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8 filmes e séries com Stephen Graham de “Adolescência” e onde assisti-los no streaming
A série “Adolescência”, da Netflix, fez muito sucesso desde o seu lançamento por diversos motivos. Além de uma trama intensa, agitada, triste e repleta de reflexões, que foi totalmente gravada em plano-sequência, seu elenco também ganhou notoriedade, uma vez que os atores entregaram um trabalho brilhante e conseguiram transmitir com fidelidade o que a história pretendia passar.
Entre eles está o ator Stephan Graham, natural do Reino Unido e um dos mais admirados da Inglaterra e região. Além de sua performance impecável como pai do protagonista na série, ele também foi o criador de “Adolescência“, destacando-se pelo duplo trabalho.
Graham também é bastante conhecido fora da Europa, por ter participado de diversos filmes e séries conceituados ao longo de sua carreira, sendo muito admirado por seu talento.
Se você gostou da série da Netflix e do trabalho de Stephen Graham, veja abaixo uma lista com oito produções, entre seriados e filmes, que contam com o ator e podem ser vistos nos streamings.
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8 filmes e séries com Stephen Graham para assistir no streaming
Mil Golpes
A série é um dos trabalhos mais recentes de Stephen Graham, em que o ator interpreta um boxeador chamado Henry “Sugar” Goodson, que se torna um empecilho na carreira do protagonista Hezekiah Moscow (Malachi Kirby).
Toda a história acontece ao redor de Hezekiah e Alec, dois amigos da Jamaica que acabam se envolvendo no mundo do crime em Londres. Lá, eles conhecem a chefe de uma gangue de mulheres, sendo que o grupo é rival de outro, liderado por um outro boxeador.
Onde assistir: está disponível no Disney+.
Corpos
Em “Corpos”, série da Netflix, a história se passa no futuro, no ano de 2053, nas ruas de Whitechapel que sempre foram dominadas pelo crime. Nela, Stephen Graham vive um personagem líder de um grupo político chamado “The Executive”, e é um enigma em toda a trama.
Para isso, a atuação de Graham é fundamental, deixando tudo mais intrigante ainda. Essa é uma das séries de ficção científica e investigação mais aclamadas atualmente, e que começa quando um assassinato diferente chama a atenção.
Onde assistir: está disponível na Netflix.
O Irlandês
O ator também faz parte do elenco do filme “O Irlandês”, ao lado de nomes gigantes do cinema como Robert De Niro e Al Pacino, interpretando Anthony Provenzano, ou Tony Pro, um mafioso pertencente à família criminosa Genovese.
Quando o longa dirigido por Martin Scorsese foi lançado em 2019, chamou bastante atenção por ser bastante extenso, com quase 3h30 de duração. Por isso, há tempo o bastante para analisar a atuação de Graham.
Onde assistir: está disponível na Netflix.
A Jovem e o Mar
O filme é baseado na história real de Trudy Ederle (Daisy Ridley), e foi lançado em 2024, mostrando como ela se tornou a primeira mulher a atravessar o Canal da Mancha com sucesso, vencendo todas as adversidades de uma sociedade patriarcal. Em “A Jovem e o Mar”, Stephen Graham é o treinador de Trudy, Bill Burgess, que foi fundamental para auxiliar a jovem a conquistar o feito, ocorrido em 1962.
Onde assistir: está disponível no Disney+.
Boardwalk Empire: O Império do Contrabando
Na trama, Graham interpreta Al Capone, um gângster de Chicago que trabalha para o chefão do crime chamado Johnny Torio. A série retrata o esquema de distribuição de bebidas dos Estados Unidos durante a Lei Seca, mostrando também a relação entre o poder e os contraventores. O ator de “Adolescência” venceu o prêmio Screen Actors Guild Award pelo papel.
Onde assistir: está disponível na Max.
O Chef
Em “O Chef”, dirigido por Philip Barantini, Stephen Graham é o protagonista, um chef de cozinha chamado Andy Jones. Ele precisa organizar o seu time para tentar manter sob controle o caos da cozinha da melhor forma possível, bastante semelhante ao que já vimos na série “O Urso”. A história acompanha o dia movimentado de um restaurante popular e seus desafios, enfrentados pelo chef e a equipe.
Onde assistir: está disponível no Filmmelier+.
Time
A produção da BBC traz Stephen Graham interpretando Eric McNally, um agente penitenciário que, juntamente com um recém-preso, precisa enfrentar uma situação do qual tem que escolher entre sua moral ou as pessoas que estão ao seu redor.
A série, que entrega histórias emocionantes e chocantes em cada episódio, foi bastante aclamada principalmente no Reino Unido. Por sua atuação em “Time” ter sido considerada brilhante, Graham foi indicado ao prêmio BAFTA.
Onde assistir: está disponível na Max.
Matilda: O Musical
Graham também faz parte do elenco de “Matilda: O Musical”, uma adaptação do longa de sucesso dos anos 1990, e dirigida por Matthew Warchus. A história acompanha uma garota de imaginação fértil, que usa sua atitude para mudar seu destino de uma vez por todas. No filme, o ator interpreta Mr. Wormwood, o pai da garota protagonista, um personagem ranzinza e que não apoia a filha.
Onde assistir: está disponível na Netflix.
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Patinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo

