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PlayStation Portal vale a pena? O que você precisa saber antes de comprar o reprodutor remoto

Após o sucesso do Nintendo Switch e do Steam Deck, e depois de seu próprio PSP, a Sony entrou novamente no mercado de consoles portáteis com o PlayStation Portal. Entretanto, esse dispositivo tem algumas características que podem não agradar a todos os jogadores.
Para referência, o PlayStation Portal é apenas um reprodutor remoto para o console PS5. O dispositivo requer uma conexão estável com a Internet e fornece um meio de transmitir o PS5 diretamente para o console portátil.
PlayStation Portal vale a pena? O que você precisa saber antes de comprar o reprodutor remoto
A Sony posicionou seu dispositivo Portal como uma maneira de jogar seu PS5 sem precisar de uma TV – o que o torna perfeito para aqueles que compartilham TVs com a família ou amigos, ou para aqueles que querem jogar em outros cômodos, longe do console.
Deste modo, é importante ressaltar que o PlayStation Portal é puramente um dispositivo de Remote Play, portanto não reproduz jogos localmente por meio de cartuchos, discos ou armazenamento integrado, como fazem o Switch ou o Steam Deck. Isso significa que ele depende de uma conexão com a Internet e de um console PS5 para funcionar, e a experiência de jogo depende estritamente da potência da rede Wi-Fi.

Em outras palavras, dada a função do PlayStation Portal como um streamer do PS5 (ele apenas espelha o console), ele não executa jogos nativamente nem os transmite a partir da nuvem, e não possui suporte para jogos standalone. O dispositivo foi exclusivamente projetado para que você possa jogar seus jogos do PS5 em seu próprio console, mas em outros locais – principalmente em sua casa.
Leia também:
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Como funciona o PlayStation Portal?
A configuração do PlayStation Portal é simples. Basta seguir as instruções que aparecem na tela para ativar o Remote Play com o PS5, e o Portal se conectará automaticamente a esse sistema sempre que você o inicializar e emparelhar com o Wi-Fi. Uma vez conectado, você terá acesso remoto ao seu PS5 usando a tela e os controles do Portal.
A transição de jogabilidade de um console PS5 para o PlayStation Portal não exige que os usuários refaçam seu esquema de controle. Em vez disso, todos os botões estão no mesmo lugar, o que faz com que a alternância entre jogar em um console e no Portal seja completamente perfeita – felizmente, a memória muscular é facilmente transferida.
PlayStation Portal: preço e disponibilidade
O PS Portal chegou ao Brasil em 28 de junho de 2024, custando R$ 1.499. Atualmente, o dispositivo pode ser encontrado em lojas como Amazon e Kabum por R$ 1.439,10. Para fins de comparação de custo-benefício, considerando que ambos funcionam sem a necessidade de outro console, o Nintendo Switch custa por volta de R$ 1.994, enquanto um Steam Deck custa cerca de R$ 3.500.
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Confira o Olhar Digital News na íntegra (07/09/2026)
Veja os destaques do Olhar Digital News desta segunda-feira (07).
IA pode ameaçar a humanidade, alerta chefe de Direitos Humanos da ONU
O chefe de Direitos Humanos da ONU, Volker Turk, alertou que a inteligência artificial avançada pode se tornar poderosa o suficiente para ameaçar a humanidade. O aviso foi feito nesta segunda-feira, durante discurso no Conselho de Direitos Humanos da ONU, em Genebra. Turk defendeu garantias rígidas de segurança para a tecnologia e pediu que países envolvidos no desenvolvimento e nas cadeias de fornecimento de IA estabeleçam limites claros antes que seja tarde demais. Sem citar empresas, Turk também chamou atenção para a concentração de poder no setor.
OpenAI: UE investiga agentes de IA que invadiram site alemão
A União Europeia informou nesta segunda que está investigando um incidente envolvendo milhares de agentes autônomos de inteligência artificial da OpenAI. Os sistemas teriam desobedecido às instruções recebidas e ocupado um site alemão na semana passada.
Brasil testa laboratório espacial que pode ser reutilizado
O Brasil está testando uma plataforma capaz de levar experimentos a mais de 100 km de altitude e trazê-los de volta à Terra. A operação acontece no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno, no Rio Grande do Norte, e pode dar mais autonomia ao país nas pesquisas de microgravidade.
Celulares dobráveis: Huawei lança “dobrável triplo” e Xiaomi apresenta modelo “passaporte”
A Huawei apresentou nesta segunda-feira a nova geração do Mate XT2, seu celular dobrável com duas articulações que se transforma em um tablet quando aberto. A Xiaomi também apresentou oficialmente um modelo dobrável, o Xiaomi 18 Fold.
Primeiro iPhone dobrável da história deve chegar nesta semana
A Apple realiza na quarta-feira seu tradicional evento de setembro, desta vez marcado pela expectativa em torno de uma mudança importante na linha do iPhone. Além da linha 18, a empresa deve apresentar pela primeira vez um modelo dobrável, que vem sendo chamado de iPhone Ultra.
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100 Thieves vence LOUD e conquista o VCT Americas; equipes vão ao Champions Shanghai

