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Quer comprar uma lava e seca? 5 coisas que você precisa saber antes de adquirir a máquina

Redação Informe 360

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Comprar uma lava e seca pode parecer a solução perfeita para quem deseja unir praticidade, economia de espaço e tecnologia na rotina de lavar roupas.

Com um único aparelho, você lava, seca e ainda economiza tempo, eliminando a necessidade de transferir roupas entre máquina de lavar e secadora. Mas antes de investir nesse equipamento, é importante conhecer alguns pontos que farão toda a diferença na sua experiência e no resultado final das roupas.

Afinal, não basta apenas adquirir a máquina; é preciso entender como ela funciona, quais cuidados são essenciais e como escolher o modelo ideal para o seu perfil.

Se você está pensando em comprar uma lava e seca, este texto traz cinco aspectos fundamentais que você deve saber antes da compra. Com essas informações, você evitará surpresas desagradáveis e garantirá o melhor desempenho e durabilidade do seu novo aparelho.

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5 coisas que você precisa saber antes de adquirir uma lava e seca

Capacidade: Saiba escolher o tamanho ideal para sua casa

Um dos principais fatores para considerar na hora de comprar uma lava e seca é a capacidade do equipamento.

LAVADORA
Lava e Seca na área de serviço de uma casa (Imagem: Pixel-Shot/Shutterstock)

Ela determina a quantidade de roupas que você pode lavar e secar por ciclo, e varia bastante entre os modelos.

Lava e seca muito pequenas, com capacidade para 7 a 8 kg, são indicadas para solteiros, casais ou quem tem uma rotina leve de lavagem. Já para famílias maiores, com quatro ou mais pessoas, o ideal é buscar máquinas com capacidade acima de 10 kg.

Comprar um equipamento com capacidade insuficiente faz com que você precise fazer mais ciclos, aumentando o consumo de energia e desgaste da máquina.

Por outro lado, uma máquina muito grande pode ser um gasto desnecessário se você não utilizar toda essa capacidade. Avalie a quantidade média de roupas que você lava por semana e escolha um modelo compatível para evitar surpresas.

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Consumo de energia: avalie a eficiência para evitar gastos altos

Outro ponto essencial é o consumo energético. Lava e seca combinam dois processos que exigem mais energia que uma máquina de lavar tradicional, principalmente na etapa de secagem. Por isso, verificar o selo de eficiência energética do aparelho é fundamental para garantir economia a longo prazo.

Modelos com classificação A no Inmetro são mais indicados para quem quer economizar na conta de luz, apesar de geralmente terem preço mais alto.

Além disso, veja se a máquina oferece programas de lavagem e secagem que otimizem o uso de energia, como ciclos rápidos e modos econômicos. Esses recursos ajudam a reduzir o impacto no bolso e ainda aceleram o processo quando necessário.

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  • 5 dicas para usar melhor sua lava e seca

Programas e funcionalidades: busque versatilidade para diferentes tecidos

A lava e seca deve atender às suas necessidades específicas, o que inclui ter programas adequados para diferentes tipos de tecidos e níveis de sujeira.

Roupas dobradas, sendo que uma está nas mãos de uma mulher
Dicas podem te ajudar na hora de secar suas vestimentas, bem como a técnica holandesa (Imagem: Kmpzzz/Shutterstock)3

Alguns modelos oferecem uma variedade maior de ciclos, como roupas delicadas, algodão, jeans, roupas de bebê, roupas esportivas, entre outros. Isso é importante para preservar a qualidade das peças e evitar danos.

Além disso, alguns aparelhos contam com funções extras como vapor para tirar odores e amaciar roupas, sensor de umidade para ajustar o tempo de secagem e tecnologias antirrugas. Vale a pena considerar esses detalhes para garantir um resultado mais eficiente e prático no dia a dia.

Espaço disponível e instalação: verifique antes de comprar

Antes de decidir pela compra da lava e seca, certifique-se de que o local onde você pretende instalar o equipamento comporta o tamanho e peso da máquina.

Lava e seca tendem a ser mais pesadas e volumosas que máquinas de lavar tradicionais, justamente por reunir as duas funções em um único aparelho.

