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5 fones de ouvido TWS para comprar em 2025 – são opções sem fio e com Bluetooth

Os fones de ouvido TWS conquistaram espaço na rotina de muitas pessoas por oferecerem liberdade total e praticidade diária. Esses aparelhos eliminam os cabos e permitem o uso em qualquer lugar com mais conforto, seja no trabalho, no transporte ou durante atividades físicas.
A sigla TWS significa True Wireless Stereo, que quer dizer “estéreo verdadeiramente sem fio”. Isso significa que não existe cabo ligando um fone ao outro, nem qualquer fio conectando-os ao dispositivo. A comunicação entre os fones e o aparelho ocorre via Bluetooth, garantindo mobilidade completa.
A seguir, apresentamos cinco modelos interessantes de fones TWS para você comprar nesse ano!

5 fones de ouvido TWS para comprar em 2025
- JBL Live Free 2
- Baseus Bowie MA10
- QCY HT08 Melobuds Pro
- Philips TAT1109WT/00
- Edifier W200T
JBL Live Free 2

Para quem busca um fone confiável e prático, este modelo TWS da JBL pode ser uma excelente opção. Ele conta com drivers de 11 mm e oferece boa resposta em graves, médios e agudos. Seu design ergonômico tem formato oval. O aparelho possui 6 microfones (3 em cada lado) com tecnologia beamforming, que focam na voz do usuário e reduzem ruídos ao redor durante chamadas.
Ele ainda apresenta recursos como cancelamento de ruído ativo e adaptativo, que reduzem sons externos automaticamente. Os modos Smart Ambient e TalkThru permitem que o usuário ouça o ambiente ao redor ou converse sem tirar os fones.
A bateria dura até 35 horas no total: 7 horas nos fones e mais 28 horas com o estojo. O carregamento é rápido e pode ser feito também por bases de carregamento sem fio compatíveis com o padrão Qi.
O Live Free 2 também suporta conexão multiponto, permitindo que o usuário pareie com dois dispositivos simultaneamente. Além disso, ele oferece resistência à água com certificação IPX5 e conexão via Bluetooth 5.2.
Você pode comprar este fone TWS por cerca de R$ 500 na Amazon.
Baseus Bowie MA10

Um fone TWS de ótimo custo-benefício, o Bowie MA10 oferece cancelamento de ruído ativo, que reduz sons externos em até 48 dB e ajuda o usuário a ouvir com mais clareza em ambientes barulhentos. Este dispositivo da Baseus utiliza Bluetooth 5.3, que garante uma conexão rápida e estável com outros aparelhos.
O fone possui resistência à água com certificação IPX6, o que permite ao usuário utilizá-lo durante exercícios ou em dias de chuva leve.
No quesito autonomia da bateria, o fone oferece até 8 horas de uso contínuo com 70% do volume. O estojo de 2600 mAh permite até 140 horas de funcionamento, somando as recargas. O carregamento do estojo é feito por cabo USB-C.
Você pode comprar este fone TWS por cerca de R$ 300 na Amazon.
QCY HT08 Melobuds Pro

Outro fone tws de ótimo custo-benefício é este modelo da QCY. O Melobuds Pro possui cancelamento de ruído adaptativo de até 46dB, reduzindo ruídos em até 99%. Ele oferece quatro modos de cancelamento, com três níveis ajustáveis em cada modo. O fone reproduz som estéreo 360º para áudio espacial.
Ele conta ainda com modo de dupla transparência, que permite ouvir o ambiente sem tirar os fones, com seis níveis de ajuste. O dispositivo usa seis microfones com tecnologia ENC e anti-vento para chamadas claras. A detecção inteligente pausa e reproduz automaticamente ao tirar ou colocar os fones.
O fone suporta conexão multiponto para usar dois dispositivos ao mesmo tempo. A bateria dura até 34 horas com o estojo, sendo 30 horas com ANC ligado. O carregamento rápido oferece 1 hora de uso com 10 minutos de carga. A conexão ocorre via Bluetooth 5.3, com alcance de até 10 metros. O fone tem resistência à água com certificação IPX5 contra suor e respingos.
Você pode comprar este fone TWS por cerca de R$ 260 na Amazon.
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Philips TAT1109WT/00