A 100 Thieves é campeã do VCT Americas Stage 2. A equipe venceu a LOUD na grande final disputada neste domingo (6), em São Paulo, e conquistou seu segundo título consecutivo na temporada, após também levantar o troféu da EWC.
Apesar da derrota, a LOUD encerra a passagem pelo torneio com uma recuperação importante. A equipe brasileira chegou à decisão pela lower bracket e precisou disputar duas séries MD5 em sequência antes da final. Tanto LOUD quanto 100 Thieves agora voltam suas atenções para o Champions Shanghai.
LOUD destaca desgaste e campanha até a final

Para a LOUD, um dos principais desafios foi o curto intervalo entre as últimas séries. A equipe terminou o quinto mapa da partida anterior por volta das 22h e precisou acordar às 7h para se preparar para a decisão.
Com pouco tempo para ajustes, mudanças precisaram ser realizadas praticamente “no freestyle”, segundo os jogadores. Mesmo com a frustração pelo vice-campeonato, Luke destacou o tamanho da recuperação construída durante os playoffs.
“A gente vai olhar para trás e pensar: olha a corrida que a gente fez.”
Luxô também acredita que a campanha ainda não representa o potencial máximo da equipe. Antes do Champions, o objetivo será ampliar o map pool e corrigir pontos específicos do jogo. O jogador se mostrou confiante na possibilidade de a LOUD disputar as primeiras posições em Xangai.
Darker, que acumulou derrotas antes de deixar o Tier 2, também falou sobre o significado da campanha e citou Faker como referência para a carreira que pretende construir: conquistar múltiplos títulos sem deixar de representar seu país.
A classificação ainda terá um significado histórico para Davi, que será o primeiro jogador português a disputar um Champions de VALORANT.
100 Thieves conquista segundo título consecutivo

Do outro lado, a 100 Thieves chega ao Champions em alta. Depois do título da EWC, a equipe venceu também o Stage 2 das Américas.
Há seis anos na organização, Asuna foi escolhido MVP da grande final. Durante a temporada, o jogador precisou se adaptar à função de duelista principal e atribuiu parte do sucesso à relação construída pelo elenco.
“Through the power of friendship, we prevailed” (“Por meio do poder da amizade, nós prevalecemos”), brincou Asuna.
Cryo destacou o peso de conquistar dois campeonatos em sequência, enquanto Martino classificou a decisão contra a LOUD como a série mais difícil que já disputou.
“Estou realmente chocado com o quanto eles melhoraram ao longo do ano”, afirmou Martino sobre a evolução da LOUD.
Bang, por sua vez, apontou o volume de treinamento como um dos diferenciais da campanha e afirmou sentir que o trabalho realizado durante a temporada finalmente está sendo recompensado.
Champions Shanghai é o próximo objetivo

