Tecnologia
6 configurações de acessibilidade no celular para quem tem perda auditiva

Além de proporcionar dispositivos com maior desempenho e recursos que aprimoram o uso dos celulares, a tecnologia permitiu que fossem implementadas funções que oferecessem maior acessibilidade aos usuários, inclusive a quem sofre com a perda auditiva.
Você não sabe quais recursos podem ser utilizados por meio das configurações do seu smartphone? Fique tranquilo, pois nas próximas linhas o Olhar Digital traz algumas das principais funções que podem ser usadas no seu aparelho.
6 configurações de acessibilidade no smartphone para quem sofre com perda auditiva
A seguir, você vai conhecer as funções que você pode utilizar no seu dispositivo e ainda verá como habilitá-las por meio das configurações do seu aparelho.
1. Ative o reconhecimento de sons
Tanto aparelhos Android quanto iOS possuem a função de reconhecimento de sons como campainhas, choro de nenéns, alarmes entre outras. Esse recurso serve como um alerta para que o usuário veja o que está acontecendo ao seu redor. A seguir, veja o passo a passo conforme o sistema operacional do seu smartphone.
Android
Abra as “Configurações” > acesse “Acessibilidade” > aperte em “Melhorias de audição” > toque em “Notificações de Sons” > vá em “Abrir o Notificações de sons” > toque em “Avançar” e escolha os sons que você quer identificar.

iPhone
Abra o aplicativo “Ajustes” > vá em “Acessibilidade” > acesse a seção “Audição” > aperte em “Reconhecimento de Som” > mova a chave ao lado de “Reconhecimento de Som” > toque em “Sons” e escolha os que você quer reconhecer.
2. Conecte aparelhos auditivos por meio do Bluetooth

Alguns aparelhos auditivos permitem a conexão com smartphones via Bluetooth, fazendo a transmissão direta do áudio. A seguir, veja como funciona.
Android
Entre em “Configurações” > toque em “Acessibilidade” > selecione “Melhorias de audição” > vá em “Suporte a aparelhos auditivos” > marque as opções relacionadas a ajuste de áudio e conexão por meio de Bluetooth.
iOS (iPhone)
Neste celular, é possível fazer o pareamento com aparelhos auditivos por meio do recurso Made for iPhone, o qual possibilita a integração completa e personalizações. Para isso, veja se o seu aparelho realmente é compatível. Se for, vá em “Ajustes” > “Acessibilidade” > “Audição” > “Aparelhos auditivos” > ative o Bluetooth > espere a detecção do aparelho próximo ao celular e, quando aparecer o dispositivo, clique sobre o nome dele para parear. Após isso, basta seguir as instruções para configurar o recurso.
3. Habilite as legendas automáticas em tempo real

Imagem: Captura de tela/Matheus Chaves – Olhar Digital
No Android, é possível habilitar o recurso “Legenda Instantânea”, o qual permite que sejam ativadas as legendas em chamadas telefônicas, vídeos e podcasts, mesmo que não haja conexão do celular com a internet. Já nos iPhones com o iOS 16, há a função de legendas ao vivo. Entretanto, elas estão apenas em inglês, mas devem ser expandidas para outros idiomas de forma gradual.
Android
É possível fazer a ativação de duas maneiras. A primeira delas é por meio do botão volume. Pressione o botão de aumentar ou diminuir o volume > aperte sobre o ícone de configurações abaixo dos controles de volume > vá em “Legenda Instantânea” e ative o recurso.
A segunda maneira é por meio das configurações. Nelas, você deve ir em “Acessibilidade” > selecionar a opção “Melhorias de audição” > tocar em “Legenda Instantânea” > ativar a opção “Usar Legenda Instantânea”. Você também pode optar por habilitar a opção de “Legenda Instantânea no controle de volume”. Dessa forma, fica mais fácil acessar o recurso futuramente.
iOS (iPhone)
Acesse o aplicativo “Ajustes” > toque em “Acessibilidade” > procure e toque na seção “Audição” > aperte sobre “Legendas ao Vivo (Beta)” > ative o botão ao lado de “Legendas ao Vivo”. É possível definir o tamanho do texto, ativar as legendas em chamadas de áudio e FaceTime, além de escolher a cor da janela.
4. Utilize o Áudio mono

Esta função ajuda pessoas com perda auditiva, pois reproduz o mesmo som nos dois alto-falantes, o que pode ser uma forma de o usuário escutar melhor o conteúdo, seja em um áudio ou em um vídeo.
Android
Acesse as “Configurações” > vá em “Acessibilidade” > “Melhorias de audição” e ative o botão ao lado de “Áudio mono”.
iOS (iPhone)
Acesse as “Configurações” > “Geral” > “Acessibilidade” e ative a opção “Áudio mono”.
Leia mais:
- 6 ajustes de acessibilidade para facilitar o uso de celulares por idosos
- Android: 8 funções de acessibilidade que vão te surpreender
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5. Ative alertas visuais

