18 anos e compreender as consequências de seus atos, podendo ser responsabilizado penalmente por eles).
  2. Saber ler e escrever em português.
  3. Ter documento de identidade (RG ou equivalente) com foto atual e CPF próprio.
  4. Solicitar o serviço no Detran (Unidade ou Circunscrição Regional de Trânsito/Ciretran) do município de endereço do candidato.
  5. Realizar exames médico e psicotécnico

A carga horária para a ACC é menor comparada à CNH categoria A, tanto para o curso teórico (20 horas/aula) quanto para o curso prático (10 horas/aula). O candidato também precisa passar por um exame teórico e um exame prático de direção.

A ACC é ideal para pessoas que pretendem conduzir apenas ciclomotores e não têm interesse ou necessidade de conduzir motocicletas de maior cilindrada. A obtenção da ACC costuma ser menos onerosa que a CNH categoria A, uma vez que exige menos horas de aulas e exames.

O processo para obter a ACC é mais simples e rápido e, além disso, é importante para conduzir ciclomotores de forma legal, evitando multas e apreensões de veículos por falta de habilitação.

Pode ser solicitada pela internet ou presencialmente. Verifique no site no Detran de seu município.

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Como tirar carteira para ciclomotor (ACC)

Siga o passo a passo

  1. Geração de cadastro no Detran e em um Centro de Formação de Condutores (CFC)

    O primeiro passo é se inscrever em um Centro de Formação de Condutores (autoescola) que ofereça o curso para ACC. Certifique-se de escolher uma autoescola que esteja credenciada pelo Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) de sua região. Após a inscrição, o candidato deverá realizar exames médico e psicotécnico para avaliar suas condições físicas, mentais e psicológicas para conduzir ciclomotores.Captura de tela do Detran de como obter ACC

  2. Curso teórico-técnico

    A carga horária do curso teórico para ACC é menor que a exigida para a CNH categoria A. São 20 horas/aula abordando temas como legislação de trânsito, primeiros socorros, direção defensiva, cidadania, e meio ambiente.
    Ao final do curso teórico, o candidato deverá passar por uma prova teórica aplicada pelo DETRAN, que consiste em questões de múltipla escolha sobre o conteúdo estudado.Captura de tela do Detran de como obter ACC

  3. Curso de prática de direção veicular

    Caso seja aprovado na prova teórica, o candidato passa para a fase prática, que inclui 10 horas/aula de prática de direção em ciclomotor, sendo no mínimo 5 horas realizadas em ambiente aberto, como vias públicas, e sob supervisão de um instrutor credenciado.
    A prática inclui manobras básicas, controle de embreagem (se aplicável), noções de segurança, equilíbrio e o respeito às normas de trânsito.Captura de tela do Detran de como obter ACC

  4. Curso de prática de direção veicular:

    Caso seja aprovado na prova teórica, o candidato passa para a fase prática, que inclui 10 horas/aula de prática de direção em ciclomotor, sendo no mínimo 5 horas realizadas em ambiente aberto, como vias públicas, e sob supervisão de um instrutor credenciado. A prática inclui manobras básicas, controle de embreagem (se aplicável), noções de segurança, equilíbrio e o respeito às normas de trânsito.

  5. Exame prático de direção veicular:

    O exame prático de direção consiste em um teste supervisionado por um examinador do DETRAN, onde o candidato deve demonstrar sua capacidade de conduzir o ciclomotor com segurança e de acordo com as normas de trânsito. O teste prático avalia habilidades como partida, parada, manobras em circuito, curvas, desvio de obstáculos, e obediência a sinais de trânsito.

  6. Obtenção da ACC:

    Se aprovado em todas as etapas (exames médico, psicotécnico, teórico e prático), o candidato receberá a ACC, que tem validade de 1 ano.

Os custos para obter a ACC incluem: exame médico (aptidão física e mental), aulas teóricas, aulas práticas, taxa Detran de exame teórico, taxa Detran de exame prático.

A ACC permite que seu titular conduza apenas ciclomotores, e nenhum outro tipo de veículo. Se você já possui uma carteira de habilitação em outra categoria e deseja adicionar a ACC, o processo é ainda mais fácil.

Embora os procedimentos sejam praticamente os mesmos, quem já possui uma CNH não precisa realizar o curso teórico, o que torna o processo mais simples e rápido.

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Neste caso, a inclusão da ACC na carteira de motorista é feita pela inserção da sigla “ACC” no campo de “Observações” do documento.

