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5 melhores celulares para motoristas de Uber e 99 em 2025

Redação Informe 360

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Para trabalhar de Uber ou 99,além de habilidades no trânsito e um bom carro, o motorista precisa ter um celular que consiga atender às suas necessidades, como: manter os aplicativos das empresas de transporte sempre abertos, garantir o funcionamento do Waze, ser ágil para que o profissional possa utilizá-lo sem travamentos, permitir a verificação dos ganhos e ainda possibilitar a comunicação com os passageiros. Tudo isso com uma bateria que suporte o uso intenso no dia a dia. 

Considerando todas essas exigências para quem trabalha na Uber ou 99, parece ser bem complicado escolher o aparelho ideal, não é mesmo? Para facilitar, o Olhar Digital elaborou uma lista com 5 dispositivos que podem suprir as necessidades desses profissionais.

Veja 5 smartphones que podem ser ótimos para os motoristas de aplicativos

Os modelos listados abaixo contam com excelente desempenho, uma bateria que proporciona ótima durabilidade de carga e um bom custo-benefício. Outro ponto relevante é que escolhemos apenas dispositivos Android por conta do preço mais acessível. 

1. Moto G86

Motorola Moto G86
Motorola Moto G86. Imagem: Motorola / Divulgação

Lançado em 2025, o Moto G86 é um dos melhores celulares da Motorola. Ele conta com uma tela que proporciona uma experiência mais imersiva e ótimas imagens para que o motorista da Uber ou 99 realize suas tarefas no dia a dia, como acompanhar o trajeto pelo Waze, por exemplo.

Além disso, a taxa de atualização de 120 Hz proporciona mais fluidez às imagens. E, ainda, você terá uma tela com brilho de 4.500 nits, perfeita para enxergar em qualquer condição.

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O smartphone também conta com um excelente desempenho, já que possui o processador Mediatek Dimensity 7300 (4 nm) e memória RAM de 8 GB ou 12 GB. Além disso, o seu armazenamento interno é de 256 GB ou 512 GB.

No quesito bateria, ele conta com o componente de 5.200 mAh, com suporte para carregamento rápido de 33W. Sendo assim, suporta atividades intensas durante um dia inteiro. Outro ponto importante é o preço. Ele pode ser encontrado no mercado por menos de R$ 3 mil.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 2.600 na Amazon.

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2. Galaxy A36

Samsung Galaxy A36
Samsung Galaxy A36. Imagem: Samsung / Divulgação

Celular intermediário da Samsung, o Galaxy A36 tem uma tela de 6,7 polegadas, com uma taxa de atualização de 120 Hz e a proteção de vidro Gorilla Glass contra quedas. Sua taxa de nits, ou seja, brilho, é de 1.900, o que ajuda na visibilidade da tela mesmo sob luz intensa. 

Outro ponto importante é que ele está disponível em duas versões: uma com 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno e outra com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. O processador é o Snapdragon 6 Gen 3, da Qualcomm, responsável por um bom desempenho com uma velocidade de até 2,4 GHz. 

A bateria do dispositivo é de 5.000 mAh, o que garante uma grande durabilidade no dia a dia. O aparelho também é compatível com carregamento rápido de 45W.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 1.850 na Amazon.

3. Redmi Note 13 

Redmi Note 13
Redmi Note 13. Imagem: Xiaomi / Divulgação

Lançado em 2024, o Redmi Note 13 é outra opção intermediária que entrega um excelente custo-benefício. Além disso, seus principais destaques são a tela e a bateria. 

Sua tela é do tipo AMOLED, com o tamanho em 6,67 polegadas Full HD+ com taxa de atualização de 120 Hz e 500 nits de brilho. O display conta com o Corning Gorilla Glass 5, que resiste a arranhões e pequenas quedas.

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Um ponto importante é que ele também tem 8 GB de RAM, o que permite utilizá-lo sem travamentos. O seu armazenamento interno é de 256 GB e o processador é o MediaTek Dimensity 6080, que, de acordo com a fabricante, garante uma ótima experiência ao usuário no dia a dia. 

A bateria também é de 5.000 mAh, o que significa que o aparelho aguenta o uso intenso durante um dia. O seu suporte de carregamento rápido é de 33W.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 1.450 na Amazon.

4. Galaxy A56

Samsung Galaxy A56
Samsung Galaxy A56. Imagem: Samsung / Divulgação

Outra opção de aparelho intermediário da Samsung, o Galaxy A56 foi lançado em 2025 e vem com uma tela de 6,7 polegadas, resolução Full HD+, 1.200 nits e 120 Hz.