Imagem: Captura de tela/Matheus Chaves – Olhar Digital
Este recurso auxilia o usuário ao receber chamadas telefônicas, pois emite sinais como o piscar do flash da câmera. Veja o passo a passo abaixo para realizar o processo no Android e no iOS (iPhone).
Android
Vá em “Configurações” > “Acessibilidade” > “Configurações avançadas” > toque em “Notificação do flash” e defina se quer que a luz pisque na câmera ou na tela do seu dispositivo.
iOS (iPhone)
Vá em “Ajustes” > “Acessibilidade” > “Audição” > toque em “Áudio/Visual” > ative a opção “Flash de LED”. Caso queira, também é possível habilitar o “Com o Silencioso ativado”.
6. Use o recurso RTT

Por meio do recurso RTT (Texto em Tempo Real) é possível ler e digitar mensagens durante chamadas, o que facilita a comunicação sem ter a necessidade de escutar a ligação.
Android
Entre no aplicativo “Telefone” > vá nos três pontos > toque em “Configurações” > acesse “Chamadas” ou “Acessibilidade > aperte em “RTT” ou “Texto em tempo real” > Ative a opção “Sempre usar RTT” ou Perguntar ao iniciar chamadas.
iOS (iPhone)
Acesse o app “Ajustes” > vá em “Acessibilidade” > toque em “Audição” > selecione RTT/TTY > ative a opção “RTT”. Caso seja necessário, coloque o número de retransmissão e toque em “Enviar imediatamente” ou “Concluir mensagem antes de enviar”.
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Câmara aprova venda de medicamentos em supermercados

Na noite desta segunda-feira (2), a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que libera vendas de medicamentos em supermercados. No ano passado, o Senado já havia aprovado a propositura e, agora, ela segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Horas antes, os deputados aprovaram a tramitação acelerada da proposta para ainda nesta segunda, a partir de requerimento de urgência. Isso fez com que o projeto fosse votado diretamente pelo plenário da Câmara e não passasse por comissões temáticas que fariam análise detalhada e técnica.
Como é o projeto que permite venda de medicamentos em supermercados
- A demanda era pedida pelo setor há bastante tempo;
- No texto, consta que os medicamentos, para serem vendidos em supermercados, devem ter separação clara dos demais produtos, precisando ficar em gôndolas diferentes das comuns;
- “É permitida a instalação de farmácia ou drogaria na área de venda de supermercados, desde que em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo para a atividade farmacêutica, independente dos demais setores do supermercado”, propõe o projeto;
- Em nota, o presidente do Conselho Federal de Farmácia (FFF), Walter da Silva Jorge João, disse que “o texto aprovado reduz danos, mantendo as exigências sanitárias já previstas no Senado e atende aos pontos centrais defendidos pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF)”.
Contudo, vale frisar: será obrigatória a presença de farmacêuticos durante todo o horário de funcionamento da farmácia ou drogaria que for instalada nas áreas de vendas de supermercados brasileiros.
Além disso, medicamentos de uso controlado (que necessitam de receita médica para serem liberados) só poderão ser entregues aos clientes após o pagamento.

Leia mais:
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- Antibióticos: veja cinco dicas para não errar o uso do medicamento
- 10 medicamentos que gestantes NÃO podem tomar
Opiniões divididas
O plenário da Câmara não votou de forma unânime. Por exemplo: enquanto o deputado Hildo Rocha (MDP/PA) defendeu a proposta — “É como se fosse uma farmácia dentro do supermercado. É uma decisão pró-consumidor porque a tendência é aumentar a concorrência e o preço diminuir” —, alguns que estão do lado do governo divergem entre si (inclusive).
Um deles é a deputada Maria do Rosário (PT/RS), que criticou a proposta. “Farmácia e medicamento é equipamento de saúde. O supermercado não pode virar farmácia, porque estamos incentivando a cultura da automedicação“, afirmou.
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Os doramas de cura que funcionam como um abraço e vão deixar o seu dia muito melhor

