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A difícil missão do Flamengo de encontrar um novo técnico

Redação Informe 360

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Há alguns dias um dos principais assuntos da editoria de futebol, nos mais diversos veículos, é a saída de Jorge Jesus do comando do Flamengo. Como o clube vai “sobreviver”? Quem poderá substituir o técnico? Em quem o Flamengo deve investir? Um brasileiro terá condições de manter o padrão de jogo do português? É falta de assunto, a importância é devida, ou ambos?

Fico com a última opção. O futebol brasileiro está ainda caminhando devagar, nessa época de pandemia, e nessa quarta-feira (22) teremos a volta dos campeonatos Paulista e Gaúcho; o Mineiro, só no fim de semana; e o Carioca já até acabou, com o Flamengo do Mister Jesus campeão. Isso para falarmos dos quatro mais importantes do país. As competições nacionais, como Brasileirão e Copa do Brasil, só a partir de agosto. Junto a isso, não há como negar que a passagem do técnico por aqui provocou um rebuliço, uma onda de discussões sobre táticas, de questionamentos aos treinadores brasileiros e de comemorações do torcedor rubro-negro, pois Jorge Jesus, se perdeu apenas quatro vezes, conquistou seis taças para o Flamengo.

É justo que se fale da saída dele, mas não a ponto de dizer que o Flamengo não irá resistir a ela. E que já não será o mesmo, nas próximas competições. É evidente que algo vai mudar. Qualquer que seja o técnico a ser contratado, ele não terá o mesmo comportamento do Mister, ou a visão de jogo, ou a escolha dos titulares. A saída do zagueiro Pablo Mari, por exemplo, de repercussão bem menor, já provocou mudanças no esquema de jogo do Flamengo. Por que o mesmo não aconteceria com a saída do “comandante”?

Mas não precisamos ir muito longe para lembrar que o Flamengo já perdeu seu maior ídolo da história, Zico, e sobreviveu. Sofreu um pouco, mas se ajustou. E isso numa época em que a estrutura não era a atual, nem a esportiva, muito menos a administrativa. E vamos considerar, também, que tirar o principal jogador de um time é bem pior do que perder um técnico.

A missão do Flamengo para substituir seu treinador não é das mais fáceis.  Para trazer um outro técnico estrangeiro – que considero o ideal e que os dirigentes devem estar considerando com mais atenção – há um desafio extra: o de convencer o profissional a vir para o Brasil, em tempos de pandemia. Creio que essa seja a maior dificuldade, porque não vejo como não se motivar diante do desafio de manter o alto padrão de resultados do Flamengo e do retorno que as vitórias dão ao currículo do treinador escolhido.

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E se esse escolhido for um brasileiro? Que desafio, muito maior! Além da necessidade de repetir ou, até mesmo, melhorar os resultados de Jesus, ainda vai enfrentar a desconfiança do torcedor, que movido por paixão não terá a mesma paciência para aceitar tropeços de um time tão vitorioso. Por isso aposto que, no momento, o Flamengo vai buscar um novo técnico estrangeiro.

Outro português? Jesus, quando veio, não era muito conhecido por aqui, e na Europa, mesmo, nunca trabalhou em uma grande equipe fora de Portugal. No entanto, deu certo. Outro dará? Afinal, as equipes portuguesas brilharam nos anos 60, mas, até por questões financeiras, está há quase dez anos sem uma conquista internacional de relevância. Pode ser um argentino, ou qualquer outro sul-americano? Espanhol?

Agora é ter paciência para aguardar, e sabedoria para resolver esse desafio. Que não é fácil, mas de forma alguma, impeditivo para o Flamengo voltar a ter um ano de vitórias.

Por Sergio du Bocage, apresentador do programa No Mundo da Bola, da TV Brasil. Fonte: AgenciaBrasil Edição: Verônica Dalcanal

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Esporte

Clube América do Rio é declarado patrimônio do estado

Redação Informe 360

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O America Football Club foi declarado Patrimônio Histórico, Cultural e Imaterial do Rio de Janeiro. A medida foi sancionada pelo governo do estado e publicada nessa quarta-feira (7) no Diário Oficial. O reconhecimento destaca a importância histórica, cultural e esportiva do clube, fundado em 18 de setembro de 1904 e tradicionalmente ligado à região da Tijuca, zona norte da capital.

