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Leitura Te Deixa Mais Inteligente, Saudável e Ajuda a Viver Mais

Redação Informe 360

Publicado

no

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

Se você quer melhorar sua capacidade cerebral e sua saúde mental, a solução pode ser mais simples do que imagina. Estudos mostram que a leitura te deixa mais inteligente, saudável e pode até ajudar a viver mais.

Hoje, muitas pessoas enfrentam depressão, ansiedade, estresse, infelicidade e solidão, por isso é inteligente considerar estratégias para se sentir e viver melhor. Curiosamente, apesar de ser uma atividade solitária e sedentária, a leitura pode melhorar seu humor e emoções, fortalecer seus relacionamentos e impulsionar sua saúde.

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Principais benefícios da leitura comprovados pela ciência

1. Melhora a saúde e aumenta a longevidade

A leitura pode melhorar sua saúde e ajudar você a viver mais. De acordo com um estudo publicado na Social Science & Medicine, revista científica internacional que publica pesquisas sobre a relação entre saúde, medicina e ciências sociais, ler livros pode contribuir para uma vida mais longa.

Essa maior expectativa de vida pode ser resultado de outros benefícios, como melhor raciocínio, relacionamentos mais saudáveis e saúde mental fortalecida.

2. Aumenta a capacidade mental e a inteligência

A leitura estimula a cognição e a memória, segundo uma pesquisa publicada na Neurology, revista científica especializada em pesquisas sobre o cérebro e o sistema nervoso. Estimular o cérebro, manter a mente ativa e exercitar o pensamento são ações valiosas para a saúde cognitiva a longo prazo.

Embora seja conhecido que exercícios físicos melhoram a saúde cognitiva por aumentar o fluxo sanguíneo e liberar substâncias que promovem bem-estar, um estudo da revista Journals of Gerontology, que reúne pesquisas sobre o envelhecimento, mostrou que a leitura, mesmo sendo uma atividade de pouca movimentação, também tem efeitos positivos no pensamento e na memória.

Outro estudo revelou que ler histórias, em especial, fortalece as conexões cerebrais — e essas conexões são essenciais para a qualidade do raciocínio. A leitura de ficção gerou mais conexões entre regiões do cérebro, e esses efeitos não foram apenas imediatos: eles duraram por vários dias, segundo pesquisa publicada na Brain Connectivity, revista científica que apresenta estudos sobre diferentes regiões do cérebro.

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3. Melhora os relacionamentos e a empatia

Cerca de 50% das pessoas afirmam sentir solidão, e a leitura também pode ser útil para melhorar esse cenário, ajudando na sua capacidade de se conectar com outras pessoas. Segundo uma pesquisa publicada na Science, uma das revistas científicas mais prestigiadas e influentes do mundo, a leitura aumenta sua empatia. A capacidade de se colocar no lugar do outro e imaginar o que ele está sentindo é fundamental para relações saudáveis e conexões significativas. Ao ler ficção, você vivencia as experiências de outras pessoas, o que ajuda a desenvolver essa habilidade na vida real. Isso é chamado de “teoria da mente” ou “empatia social”, uma competência essencial para conexões humanas.

Ler também ajuda na inteligência emocional. Ao expandir sua experiência por meio de personagens, você compreende melhor seus próprios sentimentos e como eles afetam os outros — o que leva a comportamentos mais construtivos nos relacionamentos.

4. Melhora o sono

O NIH (Instituto Nacional de Saúde dos EUA) recomenda de sete a nove horas de sono por noite, mas 43% das pessoas dizem dormir apenas seis. Além disso, 21% relatam acordar cansadas. Os dados são de pesquisas da empresa Mattress Next Day, especializada na venda de colchões e camas.

Mas a leitura pode ajudar nesse aspecto também. Um estudo publicado na Trials, revista especializada na publicação de pesquisas sobre os aspectos relacionados a ensaios clínicos em saúde, comparou pessoas que liam antes de dormir com outras que não liam. Os leitores relataram qualidade de sono superior.