A tela ainda é certificada com o selo “Eye Care Display” para garantir a redução de luz azul emitida pelo aparelho, o que minimiza o cansaço visual, sendo ótimo para quem usa muito o celular. 

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O processador do aparelho é o Exynos 1585, capaz de atingir uma velocidade de 2,9 GHz. Além disso, sua fabricação é feita com uma tecnologia de 4 nanômetros. Outro ponto relevante está na GPU personalizada, a qual entrega gráficos incríveis, sem atrasos e travamentos. O aparelho ainda tem 8 GB de RAM e 128 GB ou 256 GB para o armazenamento interno. 

Conforme informações da Samsung, a bateria do aparelho é de 5.000 mAh, sendo capaz de reproduzir até 29 horas contínuas de vídeos. Ela ainda tem suporte para o carregamento rápido de 45 W.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 1.850 na Amazon.

5. Motorola Edge 50 

Motorola Edge 50 Pro (Imagem: Divulgação)
Motorola Edge 50 (Imagem: Divulgação)

Lançado no varejo nacional no final de 2024, o Motorola Edge 50 também é uma boa opção para quem trabalha na Uber ou 99. Isso porque ele possui uma tela de 6,7 polegadas e resolução Super HD+. Além disso, vem equipado com a tecnologia pOLED, que proporciona cores mais vibrantes e um contraste excelente. Sua taxa de atualização é de 120 Hz e o brilho máximo pode atingir os 1.600 nits. 

O processador do aparelho é o Snapdragon 7 Gen 1 Accelerated Edition, da Qualcomm, o qual opera em uma velocidade de 2,5 GHz. Ele ainda conta com a fabricação do octa-core em processo de 4 nanômetros, o que proporciona mais eficiência energética. Além disso, este smartphone tem 12 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento interno. 

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Sua bateria é de 5.000 mAh para durar um dia inteiro.

Você pode comprar este celular por cerca de R$ 2.100 na Amazon.

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Tecnologia

Copos de papel descartáveis também liberam plástico quando entram em contato com calor

Redação Informe 360

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Copos de papel descartáveis usados para café, chá e outras bebidas quentes podem liberar milhões de partículas de plástico. É o que aponta um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Queensland (UQ), na Austrália, com recipientes revestidos por polietileno (PE) ou ácido polilático (PLA).

Os dois tipos de revestimento liberaram partículas quando entraram em contato com água quente. Nos experimentos, porém, os copos com PLA, considerado biodegradável, apresentaram uma liberação de partículas aproximadamente 12 vezes maior em massa total do que aqueles revestidos com PE.

Microplásticos contaminação
Um simples café quente pode entrar em contato com partículas liberadas pelo revestimento interno do copo descartável. Imagem: Svetlozar Hristov/iStock

O papel esconde uma camada plástica

Para entender a liberação de partículas, os pesquisadores analisaram dois tipos de copos descartáveis: aqueles revestidos internamente com polietileno (PE) e os que usam ácido polilático (PLA), uma alternativa biodegradável ao plástico convencional.

Embora sejam chamados de copos de papel, esses recipientes normalmente recebem uma fina camada de material plástico na parte interna. O objetivo é evitar que a bebida atravesse o papel e, ao mesmo tempo, ajudar o copo a manter sua estrutura quando entra em contato com líquidos.

É justamente essa camada que entrou no foco do estudo. Quando os copos foram expostos à água quente, tanto o PE quanto o PLA liberaram partículas plásticas. A diferença apareceu na quantidade liberada por cada material.

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Um copo feito principalmente de papel não significa que o copo seja livre de plástico, porque muitos contêm um fino revestimento plástico que proporciona resistência à água e integridade estrutural.

Dr. Elvis Okoffo, pesquisador da Queensland Alliance for Environmental Health Sciences (QAEHS), da Universidade de Queensland, em nota.

PLA liberou mais partículas

A diferença entre os materiais apareceu nas medições. Os pesquisadores encontraram aproximadamente 4,3 milhões de nanopartículas por mililitro nos copos com PLA. Nos recipientes revestidos com PE, foram cerca de 2,7 milhões de partículas por mililitro.

As nanopartículas são extremamente pequenas: têm espessura equivalente a cerca de um milésimo da de um fio de cabelo humano.