Os patinetes elétricos se tornaram uma opção prática e popular para o transporte urbano. No entanto, um estudo recente aponta que quedas com esse veículo causam lesões graves na cabeça com uma frequência muito maior do que se imagina.
A pesquisa, publicada na revista Nature no começo de agosto, analisou dados de mais de 15 mil feridos atendidos em hospitais da Inglaterra e do País de Gales. Os resultados mostram que o próprio design do patinete e a falta de capacete transformam tombos aparentemente simples em traumas graves.
Entre os adultos gravemente feridos no estudo, mais de um terço sofreu traumatismo craniano. O levantamento indica que os acidentados de patinete elétrico tiveram 3,5 vezes mais lesões cerebrais do que os motociclistas e 1,7 vez mais do que os ciclistas.
Por que o tombo de patinete é tão grave?
A explicação para esse tipo de machucado está na estrutura do veículo (que deixa o condutor em pé), com centro de gravidade alto e rodas pequenas. Jerry Tsang, professor clínico sênior da Queen Mary University of London, explica, num artigo publicado no The Conversation nesta semana, que essa combinação é perigosa em vias irregulares.
“Ao atingir um buraco, meio-fio ou pedaço de entulho, a pequena roda dianteira pode parar de repente e o condutor continua se movendo para a frente, podendo ser arremessado por cima do guidão em direção à pista, com pouquíssima proteção entre a cabeça e o chão”, escreve Tsang.

A gravidade dos acidentes é reforçada pela ausência de equipamentos de segurança entre os usuários. Apenas 6% dos condutores de patinete gravemente feridos usavam capacete no momento do impacto. O índice é muito inferior ao registrado entre ciclistas (45%) e motociclistas (76%).
Outro dado marcante do estudo é a presença frequente de jovens nos prontuários médicos. Cerca de 16% dos feridos em patinetes elétricos no banco de dados tinham menos de 18 anos, proporção substancialmente maior do que a observada entre ciclistas ou motociclistas.
Apesar dos riscos, o patinete elétrico é uma alternativa conveniente para substituir viagens curtas de carro. Mas especialistas reforçam que o condutor não deve tratar o veículo como diversão inofensiva.
“Um patinete elétrico pode parecer mais com um patinete infantil do que com uma motocicleta, mas os ferimentos vistos nos hospitais mostram que cair de um deles não é necessariamente um evento banal”, alerta Tsang.
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EUA: estados vão pedir R$ 1,05 trilhão da Meta em julgamento

Uma coalizão de estados estadunidenses vai pedir US$ 193 bilhões (aproximadamente R$ 1,05 trilhão) à Meta em um julgamento contra a empresa que terá início na próxima terça-feira (18). A companhia é acusada de ter desenvolvido intencionalmente o Facebook e o Instagram para tornar crianças dependentes das redes sociais.
O julgamento será realizado em Oakland, na Califórnia (EUA), e terá duração prevista de seis semanas. A Meta, que possui mais de três bilhões de usuários em seus aplicativos, terá de se defender das acusações apresentadas pelos estados.
Caso a gigante das redes sociais perca a ação, as autoridades também pedirão que um juiz determine mudanças no funcionamento de seus dois principais aplicativos, além da aplicação de multa.
Estados negam pedido de R$ 7,6 trilhões
O valor que será solicitado pelos estados é bem inferior aos US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,6 trilhões) mencionados anteriormente no processo.
Durante audiência realizada na quinta-feira (13), um advogado dos estados fez questão de esclarecer que as autoridades não pedirão esse valor.
“Não pedimos US$ 1,4 trilhão”, afirmou o advogado, segundo o qual a Meta teria calculado essa cifra “para causar impacto”. O representante confirmou que a indenização reivindicada pelos estados será de US$ 193 bilhões.