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5. Aumenta a felicidade e reduz o estresse

Em um mundo com níveis recordes de depressão e ansiedade, a leitura pode ajudar a promover mais otimismo e leveza. Um estudo publicado na PLOS One, revista científica que publica artigos originais de todas as áreas da ciência e da medicina, mostrou que leitores relataram melhor humor e mais emoções positivas do que não leitores. Um dos principais sintomas da tristeza é a sensação de que o mundo está se fechando ou que você está perdendo perspectiva. A leitura é uma forma eficaz de expandir seus horizontes e sair da própria cabeça.

Como encontrar tempo para ler

Mesmo que você esteja convencido dos benefícios da leitura, a rotina pode dificultar encontrar tempo para isso. Confira cinco estratégias para encaixar a leitura no seu dia a dia:

1. Defina uma meta: Ter um objetivo direciona suas ações. Estabeleça, por exemplo, ler 30 minutos por dia ou pelo menos três vezes por semana. Reserve esse tempo para você.

2. Comece pequeno: Se 30 minutos parecer muito, comece com 10. Se três vezes por semana for difícil, comece com uma ou duas. O importante é começar e ganhar ritmo.

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3. Escolha conteúdos envolventes: Descubra que tipo de livro te prende. Temas que despertam sua curiosidade ou que você não consegue largar são ideais para criar o hábito.

4. Multitarefa: Pode parecer estranho, mas ler enquanto realiza outras atividades pode funcionar. Leia no transporte público ou em filas. Ou escute audiolivros enquanto caminha, cozinha ou lava roupa. Ouvir histórias também traz benefícios semelhantes aos da leitura tradicional.

5. Seja intencional: Preste atenção em como você usa seu tempo. É fácil se perder em séries ou redes sociais. Mas você pode estabelecer limites. Por exemplo, só assistir algo depois de ler por 10 minutos, ou evitar redes sociais após certo horário e usar esse tempo para ler. Isso é chamado de “auto-limitação” e, segundo psicólogos, funciona.

Ler um livro ou se perder em uma boa história traz benefícios reais. A leitura te torna mais inteligente e saudável, melhora a saúde mental, o sono, a felicidade e até a longevidade. Você pode encaixá-la no seu dia a dia com metas, pequenas mudanças, audiolivros e mais consciência sobre como usa seu tempo. Tudo isso pode te ajudar a colher os frutos da leitura.

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*Tracy Brower é colaboradora da Forbes USA. Ela é socióloga, conselheira, especialista em assuntos relacionados ao universo profissional e autora de “The Secrets to Happiness at Work” (Os Segredos da Felicidade no Trabalho, em tradução livre).

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Santander Brasil Anuncia Daniel Bassan Como Vice-Presidente do SCIB

Redação Informe 360

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O Santander Brasil anunciou Daniel Bassan como o novo vice-presidente do SCIB (Santander Corporate & Investment Banking), braço focado em serviços de atacado, banco de investimento e soluções financeiras para grandes empresas.

Até então, Bassan ocupava o cargo de CEO do UBS para Brasil e América Latina.

No Santander, o executivo também fará parte do comitê executivo do banco e irá se reportar localmente a Gilson Finkelsztain, presidente do banco no Brasil, e globalmente a José Maria Linares, chefe da divisão SCIB do grupo.

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Com mais de 30 anos de carreira no setor financeiro, Bassan se formou em engenharia pela PUC-Rio e já passou por empresas como Credit Suisse e BTG Pactual.

O executivo assume o cargo no início de 2027. Até lá, Rafael Kappaz, atual chefe de tesouraria e mercados do Santander Brasil, segue como responsável pelo SCIB no país.

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Google Anuncia Mudanças na Liderança da Área de IA

Redação Informe 360

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A Alphabet, empresa controladora do Google , anunciou, nesta quarta-feira (5), uma reformulação na liderança de sua divisão de inteligência artificial, com o chefe de IA Demis Hassabis deixando seu principal cargo de gestão e vários líderes do modelo Gemini, incluindo o engenheiro veterano Jeff Dean, deixando a empresa.