Os principais resultados do experimento foram:

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  • Os revestimentos de PE liberaram partículas plásticas na presença de água quente.
  • O mesmo ocorreu com os copos revestidos de PLA.
  • A massa total de partículas liberada pelo PLA foi aproximadamente 12 vezes maior.
  • Copos de PLA apresentaram cerca de 4,3 milhões de nanopartículas por mililitro.
  • Nos copos de PE, foram registradas aproximadamente 2,7 milhões de partículas por mililitro.
Os efeitos das partículas plásticas sobre a saúde humana ainda não estão claros, segundo os pesquisadores. Imagem: Deemerwha studio/Shutterstock

O impacto na saúde ainda é incerto

Os pesquisadores não afirmam que o consumo de bebidas em copos descartáveis cause problemas de saúde. O que acontece com essas partículas depois que chegam ao organismo ainda não está claro.

“Isso não significa necessariamente que as pessoas devam parar de usar copos de papel, ou que o PLA seja inerentemente inseguro”, disse Okoffo.

Leia mais:

  • Microplásticos no dia a dia: onde eles estão sem você notar
  • Cinco perguntas sobre microplásticos que você precisa fazer
  • Plástico “vivo” usa bactérias para se autodestruir sob comando

Para o pesquisador, os materiais usados em produtos que entram em contato com alimentos precisam ser avaliados também pela quantidade de partículas que podem liberar durante o uso cotidiano.

A equipe defende que consumidores recebam informações sobre os materiais presentes nos revestimentos e que órgãos reguladores considerem testes de liberação de micro e nanoplásticos na avaliação de segurança de produtos destinados a bebidas quentes.

“Os formuladores de políticas e reguladores poderiam considerar se os testes de liberação de micro e nanoplásticos deveriam fazer parte da avaliação de segurança dos materiais que entram em contato com alimentos, especialmente produtos desenvolvidos para bebidas quentes”, afirmou.

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Tecnologia

Novo telescópio da NASA tem participação brasileira

Redação Informe 360

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A NASA lança, neste domingo (30), às 8h26 (horário de Brasília), o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, observatório de nova geração que terá campo de visão pelo menos 100 vezes maior que o do Hubble.

Durante sua missão primária, prevista para durar cinco anos, o equipamento deverá observar mais de um bilhão de galáxias e ajudar cientistas a investigar a energia escura, exoplanetas, supernovas e outros fenômenos do Universo.

O Brasil terá participação estratégica em uma das etapas mais importantes da missão: o processamento do enorme volume de dados produzido pelo telescópio.

O Laboratório de Computação e Inteligência Artificial (LAB-IA), do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), desenvolve o Arandu, um broker de alertas astronômicos preparado para processar, filtrar e classificar os eventos identificados pelo Roman. O nome Arandu significa “sabedoria” em tupi-guarani.

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A tecnologia será utilizada para ajudar pesquisadores a encontrar os fenômenos mais relevantes em meio ao grande fluxo de informações produzido pelo observatório, permitindo que cientistas identifiquem rapidamente eventos que merecem acompanhamento.

Como o Arandu vai ajudar os pesquisadores

  • Os brokers de alertas astronômicos são sistemas computacionais que recebem notificações geradas a partir das observações dos telescópios, cruzam essas informações com catálogos e registros anteriores, classificam os eventos e entregam aos astrônomos dados relacionados aos objetos que eles desejam estudar;
  • Esse processo será fundamental para transformar a enorme quantidade de informações produzida pelo Roman em descobertas científicas;
  • Desenvolvido com participação do LAB-IA no Brasil, o Arandu será especializado na análise de fenômenos que mudam com o tempo, conhecidos como eventos transitórios ou variáveis;
  • Entre eles estão explosões estelares, mudanças no brilho de estrelas e outros acontecimentos que exigem identificação rápida para que possam ser acompanhados por pesquisadores e por outros observatórios.

“O Roman produzirá um volume de dados que torna inviável examinar cada detecção manualmente. O Arandu usará inteligência artificial [IA] para organizar e classificar esse fluxo, ajudando os cientistas a encontrar os eventos mais relevantes para suas pesquisas”, afirma Clécio Roque De Bom, cientista e coordenador científico do CBPF e do LAB-IA.

Segundo ele, a participação brasileira coloca o país em etapa importante da astronomia contemporânea. “Essa solução desenvolvida e operada localmente insere a ciência brasileira em etapa decisiva da astronomia contemporânea: a transformação de grandes volumes de dados em conhecimento científico”, acrescenta.

Um “Hubble” com visão muito mais ampla

O Roman terá um espelho principal de 2,4 metros de diâmetro, o mesmo tamanho do espelho do Hubble. Com isso, suas imagens terão sensibilidade e resolução comparáveis às do telescópio espacial lançado em 1990.

