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Quais as diferenças entre crocodilos e jacarés?

A diferença entre crocodilos e jacarés é uma dúvida comum que intriga muitas pessoas. Ambos são répteis de grande porte, pertencentes à ordem Crocodylia, mas existem características distintas que os diferenciam.
Vamos entender as principais diferenças entre crocodilos e jacarés, desde suas aparências físicas até seus habitats e comportamentos.
As diferenças entre crocodilos e jacarés
- Aparência Física
- Habitat
- Comportamento
- Diferenças evolutivas
- Diferenças nos ninhos
Aparência Física
Uma das maneiras mais fáceis de distinguir crocodilos de jacarés é observando suas características físicas.
- Focinho: Os jacarés possuem um focinho mais largo e arredondado em formato de “U”, enquanto os crocodilos têm um focinho mais estreito e afilado, com uma forma de “V”. Essa diferença no formato do focinho reflete as adaptações alimentares de cada um. O focinho largo dos jacarés é ideal para esmagar presas como tartarugas, enquanto o focinho mais fino dos crocodilos é mais adequado para capturar peixes e outras presas rápidas, sendo uma das principais diferenças dos crocodilos e jacarés.
- Dentes: Outra diferença notável é a disposição dos dentes. Quando a boca de um crocodilo está fechada, seus dentes superiores e inferiores ficam visíveis, dando ao crocodilo uma aparência “denteada”. No caso dos jacarés, apenas os dentes superiores ficam visíveis quando a boca está fechada, o que lhes confere uma aparência mais “arrumada”.
- Corpo e Pele: Os crocodilos geralmente têm uma pele mais clara e esverdeada, enquanto os jacarés apresentam uma coloração mais escura, geralmente em tons de cinza ou preto. Além disso, a pele dos crocodilos tende a ser mais rugosa e irregular devido às escamas mais salientes, enquanto a pele dos jacarés é mais lisa.
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Habitat
Os habitats de crocodilos e jacarés também apresentam diferenças significativas.
- Crocodilos: Eles têm uma distribuição geográfica mais ampla, podendo ser encontrados em regiões tropicais da África, Ásia, Américas e Austrália. Crocodilos preferem água salgada ou salobra, sendo frequentemente encontrados em deltas de rios e estuários costeiros.
- Jacarés: São mais restritos ao continente americano e China. Eles habitam principalmente regiões de água doce, como rios, lagos e pântanos. Nos Estados Unidos, por exemplo, os jacarés são encontrados no sudeste, especialmente na Flórida e Louisiana. Já no Brasil, são predominantes na Bacia Amazônica e no Pantanal.
Comportamento
O comportamento desses répteis também pode ser um indicativo de suas diferenças.
- Crocodilos: Tendem a ser mais agressivos e territoriais, especialmente quando comparados aos jacarés. Eles estão mais propensos a atacar humanos, especialmente quando se sentem ameaçados ou quando seu território está em risco. Essa natureza agressiva faz com que os crocodilos sejam considerados mais perigosos.
- Jacarés: São geralmente mais tímidos e reservados, evitando o contato humano sempre que possível. No entanto, isso não significa que sejam inofensivos, pois também podem atacar se provocados ou se sentirem ameaçados.
Diferenças evolutivas
Do ponto de vista evolutivo, crocodilos e jacarés começaram a apresentar diferenças há cerca de 80 milhões de anos. Ambos fazem parte do grupo dos crocodilianos, mas pertencem a famílias diferentes: os crocodilos são da família Crocodylidae, enquanto os jacarés são da família Alligatoridae. Essa separação evolutiva resultou nas adaptações distintas que vemos hoje.
Diferenças nos ninhos
As estratégias de construção de ninhos também variam entre crocodilos e jacarés.
- Crocodilos: Costumam construir seus ninhos em locais abertos e ensolarados, utilizando vegetação e solo para criar um monte. Isso ajuda a manter a temperatura adequada para a incubação dos ovos.
- Jacarés: Preferem áreas mais sombreadas e úmidas para seus ninhos. As fêmeas criam montes de vegetação em decomposição, que geram calor à medida que se decompõem, ajudando a incubar os ovos.
Embora crocodilos e jacarés sejam frequentemente confundidos, suas diferenças em aparência, habitat, comportamento e evolução são marcantes.
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Busca do Google muda exibição de links em resultados com IA