Entre as opções de fones TWS econômicos, o Philips TAT1109WT/00 se destaca como uma escolha segura. Esse fone tem estrutura ergonômica e pontas de silicone intercambiáveis, que se ajustam ao formato do ouvido.
O modelo reproduz som natural com graves intensificados ao tocar o lado esquerdo. Os drivers de 10 mm geram áudio com ênfase nos sons graves. O microfone com redução de ruído capta a voz com mais clareza em chamadas.
Ele ainda apresenta conexão Bluetooth 5.4, que funciona de forma estável até 10 metros. A bateria oferece até 6 horas de uso contínuo e 24 horas com o estojo. O estojo é compacto, tem entrada USB-C e permite carga rápida de 15 minutos para 1 hora extra. O fone possui certificação IPX4, que protege contra suor e respingos.
Você pode comprar este fone TWS por cerca de R$ 160 na Amazon.
Edifier W200T

Este modelo TWS da Edifier é outra opção com preço competitivo e recursos funcionais para o uso diário. Os drivers de 13 mm do W200T oferecem som equilibrado com graves reforçados.
O fone usa Bluetooth 5.4, garantindo conexão estável, rápida e com latência muito baixa. Essa característica o torna adequado para jogos e vídeos. A bateria do aparelho dura até 32 horas, sendo 6 horas nos fones e 26 horas no estojo.
O carregamento rápido leva cerca de 15 minutos. Os microfones possuem cancelamento de ruído por IA, que melhora a clareza nas chamadas. O pareamento duplo permite que o usuário conecte dois dispositivos ao mesmo tempo. O design ergonômico proporciona conforto e fixação segura. O fone tem resistência IP54 contra poeira e respingos.
Você pode comprar este fone TWS por cerca de R$ 250 na Amazon.
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Confira o Olhar Digital News na íntegra (15/10/2026)
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira (15/10).
OpenAI alerta Polícia Federal sobre ameaças contra Lula feitas no ChatGPT
A OpenAI comunicou à Polícia Federal que identificou conversas no ChatGPT em que um usuário manifestou a intenção de atacar ou ameaçar o presidente Lula, candidato à reeleição pelo PT. O órgão encaminhou os documentos recebidos ao Ministério da Justiça, que deverá decidir se abre dois inquéritos sobre o caso.
Anthropic é pressionada a adiar IPO por riscos da IA
Mark Levine, controlador financeiro da cidade de Nova York, pediu que a Anthropic adie sua oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos, prevista para ocorrer ainda neste ano. Segundo ele, primeiro é preciso resolver as questões de segurança, governança e velocidade de desenvolvimento da inteligência artificial.
Viagem até Saturno: a jornada mais ambiciosa da exploração planetária do século XX
Há exatos 29 anos, o lançamento de uma sonda espacial deu início à jornada mais ambiciosa da exploração planetária do século XX. O audacioso projeto tinha como objetivo viajar bilhões de quilômetros até Saturno para tentar o primeiro pouso na superfície de uma lua do Sistema Solar exterior.
Starship retorna à base da SpaceX após pouso histórico no mar
Quase três meses depois de seu lançamento, a Ship 40 retornou à base da SpaceX, no Texas. Ela decolou em 24 de julho, acoplada ao propulsor Super Heavy Booster 20, durante o 13º voo de teste da Starship. A missão terminou com um pouso controlado no Oceano Índico.
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Apple supera R$ 25,2 trilhões em valor de mercado e desafia novo CEO a avançar em IA