Encontrar um refúgio em meio à rotina agitada é essencial para manter a saúde mental em dia. Os doramas de cura na Netflix surgem como uma alternativa reconfortante, oferecendo narrativas leves que priorizam o bem-estar e as conexões humanas. Essas histórias funcionam como um verdadeiro abraço, proporcionando momentos de relaxamento profundo para quem busca leveza no cotidiano.
Por que os doramas de cura na Netflix são tão populares?
De acordo com um artigo publicado no Netflix Tudum, esse gênero foca em personagens comuns enfrentando dilemas universais com gentileza e muita empatia. Ao contrário das tramas intensas de suspense, aqui o objetivo é celebrar as pequenas vitórias da vida e a força dos laços comunitários.
A estética visual dessas produções costuma ser extremamente relaxante, utilizando cores pastéis e cenários litorâneos que transmitem paz imediata ao espectador. Essa combinação de roteiro sensível e fotografia impecável cria uma atmosfera de segurança emocional ideal para descompressão após um dia cansativo.
Uma dentista da cidade grande encontra paz e novas perspectivas em uma charmosa vila de pescadores.
A jornada emocionante de uma advogada brilhante no espectro autista que conquista todos ao seu redor.
Uma história doce sobre superação, família e a descoberta da felicidade em momentos inesperados.
Quais são os elementos principais desse gênero?
O roteiro dos “healing dramas” geralmente evita conflitos mirabolantes ou vilões maquiavélicos, focando no desenvolvimento pessoal e no suporte mútuo entre os amigos. Essa estrutura narrativa linear permite que quem assiste consiga relaxar sem a tensão constante de reviravoltas traumáticas ou tragédias desnecessárias.
A trilha sonora é outro ponto fundamental, sendo composta por melodias suaves e instrumentais que ajudam a baixar os níveis de cortisol durante a exibição. O ritmo mais lento de edição convida à contemplação, fazendo com que o público aprecie cada diálogo e cada lição de vida apresentada na tela.
- Ausência de antagonistas cruéis ou situações de violência extrema.
- Foco em lições de vida sobre gratidão, perdão e resiliência.
- Ambientação em locais tranquilos que valorizam a natureza e o silêncio.
- Diálogos profundos que incentivam a reflexão sobre saúde mental.

Como os doramas de cura na Netflix ajudam no estresse?
O ato de assistir a episódios que transmitem segurança psicológica permite que o cérebro entre em um estado de repouso, diminuindo a ansiedade acumulada. Ao ver personagens superando problemas cotidianos com paciência, o espectador acaba internalizando uma postura mais calma perante as próprias dificuldades reais.
A identificação com dilemas humanos simples gera um sentimento de esperança que se reflete positivamente no humor do indivíduo no dia seguinte. Essas séries não são apenas entretenimento, elas servem como uma ferramenta de cuidado pessoal que utiliza o lúdico para promover o equilíbrio emocional.
| Título da Série | Foco de Cura | Nível de Leveza |
|---|---|---|
| Our Blues | Curas Familiares | Alto |
| Navillera | Sonhos e Velhice | Máximo |
| Daily Dose of Sunshine | Saúde Mental | Moderado |
Quais séries são ideais para começar hoje?
Se você procura algo que pareça um domingo ensolarado, Hometown Cha-Cha-Cha é a escolha perfeita para entender o valor da simplicidade. A série explora como a vida em comunidade pode curar feridas antigas através do apoio mútuo e do respeito pelas diferenças individuais.
Para quem prefere uma trama com toques de superação profissional, Uma Advogada Extraordinária oferece uma visão sensível e inspiradora. A série celebra a neurodiversidade e mostra que o sucesso pode ser alcançado com empatia, inteligência emocional e uma boa dose de coragem para ser autêntico.
Onde encontrar as melhores histórias de conforto?
O catálogo atual da plataforma oferece uma curadoria diversificada que atende desde quem prefere romances bucólicos até quem busca dramas de superação. Basta explorar a categoria de dramas coreanos para notar a vasta oferta de títulos que priorizam a ternura e o crescimento dos personagens.
Investir tempo nessas produções é garantir uma pausa produtiva em um mundo cada vez mais acelerado e barulhento. Permita-se ser cativado por essas histórias que não exigem nada além da sua atenção plena e, em troca, oferecem um conforto genuíno para a alma e para o coração.
Leia mais:
- k-drama – Olhar Digital
- 12 melhores doramas do Amazon Prime Video para assistir em 2024
- Dorama: O que é, quais são os melhores e onde assistir – Olhar Digital
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Jornalista do Olhar Digital descreve sábado de tensão em Dubai