O Google anunciou mudanças na forma como exibe links dentro de seus recursos de busca com inteligência artificial (IA). A novidade foi apresentada nesta terça-feira (17) por Robby Stein, vice-presidente do Google Search, e busca tornar as referências de conteúdo mais visíveis nas respostas geradas por IA. A empresa afirma que a atualização pretende facilitar o acesso dos usuários às páginas originais citadas nos resultados.
Segundo o executivo, a alteração vale para o AI Overviews e o Modo IA, funcionalidades que utilizam IA para responder consultas dentro da busca. A partir de agora, ao passar o cursor sobre as fontes citadas no desktop, o usuário verá uma janela pop-up com uma lista de links, descrição dos artigos e imagens associadas. A mudança também inclui ícones de links mais descritivos e destacados nas respostas em desktop e dispositivos móveis.

Google muda exibição de links em respostas com IA
De acordo com Stein, os novos elementos visuais foram testados internamente e, segundo a empresa, geram maior engajamento dos usuários, além de facilitar o acesso a conteúdos publicados na web. A atualização representa um ajuste na interface dos recursos de IA do mecanismo de busca, que vêm recebendo expansão contínua por parte do Google.
New on Search: In AI Overviews and AI Mode, groups of links will automatically appear in a pop-up as you hover over them on desktop, so you can jump right into a website to learn more. And we’ll show more descriptive and prominent link icons within the response across both… pic.twitter.com/VUTtHUCwgG
— Robby Stein (@rmstein) February 17, 2026
Novidade na busca: no AI Overviews e no Modo IA, grupos de links vão aparecer automaticamente em um pop-up quando você passar o cursor sobre eles no desktop, permitindo acessar rapidamente um site para saber mais. Também vamos mostrar ícones de links mais descritivos e destacados dentro das respostas, tanto no desktop quanto no mobile.
Nossos testes indicam que essa nova interface é mais envolvente, facilitando o acesso a conteúdos relevantes em toda a web.
Robby Stein, vice-presidente do Google Search na postagem acima no X
No caso do AI Overviews, o recurso apresenta um resumo gerado por inteligência artificial no topo dos resultados de pesquisa. Já o Modo IA funciona como uma experiência de busca em formato de chatbot, permitindo que o usuário faça perguntas e receba respostas sem necessariamente visitar os sites originais. A ampliação dessas ferramentas, no entanto, tem provocado discussões sobre o impacto no tráfego de portais de notícias e outros sites.
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Debate sobre impacto em publishers e investigação na Europa
O avanço dessas soluções de IA acontece em meio a críticas de veículos digitais, que apontam queda de audiência causada pelo novo formato de busca. O Google tem defendido as mudanças implementadas, mas reconheceu que a web aberta está em “declínio rápido”, em referência ao cenário atual da internet.
No ano passado, a Comissão Europeia iniciou uma investigação sobre os recursos de busca com IA da empresa. O órgão analisa se o Google pode ter infringido regras de concorrência ao utilizar conteúdos de publishers digitais em respostas geradas por IA sem compensação considerada adequada. Desde então, a empresa afirmou que está explorando a possibilidade de permitir que publicadores optem por não aparecer nesses recursos e também passou a incluir mais fontes no AI Mode.
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Moltbook viraliza, mas especialistas apontam falhas de segurança

A criação do OpenClaw, projeto que ganhou força nas últimas semanas após a popularização da rede social experimental Moltbook, gerou debates sobre os limites da chamada IA agentic. A plataforma simulava um espaço em que agentes de inteligência artificial (IA) interagiam entre si, levando parte da comunidade a acreditar que sistemas autônomos estariam se organizando sem supervisão humana.
Com o avanço das análises, porém, pesquisadores apontaram que o fenômeno não representava uma ação real de agentes de IA. Segundo especialistas em segurança, falhas técnicas permitiam que pessoas reais publicassem conteúdos se passando por bots, levantando dúvidas sobre a autenticidade de todo o material publicado e reacendendo discussões sobre riscos de segurança ligados a esse tipo de tecnologia.

