Ligue-se a nós

Negócios

Trabalho Híbrido: uma Escolha Sustentável

Redação Informe 360

Publicado

no

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Nos últimos anos, o modelo híbrido de trabalho tem se consolidado como uma das maiores transformações no universo corporativo. Muito além da flexibilização da jornada e da busca por equilíbrio entre vida pessoal e profissional, ele se revelou uma poderosa alavanca para mudanças positivas no meio ambiente. Estudos recentes mostram que, ao permitir que as pessoas trabalhem de casa ou de espaços próximos às suas residências, o modelo híbrido reduz drasticamente a emissão de gases de efeito estufa – e contribui diretamente para uma economia mais sustentável.

Uma pesquisa realizada pela IWG, em parceria com a consultoria Arup, revelou que o modelo híbrido com foco em espaços de trabalho próximos de casa pode reduzir as emissões de carbono em até 90% em cidades como Atlanta (EUA) e 49% em Londres. A maior parte dessa economia vem da redução no uso de automóveis, mas também há impacto positivo na forma como os edifícios são utilizados. Espaços de coworking e escritórios flexíveis tendem a ter taxas de ocupação mais altas e uso mais eficiente da energia em comparação com sedes corporativas no centro das cidades.

No Brasil, os efeitos não são diferentes. Um estudo da Fundação Dom Cabral, publicado em 2023, mostrou que empresas que adotaram o modelo híbrido reduziram em até 58% suas emissões de carbono relacionadas ao transporte de colaboradores. Essa mudança também resultou em menor consumo de combustíveis fósseis e melhor qualidade de vida para os trabalhadores – especialmente em metrópoles como São Paulo, onde o tempo médio gasto no trânsito ultrapassa 2 horas e 40 minutos por dia, segundo o Ibope.

Anúncio

A redução nas emissões é apenas uma das vantagens. Escritórios flexíveis como os da Regus, presentes em diversas cidades brasileiras, são desenhados para otimizar o consumo energético e reduzir o desperdício. Com estruturas eficientes, uso de iluminação inteligente, reaproveitamento de água e incentivo à mobilidade sustentável (com bicicletários, vestiários e vagas com carregadores para veículos elétricos), esses espaços ajudam as empresas a atingir metas ambientais sem abrir mão da produtividade.

Mas o impacto positivo do trabalho híbrido vai além da ecologia. Ele também está diretamente alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, meta global que o Brasil assumiu com o compromisso de transformar seu modelo de desenvolvimento até 2030.

Divulgação

A Regus tem a maior rede de espaços de trabalho e coworking do mundo, presente em mais de 4 mil localidades em 120 países

ENTRE OS PRINCIPAIS ODS APOIADOS PELO TRABALHO HÍBRIDO, ESTÃO:

Anúncio

ODS 7: Energia limpa e acessível: graças à redução no consumo de energia em grandes edifícios e ao uso de espaços mais eficientes.

ODS 13: Ação contra a mudança global do clima: com a queda nas emissões de CO2, o modelo híbrido é uma resposta prática ao desafio das mudanças climáticas.

ODS 3: Saúde e bem-estar: com menos deslocamentos estressantes, os profissionais ganham mais tempo livre e bem-estar.

ODS 5: Igualdade de gênero: a flexibilidade de horários contribui para maior participação de mulheres no mercado, especialmente aquelas que cuidam da família.

Anúncio

ODS 8: Trabalho decente e crescimento econômico: ao permitir a contratação de talentos de diferentes regiões, o modelo descentraliza oportunidades e impulsiona economias locais.

No Brasil, empresas que adotaram o modelo híbrido relatam maior engajamento de seus times, menores índices de absenteísmo e maior facilidade para atrair talentos – inclusive de cidades fora dos grandes centros. Isso não apenas aumenta a produtividade, mas democratiza o acesso ao mercado de trabalho, estimulando a inclusão e o crescimento regional.

Na Regus, temos orgulho de liderar essa transição. Com milhares de profissionais usando nossos espaços todos os dias no Brasil e no mundo, estamos comprometidos com a neutralidade de carbono e com soluções que apoiem um modelo de trabalho mais justo, inteligente e sustentável. Nossos espaços são projetados para impulsionar a performance de empresas, mas também para cuidar do planeta.

Diante dos desafios climáticos e sociais que enfrentamos, adotar o modelo híbrido de trabalho não é apenas uma decisão operacional – é uma escolha estratégica. Uma escolha por cidades mais humanas, empresas mais responsáveis e um futuro melhor para todos.

Anúncio

*BrandVoice é de responsabilidade exclusiva dos autores e não reflete, necessariamente, a opinião da FORBES Brasil e de seus editores.