A 100 Thieves não pretende mudar drasticamente sua preparação antes do Champions. A comissão técnica resumiu a filosofia com um simples “se está funcionando, está funcionando”, priorizando a confiança do grupo e evitando que expectativas externas interfiram no trabalho.
Para Asuna, Xangai também representa a oportunidade de mudar a maneira como suas últimas temporadas terminaram.
O jogador espera que o Champions seja o “happy ending” que faltou nos anos anteriores, quando boas campanhas terminaram em frustração.
A LOUD também chega ao Mundial com expectativas altas. Mesmo com um elenco jovem e ainda distante do que os próprios jogadores consideram sua melhor versão, a corrida pela lower bracket e a chegada à final das Américas mostraram uma evolução rápida.
O título da 100 Thieves ainda encerra simbolicamente um ciclo do VCT Americas. A atual era de franquias começou com um confronto envolvendo a equipe norte-americana e termina com a organização novamente em evidência, desta vez levantando o troféu. Agora, 100 Thieves e LOUD deixam São Paulo como adversárias, mas seguem para Xangai com o mesmo objetivo: disputar o principal título da temporada de VALORANT.
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LOUD vence NRG em série de cinco mapas, vai à final do VCT Americas e garante vaga no Champions

A LOUD está na grande final do VCT Americas. Neste sábado (5), a equipe brasileira derrotou a NRG por 3 a 2 em uma série melhor de cinco e, além de avançar à decisão, garantiu sua classificação para o Champions Shanghai.
Agora, a LOUD volta ao servidor neste domingo (6), às 14h, quando enfrenta a 100 Thieves em uma série melhor de cinco pelo título do VCT Americas. A equipe norte-americana chegou à decisão após vencer a NRG por 2 a 0 na fase anterior.
Para a LOUD, a classificação internacional também encerra um período de ausência: segundo Luque, será a primeira participação da organização no Champions em três anos.
LOUD mantém a calma para fechar série em cinco mapas

O confronto contra a NRG chegou ao quinto mapa e teve o controle emocional como um dos principais temas após a partida. Erde contou que a equipe conseguiu fazer um reset mental antes do mapa decisivo e entrar mais tranquila para buscar a vitória.
Do outro lado, a NRG reconheceu a capacidade de adaptação da adversária. Bonkar destacou especialmente a mudança de desempenho da LOUD na Lotus em relação aos treinamentos entre as equipes.
“Da última vez que jogamos contra eles, nós acabamos com eles. Desta vez, eles acabaram conosco”, afirmou Bonkar.
Apesar da eliminação, a temporada da NRG ainda não terminou. A equipe já está classificada para o Champions Shanghai, e Ethan afirmou que o resultado em São Paulo não representa uma crise semelhante a outros momentos difíceis vividos pelo time. Para ele, foram apenas “alguns dias ruins”.
LOUD volta ao Champions

Além da vaga na final, a vitória confirmou a LOUD entre os representantes das Américas no próximo Champions. Romanilli, único argentino classificado para o torneio, destacou o peso pessoal da conquista e lembrou que mantém uma bandeira de seu país no quarto em Los Angeles.
“Hoje eu subi um degrau muito grande. Quero mais. Quero ganhar amanhã”, afirmou Romanilli.
Darker também celebrou a classificação como o único colombiano no Champions e dedicou a conquista a Davis, ex-jogador já falecido.
“Um campeão não nasce campeão, ele é feito”, disse.
Para Tecazinho, que disputa sua primeira temporada nos palcos do Tier 1, a campanha também representa uma experiência inédita. O jogador classificou o momento como “incrível” e destacou tanto a química entre os companheiros quanto o apoio recebido em São Paulo.
A força da torcida voltou a ser mencionada por Luxo. Questionado sobre quanto da energia da equipe vinha dos próprios jogadores e quanto vinha das arquibancadas, ele resumiu: “50/50, a gente e a torcida.”
LOUD e 100 Thieves decidem o VCT Americas
A LOUD terá pouco tempo para comemorar. A grande final contra a 100 Thieves acontece neste domingo (06), às 14h, novamente em uma melhor de cinco.
As duas equipes chegam à decisão também com suas vagas no Champions garantidas. Para os brasileiros, porém, o domingo representa a oportunidade de transformar a recuperação durante os playoffs em título diante da própria torcida.
Depois de eliminar G2 e NRG em sequência, a LOUD agora está a uma série de terminar sua passagem por São Paulo como campeã das Américas.
A final poderá, também, ser acompanhada nas redes oficiais da VCT Americas.
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