A declaração reconhece a relevância do America para a história do futebol e para a identidade cultural fluminense. Ao longo de sua trajetória, o clube conquistou sete títulos do Campeonato Carioca, o International Soccer League, em 1962, o Torneio dos Campeões da CBF, em 1982, e foi o primeiro campeão da Taça Rio, também em 1982. O America também se destaca por ter sido o primeiro clube brasileiro batizado com o nome do continente americano.

Atletas que jogaram no clube

Alex (Alexandre Kamianecky) – considerado o “Capitão dos Capitães” e um dos maiores zagueiros da história do clube.

Luizinho – o maior artilheiro da história do America.

Edu (Edu Coimbra) – idolo histórico e grande maestro rubro, que tinha habilidade incrível com a bola. É irmão do atacante Zico.

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Jorginho – lateral-direito com passagem marcante pela seleção brasileira e pelo clube.

Pompeia – goleiro lendário da seleção do America de todos os tempos.

O craque Romário é o atual presidente do America Football Club. Foi eleito em 9 de novembro de 2023 para o triênio 2024, 2025 e 2026.

O ex-jogador e senador já tinha uma forte ligação afetiva com o clube por causa de seu pai, Seu Edevair, e Romário chegou a atuar como jogador pelo America em 2008 e 2009. O próprio Romário realizou o sonho do pai ao vestir a camisa do time, ajudando o clube a subir de divisão.

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Esporte

Espanha domina Argentina, vence na prorrogação e leva o bi da Copa

Redação Informe 360

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Foram 16 anos de espera até que uma nova e talentosa geração recolocasse a Espanha no topo do futebol. Muitos dos ídolos da conquista de 2010, na África do Sul, estiveram em Nova Jersey neste domingo (19). Iker Casillas, Xavi Hernández, Carles Puyol, Andrés Iniesta – autor do gol daquele título – e até mesmo Joan Capdevilla, liberado de última hora para viajar aos Estados Unidos e que chegou lá a tempo de se emocionar com a sonhada segunda estrela. Sim, a Fúria (apelido da seleção espanhola) é, mais uma vez, campeã da Copa do Mundo.

Os espanhóis tiveram pela frente os atuais donos da taça. A vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação, após um verdadeiro “amasso” durante 120 minutos de jogo, colocou a seleção europeia no grupo seleto de bicampeões mundiais, que também tem Uruguai e França – além, claro, daqueles com três ou mais títulos, como os próprios argentinos e, o maior de todos os ganhadores e único penta, o Brasil.

Diferentemente de 2010, o herói do título saiu do banco de reservas. Mas, Ferran Torres e Iniesta têm algo em comum. No momento em que decidiram a Copa para a Espanha, ambos representavam o Barcelona. Ao contrário do ex-meio-campista, revelado no clube catalão, o atacante de 26 anos é cria do Valência e passou pelo Manchester City (Inglaterra) antes de chegar ao Barça.

Com a sexta menor média de idade da Copa (26,2), a Fúria deixou um recado claro para 2030, quando será uma das sedes: é favorita para buscar o tri. Afinal, possui nomes como os meias Gavi e Pedri e o atacante Nico Williams – que sequer terão completado 30 anos – a caminho do terceiro Mundial. Mesmo os veteranos do elenco, como o volante Rodri (terá 34 anos) ou o lateral Marc Cucurella (32), podem muito bem chegar lá.

E o que dizer de Lamine Yamal? O atacante de 19 anos é o mais jovem campeão mundial desde Ronaldo, que tinha 17 anos no tetra, em 1994. Detalhe: o brasileiro nem a campo foi naquela campanha, enquanto Yamal é simplesmente a estrela da companhia espanhola – apesar de atuação discreta neste domingo. O craque se tornou, também, o quarto mais novo da história a vencer uma Copa. O líder da estatística? Pelé, na Suécia, em 1958, com 17 anos e 249 dias.

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Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Final - Spain v Argentina - New York/New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. - July 19, 2026 Spain's Rodri lifts the trophy with teammates after winning the World Cup REUTERS/Kai Pfaffenbach

Soccer Football – FIFA World Cup 2026 – Final – Spain v Argentina – New York/New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. – July 19, 2026 Spain’s Rodri lifts the trophy with teammates after winning the World Cup REUTERS/Kai Pfaffenbach – REUTERS/Kai Pfaffenbach/Proibida reprodução

A Espanha ainda atingiu dois marcos históricos com a conquista deste domingo. É a primeira vez que um país assegura, de forma simultânea, os títulos mundiais em ambos os gêneros. A Fúria foi a campeã do mundo feminina em 2023, na edição realizada na Austrália e na Nova Zelândia. No ano que vem, o Brasil sediará a Copa das mulheres. Será a vez das espanholas tentarem manter a unificação das taças.