O post Trabalho Híbrido: uma Escolha Sustentável apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Powered by WPeMatico

Anúncio
Continuar Lendo
Anúncio

Negócios

As Melhores Universidades dos Estados Unidos

Redação Informe 360

Publicado

no

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Dizer que o último ano foi difícil para as universidades americanas seria pouco. Nos últimos oito meses, o presidente Donald Trump, sua administração e parlamentares republicanos declararam uma verdadeira guerra financeira e cultural ao ensino superior: congelaram recursos de pesquisa, penalizaram esforços de diversidade nos campi, restringiram a entrada de estudantes estrangeiros, aumentaram impostos sobre alguns fundos patrimoniais e limitaram a generosidade dos programas de empréstimo estudantil.

Ainda assim, as universidades seguem oferecendo um ensino de excelência. Em 2025, o MIT (Massachusetts Institute of Technology) voltou ao 1º lugar na lista da Forbes das Melhores Universidades dos EUA, alcançando nota máxima nos 14 indicadores que usamos para definir as 500 instituições que oferecem os melhores resultados acadêmicos, financeiros e profissionais. Entre os números de destaque: três anos após a formatura, os ex-alunos têm salário mediano de US$ 110,2 mil anuais e praticamente todos os estudantes (99,8%) não abandonam o curso e retornam ao MIT após o primeiro ano.

No top 10 também estão o Williams College, em Massachusetts (#7), um dos chamados “Little Ivies”; a renomada Johns Hopkins University (#8), referência em pesquisa; e a tradicional University of California-Berkeley (#5). Cinco das oito universidades da Ivy League, conhecidas pela tradição e excelência acadêmica, aparecem entre as dez primeiras e todas estão no top 20.

Anúncio

Veja, abaixo, as 10 melhores universidades dos EUA. Confira a lista completa aqui

1. Massachusetts Institute of Technology (MIT)

  • Estado: Massachusetts (MA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 58.331
  • Dívida média: US$ 12.071
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 196.900
  • Nota financeira: A+
mit
Getty Images

O MIT é reconhecido mundialmente por sua excelência em engenharia e ciências exatas

2. Columbia University

  • Estado: Nova York (NY)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 65.173
  • Dívida média: US$ 14.737
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 159.700
  • Nota financeira: A+

3. Princeton University

  • Estado: Nova Jersey (NJ)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 60.629
  • Dívida média: US$ 7.667
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 194.100
  • Nota financeira: B+

4. Stanford University

  • Estado: Califórnia (CA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 64.164
  • Dívida média: US$ 14.075
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 181.200
  • Nota financeira: A+
stanford
Getty Images

Stanford é a segunda universidade que mais formou bilionários nos EUA

5. University of California, Berkeley

  • Estado: Califórnia (CA)
  • Tipo: Pública
  • Bolsa média: US$ 25.951
  • Dívida média: US$ 6.529
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 170.100
  • Nota financeira: A+

6. Harvard University

  • Estado: Massachusetts (MA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 64.942
  • Dívida média: US$ 8.729
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 177.400
  • Nota financeira: A+
harvard
Getty Images

A Universidade Harvard é a instituição de ensino superior mais antiga dos Estados Unidos, fundada em 1636

7. Williams College

  • Estado: Massachusetts (MA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 64.176
  • Dívida média: US$ 8.171
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 173.900
  • Nota financeira: A+

8. Johns Hopkins University

  • Estado: Maryland (MD)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 58.456
  • Dívida média: US$ 10.600
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 146.200
  • Nota financeira: A+

9. Yale University

  • Estado: Connecticut (CT)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 59.076
  • Dívida média: US$ 5.256
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 171.900
  • Nota financeira: A+

10. University of Pennsylvania (UPenn)

  • Estado: Pensilvânia (PA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 59.721
  • Dívida média: US$ 13.512
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 178.300
  • Nota financeira: A+

Para famílias que estão decidindo onde seus filhos vão estudar, o custo e a afinidade entre o estudante e a instituição (acadêmica e pessoalmente) continuam sendo os fatores mais importantes. Mas especialistas alertam que a turbulência política pode afetar a experiência dos alunos.

As 500 instituições listadas aqui são classificadas exclusivamente com base nos resultados de graduação, mas vale lembrar que o ensino de pós-graduação nos EUA deve passar por uma grande transformação: o Congresso americano limitou o valor que estudantes podem tomar emprestado e a administração Trump reduziu investimentos em pesquisa e vistos estudantis. A Forbes identificou 25 universidades privadas especialmente vulneráveis a essas mudanças.