A reestruturação ocorre em um momento crucial para o Google DeepMind: a versão principal de seu mais recente modelo Gemini permanece inédita, apesar do lançamento planejado para junho, o que gera preocupações entre investidores e a indústria de que o Google esteja ficando para trás em relação a seus rivais Anthropic e OpenAI, que contrataram profissionais de destaque da área de IA do Google recentemente.

Hassabis, ganhador do Prêmio Nobel, assumirá o título recém-criado de cientista-chefe da Alphabet e deixará o cargo de presidente-executivo do Google DeepMind para se tornar presidente do conselho, conforme informou em um comunicado aos funcionários. Ele citou a proximidade da inteligência artificial geral (AGI), um estado avançado da IA ​​em que os computadores se tornam essencialmente tão inteligentes quanto os humanos, como o motivo para sua mudança de função.

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“[Hassabis] e eu temos discutido há muito tempo um cargo que lhe permita dedicar-se integralmente a moldar ativamente o futuro da IAG”, disse Sundar Pichai, presidente-executivo da Alphabet, em um memorando interno da empresa. “É um trabalho de vital importância para a Alphabet e para a humanidade, e não consigo imaginar pessoa melhor do que Demis para realizá-lo.”

Koray Kavukcuoglu, diretor de tecnologia da unidade, assumirá as responsabilidades do dia a dia. Ele ocupará o cargo de vice-presidente sênior, em vez de presidente-executivo, da unidade de negócios, além de sua função paralela como arquiteto-chefe de IA da Alphabet.

Dean, Sanjay Ghemawat, Oriol Vinyals e Quoc Le — alguns dos líderes mais famosos e aclamados da área de IA e engenharia do Google — deixaram a empresa para lançar uma startup chamada Discovery Loop, que se concentrará em pesquisas inovadoras em aprendizado de máquina, ciência e engenharia. A startup está estruturada como uma empresa de benefício público.

A Alphabet não forneceu detalhes sobre o que motivou as mudanças ou a coincidência de datas. Hassabis — que há muito prioriza a pesquisa em detrimento do lucro — irá explorar pesquisas e estratégias relacionadas aos impactos sociais da inteligência artificial geral e terá poucos subordinados diretos, disse um porta-voz do Google à Reuters.

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Em seu memorando interno, Hassabis elogiou o “grande progresso” nos modelos de IA do Google, incluindo uma atualização ainda não lançada chamada Gemini 4.

Ele também afirmou em seu memorando que dedicaria mais tempo à Isomorphic Labs, uma empresa de descoberta de medicamentos que surgiu a partir da DeepMind, da qual ele é fundador e presidente-executivo.

“Sempre acreditei que a principal aplicação da IA ​​deveria ser a melhoria da saúde humana”, disse ele. “É hora de a IA provar seu valor inequívoco para o mundo, e que melhor maneira de demonstrar isso do que ajudar a finalmente curar doenças como o câncer?”

Fuga de cérebros

Dean e Hassabis foram considerados as duas principais figuras da IA ​​no Google durante anos, antes de a área se tornar o centro da inovação tecnológica.

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Hassabis cofundou a DeepMind em 2010 e continuou a dirigir o laboratório em Londres após vendê-lo para o Google por cerca de US$ 650 milhões em 2014. Dean cofundou, em 2011, o Google Brain, uma unidade sediada nos EUA que ele liderou e que pesquisava IA separadamente da equipe de Hassabis. Nessa época, ele já era reverenciado dentro do Google, conhecido por sua colaboração com Ghemawat em muitos dos projetos de infraestrutura marcantes que ainda impulsionam a empresa hoje.

Em 2023, após o lançamento do ChatGPT da OpenAI pegar o Google de surpresa, Pichai anunciou a fusão da DeepMind e do Google Brain em uma nova organização chamada Google DeepMind. Hassabis foi nomeado presidente-executivo e Dean, cientista-chefe.