A Apple encerrou o pregão desta quarta-feira (14) avaliada em US$ 5,005 trilhões (cerca de R$ 25,2 trilhões), tornando-se a segunda empresa da história a fechar o dia acima da marca de US$ 5 trilhões em valor de mercado.
O feito consolida o legado de Tim Cook e estabelece desafio para seu sucessor, John Ternus: manter o crescimento da companhia e fortalecer sua posição na corrida pela inteligência artificial (IA).
As ações da fabricante do iPhone fecharam em nível recorde, levando a capitalização de mercado a superar por pouco o patamar histórico. A empresa já havia ultrapassado US$ 5 trilhões durante o pregão em outras seis ocasiões, mas nunca tinha encerrado uma sessão acima desse valor. A Nvidia foi a primeira companhia a atingir esse marco.
A mudança de comando ocorre depois de 15 anos de Cook à frente da Apple. Durante sua gestão, encerrada em 31 de agosto, o valor de mercado da companhia multiplicou-se por 13, enquanto as vendas anuais de iPhones quase quadruplicaram.
Legado de Tim Cook inclui serviços e novos produtos
- Cook ampliou o negócio de serviços da Apple, que passou de receita anual de US$ 10 bilhões (R$ 50,4 bilhões) para mais de US$ 100 bilhões (R$ 504 bilhões). Também lançou produtos, como Apple Watch e AirPods, que, juntos, geram mais de US$ 30 bilhões (R$ 151,2 bilhões) por ano;
- Outro componente da estratégia foi a devolução de capital aos acionistas. A empresa destinou mais de US$ 1 trilhão (R$ 5,04 trilhões) a recompras de ações e pagamento de dividendos;
- A Apple também manteve os investimentos em capital relativamente contidos quando comparados aos de rivais que passaram a gastar somas enormes na construção de centros de dados para IA. Em vez de priorizar expansão de infraestrutura nessa escala, a empresa concentrou esforços na venda de dispositivos e de serviços com margens elevadas;
- Essa abordagem ajudou a sustentar os retornos aos investidores e limitou parte dos riscos associados à expansão de infraestrutura;
- As ações da Apple continuam sendo negociadas com prêmio em relação ao conjunto do S&P 500, mesmo com ritmo de crescimento da receita inferior à média do índice. Analistas atribuem essa valorização à previsibilidade dos negócios e à percepção de que a companhia oferece relativa segurança aos investidores.
Chips mais caros pressionam margens
A estratégia enfrenta novos desafios. A demanda por componentes usados em centros de dados de IA provocou escassez e aumentou os custos de chips de memória e armazenamento utilizados em iPhones, Macs e iPads.
A Apple respondeu elevando os preços de seus dispositivos, inclusive de modelos antigos de iPhone que normalmente ficariam mais baratos após o lançamento de novas versões. Em tese, os reajustes podem levar consumidores a adiar a troca de aparelhos, afetando as vendas.
Até agora, porém, a reação do mercado tem sido positiva: desde a primeira rodada de aumentos de preços, as ações da empresa avançaram 25%.
Para o analista Wamsi Mohan, do Bank of America, investidores acreditam que os consumidores continuarão dispostos a pagar mais pelos aparelhos. Assim, a companhia poderia preservar ou até ampliar o lucro total, mesmo com margens menores.
Mohan também apontou, ao The Wall Street Journal, o potencial do novo iPhone dobrável, chamado iPhone Duo, e das novidades de IA da Siri para estimular a troca de dispositivos.

