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Saúde

Estudo lista 14 fatores que reduzem o risco de demência

Redação Informe 360

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O número de casos de demência tem aumentado nos últimos anos. Para se ter uma ideia, eram 57 milhões de diagnósticos em 2019. Já para 2050, a previsão é que sejam 153 milhões de casos em todo o mundo. Na contramão dessa tendência, um novo estudo apontou que 14 fatores podem reduzir o risco da condição neurodegenerativa.

demência
Estudo listou uma série de ações que podem retardar e até evitar quadros de demência (Imagem: Robert Kneschke/Shutterstock)

Recomendações podem evitar quase metade dos novos casos

O trabalho envolveu a participação de 27 especialistas. De acordo com ele, se as recomendações forem adotadas, é possível evitar quase metade (45%) dos casos de demência no futuro.

Ainda segundo os pesquisadores, essas medidas podem não apenas reduzir o risco da doença, mas também ajudam a retardar o início dela. Eles ainda destacam que nunca é muito cedo ou tarde para agir. A pesquisa foi publicada na revista The Lancet.

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Representação da demência (Imagem: Lightspring/Shutterstock)

Iniciativas que podem reduzir pela metade o risco de demência na velhice:

  1. Manter o corpo em movimento ao longo da vida, evitando o sedentarismo e praticando exercício físico;
  2. Evitar o isolamento social, mantendo contato físico ou virtual com familiares e amigos;
  3. Ter uma educação de boa qualidade na infância e se manter cognitivamente ativo na meia-idade (após os 40 anos);
  4. Uso de aparelhos auditivos, em caso de perda auditiva;
  5. Reduzir a exposição à poluição do ar, quando possível;
  6. Buscar evitar o diabetes tipo 2 e, em caso de diagnóstico, seguir o tratamento é indispensável;
  7. Evitar o tabagismo;
  8. Evitar o consumo excessivo de álcool (alcoolismo);
  9. Evitar a obesidade;
  10. Em caso de depressão, é preciso tratar a condição de forma eficaz;
  11. Usar capacetes e proteção para a cabeça em esportes de contato e em bicicletas, já que uma lesão cerebral pode ser problemática;
  12. Tratar casos de pressão alta (hipertensão);
  13. Tratar quadros de colesterol “ruim” (LDL) elevado;
  14. Em caso de necessidade, buscar tratamento para perda de visão.

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Saúde

Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05) 

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.

Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]

Fonte: Secom/PMSFI

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Saúde

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

Redação Informe 360

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O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

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Saúde

Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Redação Informe 360

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Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.

A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.

Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes

Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.

Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

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obesidade

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)

Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.

Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.

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Desafio global

  • A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
  • À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
  • E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
  • Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.

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