Veja os valores dos pagamentos, de acordo com o Detran-SP*

  1. Exame médico (aptidão física e mental) – pagar ao médico: R$ 116,69.
  2. Se pessoa com deficiência – pagar ao médico: R$ 85,57.
  3. Avaliação psicológica – pagar ao psicólogo: R$ 136,14.
  4. Aulas teóricas: consultar a autoescola (pagar à empresa).
  5. Aulas práticas: consultar a autoescola (pagar à empresa).
  6. Taxa Detran-SP de exame teórico – pague em um dos bancos conveniados (somente correntistas), nas Casas Lotéricas ou Pix: R$ 48,62 
  7. Taxa Detran-SP de exame prático – pague em um dos bancos conveniados (somente correntistas), Casas Lotéricas ou Pix: R$ 48,62.
  8. Taxa Detran-SP para emissão e envio da ACC pelo correio – pague em um dos bancos conveniados (somente correntistas), nas Casas Lotéricas ou Pix: R$ 127,69 

* verifique valores em sua localidade

Fonte: Detran-SP

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Busca do Google muda exibição de links em resultados com IA

Redação Informe 360

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O Google anunciou mudanças na forma como exibe links dentro de seus recursos de busca com inteligência artificial (IA). A novidade foi apresentada nesta terça-feira (17) por Robby Stein, vice-presidente do Google Search, e busca tornar as referências de conteúdo mais visíveis nas respostas geradas por IA. A empresa afirma que a atualização pretende facilitar o acesso dos usuários às páginas originais citadas nos resultados.

Segundo o executivo, a alteração vale para o AI Overviews e o Modo IA, funcionalidades que utilizam IA para responder consultas dentro da busca. A partir de agora, ao passar o cursor sobre as fontes citadas no desktop, o usuário verá uma janela pop-up com uma lista de links, descrição dos artigos e imagens associadas. A mudança também inclui ícones de links mais descritivos e destacados nas respostas em desktop e dispositivos móveis.

Google está facilitando o acesso a links em sua busca com IA (Imagem: Reprodução)

Google muda exibição de links em respostas com IA

De acordo com Stein, os novos elementos visuais foram testados internamente e, segundo a empresa, geram maior engajamento dos usuários, além de facilitar o acesso a conteúdos publicados na web. A atualização representa um ajuste na interface dos recursos de IA do mecanismo de busca, que vêm recebendo expansão contínua por parte do Google.

Novidade na busca: no AI Overviews e no Modo IA, grupos de links vão aparecer automaticamente em um pop-up quando você passar o cursor sobre eles no desktop, permitindo acessar rapidamente um site para saber mais. Também vamos mostrar ícones de links mais descritivos e destacados dentro das respostas, tanto no desktop quanto no mobile.

Nossos testes indicam que essa nova interface é mais envolvente, facilitando o acesso a conteúdos relevantes em toda a web.

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Robby Stein, vice-presidente do Google Search na postagem acima no X

No caso do AI Overviews, o recurso apresenta um resumo gerado por inteligência artificial no topo dos resultados de pesquisa. Já o Modo IA funciona como uma experiência de busca em formato de chatbot, permitindo que o usuário faça perguntas e receba respostas sem necessariamente visitar os sites originais. A ampliação dessas ferramentas, no entanto, tem provocado discussões sobre o impacto no tráfego de portais de notícias e outros sites.

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Debate sobre impacto em publishers e investigação na Europa

O avanço dessas soluções de IA acontece em meio a críticas de veículos digitais, que apontam queda de audiência causada pelo novo formato de busca. O Google tem defendido as mudanças implementadas, mas reconheceu que a web aberta está em “declínio rápido”, em referência ao cenário atual da internet.

No ano passado, a Comissão Europeia iniciou uma investigação sobre os recursos de busca com IA da empresa. O órgão analisa se o Google pode ter infringido regras de concorrência ao utilizar conteúdos de publishers digitais em respostas geradas por IA sem compensação considerada adequada. Desde então, a empresa afirmou que está explorando a possibilidade de permitir que publicadores optem por não aparecer nesses recursos e também passou a incluir mais fontes no AI Mode.

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Moltbook viraliza, mas especialistas apontam falhas de segurança

Redação Informe 360

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A criação do OpenClaw, projeto que ganhou força nas últimas semanas após a popularização da rede social experimental Moltbook, gerou debates sobre os limites da chamada IA agentic. A plataforma simulava um espaço em que agentes de inteligência artificial (IA) interagiam entre si, levando parte da comunidade a acreditar que sistemas autônomos estariam se organizando sem supervisão humana.

Com o avanço das análises, porém, pesquisadores apontaram que o fenômeno não representava uma ação real de agentes de IA. Segundo especialistas em segurança, falhas técnicas permitiam que pessoas reais publicassem conteúdos se passando por bots, levantando dúvidas sobre a autenticidade de todo o material publicado e reacendendo discussões sobre riscos de segurança ligados a esse tipo de tecnologia.

openclaw
OpenClaw chamou a atenção, mas especialistas alertam para riscos de cibersegurança (Imagem: Koshiro K / Shutterstock.com)

Falhas no Moltbook, rede social de agentes, expõem limites do projeto

A repercussão começou após mensagens publicadas no Moltbook sugerirem que agentes buscavam espaços privados para conversar. O caso chamou atenção de figuras conhecidas do setor, incluindo Andrej Karpathy, ex-diretor de IA da Tesla e membro fundador da OpenAI, que classificou o momento como algo próximo de uma ficção científica.

