Negócios
Com Mais De 300 mil Clientes Ativos, O Asaas Consolida A Automação Financeira Como Novo Padrão De Gestão Para Empresas

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O Asaas chega aos 16 anos com um número que mede seu peso na rotina das empresas brasileiras. A empresa soma 300 mil clientes ativos e se firma como uma das principais plataformas de gestão financeira do país. Dados da companhia mostram que empresas que automatizam cobranças pelo Asaas têm 78% de chance de sobreviver entre o primeiro e o terceiro ano de operação, contra 56% entre as que não usam a ferramenta.
“O Asaas nasceu da dor de empreender e perder tempo com cobranças manuais e falta de previsibilidade de caixa. Nossa missão é liberar o empresário para vender, atender e crescer, enquanto a gestão financeira fica mais simples”, afirma Diego Contezini, cofundador da empresa.
Hoje o Asaas está presente em 88% dos municípios brasileiros, atendendo mais de mil categorias de produtos e serviços. Nos últimos 12 meses, cerca de 1 em cada 4 pessoas economicamente ativas no país realizou algum pagamento pela plataforma, somente em julho, mais de 9 milhões de contas, entre CNPJs e CPFs, movimentaram recursos por ali.
O avanço da operação caminha ao lado de um reposicionamento de marca. Esse rebranding teve como objetivo principal deixar claro que o Asaas atende não apenas pequenas operações, mas também empresas com estruturas financeiras e operacionais mais robustas, gerando identificação com esse perfil de negócio. Como parte dessa nova fase, a empresa ampliou seus investimentos em marketing e passou a associar seu nome a iniciativas nacionais, como o patrocínio ao Shark Tank Brasil e ao Red Bull Bragantino, além de campanhas com Evaristo Costa e Fernanda Gentil.
Embora a forma de uso mude conforme o perfil do negócio, o objetivo central é sempre a escalabilidade da operação. Comércios físicos, como oficinas, clínicas e salões, priorizam a rapidez na venda e usam o celular como maquininha. Negócios digitais, por sua vez, dependem de links de pagamento e automações que sustentam a cobrança à distância. Operações maiores, com múltiplas unidades e alto volume de transações, integram o Asaas via API para padronizar cobranças e conciliações em escala.
“O Asaas reúne em uma única plataforma o que o empresário precisa para vender, cobrar, receber e acompanhar o financeiro com clareza. É um ecossistema que apoia toda a jornada da venda”, diz Piero Contezini, cofundador da companhia.
Os números recentes sustentam esse discurso. No fim de 2025, o Asaas registrou crescimento de 64% na receita bruta na comparação anual e um TPV de R$ 67 bilhões, com mais de 1.300 colaboradores hoje na operação. A empresa também passou a apoiar o capital de giro dos clientes, já antecipando mais de R$ 2 bilhões em recebíveis, com captações que somam mais de R$ 170 milhões via FIDC.
Para os fundadores, o marco de 300 mil contas ativas tem um significado direto. “Isso reforça que crescemos de forma sustentável. Quando o cliente ganha controle e vende mais, o Asaas evolui junto. É assim que medimos sucesso”, explicam.

