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Política

Hermano Cardoso surge como novo nome da política de Gargaú

Redação Informe 360

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Em tempos de mudança e renovação na política, o nome de Hermano Cardoso surge com força e determinação na corrida eleitoral para a Câmara de Vereadores de São Francisco de Itabapoana. Representando a comunidade de Gargaú, Hermano, filho do saudoso Herval da Peixaria, carrega em sua candidatura o legado de uma família tradicional, conhecida pela forte ligação com o mar e o trabalho incansável em prol da comunidade.

Candidatando-se pela primeira vez, Hermano se destaca pela sua postura corajosa e crítica. Ele não hesita em apontar as falhas do poder público municipal, denunciando com firmeza problemas que afetam diretamente o povo de Gargaú e outras localidades da região. Questões como a precariedade dos serviços públicos, a falta de investimento em infraestrutura e a ausência de políticas voltadas para o desenvolvimento da juventude são alguns dos temas que ele tem tratado de maneira contundente.

É preciso mais do que promessas vazias, é preciso ação e compromisso com as pessoas”, afirma Hermano em seus discursos, que têm ganhado atenção pela sua sinceridade e proximidade com as demandas populares. Com um olhar voltado para o futuro, ele defende que a política local precisa de renovação, de líderes que conheçam de perto os desafios da população e que estejam dispostos a lutar por soluções concretas.

Para a comunidade de Gargaú, Hermano representa não apenas uma renovação na política, mas uma esperança de que, finalmente, suas demandas serão ouvidas e atendidas. A localidade, conhecida pela sua tradição pesqueira e por suas belezas naturais, tem enfrentado dificuldades que vão desde a falta de apoio ao setor de pesca até problemas de saneamento básico. Hermano Cardoso, com seu histórico familiar de trabalho e honestidade, promete ser a voz que a comunidade tanto precisa.

Além disso, a candidatura de Hermano reflete a importância de uma nova geração de políticos, que alia a tradição ao desejo de mudança. Filho de Herval, figura querida e respeitada em Gargaú, Hermano traz consigo os valores de respeito, trabalho duro e dedicação à comunidade. No entanto, ele também traz a visão crítica e inovadora de quem vê na política uma ferramenta para transformação social.

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O jovem candidato não tem medo de enfrentar os desafios que vêm pela frente. Ele entende que a política local precisa de uma revisão profunda, e isso começa com a fiscalização e cobrança de ações do poder público. A falta de transparência e a morosidade em resolver problemas estruturais são, segundo ele, questões que não podem mais ser ignoradas. “É hora de colocar São Francisco de Itabapoana no caminho do desenvolvimento, e isso só será possível com coragem para apontar os erros e força para propor as soluções”, enfatiza.

Hermano Cardoso revelou, no encontro realizado nesta segunda(30), na praia de Guaxindiba que mentiram em uma Fake News sobre terem divulgado que ele tinha ido para o lado do grupo político da prefeita, e disse:

” venho recebendo várias propostas, mas meu caráter não permite trair o grupo de Pedrinho Cherene. Não tem preço que compre a minha dignidade. Sou 44!” desabafou o candidato.

Política

Brasil repudia revogação de visto de embaixadora nos EUA

Redação Informe 360

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O governo brasileiro repudiou a revogação do visto da embaixadora nos Estados Unidos, Maria Luiza Ribeiro Viotti, anunciada nesta terça-feira (4). O país norte-americano justificou a medida pela demora do Brasil na resposta à concessão de aprovação diplomática do indicado do governo Trump a assumir a embaixada dos EUA no Brasil.

O governo brasileiro rebateu as alegações, afirmando serem falsas.

“O Governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo Departamento de Estado dos EUA de alterar o visto da embaixadora do Brasil em Washington. As duas justificativas apresentadas são falsas”.

Em nota divulgada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o governo afirmou que os EUA feriram a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas quando divulgaram o nome do seu indicado para assumir a embaixada no Brasil. Segundo o governo, o nome só poderia ser tornado público após a concessão da anuência do país anfitrião.

O pedido norte-americano, acrescenta a nota, ainda está em análise.

