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O que é um roteador tri-band?

O roteador tri-band é uma solução avançada para ambientes domésticos conectados, que proporciona mais capacidade para lidar com muitos dispositivos simultâneos. Ele opera em três bandas de frequência ao mesmo tempo, o que ajuda a distribuir melhor o tráfego e minimizar congestionamentos. Isso garante que atividades como streaming e jogos fluam com mais estabilidade, por exemplo.
Com a crescente demanda por internet rápida e estável, especialmente em casas inteligentes, o roteador tri-band vem ganhando importância. Ele cria duas conexões na faixa de 5 GHz além de uma na 2,4 GHz, ampliando a largura de banda disponível e organizando melhor os dispositivos conectados.
Essa configuração reduz interferências e ajuda a manter a rede fluida mesmo quando muitos aparelhos estejam ativos. A tecnologia Smart Connect geralmente acompanha esse tipo de roteador, automatizando a alocação inteligente dos dispositivos por banda.
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Se está pensando em investir nesse dispositivo, acompanhe na matéria o que é um roteador tri-band, como ele funciona, para que serve e as melhores práticas de uso em casa. Veja também como o instalar corretamente, onde posicioná-lo para obter ótimo sinal e quais são os alcances típicos de cada faixa. Veja abaixo!

O que é um roteador tri-band?
O roteador tri-band é um aparelho de rede que transmite sinal sem fio por três frequências simultâneas: uma de 2,4 GHz e duas de 5 GHz. Essa configuração amplia a largura de banda disponível, permitindo que os dispositivos se distribuam melhor entre as bandas e evitando sobrecarga em uma única frequência.
O resultado disso é uma velocidade real mais alta para cada aparelho conectado, especialmente em ambientes com muitos dispositivos. O uso de bandas múltiplas promove menor latência e maior estabilidade. Além disso, quando integrado a sistemas mesh, esse tipo de roteador pode otimizar a comunicação entre os pontos.
Qual a função e como instalar um roteador tri-band?
A principal função do tri-band é reduzir o congestionamento em redes domésticas modernas. Ao oferecer duas faixas de 5 GHz, ele consegue separar dispositivos que exigem alta performance, como consoles, TVs com streaming de alta definição ou notebooks, daqueles que demandam menos largura de banda.
A banda de 2,4 GHz, por sua vez, mantém compatibilidade com gadgets mais antigos ou IoT, que precisam de maior alcance mesmo com menor velocidade. Esse balanceamento inteligente melhora o rendimento geral da rede.
Para instalar um roteador tri-band, comece conectando o cabo do modem à porta WAN do roteador e ligue-o à energia. Em seguida, acesse o app ou interface web para configurar as SSIDs (nomes das redes) e senhas para cada uma das três bandas.
Alguns aparelhos permitem criar um único Wi-Fi com seleção automática de banda usando Smart Connect, o que facilita o uso para quem não quer gerenciar redes separadas. Depois de configurado, reinicie o roteador e conecte os dispositivos normalmente conforme o desempenho desejado.
O ideal é posicionar o roteador em um local central da casa, elevado e livre de obstruções como paredes grossas ou móveis metálicos que bloqueiam o sinal. Isso aumenta o alcance da banda de 2,4 GHz, que chega em cômodos mais distantes, e da banda de 5 GHz, que oferece maior velocidade, mas com alcance mais limitado.
Evite colocá-lo no chão, dentro de armários ou muito próximo de fontes de calor. Se tiver um sistema mesh, distribua os pontos com distância e visada clara entre eles para garantir boa cobertura.

Como é o alcance do roteador tri-band?
Quanto ao alcance, a banda de 2,4 GHz cobre bem áreas maiores, podendo atingir cerca de 30 metros em ambiente aberto, embora dependa das barreiras existentes. Já cada uma das faixas de 5 GHz costuma alcançar entre 10 e 20 metros com bom desempenho, mas reduz consideravelmente ao atravessar paredes feitas de materiais densos.
Esse equilíbrio é útil porque a banda de 5 GHz é ideal para velocidades altas, enquanto a de 2,4 GHz garante cobertura espalhada.
Em muitos roteadores tri-band modernos, há funcionalidades adicionais como portas ethernet de alta velocidade (Gigabit ou mais), controle de qualidade de serviço (QoS) e recursos de segurança como WPA3. Esses extras aumentam o desempenho e protegem a rede contra intrusões.
Apps associados também facilitam ver quais dispositivos estão conectados, priorizar tráfego, e aplicar limites de uso ou horários. Assim, o tri-band não só melhora velocidade, como também torna a rede mais gerenciável.
Quais os benefícios do roteador tri-band?
Um ponto importante é que os dois canais de 5 GHz podem operar de forma independente ou com um deles dedicado, por exemplo, para comunicação entre dispositivos em um sistema mesh (backhaul), evitando congestionar a banda usada pelos aparelhos finais.