Falhas no Moltbook, rede social de agentes, expõem limites do projeto
A repercussão começou após mensagens publicadas no Moltbook sugerirem que agentes buscavam espaços privados para conversar. O caso chamou atenção de figuras conhecidas do setor, incluindo Andrej Karpathy, ex-diretor de IA da Tesla e membro fundador da OpenAI, que classificou o momento como algo próximo de uma ficção científica.
Posteriormente, análises mostraram que a rede apresentava problemas de segurança. Ian Ahl, CTO da Permiso Security, afirmou que credenciais armazenadas no banco de dados Supabase ficaram expostas por um período, permitindo que qualquer usuário acessasse tokens e se passasse por outros agentes. A consequência foi a impossibilidade de confirmar se postagens eram realmente geradas por IA.
John Hammond, pesquisador principal de segurança da Huntress, destacou ao TechCrunch que humanos podiam criar contas, simular bots e até impulsionar publicações sem restrições. Apesar disso, o Moltbook virou um experimento cultural na internet, com versões inspiradas em redes sociais conhecidas, incluindo serviços de relacionamento e fóruns voltados a agentes.
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Popularidade do OpenClaw e questionamentos sobre inovação
O OpenClaw é um projeto open source do desenvolvedor austríaco Peter Steinberger, inicialmente lançado como Clawdbot. A ferramenta acumulou mais de 190 mil estrelas no GitHub, tornando-se um dos repositórios de código mais populares da plataforma.
O sistema facilita o uso de agentes de IA, permitindo integração com aplicativos como WhatsApp, Discord, iMessage e Slack, além de funcionar como uma camada de conexão com modelos já existentes, como Claude, ChatGPT, Gemini e Grok. Para John Hammond, no entanto, o OpenClaw atua basicamente como um “wrapper” desses modelos, sem apresentar ruptura tecnológica.
Chris Symons, cientista-chefe de IA da Lirio, avalia que o projeto representa uma melhoria incremental, principalmente por ampliar o acesso dos agentes a diferentes sistemas. Já Artem Sorokin, engenheiro de IA e fundador da ferramenta de cibersegurança Cracken, afirma que os componentes já existiam e que o diferencial foi apenas combinar recursos de forma mais fluida.
A facilidade de automatizar tarefas, do gerenciamento de e-mails à negociação de ações por meio de habilidades baixadas na loja ClawHub, ajudou a impulsionar a viralização. Ainda assim, especialistas alertam que a produtividade prometida depende de um nível de confiança que a tecnologia ainda não alcançou.

Testes de segurança conduzidos por Ian Ahl mostraram vulnerabilidades a ataques de prompt injection, técnica em que comandos maliciosos levam agentes a executar ações indevidas, como compartilhar credenciais ou realizar transferências. Em ambientes corporativos, esse cenário pode representar risco elevado, já que os agentes operam com acesso amplo a e-mails e plataformas internas.
Apesar de existirem proteções, pesquisadores afirmam que não há garantia de que agentes não sejam manipulados. Para Hammond, o setor enfrenta um impasse: permitir alto nível de automação implica aceitar riscos de segurança ainda não resolvidos. Diante desse quadro, ele recomenda que usuários comuns evitem a tecnologia por enquanto.
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Novos MacBooks devem retomar característica antiga de notebooks nostálgicos da marca

A Apple parece estar planejando um retorno às suas raízes coloridas na linha de notebooks. Segundo informações de Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa deve anunciar em março um novo modelo de MacBook focado em custo-benefício, trazendo uma variedade de cores que remete aos clássicos iBooks, computadores da marca do início dos anos 2000.

Diferente dos modelos MacBook Air e Pro, que utilizam processadores da linha “M”, este novo dispositivo deve ser equipado com o chip A18 Pro, o mesmo que integra o iPhone 16 Pro. Embora seja um processador de celular, seu desempenho é comparável ao chip M1, o que garante fôlego para tarefas do dia a dia, mesmo sendo uma opção de entrada.
Design e Tela
O novo MacBook deve ter uma tela de aproximadamente 12,9 polegadas, sendo ligeiramente menor que o atual Air. No hardware, a Apple decidiu não utilizar o plástico para reduzir custos.
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Em vez disso, a empresa desenvolveu um novo processo de fabricação para o chassi de alumínio, que promete ser mais rápido e barato do que o método utilizado nos modelos atuais.
O retorno das cores
A grande aposta para atrair o público jovem e quem busca personalização está na paleta de cores. De acordo com os relatos, a Apple testou opções em amarelo claro, verde claro, azul, rosa, além dos tradicionais prata e cinza-escuro.
A estratégia lembra o que a Apple fazia na virada do milênio, quando os notebooks da linha iBook vinham em cores diferentes. Aos poucos, a empresa abandonou a estratégia de lançar computadores em diferentes cores, e os iBooks acabaram sendo substituídos pelos MacBooks atuais.
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