Até recentemente, Dean, Vinyals e Noam Shazeer lideravam o desenvolvimento do Gemini. Sob sua gestão, o Google lançou o Gemini 3 em novembro passado, que foi amplamente considerado pela indústria como uma redução na diferença em relação aos principais modelos da Anthropic e da OpenAI.

Mas os avanços subsequentes desses rivais, bem como o impulso para modelos chineses de código aberto mais baratos, colocaram o Google na defensiva. Na conferência anual de desenvolvedores do Google, em maio, Pichai e outros líderes do Google destacaram a vantagem de custo do Gemini, em vez de suas capacidades de ponta.

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Shazeer foi para a OpenAI em junho, menos de dois anos depois de o Google ter pago bilhões para contratá-lo, juntamente com uma equipe de pesquisadores, da startup que ele liderava. Na mesma semana, o cientista pesquisador sênior John Jumper, que ganhou o Prêmio Nobel ao lado de Hassabis em 2024, anunciou que se juntaria à Anthropic.

Vinyals, Le e o ex-cientista-chefe da OpenAI, Ilya Sutskever, foram coautores de um artigo de pesquisa de 2014 que se tornou fundamental para a pesquisa moderna em IA, ao estabelecer o conceito de que escalar os dados para “pré-treinar” sistemas de IA os levaria a novos patamares. A Discovery Loop recebeu investimento do Google e também firmou uma parceria com sua divisão de nuvem para fornecer capacidade computacional.

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Da Feira Livre a Harvard

Redação Informe 360

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

João Santana começou a vida profissional em feiras livres no Recife. Perdeu o pai aos 6 anos, em um acidente de carro, e anos depois a mãe. Foi criado pela avó, dona Maria, de quem herdou o vocabulário que usaria mais tarde na gestão: disciplina, responsabilidade e compromisso com o que foi prometido.

Estudou em escola pública e entrou em Direito com bolsa do ProUni. Ia a pé para o pré-vestibular comunitário porque não tinha dinheiro para a passagem.

“Era uma época muito difícil, só Deus e minha avó me deram forças para não desistir”, afirma.

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Sem tradição jurídica na família, sem capital e sem rede de contatos, precisou primeiro garantir o próprio sustento. Foi policial militar e policial civil por dez anos. Pediu exoneração dos dois cargos públicos para empreender do zero, decisão que, na prática, significou trocar estabilidade por risco.

No início, ao lado de sua esposa, Natália Guedes, atuavam sem escritório físico. Quando os clientes perguntavam pelo endereço, dizia que a sede estava em reforma.

“Um advogado sem escritório físico não transmitia a credibilidade necessária”, diz.

A escolha pelo Direito Previdenciário veio da leitura de um mercado em que boa parte da demanda depende da Justiça para assegurar renda básica. Em paralelo, seguiu se qualificando: extensão na UFPE e na Universidade de Pisa e, neste ano, mestrado em Jurisdição Constitucional pela Universidade Autónoma de Lisboa.

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O projeto individual virou operação nacional. O Santana & Guedes Advogados, do qual é fundador e CEO, reúne hoje quase 200 colaboradores, atuando no regime físico e também no digital, com seis unidades operacionais. A meta é ultrapassar 20 unidades nos próximos cinco anos. Até 2028, o escritório vai inaugurar uma sede própria no Recife, com cerca de 1.800 metros quadrados, dimensionada para mais de 400 profissionais presenciais.

O crescimento exigiu uma mudança de função.

“Não advogo há anos. Minha missão hoje é construir uma gestão eficiente, contratar pessoas melhores do que eu e deixá-las em paz”, resume.

Credita os números à equipe: “Somos uma grande família”. A frase que organiza a rotina é outra: “Trabalho por resultados, nunca por horas”.

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O convite para palestrar em Harvard entra nessa sequência como etapa, não como destino. Para quem saiu da feira e da escola pública, ocupar esse espaço tem peso simbólico – mas a leitura que faz da própria trajetória é operacional: a origem explica de onde alguém partiu e não aonde pode chegar.

Foto: Divulgação

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