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IA é o maior desafio de Ternus
A IA é considerada um dos pontos mais frágeis da estratégia da Apple. A empresa não conseguiu desenvolver um modelo de fronteira próprio que competisse com os principais sistemas do mercado e permitiu que a Siri ficasse atrás de assistentes rivais. O lançamento do ChatGPT também elevou as expectativas dos consumidores sobre o que chatbots podem fazer em smartphones.
A companhia tenta mudar esse cenário com nova versão da Siri, desenvolvida com ajuda do Google e lançada no outono do Hemisfério Norte.
Embora o assistente ainda apresente limitações em comparação com concorrentes, sua integração direta ao iPhone representa uma vantagem: a Apple controla o dispositivo usado por milhões de pessoas e tem acesso a informações pessoais que, com as devidas permissões, poderiam viabilizar funções mais contextualizadas.
O problema é que a evolução dos agentes de IA avança rapidamente. Sistemas capazes de executar tarefas em nome dos usuários aumentam a pressão para que a Apple desenvolva recursos competitivos e mantenha sua relevância no mercado.
OpenAI também quer disputar o mercado de dispositivos
A concorrência não se limita aos softwares. A OpenAI planeja lançar uma família de dispositivos com IA e contratou centenas de ex-funcionários da Apple para impulsionar sua estratégia de hardware.
Em julho, a Apple processou a OpenAI, acusando a companhia de roubar segredos comerciais. A OpenAI afirmou não ter conhecimento de evidências que sustentem a reclamação.
Em nova manifestação judicial nesta quarta-feira, a OpenAI acusou a Apple de contratar um de seus funcionários, que teria levado arquivos confidenciais consigo. A fabricante do iPhone respondeu que não encontrou evidências que sustentem essa alegação.
A disputa mostra que o controle dos dispositivos pode ser tão importante quanto o desenvolvimento dos modelos de IA. Se a OpenAI conseguir estabelecer nova forma de interação entre pessoas e tecnologia, poderá desafiar uma posição que a Apple consolidou com o iPhone.
Para Ternus, o avanço da IA será decisivo para definir a próxima fase da empresa. O novo CEO terá de transformar a IA em fonte de inovação e crescimento sem abandonar a disciplina financeira que marcou a gestão de Cook.
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Justiça obriga OpenAI a entregar documentos de contratação em processo da Apple

A Justiça dos Estados Unidos determinou que a OpenAI entregue documentos relacionados à contratação de ex-funcionários da Apple, em processo no qual a fabricante do iPhone acusa a empresa de inteligência artificial (IA) de se beneficiar de informações comerciais confidenciais.
A decisão, proferida nesta terça-feira (13), permite que a Apple tenha acesso antecipado a registros de entrevistas, mensagens privadas e outras evidências que podem ajudar a esclarecer as acusações.
O juiz federal Edward Davila, responsável pelo caso no Distrito Norte da Califórnia, concedeu parte dos pedidos apresentados pela Apple para acelerar a fase de produção de provas. A OpenAI terá cinco dias para entregar os materiais que já reuniu e 14 dias para apresentar os demais documentos abrangidos pela determinação.
A disputa está relacionada à contratação de antigos funcionários da Apple pela OpenAI, especialmente para equipes envolvidas no desenvolvimento de produtos de hardware e robótica. A empresa de Tim Cook suspeita que informações confidenciais sobre tecnologias e produtos ainda não lançados tenham sido obtidas e utilizadas indevidamente durante esse processo.
Quais documentos a OpenAI terá de entregar?
- A determinação judicial abrange diferentes categorias de materiais que podem ajudar a reconstruir como informações da Apple teriam circulado durante o recrutamento de funcionários;
- Entre os documentos solicitados estão listas de verificação, guias, instruções, manuais e roteiros utilizados nas entrevistas de candidatos provenientes da Apple para a equipe de produtos de hardware de consumo da OpenAI;
- A empresa também deverá apresentar apresentações técnicas e outros registros que documentem o conteúdo dessas entrevistas, incluindo eventuais referências a tecnologias, componentes e projetos da fabricante do iPhone;
- Outro ponto importante envolve as evidências digitais. A decisão prevê a entrega de imagens forenses de dispositivos já coletadas no contexto das acusações, além de conversas privadas trocadas pelo aplicativo de mensagens LINE entre Chang Liu e Alyssa Peng desde janeiro de 2026;
- O juiz também autorizou depoimentos antecipados de três ex-funcionários da Apple: Chang Liu, Alyssa Peng e Tang Yew Tan, atual diretor de hardware da OpenAI. Os depoimentos deverão ajudar a esclarecer as circunstâncias das contratações e o possível uso de informações confidenciais;
- A Apple argumenta que o acesso antecipado é necessário para compreender a extensão do suposto desvio de segredos comerciais e fundamentar seu pedido de medidas judiciais contra os envolvidos.
Apple acusa ex-funcionários de levar informações confidenciais
A Apple entrou com a ação em julho de 2026, alegando que antigos funcionários teriam obtido ou utilizado indevidamente informações relacionadas a produtos e tecnologias ainda não anunciados.
Entre as acusações estão o download de documentos técnicos confidenciais em computadores fornecidos pela Apple, a retenção de equipamentos corporativos após o desligamento e o compartilhamento de informações com outros profissionais interessados em trabalhar na OpenAI.
A fabricante também afirma que candidatos teriam sido orientados sobre quais conhecimentos estudar para entrevistas e que o processo de recrutamento teria sido usado para obter detalhes sobre projetos sigilosos, componentes e métodos de desenvolvimento.
Um dos nomes centrais da disputa é Tang Yew Tan, que trabalhou na Apple por 24 anos e ocupou o cargo de vice-presidente de design de produtos para o iPhone e o Apple Watch antes de ingressar na OpenAI. Chang Liu, outro ex-funcionário citado no processo, teria trabalhado durante oito anos na Apple como engenheiro sênior de sistemas elétricos.
A Apple sustenta que as informações envolvidas na disputa incluem especificações técnicas, apresentações de engenharia, dados de projetos proprietários e detalhes sobre tecnologias ainda não lançadas.
Essas alegações fazem parte do processo judicial e ainda não representam uma conclusão definitiva de que houve roubo de segredos comerciais.