Isso ajuda a manter estabilidade mesmo em redes com muitos nós ou com tráfego intenso. A arquitetura tri-band favorece redes domésticas ou escritórios pequenos bem estruturados e com alta demanda de uso.
Então, o roteador tri-band é uma excelente opção para quem busca navegação mais rápida, cobertura eficiente e menos interferência em redes com muitos dispositivos conectados ao mesmo tempo. Sua configuração equilibrada de frequências e recursos modernos tornam essa tecnologia ideal para residências que precisam de performance e flexibilidade na rede sem fio.
Você pode comprar o roteador tri-band Archer GX90 da TP-Link por cerca de R$ 2.000 na Amazon.
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AGU muda de ideia e pede ao STF que derrube marco legal das bets

A Advocacia-Geral da União (AGU) mudou de posição sobre a regulamentação das apostas online e pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare inconstitucional o núcleo das leis que permitiram e disciplinaram a exploração das chamadas bets no Brasil.
A manifestação foi apresentada nesta sexta-feira (2) em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) relatada pelo ministro Luiz Fux. A mudança ocorre uma semana depois de o governo editar uma medida provisória que proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o território nacional.
Em manifestação anterior, apresentada em outra ação sobre o tema, a AGU havia defendido que a legislação era “ainda constitucional, sujeita a processo de progressiva inconstitucionalização”. Na ocasião, o órgão argumentou que a regulamentação era recente e que seus efeitos ainda precisavam ser acompanhados.
Agora, a Advocacia-Geral afirma que o período de monitoramento mostrou que as medidas adotadas pelo Executivo não foram suficientes para corrigir as fragilidades do modelo.
Segundo a nova manifestação, os indicadores disponíveis apontam para a persistência e o agravamento de danos que a legislação deveria evitar. Entre os problemas citados estão impactos sobre a saúde pública, o endividamento das famílias, a proteção dos consumidores e a utilização das plataformas de apostas para lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas.
Impactos sobre saúde e famílias
- A AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas;
- “Informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam impactos sobre insegurança alimentar, endividamento e vulnerabilidade, além da fragilização de vínculos familiares e sociais”, afirma o documento;
- A manifestação também menciona crescimento de 140% nos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) relacionados ao jogo patológico e à mania de jogos e apostas entre 2018 e 2025;
- Outro dado citado pelo órgão é uma estimativa de que as apostas tenham retirado aproximadamente R$ 62,5 bilhões dos orçamentos familiares em 2025;
- Ao final da manifestação, a AGU pede que o STF declare inconstitucionais os dispositivos das leis de 2018 e 2023 que formam a base jurídica da exploração das apostas de quota fixa no país.

Quais leis estão em discussão
A manifestação questiona dispositivos de duas leis federais que estruturaram o mercado de apostas de quota fixa. A primeira é a Lei nº 13.756/2018, aprovada pelo Congresso e sancionada durante o governo de Michel Temer. A norma criou a modalidade de aposta de quota fixa no Brasil.
A AGU pede que sejam declarados inconstitucionais os artigos 29 a 35 da legislação, responsáveis por instituir a modalidade e estabelecer regras relacionadas à sua exploração.
A segunda é a Lei nº 14.790/2023, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A norma regulamentou o setor, estabelecendo regras para autorização das empresas, funcionamento das plataformas, publicidade, direitos dos apostadores, prevenção à lavagem de dinheiro e mecanismos de jogo responsável.
Na avaliação atual da AGU, porém, esse conjunto de regras não criou salvaguardas suficientes para conter os riscos associados às apostas.
O órgão afirma que, mesmo depois das medidas complementares adotadas pelo Executivo a partir de 2024, permaneceram problemas relacionados à saúde, ao endividamento das famílias, à publicidade e ao mercado clandestino.
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Pedido é diferente da ação contra a proibição das bets
A manifestação da AGU ocorre em ação que discute a própria base legal das apostas de quota fixa e é diferente dos processos que questionam diretamente a medida provisória editada pelo governo na semana passada. A MP proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o país.
Entidades do setor também recorreram ao STF contra a medida provisória. A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram a suspensão da proibição.
Segundo a AGU, o órgão ainda apresentará uma manifestação específica nessas ações quando for formalmente intimado.
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Confira o Olhar Digital News na íntegra (01/10/2026)
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira (01/10).
Aconteceu de novo: agentes de IA tentaram invadir site do governo do Canadá
A empresa de pesquisa em inteligência artificial Transluce revelou que agentes de IA tentaram acessar um site ligado ao governo do Canadá. As investidas ocorreram em 28 de maio e 9 de junho, sem indicação de que os sistemas públicos tenham sido comprometidos.
Redes sociais são vistas como ameaça à democracia, revela pesquisa
Um número crescente de pessoas acredita que as redes sociais manipulam e dividem a população. É o que revela uma pesquisa do Pew Research Center divulgada nesta quinta-feira (01). Segundo o levantamento, cidadãos de países mais ricos tendem a ter uma percepção pior das plataformas.
SpaceX lança chips de IA do Google em teste para futuros data centers espaciais
A SpaceX lançou, nesta quinta-feira (01), um protótipo de satélite equipado com chips de inteligência artificial do Google. O dispositivo foi enviado à órbita a bordo de um foguete Falcon 9 durante a missão Transporter-18, realizada a partir da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia.
NASA e SpaceX lançam astronautas à Estação Espacial Internacional
A NASA e a SpaceX lançaram nesta quinta-feira (01) a missão Crew-13. Com destino à Estação Espacial Internacional, ela decolou da Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, na Flórida, por volta de 12h11, pelo horário de Brasília.
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Eleições: posso perguntar para a IA em que votar?
Em meio a planos de governo extensos, sabatinas diárias e um volume avassalador de propagandas políticas, a tentação de buscar um atalho é grande. Para a parcela de indecisos que costuma deixar a escolha para a reta final, o celular oferece uma consulta rápida e tentadora: pedir uma indicação direta aos assistentes virtuais de Inteligência Artificial.
Mas o que esses chatbots de IA realmente podem responder nessas horas? O Olhar Digital News desta quarta-feira (30) convidou Ricardo Souza, advogado especialista em direito digital, para analisar o que pode e o que não pode.
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