A principal diferença estará na área do céu observada de uma só vez. O campo de visão do Roman será pelo menos 100 vezes maior que o do Hubble, permitindo que o novo observatório registre regiões extensas do céu com elevado nível de detalhe.

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Instrumento de Campo Amplo Nancy Grace Roman
Instrumento de Campo Amplo do telescópio Roman em uma sala limpa da NASA; com tamanho de uma geladeira, esta câmera de 300 MP ajudará a estudar o Universo e mundos distantes – Imagem: Chris Gunn/NASA

Durante os cinco anos previstos para sua missão primária, o telescópio poderá medir a luz de mais de um bilhão de galáxias.

Um de seus principais levantamentos deverá cobrir mais de cinco mil graus quadrados, aproximadamente 12% de todo o céu. O estudo combinará imagens e espectroscopia para investigar como o Universo se formou e evoluiu.

Leia mais:

  • NASA lança Telescópio Espacial Nancy Grace Roman: assista com o Olhar Digital!
  • NASA vai lançar telescópio Roman para criar o “Google Maps” do Universo
  • A mulher que enxergou o futuro: a história de Nancy Grace Roman

Telescópio poderá revelar mais de 100 mil mundos

O Roman também realizará observações repetidas de regiões próximas ao centro da Via Láctea. Essa estratégia permitirá detectar mudanças no céu em intervalos curtos e produzir um levantamento estatístico dos sistemas planetários da nossa galáxia.

A expectativa da NASA é que a missão revele mais de 100 mil mundos, incluindo exoplanetas e corpos que vagam pelo espaço sem orbitar uma estrela.

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O telescópio também observará fenômenos muito mais distantes da Via Láctea. A previsão é que o Roman identifique milhares de supernovas do tipo Ia. Essas explosões estelares podem ser utilizadas como referências para medir distâncias cósmicas.

Os dados obtidos permitirão aos pesquisadores estudar como a expansão do Universo mudou ao longo do tempo e investigar melhor a natureza da energia escura, fenômeno associado à aceleração dessa expansão.

“O diferencial do Roman não está apenas na quantidade de objetos que poderá observar, mas na possibilidade de acompanhar um Universo em transformação”, explica De Bom. “Sistemas, como o Arandu, serão fundamentais para reconhecer essas mudanças no meio de um fluxo contínuo de dados e permitir que a comunidade científica reaja a elas”, acrescenta.

Lançamento será feito por foguete da SpaceX

O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman será lançado a bordo de um foguete Falcon Heavy, da SpaceX, a partir do Complexo de Lançamento 39A do Centro Espacial Kennedy, na Flórida (EUA).

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A NASA prevê a decolagem para não antes das 8h26 deste domingo (30), no horário de Brasília. O lançamento, porém, está sujeito às condições técnicas e meteorológicas.

Depois do lançamento, o observatório seguirá para uma região localizada a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, nas proximidades do ponto de Lagrange L2, também utilizado pelo Telescópio Espacial James Webb.

Antes de começar as observações científicas, o Roman passará pelas etapas de viagem, posicionamento e comissionamento.

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Confira o Olhar Digital News na íntegra (27/08/2026)

Redação Informe 360

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Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira (27/08).

Carros voadores já têm “aeroporto” sendo testado em SP

Um simulador desenvolvido por pesquisadores do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e da VertiMob Infrastructure reproduziu pousos, decolagens e o fluxo de passageiros de futuros carros voadores no Aeroporto de São José dos Campos, no interior de São Paulo.

Big techs pedem resposta global contra ameaças digitais envolvendo IA

Mais de 100 empresas de tecnologia ao redor do mundo, entre elas OpenAI e Anthropic, assinaram uma carta aberta cobrando uma ação conjunta e internacional para fortalecer as defesas cibernéticas diante dos riscos ampliados pela inteligência artificial.

Gigante chinesa abre data centers no Brasil

A Alibaba Cloud, empresa de computação em nuvem e IA da gigante chinesa, começou oficialmente a operar no Brasil. A estrutura montada pela companhia por aqui conta com dois data centers e foi criada para atender empresas, startups, desenvolvedores e instituições públicas com serviços de nuvem.

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Lua vai sumir no céu em eclipse lunar parcial

Entre a noite desta quinta-feira (27) e a madrugada de sexta-feira (28) acontece o último eclipse de 2026. Trata-se de um eclipse lunar parcial que promete chamar a atenção pelo elevado grau de escuridão cobrindo a superfície da Lua, que pode ganhar tons escuros.

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