Além disso, a Espanha tornou-se a seleção com mais jogos de invencibilidade na história – e justamente em uma final de Copa. Com o triunfo sobre a Argentina, são agora 38 partidas sem derrotas, superando a sequência da Itália entre 2018 e 2021. Curiosamente, a série positiva teve início contra o Brasil de Dorival Júnior, em um empate por 3 a 3, em 26 de março de 2024, na capital Madri.

Do lado argentino, frustração pelo adiamento do sonho do tetra e do desejo de “vingar” a Copa de 1994, também nos Estados Unidos, quando Diego Maradona foi suspenso durante o torneio por doping. Sem esquecer do adeus de Lionel Messi às Copas. Aos 39 anos, no sexto Mundial da carreira, o camisa 10 se despede com o título de 2022, dois vices (2014 e 2026) e o posto de segundo maior artilheiro da história do evento, com 21 gols.

Durante boa parte da Copa, Messi liderou a estatística, assumida na estreia, na vitória por 3 a 0 sobre a Argélia. Ele, porém, foi ultrapassado no último sábado (18) pelo também atacante Kylian Mbappé. O francês chegou a 22 gols na derrota por 6 a 4 para a Inglaterra, em Miami (Estados Unidos), na disputa do terceiro lugar.
 

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Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Final - Spain v Argentina - New York/New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. - July 19, 2026 Spain's Rodri kisses the World Cup trophy during the trophy presentation REUTERS/Dylan Martinez

Soccer Football – FIFA World Cup 2026 – Final – Spain v Argentina – New York/New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. – July 19, 2026 Spain’s Rodri kisses the World Cup trophy during the trophy presentation REUTERS/Dylan Martinez – REUTERS/Dylan Martinez/Proibida reprodução

Futebol? Teve pouco

Depois de um sábado repleto de gols e ainda com a memória da movimentada final de 2022, com quatro gols no tempo normal e dois na prorrogação, a expectativa era de um primeiro tempo tão animado quanto neste domingo. Bem longe disso. Com atuações abaixo do que podem apresentar, Espanha e Argentina demonstraram nervosismo e não saíram do zero.

A Fúria teve a iniciativa e as únicas oportunidades de gol, ainda que nenhuma dela realmente clara. Aos quatro minutos, Yamal tabelou com o meia Dani Olmo, invadiu a área pela direita e finalizou, mas o chute desviou no zagueiro Lisandro Martínez e facilitou a defesa de Dibu Martínez.

Corta, então, para os 38 minutos, quando o meia Fabian Ruiz acionou Olmo na entrada da área e o meia, com um leve toquinho de calcanhar, ajeitou para Mikel Oyarzabal, de frente para o gol. O atacante poderia ter devolvido para Ruiz, que passava sozinho pelas costas da marcação na esquerda, mas tentou o chute de primeira, parando em Dibu.

Já aos 42, foi a vez do lateral Marc Cucurella, acionado pela esquerda, bater cruzado, de fora da área, e mandar a bola rente à trave. Foi o último lance de perigo da primeira etapa. A Argentina não conseguiu efetuar nenhuma finalização antes do intervalo.

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Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Final - Spain v Argentina - New York/New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. - July 19, 2026 Spain's Ferran Torres scores their first goal past Argentina's Emiliano Martinez REUTERS/Jeenah Moon

SOCCER-WORLDCUP-ESP-ARG/, por Reuters/Jeenah Moon/Proibida reprodução

Ataque contra defesa

A pressão espanhola se intensificou na volta para o segundo tempo. Com menos de um minuto, o volante Ezequiel Paredes – que tinha acabado de entrar, no lugar do meia Nico González – errou o passe na intermediária e a bola ficou com Alex Baena. O atacante carregou até a entrada da área e arrematou no canto esquerdo, mas Dibu se esticou para agarrar.

Sem deixar os argentinos passarem do meio-campo, a Espanha encurralava os sul-americanos com marcação, pressão e troca rápida de passes, procurando espaço para finalização. Como aos 18, quando Olmo recebeu do meia Pedri (que substituiu Fabián Ruiz) na entrada da área e chutou. Dibu salvou e evitou o primeiro gol.

Três minutos depois, foi a vez de Yamal ser lançado na área pela direita e fazer o cruzamento praticamente em cima da linha de fundo. O atacante Ferran Torres – que entrara em campo um pouco antes, no lugar de Oyarzabal – conseguiu a cabeçada, mas mandou em cima do goleiro da Argentina.

