Política
Governo do Espírito Santo e Paraná firmam parcerias na área da inovação

Os governadores do Espírito Santo, Renato Casagrande, e do Paraná, Ratinho Junior, firmaram, nesta quarta-feira (30), um protocolo de intenções para formalizar parcerias de integração entre os ecossistemas de inovação. Através desta colaboração, os estados buscam compartilhar experiências, conhecimentos, tecnologias e recursos, visando impulsionar a geração de novos negócios e fortalecer a economia regional.
O protocolo prevê a possibilidade da realização de eventos de aproximação entre as comunidades de inovação dos estados envolvidos, o fomento à criação de programas de intercâmbio de startups e empresas inovadoras; a realização de missões empresariais e tecnológicas entre os estados; parcerias em criação de programas de capacitação e formação em áreas estratégicas para a inovação; e a realização de estudos conjuntos para identificar oportunidades de investimento.
“Somos um estado pequeno em população e como centro consumidor, por isso precisamos ter uma gestão inovadora e eficiente para sermos competitivos. Para isso, as parcerias são fundamentais para alcançarmos nossos objetivos. O Espírito Santo encontrou seu caminho por meio do equilíbrio fiscal e a gestão eficiente dos recursos, tornando-se uma referência positiva em todo o País”, afirmou o mandatário capixaba, durante a 1ª edição do Folha Business Londrina, evento organizado pela Apex Partners.
Durante o evento, Casagrande falou sobre as perspectivas e dos desafios locais, destacando a importância da aprovação da reforma tributária e do avanço na sustentabilidade. “O Espírito Santo é nota A em gestão fiscal no Tesouro Nacional desde 2012, ainda durante a minha primeira gestão. Conseguimos achar um rumo no caos tributário existente no País. O que não podemos é ter aumento de impostos. Em paralelo, precisamos investir em inovação para não ficarmos dependentes do petróleo. Temos o país com a melhor condição de investir em energias renováveis. O planeta precisa e o Brasil pode liderar essa mudança”, pontuou.
“Os dois estados têm muita coisa de vocação em comum. Primeiro que, por exemplo, o Espírito Santo é uma grande central logística da região Sudeste e o Paraná também tem se consolidado com uma grande central logística da ligação do Sul / Centro-Oeste com o Sudeste brasileiro. São duas vocações importantes para atrair investimentos. Segundo que são dois estados com equilíbrio fiscal. O Espírito Santo já tem historicamente as contas em dia. O Paraná hoje está em seu melhor momento nos últimos trinta anos em termos de responsabilidade fiscal”, disse Ratinho Júnior.
O governador paranaense prosseguiu: “Não tenho dúvidas que essa troca de experiências dentro do ecossistema de inovação vai ajudar tanto as empresas do Paraná, quanto as empresas do Espírito Santo, assim como para os empreendedores que desejarem se instalar em algum dos dois estados. Ajudando no crescimento econômico e na formação de uma mão de obra cada vez mais qualificada, contribuindo para a melhoria do ambiente de negócios e geração de postos de trabalho.”
Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação do Governo
Giovani Pagotto
(27) 98895-0843
Política
Brasil repudia revogação de visto de embaixadora nos EUA