Para apoiar negócios em estágio inicial, a empresa lançou o Asaas for Startups, programa gratuito que reduz barreiras financeiras e operacionais do início da jornada empreendedora, com condições especiais e apoio de parceiros.
O portfólio reúne automação de cobrança via Pix, boleto e cartão, link de pagamento, régua de cobrança, gestão de inadimplência, conta digital, antecipação de recebíveis e o IAN, inteligência artificial que apoia análises do negócio. Cartão e maquininha via celular completam a oferta.
O Asaas se estabelece como plataforma financeira e operacional mais completa para empresas do Brasil, responsável por centralizar e automatizar cobranças, pagamentos e fluxo de caixa. Atua como instituição financeira, com tecnologia própria e integração via API. Nos últimos anos, captou mais de R$ 170 milhões para financiar recebíveis de PMEs e R$ 1 bilhão com investidores como Vivo Ventures, BOND Capital e SoftBank.
O post Com Mais De 300 mil Clientes Ativos, O Asaas Consolida A Automação Financeira Como Novo Padrão De Gestão Para Empresas apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico
Negócios
Amazon MGM Studios Anuncia Head de Theatrical Marketing no Brasil
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O Amazon MGM Studios anunciou Roberta Fraissat como Head de Theatrical Marketing, responsável por liderar as estratégias de marketing dos lançamentos da companhia nos cinemas brasileiros.
Mais recentemente, Roberta atuou como diretora de marketing para a América Latina e Head de Marketing para o Brasil na Crunchyroll.
A executiva passou a maior parte da carreira na The Walt Disney Company, onde ingressou como coordenadora de desenvolvimento de produto em 1999. Saiu de lá em 2023 como diretora de marketing. Nesse período, esteve envolvida em campanhas de produções como “Vingadores”, “Star Wars”, “Toy Story”, “O Rei Leão”, “Carros” e “Alice no País das Maravilhas”.
É formada em negócios pela Faap (Fundação Armando Alvares Penteado) e tem MBA pela FIA Business School.
O post Amazon MGM Studios Anuncia Head de Theatrical Marketing no Brasil apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico
Negócios
Chef de Cave: um dos Cargos Mais Complexos do Vinho, Explicado por um dos Grandes Nomes de Champagne

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Em Champagne, algumas das decisões mais importantes de uma garrafa são tomadas anos antes de ela chegar à mesa. Quando colher, quais vinhos separar, quanto reservar de safras anteriores, se haverá fermentação malolática, por quanto tempo envelhecer e, em determinados anos, se aquela colheita merece ou não virar um vintage. No centro dessas escolhas está o chef de cave.
Dominique Demarville conhece bem o peso do cargo. Com mais de duas décadas em posições de comando em algumas das principais casas de Champagne, tornou-se um dos nomes mais respeitados da área. Aos 31 anos, chegou a ser o mais jovem profissional a assumir a função em uma grande maison. Passou pela Veuve Clicquot, onde ocupar o posto costuma significar construir uma carreira longa dentro da própria casa, mas escolheu outro caminho: em 2021 assumiu as caves e a direção-geral da Lallier, uma operação de menor escala.
A mudança ajuda a explicar a maneira como Demarville enxerga a profissão. Para ele, o chef de cave está para o Champagne assim como um chef está para a cozinha. “Você pode entregar os mesmos ingredientes a dois chefs e eles vão criar coisas diferentes. No Champagne é exatamente igual”, afirmou Demarville à Forbes Brasil, em sua primeira entrevista à imprensa brasileira desde 2018.
As uvas disponíveis são semelhantes, assim como o território e as condições de uma determinada safra. A diferença está em como cada profissional interpreta esse material.
“O blend é a verdadeira criatividade do chef de cave”, diz. A escolha do momento da colheita, a condução das fermentações e o envelhecimento entram no conjunto de ferramentas que define o resultado. Mas há uma limitação importante à autoria. Diferentemente de um chef de restaurante, que pode mudar completamente a própria cozinha, o responsável por uma maison herda também uma identidade.
“É a nossa criatividade, mas, ao mesmo tempo, precisamos respeitar o estilo da casa”, afirma. A tarefa inclui preservar esse código e, um dia, transmiti-lo ao sucessor.
Decisões que levam anos
Poucas escolhas representam tão bem a responsabilidade do cargo quanto declarar uma safra vintage, em que a garrafa tem o espumanete de apenas um ano específico. Demarville diz que é uma das decisões mais difíceis de sua carreira. Não acontece depois de uma única degustação. Pode levar aproximadamente um ano e envolve avaliar toda a estação, a colheita, os vinhos produzidos e, principalmente, antecipar como aquele Champagne poderá evoluir depois de sete, oito ou nove anos de envelhecimento.
E ele evita decidir sozinho. “Eu nunca degusto sozinho e não tomo sozinho a decisão de fazer um vintage. É uma decisão de equipe”, afirma. Depois de tomada, porém, a escolha deixa de ser discutida. “A decisão foi tomada. Vamos até o fim.”
Essa lógica se estende à forma como lidera. Para Demarville, “a pior decisão é aquela que não tomamos”. Em situações difíceis, defende transparência e contato direto com a equipe — não e-mail, mensagem ou videoconferência. “Quando a decisão não é fácil, você precisa olhar as pessoas nos olhos.” Dominique Demarville
O clima também mudou o trabalho
A função de chef de cave ganhou uma nova camada com as mudanças climáticas. Quando Demarville começou a trabalhar, no início dos anos 1990, a análise se concentrava principalmente no açúcar e na acidez das uvas. Hoje, os produtores também observam a maturação fenólica, porque o ciclo das plantas se acelerou.
Segundo ele, no passado a colheita em Champagne acontecia aproximadamente 95 a 100 dias depois da floração. Agora, esse intervalo caiu para algo entre 75 e 80 dias.
Isso obriga o chef de cave a adaptar técnicas sem simplesmente alterar o perfil do vinho. Uma das possibilidades é evitar, em determinados casos, a fermentação malolática para conservar mais acidez e frescor. Novas variedades e formas de trabalhar os vinhedos também entram nessa equação.