Além disso, confira a necessidade de ligação elétrica adequada, saída para escoamento de água e, em alguns casos, ventilação para o processo de secagem.

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Se o espaço for pequeno, modelos com abertura frontal costumam ser mais recomendados por facilitar o carregamento e economizar área útil. Planejar essa etapa evita transtornos na instalação e uso futuro.

Manutenção e assistência técnica: pesquise a reputação da marca

Investir em uma lava e seca também significa considerar os custos e facilidade de manutenção. Como é um equipamento mais complexo que uma máquina de lavar convencional, problemas podem exigir visitas técnicas especializadas.

Laca e seca da marca LG (Imagem: Divulgação / Amazon)

Antes de comprar, pesquise a reputação da marca em relação a durabilidade, disponibilidade de peças e qualidade do atendimento.

Também vale verificar se há assistência técnica autorizada próxima à sua região para agilizar eventuais reparos. Ter esse cuidado ajuda a evitar frustrações e garante que você possa aproveitar seu investimento por mais tempo.

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Copos de papel descartáveis também liberam plástico quando entram em contato com calor

Redação Informe 360

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Copos de papel descartáveis usados para café, chá e outras bebidas quentes podem liberar milhões de partículas de plástico. É o que aponta um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Queensland (UQ), na Austrália, com recipientes revestidos por polietileno (PE) ou ácido polilático (PLA).

Os dois tipos de revestimento liberaram partículas quando entraram em contato com água quente. Nos experimentos, porém, os copos com PLA, considerado biodegradável, apresentaram uma liberação de partículas aproximadamente 12 vezes maior em massa total do que aqueles revestidos com PE.

Microplásticos contaminação
Um simples café quente pode entrar em contato com partículas liberadas pelo revestimento interno do copo descartável. Imagem: Svetlozar Hristov/iStock

O papel esconde uma camada plástica

Para entender a liberação de partículas, os pesquisadores analisaram dois tipos de copos descartáveis: aqueles revestidos internamente com polietileno (PE) e os que usam ácido polilático (PLA), uma alternativa biodegradável ao plástico convencional.

Embora sejam chamados de copos de papel, esses recipientes normalmente recebem uma fina camada de material plástico na parte interna. O objetivo é evitar que a bebida atravesse o papel e, ao mesmo tempo, ajudar o copo a manter sua estrutura quando entra em contato com líquidos.

É justamente essa camada que entrou no foco do estudo. Quando os copos foram expostos à água quente, tanto o PE quanto o PLA liberaram partículas plásticas. A diferença apareceu na quantidade liberada por cada material.

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Um copo feito principalmente de papel não significa que o copo seja livre de plástico, porque muitos contêm um fino revestimento plástico que proporciona resistência à água e integridade estrutural.

Dr. Elvis Okoffo, pesquisador da Queensland Alliance for Environmental Health Sciences (QAEHS), da Universidade de Queensland, em nota.

PLA liberou mais partículas

A diferença entre os materiais apareceu nas medições. Os pesquisadores encontraram aproximadamente 4,3 milhões de nanopartículas por mililitro nos copos com PLA. Nos recipientes revestidos com PE, foram cerca de 2,7 milhões de partículas por mililitro.

As nanopartículas são extremamente pequenas: têm espessura equivalente a cerca de um milésimo da de um fio de cabelo humano.

Os principais resultados do experimento foram:

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  • Os revestimentos de PE liberaram partículas plásticas na presença de água quente.
  • O mesmo ocorreu com os copos revestidos de PLA.
  • A massa total de partículas liberada pelo PLA foi aproximadamente 12 vezes maior.
  • Copos de PLA apresentaram cerca de 4,3 milhões de nanopartículas por mililitro.
  • Nos copos de PE, foram registradas aproximadamente 2,7 milhões de partículas por mililitro.
Os efeitos das partículas plásticas sobre a saúde humana ainda não estão claros, segundo os pesquisadores. Imagem: Deemerwha studio/Shutterstock

O impacto na saúde ainda é incerto

Os pesquisadores não afirmam que o consumo de bebidas em copos descartáveis cause problemas de saúde. O que acontece com essas partículas depois que chegam ao organismo ainda não está claro.