O governo brasileiro repudiou a revogação do visto da embaixadora nos Estados Unidos, Maria Luiza Ribeiro Viotti, anunciada nesta terça-feira (4). O país norte-americano justificou a medida pela demora do Brasil na resposta à concessão de aprovação diplomática do indicado do governo Trump a assumir a embaixada dos EUA no Brasil.![]()
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O governo brasileiro rebateu as alegações, afirmando serem falsas.
“O Governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo Departamento de Estado dos EUA de alterar o visto da embaixadora do Brasil em Washington. As duas justificativas apresentadas são falsas”.
Em nota divulgada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o governo afirmou que os EUA feriram a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas quando divulgaram o nome do seu indicado para assumir a embaixada no Brasil. Segundo o governo, o nome só poderia ser tornado público após a concessão da anuência do país anfitrião.
O pedido norte-americano, acrescenta a nota, ainda está em análise.
“Não há regra na Convenção de Viena estipulando prazo para a concessão do agrément”, destacou.
“Medidas hostis”
O governo do Brasil também citou a negativa dada a dois funcionários do governo dos Estados Unidos, e justificou a medida dizendo que a presença de ambos no país teria como objetivo colocar em dúvida o sistema eleitoral brasileiro.
“Fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente”.
A nota afirma que o episódio de hoje faz parte de uma “escalada deliberada de medidas hostis” contra o Brasil.
“A decisão de hoje não é um fato isolado. Faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo”.
O Palácio do Planalto lembrou que autoridades brasileiras, como funcionários do governo e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda estão sob sanções da Lei Magnitsky, impostas pelo governo norte-americano em retaliação à condenação de Jair Bolsonaro por golpe de Estado. E ressaltou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem feito esforços pelo entendimento entre os dois países.
“O governo brasileiro não poupou esforços para resolver essas diferenças. O próprio presidente Lula, em sua visita a Washington em maio último, entre outros assuntos, solicitou ao presidente Trump o levantamento das sanções individuais”.
Agencia Brasil
Política
Novo oficializa a candidatura de Romeu Zema à presidência da República

O Partido Novo lançou, nesta segunda-feira (27), o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema como candidato à presidência da República. A convenção nacional do partido foi realizada em Brasília.![]()
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O Novo ainda não definiu quem vai compor a chapa como candidato a vice-presidente. A convenção contou com a presença do presidente nacional do partido, Eduardo Ribeiro, e do senador Eduardo Girão, filiado ao Novo desde fevereiro de 2023.
Formado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Romeu Zema é empresário. Sua primeira disputa eleitoral foi ao governo do estado em 2018, quando saiu vencedor. Ele se reelegeu em 2022 e renunciou ao cargo em março deste ano para disputar a presidência da República.
A Agência Brasil vai acompanhar os resultados das convenções nacionais partidárias.
As próximas convenções com datas marcadas são:
- Partido Comunista do Brasil (PCdoB) – 30 de julho
- Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – 31 de julho
- Partido Verde (PV) – 31 de julho
- Partido da Causa Operária (PCO) – 1º de agosto
- Partido dos Trabalhadores (PT) – 2 de agosto
- Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 2 de agosto
Política
Agora é Lei: proibida no estado do Rio a prática comercial da “Taxa Rosa”

Está proibida no território fluminense a prática comercial da “Taxa Rosa” ou “Custo Rosa”, que cobra preços diferenciados com base no gênero para produtos ou serviços que sejam substancialmente idênticos ou similares em função. A determinação consta na Lei 11.293/26, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo Poder Executivo e publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (23/07).
A norma explicita a ausência de justificativa na cobrança relacionada a matérias-primas, tecnologia e custo de produção desses produtos. Uma pesquisa realizada em 2016 pelo jornal britânico The Times apontou que produtos considerados femininos custavam, em média, 37% a mais. Entre os itens mais caros apenas para serem direcionados ao público feminino estão lâminas de barbear, canetas e peças de vestuário.
As empresas terão prazo de até 90 dias para adequar seus produtos e serviços à nova norma e deverão apresentar os preços de forma clara e transparente, sem distinção de gênero, em todas as plataformas de venda.
Vetos
O Poder Executivo vetou os dispositivos que previam as penalidades pelo descumprimento da lei, incluindo a aplicação de advertências e multas, a definição dos valores das sanções, a dobra em caso de reincidência e a destinação dos recursos arrecadados ao Fundo Especial de Apoio a Programas de Proteção e Defesa do Consumidor (Feprocon).
O governo estadual informou que o Procon-RJ apontou que o regime sancionatório previsto no texto desconsiderava os critérios estabelecidos pela Lei 6.007/11, que disciplina a dosimetria das penalidades administrativas no âmbito do Sistema Estadual de Defesa do Consumidor. Quanto à destinação das multas ao Feprocon, o governo sustentou que a matéria possui natureza orçamentária e é de iniciativa privativa do Poder Executivo.
Fonte: Alerj

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