Tecnologia
Casa mais limpa sem esforço: aspiradores robô em promoção na Amazon

Manter a casa limpa ficou muito mais fácil com os aspiradores robô — e a Amazon está com uma seleção de modelos em oferta que vale a pena conferir. São três opções para diferentes perfis e necessidades, de entradas mais acessíveis a modelos com tecnologia avançada da Xiaomi. Confira!

WAP Aspirador de Pó Robô ROBOT W400 3 em 1
O WAP Robot W400 é um robô aspirador versátil que aspira, varre e passa pano em um só aparelho. Com 30W de potência, reservatório de 300ml e compatibilidade com assistentes de voz como Alexa e Google Assistente, ele se encaixa bem na rotina de quem quer praticidade com controle por comando de voz. Opera em bivolt e conta com sensores para navegação autônoma pelo ambiente.
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WAP Robô Aspirador Robot W90 3 em 1
Opção mais compacta da WAP, o Robot W90 também funciona como aspirador, vassoura e passa-pano ao mesmo tempo. Traz reservatório de 250ml, bivolt e, como diferencial importante, o sistema antiqueda — ideal para quem tem degraus ou desníveis em casa. Uma boa pedida para quem quer entrar no mundo dos robôs aspiradores sem abrir mão de segurança no uso.
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Robô Aspirador de Pó Inteligente S40C Xiaomi
O Xiaomi Robot Vacuum S40C é o modelo mais sofisticado da lista. Com navegação inteligente e mapeamento do ambiente, ele aprende o layout da casa para limpar de forma mais eficiente. O design branco e compacto se adapta bem a diferentes decorações, e a integração com o ecossistema Xiaomi permite controle pelo aplicativo. Uma escolha sólida para quem busca tecnologia e autonomia real na limpeza do dia a dia.
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Os estoques em promoção costumam acabar rápido, então vale acessar os links agora mesmo para garantir o modelo que mais combina com a sua rotina. Aproveite as ofertas e deixe o robô fazer o trabalho pesado por você!
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Gastos com IA acendem alerta financeiro para Meta e Anthropic