Anúncio

Como sempre, fomos além da Ivy League para identificar as melhores escolas. No início deste ano, publicamos a segunda edição da lista “New Ivies”, que destaca 10 universidades públicas e 10 privadas que mais chamam a atenção de empregadores atualmente.

Metodologia

Classificamos faculdades e universidades dos EUA com base no retorno sobre o investimento, níveis médios de endividamento estudantil e resultados para seus graduados. As instituições tiveram melhor colocação em nossa lista se seus estudantes retornaram após o primeiro ano, se formaram no prazo, conseguiram salários altos após a graduação e deixaram a faculdade com pouca dívida estudantil.

Incorporamos os resultados de alunos de baixa renda em duas medidas, analisando de perto as taxas de graduação em seis anos e os indicadores de retorno sobre o investimento para beneficiários de bolsas de auxílio federal destinadas a estudantes com maior necessidade financeira. Também valorizamos as instituições que matricularam uma porcentagem maior de alunos de baixa renda. Para uma explicação completa de nossa metodologia, clique aqui.

O post As Melhores Universidades dos Estados Unidos apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Powered by WPeMatico

Continuar Lendo

Negócios

Fertilizantes Heringer Anuncia Troca de Presidente e Diretor Financeiro

Redação Informe 360

Publicado

no

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A Fertilizantes Heringer anunciou na quinta-feira (28) a troca de seu presidente-executivo e de seu diretor financeiro, além de outras mudanças na diretoria e no conselho de administração da companhia.

Segundo fato relevante da empresa, Rodrigo Horta Dias de Oliveira foi substituído do cargo de CEO com efeitos imediatos por Sergio Longhi Castanheiro. Oliveira também deixará o posto de vice-presidente do conselho a partir desta sexta-feira, sendo também substituído por Castanheiro, que permanecerá nos cargos até realização de assembleia prevista para ocorrer em 2027.

Já o diretor financeiro e diretor de relações com investidores, Fausto Pereira Goveia, será substituído por Gustavo Oubinha Barreiro, que assume as funções também até assembleia geral ordinária em 2027.

A companhia de fertilizantes também anunciou a troca do presidente do conselho de administração, com Aleksandr Benke deixando o lugar para Nikolay Vasilchikov assumir, além de uma mudança em um cargo de membro efetivo do colegiado.

Anúncio

Na diretoria executiva, também houve a saída dos chefes da diretoria comercial e de operações da companhia, cujos cargos permanecerão vagos, de acordo com o comunicado da empresa.

O post Fertilizantes Heringer Anuncia Troca de Presidente e Diretor Financeiro apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Powered by WPeMatico

Continuar Lendo

Negócios

Brasil Abre 129.775 Vagas Formais de Trabalho em Julho, Abaixo do Esperado

Redação Informe 360

Publicado

no

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O Brasil abriu 129.775 vagas formais de trabalho em julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em resultado abaixo do esperado divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O resultado do mês passado foi fruto de 2.251.440 admissões e 2.121.665 desligamentos e ficou abaixo da expectativa de economistas apontada em pesquisa da Reuters de criação líquida de 135.577 vagas.

O saldo de julho foi o mais baixo desde março, que teve abertura de 79.521 vagas, e o resultado mais fraco para o mês desde 2020, início da pandemia de Covid-19, com saldo positivo de 108.476 postos.

No mesmo mês em 2024, foram criadas 191.373 vagas de trabalho. Já no acumulado do ano, o saldo positivo é de 1.347.807 postos, o menor número desde 2023, que registrou abertura de 1.173.720 vagas.

Anúncio

Os cinco grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos de vagas em julho. O setor de serviços liderou a abertura, com 50.159 postos, seguido pelo comércio, com 27.325 vagas.

Em último lugar, depois dos setores industrial e de construção, ficou o setor agropecuário, com abertura de 8.795 vagas. Os dados dos grupamentos não têm ajustes, com informações prestadas pelas empresas fora do prazo.

Tarifaço

Questionado, na coletiva de imprensa para a divulgação dos dados, sobre o efeito no mercado de trabalho das tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, citou estimativa de impacto direto e indireto sobre 320.000 vagas de emprego, sem detalhar.

“Temos um impacto de, no máximo, na ordem de 320.000, 330.000 (vagas) direto e indireto, 121.000 direto e 210.000…no ano”, disse, citando um estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. “Se tudo der errado, vai dar esse impacto…não vai dar tudo errado”, acrescentou.

Anúncio

O post Brasil Abre 129.775 Vagas Formais de Trabalho em Julho, Abaixo do Esperado apareceu primeiro em Forbes Brasil.

Powered by WPeMatico

Continuar Lendo

Em Alta