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Saúde

Tomar uma antes de dormir pode prejudicar o sono, diz pesquisa

Redação Informe 360

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Você muito provavelmente já deve ter ouvido alguém dizer que iria tomar alguma bebida alcoólica antes de dormir para melhorar o sono.

Seja uma taça de vinho, uma dose de whisky ou a boa e velha cervejinha, tem gente que jura de pé junto que funciona.

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Toda essa sabedoria popular, no entanto, não se sustenta quando a ciência entra em cena.

Uma equipe de neurocientistas e pesquisadores do sono do EP Bradley Hospital Sleep Research Laboratory, nos Estados Unidos, descobriu que, em vez de melhorar o sono, consumir uma bebida alcoólica antes de dormir pode atrapalhar a qualidade dele.

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Eles descobriram que a dose, mesmo pequena, causa uma redução no chamado sono REM, a última fase do sono. REM é a sigla, em Inglês, para Rapid Eye Moviment, que, como o próprio nome explica, é a fase na qual nossos olhos se movimentam rapidamente por debaixo das pálpebras.

As conclusões do estudo foram publicadas na revista científica Sleep.

Detalhes do artigo

  • Os pesquisadores recrutaram 30 voluntários adultos que passaram três dias e noites consecutivos em um laboratório especializado em monitorar o sono.
  • Para avaliar o impacto de tomar uma bebida antes de dormir, os cientistas decidiram dar às pessoas um copo de líquido antes de deitarem.
  • No primeiro dia foi uma bebida não alcoólica; no segundo dia uma alcoólica; e no terceiro dia aleatório.
  • Em todos os casos, o drink foi consumido uma hora antes do voluntário ir para a cama.
  • A equipe descobriu que aqueles que consumiram álcool conseguiram dormir mais rápido.
  • A qualidade do sono deles, porém, piorou.
  • Até tiveram a fase do sono profundo mais longa, mas o encurtamento da fase REM fez com que o corpo não se recuperasse totalmente.
  • É aquela sensação de corpo quebrado ou cansado.

As informações são do site Medical Xpress.

As fases do sono

Imagem: Sleep Foundation
  • Durante a noite, nosso sono passa por quatro estágios, repetidas vezes, em ciclos, cada qual com suas características.
  • Em geral, temos entre quatro e seis ciclos de sono em uma noite típica.
  • As fases do sono são designadas pela sigla REM (que, em Inglês, significa Rapid Eye Movement, ou movimento rápido dos olhos).
  • A primeira fase é chamada de não-REM 1 e é caracterizada pela transição da vigília para o sono leve. Dura de 1 a 5 minutos;
  • Vigília é o termo usado pelos cientistas para determinar as horas nas quais ficamos acordados;
  • Essa primeira fase é aquela na qual confundimos, às vezes, sonho com realidade.
  • A segunda fase do sono é a não-REM 2, um sono leve ganhando profundidade e que dura de 10 a 60 minutos;
  • Já a fase 3 é a do sono profundo, a não-REM 3 e dura apenas de 20 a 40 minutos;
  • Depois disso entra a fase 4, a REM, quando nossos olhos ficam se mexendo por baixo das pálpebras. Nessa fase nosso cérebro funciona bastante, com ondas cerebrais, respiração e batimento cardíaco próximos aos do estado de vigília, com os demais músculos paralisados.
  • Depois do estágio 4, o sono volta para o estágio 1 e assim por diante.

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Saúde

Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05) 

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.

Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]

Fonte: Secom/PMSFI

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Saúde

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

Redação Informe 360

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O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

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Saúde

Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Redação Informe 360

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Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.

A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.

Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes

Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.

Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

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obesidade

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)

Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.

Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.

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Desafio global

  • A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
  • À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
  • E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
  • Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.

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