“Isso não significa necessariamente que as pessoas devam parar de usar copos de papel, ou que o PLA seja inerentemente inseguro”, disse Okoffo.

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  • Microplásticos no dia a dia: onde eles estão sem você notar
  • Cinco perguntas sobre microplásticos que você precisa fazer
  • Plástico “vivo” usa bactérias para se autodestruir sob comando

Para o pesquisador, os materiais usados em produtos que entram em contato com alimentos precisam ser avaliados também pela quantidade de partículas que podem liberar durante o uso cotidiano.

A equipe defende que consumidores recebam informações sobre os materiais presentes nos revestimentos e que órgãos reguladores considerem testes de liberação de micro e nanoplásticos na avaliação de segurança de produtos destinados a bebidas quentes.

“Os formuladores de políticas e reguladores poderiam considerar se os testes de liberação de micro e nanoplásticos deveriam fazer parte da avaliação de segurança dos materiais que entram em contato com alimentos, especialmente produtos desenvolvidos para bebidas quentes”, afirmou.

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Novo telescópio da NASA tem participação brasileira

Redação Informe 360

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A NASA lança, neste domingo (30), às 8h26 (horário de Brasília), o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, observatório de nova geração que terá campo de visão pelo menos 100 vezes maior que o do Hubble.

Durante sua missão primária, prevista para durar cinco anos, o equipamento deverá observar mais de um bilhão de galáxias e ajudar cientistas a investigar a energia escura, exoplanetas, supernovas e outros fenômenos do Universo.

O Brasil terá participação estratégica em uma das etapas mais importantes da missão: o processamento do enorme volume de dados produzido pelo telescópio.

O Laboratório de Computação e Inteligência Artificial (LAB-IA), do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), desenvolve o Arandu, um broker de alertas astronômicos preparado para processar, filtrar e classificar os eventos identificados pelo Roman. O nome Arandu significa “sabedoria” em tupi-guarani.

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A tecnologia será utilizada para ajudar pesquisadores a encontrar os fenômenos mais relevantes em meio ao grande fluxo de informações produzido pelo observatório, permitindo que cientistas identifiquem rapidamente eventos que merecem acompanhamento.

Como o Arandu vai ajudar os pesquisadores

  • Os brokers de alertas astronômicos são sistemas computacionais que recebem notificações geradas a partir das observações dos telescópios, cruzam essas informações com catálogos e registros anteriores, classificam os eventos e entregam aos astrônomos dados relacionados aos objetos que eles desejam estudar;
  • Esse processo será fundamental para transformar a enorme quantidade de informações produzida pelo Roman em descobertas científicas;
  • Desenvolvido com participação do LAB-IA no Brasil, o Arandu será especializado na análise de fenômenos que mudam com o tempo, conhecidos como eventos transitórios ou variáveis;
  • Entre eles estão explosões estelares, mudanças no brilho de estrelas e outros acontecimentos que exigem identificação rápida para que possam ser acompanhados por pesquisadores e por outros observatórios.

“O Roman produzirá um volume de dados que torna inviável examinar cada detecção manualmente. O Arandu usará inteligência artificial [IA] para organizar e classificar esse fluxo, ajudando os cientistas a encontrar os eventos mais relevantes para suas pesquisas”, afirma Clécio Roque De Bom, cientista e coordenador científico do CBPF e do LAB-IA.

Segundo ele, a participação brasileira coloca o país em etapa importante da astronomia contemporânea. “Essa solução desenvolvida e operada localmente insere a ciência brasileira em etapa decisiva da astronomia contemporânea: a transformação de grandes volumes de dados em conhecimento científico”, acrescenta.

Um “Hubble” com visão muito mais ampla

O Roman terá um espelho principal de 2,4 metros de diâmetro, o mesmo tamanho do espelho do Hubble. Com isso, suas imagens terão sensibilidade e resolução comparáveis às do telescópio espacial lançado em 1990.

