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Saúde

Animais podem utilizar plantas e outros compostos para tratar doenças

Redação Informe 360

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No início deste ano, um orangotango chamou a atenção de cientistas ao tratar uma ferida com uma planta medicinal (saiba mais clicando aqui). O registro foi inédito, mas diferentes práticas de automedicação de animais já são conhecidas e estão sendo estudadas.

Comportamentos naturais para combater doenças

  • A farmacognosia é uma área que está relacionada ao conhecimento a respeito de drogas naturais, que podem ir desde plantas até bactérias, e são divididas em abordagens diferentes, como a zoofarmacognosia e a etnofarmacologia.
  • Enquanto a última estuda o uso de plantas medicinais por populações, principalmente indígenas, a primeira abordagem está relacionada à análise do comportamento animal.
  • Se tem conhecimento, por exemplo, que algumas formigas utilizam determinadas resinas para se proteger de bactérias ou para proteger a colônia contra determinado fungo.
  • Já os primatas podem ingerir plantas, folhas, casca de árvore ou até mesmo argila para combaterem verminoses, problemas intestinais e outros mal-estares.
  • As informações são do Jornal da USP.
Orangotango tratou ferida com uma planta medicinal (Imagem: SUAQ Foundation)

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Desenvolvimento de medicamentos para humanos

Segundo Patrícia Izar, professora da USP, estudar casos do tipo pode ajudar no desenvolvimento de novos remédios para uso em humanos. Ela afirma que quando são observados animais fazendo uso de um tipo de planta, se alimentando dela ou esfregando no pelo, cientistas pesquisam o que já existe de literatura, quais são os compostos presentes naquela planta, qual é a ação possível desse composto em humanos e o próprio uso medicinal por humanos.

De acordo com a especialista, o avanço deste tipo de trabalho pode potencializar a descoberta de características curativas de algumas espécies de plantas, por exemplo. No entanto, o desmatamento e as mudanças climáticas são vilãs neste processo.

Algumas plantas apresentam característas curativas (Imagem: iPlantsman/Shutterstock)

Izar explica que a destruição dos habitats naturais elimina a diversidade existente na natureza, destruindo não só animais e plantas, mas também os conhecimentos tradicionais dos povos originários, referentes à etnofarmacologia. “A destruição é muito mais rápida do que a capacidade da comunidade acadêmica, da ciência, em produzir o conhecimento”, afirma ela.

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Saúde

Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05) 

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.

Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]

Fonte: Secom/PMSFI

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Saúde

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

Redação Informe 360

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O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

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Saúde

Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Redação Informe 360

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Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.

A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.

Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes

Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.

Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

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obesidade

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)

Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.

Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.

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Desafio global

  • A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
  • À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
  • E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
  • Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.

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