A corrida para ampliar a infraestrutura de inteligência artificial (IA) começa a pesar na avaliação de risco de algumas das empresas mais importantes do setor. A Meta teve sua perspectiva de crédito rebaixada pela S&P Global Ratings, enquanto a Anthropic pode receber uma classificação considerada especulativa após uma eventual abertura de capital.
Os dois casos têm ponto em comum: a preocupação com a capacidade das empresas de transformar os investimentos bilionários em IA em receitas suficientes para compensar os custos crescentes.
No caso da Meta, a S&P manteve a classificação de crédito em AA-, mas mudou a perspectiva de estável para negativa. A agência citou incertezas sobre o elevado volume de investimentos em infraestrutura e o fluxo de caixa livre negativo da companhia.
Já a Anthropic pode receber uma nota na faixa BB, segundo previsão atribuída à Blackstone em reportagem do Financial Times. A classificação ficaria abaixo do nível considerado grau de investimento, colocando a empresa na categoria de crédito especulativo, conhecida no mercado como junk.
Meta recebe perspectiva negativa da S&P
- A mudança na avaliação da Meta está relacionada principalmente ao aumento dos investimentos em IA e à dificuldade de prever quando eles começarão a gerar retornos expressivos;
- A S&P questionou a capacidade da companhia de monetizar suas tecnologias de IA em comparação com concorrentes que também estão gastando pesado na construção de data centers. Segundo a agência, ainda não está claro quando produtos como o aplicativo de agente de IA Muse e os modelos da empresa poderão gerar receitas relevantes o suficiente para superar os custos crescentes;
- A Meta contestou a avaliação. Em comunicado, um porta-voz afirmou que a empresa discorda da interpretação da S&P sobre sua capacidade de monetizar a IA e disse enxergar oportunidades significativas em produtos e negócios;
- A preocupação da agência ocorre depois de a companhia registrar fluxo de caixa livre negativo de US$ 2,12 bilhões (cerca de R$ 11,66 bilhões) no terceiro trimestre. Foi a primeira vez que a empresa ficou no vermelho nesse indicador;
- A Meta também prevê investimentos de capital entre US$ 135 bilhões e US$ 145 bilhões (aproximadamente R$ 742,5 bilhões a R$ 797,5 bilhões) em 2026. O montante inclui gastos relacionados à expansão de sua infraestrutura de IA.
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Empresa planeja captar R$ 522,5 bilhões
A pressão financeira também aparece nos planos de financiamento da Meta. Na segunda-feira (26), a companhia anunciou a intenção de levantar US$ 95 bilhões (cerca de R$ 522,5 bilhões) para financiar suas iniciativas de IA.
A estratégia prevê primeira captação de US$ 35 bilhões (aproximadamente R$ 192,5 bilhões) por meio de ofertas públicas de ações subscritas. Depois, a empresa pretende levantar outros US$ 60 bilhões (cerca de R$ 330 bilhões) por meio de programa de venda de ações no mercado.
A reação dos investidores também foi negativa após a divulgação dos resultados trimestrais. Mesmo com receita acima das expectativas, as ações da Meta caíram 7% depois do balanço. Outubro terminou com recuo de 15% nos papéis, o pior desempenho mensal da companhia em quatro anos.
A S&P espera que o crescimento dos investimentos de capital comece a perder força a partir de 2028, mas demonstrou menos confiança de que a empresa realmente reduzirá os gastos no ritmo previsto anteriormente.
Anthropic pode receber classificação de crédito especulativa
A situação da Anthropic envolve avaliação diferente. A empresa, responsável pelo desenvolvimento da família de modelos Claude, pode receber classificação de crédito na faixa BB após eventual abertura de capital.
A previsão, atribuída à Blackstone e divulgada pelo Financial Times, representa perspectiva menos favorável do que a estimativa anterior, segundo a qual a companhia poderia alcançar o grau de investimento antes de 2027.
Na escala de classificação de crédito, notas abaixo de BBB- são consideradas especulativas. Empresas nessa categoria podem enfrentar custos mais elevados para captar recursos, já que investidores enxergam maior risco de inadimplência.
Uma classificação nessa faixa poderia dificultar o financiamento dos planos de expansão da Anthropic, especialmente diante da necessidade de ampliar sua capacidade computacional para desenvolver e operar modelos de IA.
A previsão, porém, não representa uma nota oficial já atribuída à empresa. A avaliação também não significa que a Anthropic esteja inadimplente, mas indica que seu perfil de crédito pode ser considerado mais arriscado por investidores e credores.
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Confira o Olhar Digital News na íntegra (29/10/2026)
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira (29/10).
Há exatos 57 anos, a primeira mensagem era enviada pela internet
No fim da década de 1960, o governo dos Estados Unidos colocou em funcionamento a Arpanet, uma rede experimental que conectava computadores de instituições de pesquisa. O objetivo era permitir que cientistas acessassem máquinas remotamente e compartilhassem recursos. A primeira transmissão ocorreu no dia 29 de outubro de 1969, há exatos 57 anos, entre a Universidade da Califórnia em Los Angeles e o Instituto de Pesquisa de Stanford, posteriormente conhecido como SRI International.
MPT exige que Meta remova conteúdos de assédio eleitoral das redes
O Ministério Público do Trabalho entrou com ação judicial contra a Meta, dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, para exigir a remoção de conteúdos que incentivem empresários a perseguir ou demitir funcionários por causa de suas escolhas políticas. A ação foi apresentada nesta quinta-feira (29). O órgão pede que as publicações sejam retiradas do ar em até 24 horas e cobra R$ 50 milhões por danos morais coletivos.
Executiva ligada à Nvidia é suspeita de ser uma espiã chinesa
O governo dos Estados Unidos suspeita que uma executiva chinesa do setor de tecnologia tenha atuado como agente de inteligência de Pequim. Ela mantinha contato próximo com Jensen Huang, CEO da Nvidia. Segundo as investigações, a empresária atuava como executiva da Megaspeed, companhia sediada em Singapura que compra chips avançados de inteligência artificial e opera centros de dados no Sudeste Asiático.
Poeira de Marte é tão fina que pode ameaçar futuras missões ao planeta vermelho
O rover Perseverance, da NASA, detectou em Marte partículas de poeira com cerca de 100 nanômetros de largura, aproximadamente 500 vezes mais finas que um fio de cabelo humano. A detecção foi feita pelo instrumento PIXL, que analisou partículas acumuladas nos equipamentos do rover e em amostras de materiais transportadas para avaliar sua interação com a poeira.
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IA faz lucro da Samsung disparar quase 800% em um trimestre