“Não há regra na Convenção de Viena estipulando prazo para a concessão do agrément”, destacou.

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“Medidas hostis”

O governo do Brasil também citou a negativa dada a dois funcionários do governo dos Estados Unidos, e justificou a medida dizendo que a presença de ambos no país teria como objetivo colocar em dúvida o sistema eleitoral brasileiro.

“Fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente”.

A nota afirma que o episódio de hoje faz parte de uma “escalada deliberada de medidas hostis” contra o Brasil.

“A decisão de hoje não é um fato isolado. Faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo”.

O Palácio do Planalto lembrou que autoridades brasileiras, como funcionários do governo e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda estão sob sanções da Lei Magnitsky, impostas pelo governo norte-americano em retaliação à condenação de Jair Bolsonaro por golpe de Estado. E ressaltou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem feito esforços pelo entendimento entre os dois países.

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“O governo brasileiro não poupou esforços para resolver essas diferenças. O próprio presidente Lula, em sua visita a Washington em maio último, entre outros assuntos, solicitou ao presidente Trump o levantamento das sanções individuais”.

Agencia Brasil

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Política

Novo oficializa a candidatura de Romeu Zema à presidência da República

Redação Informe 360

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O Partido Novo lançou, nesta segunda-feira (27), o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema como candidato à presidência da República. A convenção nacional do partido foi realizada em Brasília.

O Novo ainda não definiu quem vai compor a chapa como candidato a vice-presidente. A convenção contou com a presença do presidente nacional do partido, Eduardo Ribeiro, e do senador Eduardo Girão, filiado ao Novo desde fevereiro de 2023.

Formado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Romeu Zema é empresário. Sua primeira disputa eleitoral foi ao governo do estado em 2018, quando saiu vencedor. Ele se reelegeu em 2022 e renunciou ao cargo em março deste ano para disputar a presidência da República.

Agência Brasil vai acompanhar os resultados das convenções nacionais partidárias.

As próximas convenções com datas marcadas são:

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  • Partido Comunista do Brasil (PCdoB) – 30 de julho
  • Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 31 de julho
  • Partido Verde (PV) – 31 de julho
  • Partido da Causa Operária (PCO) – 1º de agosto
  • Partido dos Trabalhadores (PT) – 2 de agosto
  • Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 2 de agosto

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Política

Agora é Lei: proibida no estado do Rio a prática comercial da “Taxa Rosa”

Redação Informe 360

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Está proibida no território fluminense a prática comercial da “Taxa Rosa” ou “Custo Rosa”, que cobra preços diferenciados com base no gênero para produtos ou serviços que sejam substancialmente idênticos ou similares em função. A determinação consta na Lei 11.293/26, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo Poder Executivo e publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (23/07).

A norma explicita a ausência de justificativa na cobrança relacionada a matérias-primas, tecnologia e custo de produção desses produtos. Uma pesquisa realizada em 2016 pelo jornal britânico The Times apontou que produtos considerados femininos custavam, em média, 37% a mais. Entre os itens mais caros apenas para serem direcionados ao público feminino estão lâminas de barbear, canetas e peças de vestuário.

As empresas terão prazo de até 90 dias para adequar seus produtos e serviços à nova norma e deverão apresentar os preços de forma clara e transparente, sem distinção de gênero, em todas as plataformas de venda.

Vetos

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O Poder Executivo vetou os dispositivos que previam as penalidades pelo descumprimento da lei, incluindo a aplicação de advertências e multas, a definição dos valores das sanções, a dobra em caso de reincidência e a destinação dos recursos arrecadados ao Fundo Especial de Apoio a Programas de Proteção e Defesa do Consumidor (Feprocon).

O governo estadual informou que o Procon-RJ apontou que o regime sancionatório previsto no texto desconsiderava os critérios estabelecidos pela Lei 6.007/11, que disciplina a dosimetria das penalidades administrativas no âmbito do Sistema Estadual de Defesa do Consumidor. Quanto à destinação das multas ao Feprocon, o governo sustentou que a matéria possui natureza orçamentária e é de iniciativa privativa do Poder Executivo.

Fonte: Alerj

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