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Acusações contra Facebook e Instagram
- O processo teve origem em 2023, quando um grupo de estados estadunidenses acionou a Meta por suspeitar que a empresa havia criado funções potencialmente viciantes para crianças em seus aplicativos e violado leis estaduais;
- Agora, os promotores que representam Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey tentarão provar que a Meta violou leis federais e estaduais relacionadas à segurança e à privacidade de menores;
- As autoridades sustentam que a empresa desenvolveu seus aplicativos de maneira intencionalmente voltada a tornar crianças dependentes das plataformas;
- Se a acusação for acolhida, além da indenização, os estados querem que a Meta seja obrigada a modificar o Facebook e o Instagram.
Meta nega acusações
A Meta rejeita as acusações apresentadas pelos estados. Em declaração à AFP, um porta-voz da companhia afirmou que a empresa “nega categoricamente essas acusações” e que acredita que “as provas vão mostrar seu compromisso de longa data com o apoio aos jovens”.
O julgamento, que começa na próxima semana e deve durar seis semanas, será realizado em Oakland e representa mais uma disputa envolvendo as práticas das grandes plataformas de redes sociais e a proteção de crianças e adolescentes.
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Hackers afirmam ter roubado dados de dezenas de empresas

Um grupo de hackers conhecido por explorar vulnerabilidades de softwares para realizar ataques simultâneos afirmou ter roubado grandes volumes de dados de quase 50 empresas em todo o mundo, incluindo Shell, Philips, GE e Fiserv. A alegação foi publicada no próprio site do grupo, segundo a Reuters.
As empresas citadas confirmaram que foram alvo ou que estão investigando as alegações, mas não há confirmação independente sobre quais dados teriam sido roubados ou sobre a quantidade de informações comprometidas.
A Reuters também não conseguiu verificar de forma independente as alegações do grupo. Os hackers não responderam aos pedidos de comentário enviados pela agência.
Empresas confirmam ataques ou investigação
- A Philips confirmou ter sido alvo do grupo Cl0p. Segundo a companhia, foi identificada e contida uma tentativa de comprometimento de um servidor corporativo específico relacionado a dados internos;
- “A Philips identificou e conteve uma tentativa de comprometimento de segurança de um servidor corporativo específico relacionado a dados internos”, afirmou a empresa;
- A companhia acrescentou que o incidente não afeta ambientes de clientes;
- A Shell, por sua vez, disse estar ciente de um possível incidente recente, confirmando uma informação divulgada anteriormente pela imprensa holandesa BNR;
- “Estamos trabalhando com nossas equipes de segurança e especialistas relevantes para investigar a situação”, afirmou um porta-voz da Shell;
- A Fiserv também confirmou que está ciente das alegações feitas pelo grupo. A empresa, porém, disse não ter encontrado evidências de comprometimento de dados.
Segundo um porta-voz, “com base em nossa análise abrangente até o momento”, não foram identificados indícios de que dados de clientes, bancários, transações ou informações pessoais tenham sido comprometidos. A companhia também afirmou não ter encontrado evidências de impacto em seu ambiente operacional.
A GE disse estar ciente da alegação e informou que iniciou seus protocolos de resposta a incidentes cibernéticos. “Iniciamos nossos protocolos de resposta cibernética e estamos trabalhando para avaliar o possível problema”, afirmou um porta-voz.

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Grupo pode ter explorado vulnerabilidades em softwares industriais
Ainda não está claro como os hackers teriam conseguido acessar as empresas. Uma possível pista está em vulnerabilidades encontradas nos softwares Windchill e FlexPLM, da empresa PTC. As duas plataformas são utilizadas para auxiliar processos de engenharia e manufatura.
O Ransom-ISAC, grupo especializado em compartilhamento de informações sobre ransomware e ameaças cibernéticas, publicou um alerta em 22 de julho, afirmando que o Cl0p estava explorando vulnerabilidades nesses produtos.
A PTC, com sede em Boston (EUA), não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Reuters. A empresa, porém, publicou diversos avisos de segurança em seu site desde 18 de junho, recomendando que clientes instalassem uma correção para uma vulnerabilidade e divulgando informações sobre um atacante não identificado que estaria explorando seus produtos.
Cl0p mira vulnerabilidades, não empresas específicas
Brandon Parsons, gerente de inteligência de ameaças da Ascent Solutions e autor do alerta do Ransom-ISAC, afirmou que algumas empresas começaram a receber notificações do Cl0p em 19 ou 20 de julho. Segundo ele, o grupo não costuma escolher empresas específicas como alvo. Em vez disso, procura vulnerabilidades em softwares amplamente utilizados e tenta explorá-las em diversas organizações.
Parsons classificou os integrantes do grupo como “profissionais de extorsão de dados”. “Eles não têm como alvo uma empresa específica; eles têm como alvo uma vulnerabilidade específica de dia zero e vão atrás dela”, afirmou.
O termo zero-day (ou dia-zero, em português) é usado para vulnerabilidades ainda desconhecidas ou para as quais os fornecedores de software ainda não disponibilizaram uma correção. A estratégia permite que um mesmo grupo explore uma falha presente em diferentes organizações, potencialmente obtendo acesso a grandes quantidades de dados em uma única campanha.
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