A Samsung registrou lucro operacional recorde no terceiro trimestre de 2026, impulsionada pela forte demanda por chips usados em sistemas de inteligência artificial (IA). Entre julho e setembro, o resultado operacional da companhia sul-coreana chegou a 107,4 trilhões de won, cerca de US$ 80 bilhões (R$ 432 bilhões), alta de 783,1% em relação ao mesmo período do ano passado.
A empresa também alcançou receita recorde de 195,25 trilhões de won, equivalente a aproximadamente US$ 145,5 bilhões (R$ 786 bilhões), crescimento anual de 126,9%. Já o lucro líquido avançou 514,6%, para 75,13 trilhões de won, cerca de US$ 56,2 bilhões (R$ 303 bilhões).
Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (29) e refletem o avanço dos investimentos em infraestrutura de IA, que ampliam a procura por componentes capazes de processar e armazenar grandes volumes de dados. Com o desempenho, a Samsung se tornou a primeira empresa de tecnologia a superar 100 trilhões de won em lucro operacional em um único trimestre.
Apesar dos números históricos, o lucro líquido ficou abaixo das expectativas dos analistas consultados pela Yonhap Infomax, que projetavam, em média, 87,01 trilhões de won (cerca de US$ 64,9 bilhões ou R$ 350 bilhões).
Chips de IA concentram os ganhos da Samsung
- A divisão de semicondutores foi o principal motor dos resultados. A área registrou receita de 147,1 trilhões de won, equivalente a aproximadamente US$ 109,6 bilhões (R$ 592 bilhões), e lucro operacional de 106,5 trilhões de won, cerca de US$ 79,9 bilhões (R$ 431 bilhões) no trimestre, respondendo pela maior parte do resultado operacional consolidado da empresa;
- O negócio de memória atingiu recordes de receita e lucro operacional, beneficiado pela alta dos preços e pela demanda de servidores. A Samsung também ampliou as vendas de memórias de alta largura de banda, conhecidas como HBM4, utilizadas em sistemas de IA, além de componentes de armazenamento para servidores;
- A companhia espera que a procura por chips continue aquecida nos próximos meses, acompanhando a expansão da infraestrutura de IA. Para 2027, a Samsung prevê que os investimentos nesse segmento impulsionem ainda mais a demanda e agravem a restrição de oferta de memória em relação a 2026;
- A divisão de semicondutores também registrou avanços na fabricação de chips por encomenda, impulsionada pelo crescimento das vendas de componentes produzidos em processos mais avançados e pela conquista de novos projetos.
Outras divisões enfrentam pressão sobre as margens
O desempenho dos semicondutores contrastou com os resultados de outras áreas da Samsung. A divisão Device eXperience (DX), que reúne diferentes negócios de dispositivos, registrou prejuízo operacional de 800 bilhões de won, aproximadamente US$ 600 milhões (R$ 3,2 bilhões).
No segmento de celulares e redes, a receita combinada chegou a 37,7 trilhões de won (cerca de US$ 28,3 bilhões ou R$ 153 bilhões), mas houve prejuízo operacional de 600 bilhões de won (US$ 450 milhões ou R$ 2,4 bilhões). Embora as vendas tenham sido beneficiadas por lançamentos de aparelhos dobráveis e outros modelos de ponta, os custos pressionaram a rentabilidade.
Os negócios de televisores e eletrodomésticos também enfrentaram dificuldades. Juntos, registraram receita de 13,9 trilhões de won (US$ 10,4 bilhões ou R$ 56 bilhões) e prejuízo operacional de 200 bilhões de won (US$ 150 milhões ou R$ 810 milhões), em meio ao aumento dos custos e à desaceleração da receita de televisores após grandes eventos esportivos.

A Samsung Display, responsável pelos negócios de telas, teve receita de 8 trilhões de won (US$ 6 bilhões ou R$ 32,4 bilhões) e lucro operacional de 1,1 trilhão de won (US$ 825 milhões ou R$ 4,5 bilhões).
Já a Harman, que atua nos segmentos de áudio e tecnologia automotiva, apresentou melhora nos resultados, favorecida pelo crescimento das vendas e por reembolsos tarifários nos Estados Unidos. Ela registrou receita de 4,3 trilhões de won (cerca de US$ 3,2 bilhões ou R$ 17,3 bilhões) e lucro operacional de 600 bilhões de won (US$ 450 milhões ou R$ 2,4 bilhões).
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Samsung aumenta investimentos em infraestrutura
A companhia também ampliou os investimentos para atender à demanda por semicondutores. As despesas de capital somaram 29 trilhões de won, equivalentes a aproximadamente US$ 21,8 bilhões (R$ 118 bilhões) no terceiro trimestre, alta de 12,2 trilhões de won (US$ 9,2 bilhões ou R$ 49,7 bilhões) em relação ao trimestre anterior.
Do total, 27,2 trilhões de won (US$ 20,4 bilhões ou R$ 110 bilhões) foram destinados à divisão de semicondutores. Entre janeiro e setembro, os investimentos acumulados chegaram a 56,9 trilhões de won (US$ 42,7 bilhões ou R$ 230 bilhões), alta anual de 24,7 trilhões de won (US$ 18,5 bilhões ou R$ 100 bilhões).
Para todo o ano de 2026, a Samsung estima despesas de capital de aproximadamente 84,4 trilhões de won, aproximadamente US$ 63,3 bilhões (R$ 342 bilhões). Desse total, 76,8 trilhões de won (US$ 57,6 bilhões ou R$ 311 bilhões) devem ser destinados à divisão de semicondutores e 3,9 trilhões de won (US$ 2,9 bilhões ou R$ 15,8 bilhões) à Samsung Display.
Os recursos devem apoiar a expansão da capacidade produtiva e a preparação de novas instalações para atender à procura por chips voltados à IA e à computação de alto desempenho.
A empresa pretende manter o foco em componentes de maior valor agregado, como memórias HBM, DRAM para servidores e unidades de armazenamento SSD. A estratégia busca aproveitar o crescimento dos investimentos em IA e fortalecer a posição da Samsung no mercado global de semicondutores.
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