Saúde
“Síndrome do coração de feriado”: conheça a doença natalina

Chegou dezembro e, com ele, as festas de fim de ano. Consequentemente, as pessoas bebem mais. E é aí que mora o perigo. É nesse período que ocorrem com mais frequência os casos da “síndrome do coração de feriado”. Apesar do nome simpático, é assim que os médicos chamam a arritmia atrial induzida pelo consumo excessivo de álcool.
Entenda os riscos associados à condição, seus sintomas e como se prevenir!
O que é a “síndrome do coração de feriado” e como identificar?
- A “síndrome do coração de feriado” ocorre quando o consumo excessivo de álcool afeta o coração e causa batimentos cardíacos irregulares.
- Durante as temporadas festivas, os centros de emergência começam a atender mais pacientes com a condição, que é conhecida há pelo menos 50 anos.
- O motivo? Durante as confraternizações, o estresse, a alimentação em excesso, a desidratação e, principalmente, o álcool podem gerar a síndrome.
- Os sintomas mais comuns incluem palpitações, dor no peito, falta de ar e até desmaios. No entanto, a condição também pode surgir de forma assintomática.
- O diagnóstico é feito com exames como o eletrocardiograma (ECG), que monitora os sinais elétricos do coração e a pressão sanguínea.
- Se, por acaso, notar alguns desses sinais enquanto aproveita uma confraternização, procure atendimento médico.

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Existem riscos associados à síndrome
Quando tomamos um drink, o álcool vai direto para os nossos vasos sanguíneos, sangue e sistema nervoso, afetando também o coração. É como um efeito dominó. A substância perturba o sistema nervoso, gerando desidratação e inflamação. Essas reações, por sua vez, podem afetar o sistema elétrico do coração e levar a um batimento cardíaco irregular.
A síndrome não atinge apenas aqueles que exageram no consumo de bebida durante as confraternizações. Pessoas com histórico de problemas alcoólicos ou que beberam muito durante a vida também tendem a apresentar desregulação no ritmo cardíaco.

Embora a maioria dos diagnosticados com a “síndrome do coração de feriado” se recupere, existem riscos associados. Alguns pacientes podem desenvolver outro problema: a fibrilação atrial, uma arritmia cardíaca caracterizada por batimentos cardíacos irregulares e acelerados. Se não for adequadamente tratada, a chance de o indivíduo apresentar coágulos sanguíneos, derrame ou ataque cardíaco aumenta.
Como se prevenir
Uma maneira de prevenir a síndrome é limitar o consumo de bebidas alcoólicas durante as festividades. Também é aconselhável tomar água entre os drinks. Isso ajuda a diminuir os efeitos desidratantes do álcool e reduz o risco de complicações no ritmo cardíaco. Além disso, a prática regular de exercícios e uma alimentação saudável deve ajudar a manter seu coração seguro.
Em resumo, aproveite as confraternizações de fim de ano, mas não esqueça de cuidar da sua saúde.
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Saúde
Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05)

A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.
Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]
Fonte: Secom/PMSFI
Saúde
Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).![]()
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Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).
Mpox
A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.
Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.
Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.
Saúde
Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.
A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.
Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes
Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.
Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)
Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.
Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.
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Desafio global
- A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
- À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
- E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
- Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.
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