A Espanha não diminuía o ritmo. Aos 31, o zagueiro Pau Cubarsi apareceu no ataque e arriscou da intermediária. Dibu deu rebote e o meia Mikel Merino – outra novidade do técnico Luis de la Fuente para o segundo tempo, no lugar de Olmo – teve a chance de concluir na pequena área. O chute, porém, acabou saindo alto e muito para o lado esquerdo, quase saindo pela linha lateral.

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Se a missão da Argentina estava complicada no 11 contra 11, ela ficou mais difícil aos 47 do segundo tempo. Em disputa no meio-campo, o volante Enzo Fernández acertou uma entrada forte em cima de Cubarsi e recebeu o segundo amarelo. A primeira expulsão em uma final de Copa desde o francês Zinedine Zidane na decisão de 2006, na Alemanha, contra a Itália.

Aos 52, a Espanha teve uma última oportunidade, em cobrança de falta de Yamal, próxima à meia-lua. O atacante buscou o ângulo esquerdo, mas a bola saiu um pouco mais baixa que o esperado. Dibu se esticou e espalmou, mais uma vez salvando os hermanos e levando o duelo para a prorrogação. A primeira dos espanhóis e a terceira dos argentinos na Copa.

Tentativa de pênaltis

A estratégia da Argentina era clara: diminuir o quanto fosse possível o ritmo para desequilibrar a Espanha e tentar forçar uma decisão para os pênaltis. Dibu precisou trabalhar logo aos dois minutos, defendendo uma cabeçada de Nico Williams (que entrou no lugar de Baena) na pequena área, após levantamento de Pedri.

Três minutos depois, o lateral Pedro Porro recebeu na direita e cruzou rasteiro para a área. Merino ganhou a dividida contra o zagueiro Nicolás Otamendi (que substituiu Lisandro Martínez, contundido, no fim do primeiro tempo) e a bola sobrou com Nico Williams, que mandou para as redes. O gol foi anulado por falta de Merino, para desespero da Espanha.

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Aos 12, mais uma vez, Nico Williams chamou o jogo. Agora na ponta esquerda. O atacante cruzou na medida para Merino, que desviou de cabeça e mandou a bola rente à trave. Foi a 19ª finalização espanhola na partida, contra nenhuma – sim, nenhuma – dos argentinos até aquele momento.

Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Final - Spain v Argentina - New York/New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. - July 19, 2026 Spain's Ferran Torres celebrates scoring their first goal REUTERS/Kai Pfaffenbach

Soccer Football – FIFA World Cup 2026 – Final – Spain v Argentina – New York/New Jersey Stadium, East Rutherford, New Jersey, U.S. – July 19, 2026 Spain’s Ferran Torres celebrates scoring their first goal REUTERS/Kai Pfaffenbach – REUTERS/Kai Pfaffenbach/Proibida reprodução

Para a história

A insistência da Fúria foi, enfim, coroada no primeiro ataque do segundo tempo da prorrogação: cruzamento de Pedro Porro da direita, ajeitada de Nico Williams para atrás na pequena área e Ferran Torres, de primeira, chutando forte para colocar a Espanha à frente.

O próprio Ferran chegou a balançar as redes pouco depois, aos sete minutos, ao finalizar na saída de Dibu. O lance, contudo, foi anulado por impedimento do atacante no momento da assistência de Yamal.

Somente aos nove minutos a Argentina conseguiu registrar uma finalização, em cruzamento perigoso de Messi pela direita, que quase surpreendeu o goleiro Unai Simon. Dois minutos depois, o camisa 10 assustou novamente, ao acertar um chute forte que só não foi em direção ao gol porque explodiu no rosto de Merino.

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Nos instantes finais, a pressão mudou de lado e passou a ser da Argentina, em sequenciais cobranças de escanteio. Mas a Espanha, com somente um gol sofrido na Copa, segurou-se bem o suficiente para garantir a taça.

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Espanha despacha a França e avança à final da Copa do Mundo

Redação Informe 360

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Assim como a Queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789, simbolizou o colapso de uma fortaleza que parecia intransponível e marcou o início do declínio do poder absoluto na França, a seleção espanhola derrubou, justamente em 14 de julho, a resistência francesa em Dallas. Diante do superataque da Copa do Mundo, a Espanha cercou, pressionou e encontrou as brechas para vencer por 2 a 0, com gols de Mikel Oyarzabal e Pedro Porro, garantindo vaga na final da Copa do Mundo.

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