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Disputa envolve futuro dispositivo de hardware da OpenAI
O processo ocorre enquanto a OpenAI trabalha no desenvolvimento de produtos físicos voltados ao consumidor. A empresa adquiriu a startup io, ligada ao ex-chefe de design da Apple Jony Ive, em negócio anunciado em 2025 por US$ 6,5 bilhões (cerca de R$ 35 bilhões).
A iniciativa ampliou as ambições da OpenAI no mercado de hardware, em momento no qual a companhia busca levar suas tecnologias de inteligência artificial (IA) para além dos computadores e smartphones tradicionais.
A Apple considera que informações confidenciais sobre seus projetos podem ter sido incorporadas aos esforços de desenvolvimento da OpenAI. A disputa, portanto, não se limita à saída de profissionais de uma empresa para outra: envolve a possibilidade de utilização de conhecimentos protegidos por segredo comercial em produtos concorrentes.
A OpenAI, por sua vez, contestou as acusações e classificou o processo como infundado. A empresa também argumenta que a ação seria uma tentativa da Apple de compensar dificuldades na disputa por talentos do setor tecnológico.
Até agora, não há decisão definitiva sobre a existência de apropriação indevida de informações nem sobre o eventual impacto dessas informações nos produtos desenvolvidos pela OpenAI.
Juiz rejeita parte dos pedidos da Apple
Embora tenha autorizado o acesso antecipado a documentos de contratação, mensagens e evidências digitais, Davila não atendeu a todas as solicitações da Apple.
O juiz rejeitou o pedido para acelerar a entrega de documentos relacionados às pesquisas e ao desenvolvimento da OpenAI em áreas como acabamentos metálicos, gerenciamento de energia e funcionamento de baterias para dispositivos de consumo.
Esses materiais poderão ser solicitados durante a fase regular de produção de provas, mas não terão o mesmo tratamento prioritário concedido aos registros de entrevistas e às demais evidências previstas na decisão.
O magistrado também deixou em aberto alguns pedidos mais amplos relacionados ao que a Apple chama de informações originadas na própria empresa. Segundo a decisão, a definição apresentada era vaga demais e poderia impor uma tarefa excessivamente onerosa à OpenAI. A Apple poderá tentar reformular o pedido para torná-lo mais específico.
A decisão sobre a produção antecipada de provas ocorre às vésperas de audiência marcada para discutir o pedido da OpenAI para encerrar o processo e a solicitação da Apple por uma liminar que impeça o uso dos segredos comerciais supostamente envolvidos.
A disputa judicial ainda está em andamento. Os documentos e depoimentos autorizados poderão ampliar o conjunto de evidências disponível às partes, mas não determinam, por si só, o resultado final do caso.
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