A principal diferença estará na área do céu observada de uma só vez. O campo de visão do Roman será pelo menos 100 vezes maior que o do Hubble, permitindo que o novo observatório registre regiões extensas do céu com elevado nível de detalhe.

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Instrumento de Campo Amplo Nancy Grace Roman
Instrumento de Campo Amplo do telescópio Roman em uma sala limpa da NASA; com tamanho de uma geladeira, esta câmera de 300 MP ajudará a estudar o Universo e mundos distantes – Imagem: Chris Gunn/NASA

Durante os cinco anos previstos para sua missão primária, o telescópio poderá medir a luz de mais de um bilhão de galáxias.

Um de seus principais levantamentos deverá cobrir mais de cinco mil graus quadrados, aproximadamente 12% de todo o céu. O estudo combinará imagens e espectroscopia para investigar como o Universo se formou e evoluiu.

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  • NASA lança Telescópio Espacial Nancy Grace Roman: assista com o Olhar Digital!
  • NASA vai lançar telescópio Roman para criar o “Google Maps” do Universo
  • A mulher que enxergou o futuro: a história de Nancy Grace Roman

Telescópio poderá revelar mais de 100 mil mundos

O Roman também realizará observações repetidas de regiões próximas ao centro da Via Láctea. Essa estratégia permitirá detectar mudanças no céu em intervalos curtos e produzir um levantamento estatístico dos sistemas planetários da nossa galáxia.

A expectativa da NASA é que a missão revele mais de 100 mil mundos, incluindo exoplanetas e corpos que vagam pelo espaço sem orbitar uma estrela.

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O telescópio também observará fenômenos muito mais distantes da Via Láctea. A previsão é que o Roman identifique milhares de supernovas do tipo Ia. Essas explosões estelares podem ser utilizadas como referências para medir distâncias cósmicas.

Os dados obtidos permitirão aos pesquisadores estudar como a expansão do Universo mudou ao longo do tempo e investigar melhor a natureza da energia escura, fenômeno associado à aceleração dessa expansão.

“O diferencial do Roman não está apenas na quantidade de objetos que poderá observar, mas na possibilidade de acompanhar um Universo em transformação”, explica De Bom. “Sistemas, como o Arandu, serão fundamentais para reconhecer essas mudanças no meio de um fluxo contínuo de dados e permitir que a comunidade científica reaja a elas”, acrescenta.

Lançamento será feito por foguete da SpaceX

O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman será lançado a bordo de um foguete Falcon Heavy, da SpaceX, a partir do Complexo de Lançamento 39A do Centro Espacial Kennedy, na Flórida (EUA).

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A NASA prevê a decolagem para não antes das 8h26 deste domingo (30), no horário de Brasília. O lançamento, porém, está sujeito às condições técnicas e meteorológicas.

Depois do lançamento, o observatório seguirá para uma região localizada a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, nas proximidades do ponto de Lagrange L2, também utilizado pelo Telescópio Espacial James Webb.

Antes de começar as observações científicas, o Roman passará pelas etapas de viagem, posicionamento e comissionamento.

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Confira o Olhar Digital News na íntegra (27/08/2026)

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Carros voadores já têm “aeroporto” sendo testado em SP

Um simulador desenvolvido por pesquisadores do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e da VertiMob Infrastructure reproduziu pousos, decolagens e o fluxo de passageiros de futuros carros voadores no Aeroporto de São José dos Campos, no interior de São Paulo.

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Gigante chinesa abre data centers no Brasil

A Alibaba Cloud, empresa de computação em nuvem e IA da gigante chinesa, começou oficialmente a operar no Brasil. A estrutura montada pela companhia por aqui conta com dois data centers e foi criada para atender empresas, startups, desenvolvedores e instituições públicas com serviços de nuvem.

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Lua vai sumir no céu em eclipse lunar parcial

Entre a noite desta quinta-feira (27) e a madrugada de sexta-feira (28) acontece o último eclipse de 2026. Trata-se de um eclipse lunar parcial que promete chamar a atenção pelo elevado grau de escuridão cobrindo a superfície da Lua, que pode ganhar tons escuros.

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