Posteriormente, análises mostraram que a rede apresentava problemas de segurança. Ian Ahl, CTO da Permiso Security, afirmou que credenciais armazenadas no banco de dados Supabase ficaram expostas por um período, permitindo que qualquer usuário acessasse tokens e se passasse por outros agentes. A consequência foi a impossibilidade de confirmar se postagens eram realmente geradas por IA.

John Hammond, pesquisador principal de segurança da Huntress, destacou ao TechCrunch que humanos podiam criar contas, simular bots e até impulsionar publicações sem restrições. Apesar disso, o Moltbook virou um experimento cultural na internet, com versões inspiradas em redes sociais conhecidas, incluindo serviços de relacionamento e fóruns voltados a agentes.

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Popularidade do OpenClaw e questionamentos sobre inovação

O OpenClaw é um projeto open source do desenvolvedor austríaco Peter Steinberger, inicialmente lançado como Clawdbot. A ferramenta acumulou mais de 190 mil estrelas no GitHub, tornando-se um dos repositórios de código mais populares da plataforma.

O sistema facilita o uso de agentes de IA, permitindo integração com aplicativos como WhatsApp, Discord, iMessage e Slack, além de funcionar como uma camada de conexão com modelos já existentes, como Claude, ChatGPT, Gemini e Grok. Para John Hammond, no entanto, o OpenClaw atua basicamente como um “wrapper” desses modelos, sem apresentar ruptura tecnológica.

Chris Symons, cientista-chefe de IA da Lirio, avalia que o projeto representa uma melhoria incremental, principalmente por ampliar o acesso dos agentes a diferentes sistemas. Já Artem Sorokin, engenheiro de IA e fundador da ferramenta de cibersegurança Cracken, afirma que os componentes já existiam e que o diferencial foi apenas combinar recursos de forma mais fluida.

A facilidade de automatizar tarefas, do gerenciamento de e-mails à negociação de ações por meio de habilidades baixadas na loja ClawHub, ajudou a impulsionar a viralização. Ainda assim, especialistas alertam que a produtividade prometida depende de um nível de confiança que a tecnologia ainda não alcançou.

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senhas vazadas
Testes de segurança mostraram vulnerabilidades a ataques de prompt injection (Imagem: Song_about_summer / Shutterstock.com)

Testes de segurança conduzidos por Ian Ahl mostraram vulnerabilidades a ataques de prompt injection, técnica em que comandos maliciosos levam agentes a executar ações indevidas, como compartilhar credenciais ou realizar transferências. Em ambientes corporativos, esse cenário pode representar risco elevado, já que os agentes operam com acesso amplo a e-mails e plataformas internas.

Apesar de existirem proteções, pesquisadores afirmam que não há garantia de que agentes não sejam manipulados. Para Hammond, o setor enfrenta um impasse: permitir alto nível de automação implica aceitar riscos de segurança ainda não resolvidos. Diante desse quadro, ele recomenda que usuários comuns evitem a tecnologia por enquanto.

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Novos MacBooks devem retomar característica antiga de notebooks nostálgicos da marca

Redação Informe 360

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A Apple parece estar planejando um retorno às suas raízes coloridas na linha de notebooks. Segundo informações de Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa deve anunciar em março um novo modelo de MacBook focado em custo-benefício, trazendo uma variedade de cores que remete aos clássicos iBooks, computadores da marca do início dos anos 2000.

iBooks, da Apple, vinham em diferentes cores na virada do milênio. Imagem: Grand Warszawski/Shutterstock

Diferente dos modelos MacBook Air e Pro, que utilizam processadores da linha “M”, este novo dispositivo deve ser equipado com o chip A18 Pro, o mesmo que integra o iPhone 16 Pro. Embora seja um processador de celular, seu desempenho é comparável ao chip M1, o que garante fôlego para tarefas do dia a dia, mesmo sendo uma opção de entrada.

Design e Tela

O novo MacBook deve ter uma tela de aproximadamente 12,9 polegadas, sendo ligeiramente menor que o atual Air. No hardware, a Apple decidiu não utilizar o plástico para reduzir custos.

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Em vez disso, a empresa desenvolveu um novo processo de fabricação para o chassi de alumínio, que promete ser mais rápido e barato do que o método utilizado nos modelos atuais.

O retorno das cores

A grande aposta para atrair o público jovem e quem busca personalização está na paleta de cores. De acordo com os relatos, a Apple testou opções em amarelo claro, verde claro, azul, rosa, além dos tradicionais prata e cinza-escuro.

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A estratégia lembra o que a Apple fazia na virada do milênio, quando os notebooks da linha iBook vinham em cores diferentes. Aos poucos, a empresa abandonou a estratégia de lançar computadores em diferentes cores, e os iBooks acabaram sendo substituídos pelos MacBooks atuais.

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