Por Bruno Capozzi, editor executivo do Olhar Digital
Parte da comunidade do Olhar Digital já me conhece porque, de vez em quando, eu apresento o Olhar Digital News – nossa live diária. Também produzo matérias daqui de Dubai, onde eu moro.
Como Dubai às vezes aparece na programação do Olhar Digital, resolvi escrever este relato — hoje não para falar de ciência e tecnologia, mas para compartilhar como foi o sábado de escalada de tensão aqui no Oriente Médio.
A gente já acordou com as notícias envolvendo Estados Unidos e Irã. No horário de Brasília, era madrugada; aqui em Dubai já era manhã – estamos sete horas à frente.
Por volta de uma da tarde (hora local), a tensão chegou de fato aos Emirados Árabes Unidos. Começamos a ouvir os primeiros estrondos — um barulho forte, com janelas tremendo. Não é algo comum por aqui. Eu nunca tinha ouvido um míssil. Então, a ficha só caiu pelo contexto das notícias e pelo que vinha sendo reportado ao longo do dia.
Esses estrondos se repetiram em ondas ao longo da tarde e seguiram acontecendo até a madrugada. Eu escrevi este relato por volta de cinco da manhã, no horário de Dubai, e até pouco antes ainda era possível ouvir novos barulhos, relacionados a interceptações.
Segundo o balanço mais recente divulgado pelas autoridades locais, foram 137 mísseis e 209 drones interceptados.
Pouco depois dos primeiros estrondos, o governo confirmou oficialmente que se tratava da interceptação de mísseis e informou a morte de uma pessoa em Abu Dhabi, causada pelos destroços de mísseis abatidos.
Mais tarde, houve a confirmação de outra morte, dessa vez no aeroporto de Abu Dhabi, após um ataque iraniano. As autoridades também comunicaram que pessoas ficaram feridas em incidentes no aeroporto de Dubai e em um hotel na região de Palm Jumeirah, uma área turística e nobre da cidade.
Antes, voltando para o começo da tarde, o governo anunciou o fechamento do espaço aéreo dos Emirados Árabes Unidos. E, quando se fala em fechar o espaço aéreo de Dubai e Abu Dhabi, estamos falando de dois dos maiores hubs de aviação do mundo. As consequências não ficam restritas ao Oriente Médio: há um efeito em cascata no mundo todo, porque muitos voos não apenas chegam aos Emirados, como também passam por aqui em conexões para países da Ásia e até para a Austrália. Foi, portanto, um dia de transtornos para a aviação global.
Eu moro na região de Dubai Marina, um bairro muito movimentado e turístico, com muitos prédios residenciais e comerciais — além de uma área financeira importante. Aqui, ouvimos dezenas de estrondos ao longo do dia, com sensação de vibração e janelas mexendo. Você pode imaginar a apreensão.
No vídeo a seguir, dá para ouvir estrondos e ver o que parece ser um míssil no céu.
Depois das interceptações, a gente via fumaça no céu, como mostra a foto a seguir:

Apesar disso, do ponto de vista do funcionamento da cidade, não houve grandes restrições. Não foi decretado toque de recolher. Serviços continuaram operando normalmente. Agora mesmo enquanto escrevo, da minha janela, vejo um mercado e uma farmácia 24h.
Essa é a ambiguidade do dia: um clima de tensão muito forte, mas com sinais de normalidade na rotina — se é que dá para chamar assim.
Instituições de ensino privadas em Dubai passarão ao ensino à distância até quarta-feira, 4 de março, como medida de precaução.
O governo também enviou alertas. Primeiro, um SMS dizendo que a situação estava sob controle, mas orientando a população a buscar locais seguros. Depois, veio um alerta mais incisivo, semelhante aos alarmes de Defesa Civil no Brasil, em que o celular apita e o aviso toma a tela. A orientação era clara: procurar um lugar seguro, ficar em prédios considerados seguros e longe de janelas.
Ao longo do dia, as autoridades locais também informaram que mantinham reuniões com países vizinhos. Nos comunicados oficiais, a linha adotada foi a de buscar diálogo e saídas diplomáticas, condenando os ataques, mas afirmando ter o direito de responder para defender a soberania nacional.
Aqui entra um contexto importante: os Emirados Árabes Unidos costumam ser vistos como uma “bolha” no Oriente Médio. Em Dubai, estima-se que cerca de 80% da população seja estrangeira. É um país que depende muito dessa estabilidade — tanto por segurança quanto por economia — e, muito por isso, em momentos de escalada regional, o comportamento do governo costuma ser mais voltado à diplomacia.
Eu também faço parte de grupos de brasileiros aqui e, ao longo do dia, as pessoas foram trocando informações, compartilhando comunicados e orientações oficiais. O clima foi, sem dúvida, de muita apreensão.
Agradeço muito pela atenção. Espero que, na próxima vez que eu apresentar o Olhar Digital News direto de Dubai, a situação já esteja melhor. De qualquer forma, a gente volta com informações a qualquer momento.
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