Champagne além do brinde
É nesse contexto que a Lallier funciona como pano de fundo da nova fase de Demarville. A maison, fundada há mais de um século e controlada em 80% pelo Grupo Campari desde 2020, começou a ampliar sua presença no Brasil há cerca de um ano com dois rótulos (brut e rosé) inicialmente posicionados na faixa de R$ 420 a R$ 520.
Demarville já esteve algumas vezes no país e diz enxergar duas características particularmente favoráveis ao Champagne: a cultura da celebração e a relação dos brasileiros com a gastronomia.
Para ele, porém, o desafio é fazer a bebida sair apenas do brinde e ocupar também a mesa. Nesse caso, até a maneira de servir muda: em vez da taça estreita e da temperatura mais baixa típica das comemorações, ele recomenda uma taça mais aberta e alguns graus a mais para favorecer os aromas durante uma refeição.
Depois de mais de 23 anos ocupando algumas das posições mais importantes de Champagne, Demarville continua descrevendo seu trabalho menos como o de alguém que segue uma receita e mais como o de quem interpreta um conjunto de elementos.
Ele compara o chef de cave também a um músico: duas pessoas podem tocar o mesmo instrumento e provocar emoções diferentes. No Champagne, talvez seja justamente aí que esteja o poder — e a responsabilidade — de quem assina uma garrafa.
O post Chef de Cave: um dos Cargos Mais Complexos do Vinho, Explicado por um dos Grandes Nomes de Champagne apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico
Negócios
A Escala 5×2 Chegou. E Muda Mais do Que o Custo da Folha
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Está decidido. A Emenda Constitucional 141, promulgada na última sexta-feira (20), encerra a escala 6×1. Em 60 dias, todo trabalhador CLT passa a ter duas folgas semanais e jornada máxima de 42 horas. Catorze meses após a publicação, o teto cai para 40 horas, sem redução de salário.
A primeira leitura é de custo, e ela não está errada. Como não será permitida a redução de salários e haverá redução de 44 para 40 horas semanais, cada hora vale 10% a mais. E isso encarece também a hora extra e os adicionais, que são calculados sobre o valor da hora.
Em operações que funcionam sete dias por semana, como varejo e serviços, manter a cobertura exige reforço de quadro. Nas simulações que tenho acompanhado, esse reforço fica entre 10% e 20%, e pesa mais nas unidades menores, que têm menor margem para remanejar gente.
Mas tratar a 5×2 apenas como aumento de folha é desperdiçar a oportunidade de rever a estratégia de remuneração como um todo.
Eficiência de escala
Comecemos pelo fixo. Com a hora mais cara, a pressão será por conter reajustes. Esse é um erro tentador. Mas antes de pensar em trocar equipes com salários reduzidos, será importante avaliar reservas escondidas na própria escala.
Empresas que passaram a montar turnos a partir da curva de movimento por hora descobriram horas extras desnecessárias e gente parada nos horários errados. Eficiência de escala é a primeira fonte de financiamento da nova jornada.
Onde mora a oportunidade
O variável é onde mora a oportunidade mais clara. Se o objetivo é produzir o mesmo, ou mais, em menos horas, a remuneração variável precisa apontar para isso. Prêmios por produtividade, metas de venda por hora trabalhada, bônus por cobertura nos picos ou por redução de absenteísmo transformam a exigência legal em alinhamento: a empresa ganha eficiência e o colaborador participa do ganho.
A experiência internacional reforça a lógica. Quando Portugal reduziu a jornada de 44 para 40 horas, em 1996, estudos registraram ganho de produtividade próximo de 8%. O Chile está no meios de uma transição gradual até 2028, e o México aprovou a sua até 2030. A redução funciona melhor quando vem acompanhada de esforço deliberado de produtividade, e incentivo bem desenhado é parte desse esforço.
Recompensas intangíveis
Há ainda uma camada que raramente entra na planilha: as recompensas intangíveis. Duas folgas, previsibilidade de escala e fins de semana inteiros com a família são valor percebido. Gente descansada e motivada erra menos, falta menos e atende melhor. Empresas que comunicarem isso como parte da proposta de valor ao empregado vão reter melhor do que as que tratarem a mudança como obrigação.
Rotatividade pode diminuir
Há também uma economia que raramente aparece na conta da transição: a da rotatividade. No varejo, ela já é altíssima. Levantamento do Sindilojas-SP mostra que a rotatividade no varejo paulista chegou a 56,6% em 2025, o maior nível desde 2020. Em alguns segmentos, como lojas de conveniência, passou de 90%.
Isso significa recontratar, quase todo ano, boa parte da equipe. Cada saída tem um custo que vai além da rescisão: recrutamento, treinamento e os meses em que o novo funcionário ainda não rende o que rendia quem saiu. O cliente percebe essa curva de aprendizado no caixa e no atendimento. Se a 5×2 for bem implementada, com escalas previsíveis e folgas que de fato descansam, as pessoas tendem a ficar mais tempo. Parte do custo da nova jornada pode voltar como economia em turnover.
E há a carreira. Mais turnos e escalas mais complexas exigem novas funções de controle: líderes de turno, coordenadores de escala, analistas de operação. É uma chance real de promover quem já conhece a operação e o cliente. A pergunta incômoda é se essa base está preparada. Quem sempre executou nem sempre foi treinado para planejar, ler indicadores ou liderar colegas. Sem trilha de capacitação e uma estrutura de cargos que reconheça esses degraus, a promoção vira armadilha.
Além disso, pessoas que estavam na informalidade podem voltar a se interessar pelo modelo CLT nesta nova configuração de escala.
Muitos empreendedores lerão tudo isso pensando na própria rotina, que está mais para 7×0 do que para 5×2. É verdade. A diferença é que, nesse caso, cada hora a mais constrói patrimônio próprio. Para quem trabalha numa estrutura que não é sua, o que se constrói é outra coisa: vínculo, ou a falta dele. Numa geração que cobra cada vez mais qualidade das relações de trabalho, a 5×2 talvez seja menos uma imposição e mais a formalização de algo que o mercado já vinha pedindo.
*Fernanda Abilel é professora na FGV e sócia-fundadora da How2Pay, consultoria focada no desenho de estratégias de remuneração.
Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.
O post A Escala 5×2 Chegou. E Muda Mais do Que o Custo da Folha apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico

Saúde1 semana atrásAnvisa proíbe venda de canetas de tirzepatida sem registro no Brasil

Política1 semana atrásEm decisão história, Senado aprova fim da escala 6×1 e redução da jornada de trabalho

Tecnologia1 semana atrásApple supera R$ 25,2 trilhões em valor de mercado e desafia novo CEO a avançar em IA
- Tecnologia1 semana atrás
Nova teoria pode ajudar cientistas a entender como a IA “pensa”

Justiça Eleitoral1 semana atrásTSE decide manter ordem para Meta garantir isonomia a candidatos

Geral1 semana atrásInmet: Centro-Oeste e Sudeste têm alerta laranja para tempestades
- Tecnologia1 semana atrás
Confira o Olhar Digital News na íntegra (15/10/2026)
- Negócios1 semana atrás
Luís Rua Retorna À ABPA para Comandar Negociações Internacionais





















