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iPhones ficam mais vulneráveis com liberação de apps alternativos na Europa?

Redação Informe 360

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A Apple liberou a instalação de aplicativos que não fazem parte da App Store na União Europeia. A medida visa cumprir com as novas regras do bloco. Com isso, usuários de iPhones estão se perguntando: há algum risco ou alguma vulnerabilidade que necessite atenção? Para responder essa pergunta, separamos algumas dicas para que os usuários, que moram na UE ou que vão viajar para lá, possam se prevenir.

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A mudança é inédita desde que a App Store existe e, por isso, gera muitas dúvidas. Além de poder baixar os aplicativos de lojas terceiras ou da web, os usuários também poderão fazer pagamentos diretamente no aplicativo – antes era necessário cadastrar o cartão na loja para liberar a transação.

apple
Imagem: Champhei/Shutterstock

Os reguladores esperam que as novas regras diminuam um pouco da dominância que as big techs têm sobre os usuários finais no cotidiano. Essas medidas entram em vigor logo após a Apple ser multada em quase 3 bilhões de reais pelos reguladores da UE por impedir concorrência no mercado de streaming de música.

A Apple se posicionou alegando que as novas regras aumentam os riscos de segurança para usuários de iPhones na Europa. A empresa argumenta que isso pode deixar usuários expostos a mais golpes e ataques maliciosos. Além disso, a Apple levantou a possibilidade de um aumento na presença de serviços indesejados, como pornografia e drogas ilegais, que são proibidos há muito tempo na App Store da empresa.

Apple está exagerando quando fala em risco de segurança?

O posicionamento da Apple deve ser visto com cautela. Isso porque a big tech tem um enorme interesse financeiro no assunto. “Proteger” o usuário de iPhone monopolizando os canais para baixar aplicativos e músicas sempre foi uma tática de negócios.

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Apple
Imagem: Arcansel/Shutterstock

No entanto, assim como usuários de Android já sabem, é preciso tomar cuidado sim ao baixar um aplicativo. Não é recomendado baixar de lojas ou sites desconhecidos. O ideal é baixar apenas em lojas conhecidas, como Play Store, Microsoft Store, Amazon App Store e App Brain. Essas possuem entraves que dificultariam um possível ataque hacker, assim como a App Store, da Apple.

Lojas alternativas não vão funcionar após 30 dias longe de países da União Europeia

Vamos dizer que você tenha uma viagem marcada para algum país dentro do bloco da União Europeia. Enquanto estiver dentro do território da UE, seu iPhone terá a opção de instalar apps a partir de lojas que não sejam a App Store. Mas, a partir do momento em que você deixa o território da União Europeia, as coisas podem deixar de funcionar.

De acordo com a página de suporte da Apple, após 30 dias longe do território europeu, os dispositivos não conseguirão mais atualizar apps instalados por meios alternativos. O aplicativo continuará funcionando no smartphone, mas em versões desatualizadas.

Caso você volte para alguns dos países que formam o bloco, poderá voltar a atualizar seus apps e até baixar outros. Mas, enquanto estiver fora, nada de updates.

A medida visa impedir que usuários passem a se aproveitar da nova medida sem estarem na União Europeia — a Apple só liberou o recurso para atender a demandas dos órgãos reguladores europeus e claramente não tem nenhuma intenção de expandir o recurso para outros mercados (a não ser que seja obrigada).

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As informações são do EuroNews.

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Tecnologia

Spotify terá novo plano mais caro ainda este ano

Redação Informe 360

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Um novo plano do Spotify voltado para quem é usuário assíduo da plataforma será lançado ainda este ano e será mais caro que as assinaturas existentes atualmente. As informações são da Bloomberg.

Leia mais:

  • 7 recursos disponíveis no Spotify para encontrar uma playlist perfeita
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A gigante do streaming de áudio planeja lançar o plano como um complemento para os usuários que já assinam o serviço. Espera-se que ele custe US$ 5 (cerca de R$ 26) a mais por mês nos EUA, dando acesso a um áudio melhor e novas ferramentas para criar playlists e gerenciar bibliotecas de músicas.

Recentemente, o Spotify aumentou os preços no país:

  • Premium Individual: de US$ 10,99 para US$ 11,99 por mês;
  • Premium Duo: de US$ 14,99 para US$ 16,99 por mês;
  • Premium Família: de US$ 16,99 para US$ 19,99 por mês.

As informações indicam apenas um lançamento nos EUA, e não há confirmação de o plano vá ser lançado no Brasil, por enquanto. Por aqui, os planos atuais são:

  • Plano Premium Individual, que sai por R$ 21,90 mensais;
  • Premium Duo por R$ 27,90 ao mês;
  • Premium Família, R$ 34,90 por mês;
  • E Premium Universitário, que custa R$ 11,90 mensais.

O Spotify se recusou a comentar oficialmente sobre o novo plano. O relatório desta assinatura nova surge uma semana após a empresa ter aumentado os preços dos seus planos premium nos Estados Unidos.

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Previsão é que o Spotify lance novo plano ainda em 2024 – Imagem: Yalcin Sonat/Shutterstock

Novo plano do Spotify oferece mais qualidade de áudio

  • O preço do novo plano variará conforme o plano básico de cada usuário e o valor adicionado para obter os benefícios, mas espera-se uma margem de 40% no que será pago a mais em assinaturas.
  • Os assinantes que optarem pelo novo plano terão acesso ao áudio de alta fidelidade (HiFi) do Spotify.
  • Em 2021, o Spotify anunciou o recurso de áudio HiFi para permitir que assinantes premium em mercados selecionados atualizassem sua qualidade de som, mas o lançamento acabou sendo adiado.

Os assinantes premium do Spotify aumentaram 14%, no primeiro trimestre encerrado em 31 de março, em relação ao mesmo período do ano anterior. A previsão é de 631 milhões de usuários ativos mensais para o segundo trimestre.

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Assinaturas do Spotify vem aumentando apesar de elevação nos preços (Imagem: Chubo – my masterpiece/Shutterstock)

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Tecnologia

Meta estaria planejando ‘story casado’ entre Insta e WhatsApp

Redação Informe 360

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Posso estar completamente enganado e desatualizado, mas não conheço muita gente que usa os “Stories” do WhatsApp, que recebem o nome de “Status”, mas que sabemos que são quase a mesma coisa.

A função, no entanto, deve ter a sua importância, até porque a Meta estaria preparando uma grande novidade para ela. Segundo indica um vazamento divulgado pelo desenvolvedor Alessandro Paluzzi, a empresa deve lançar em breve uma espécie de postagem casada entre o Whats e o Instagram.

Paluzzi, que é conhecido por ter ótimas informações de bastidores e por antecipar novos recursos, divulgou um printscreen do Story do Insta. E nele aparece o botão ainda inédito para compartilhar a publicação no WhatsApp também.

Vale destacar que a Meta já possui um recurso parecido, só que entre o Instagram e o Facebook. Se realmente implementada, essa mudança vai facilitar bastante a vida de quem posta o mesmo conteúdo em diferentes plataformas.

O que sabemos sobre a novidade

  • Pouquíssima coisa além do post do Paluzzi.
  • O recurso deve funcionar apenas em publicações próprias.
  • Ou seja, nada de postar diretamente aquele vídeo engraçado que você viu no feed.
  • A aposta é que a Meta também trabalhe no caminho reverso, ou seja, que você consiga postar o seu conteúdo do Status no Insta também.
  • Isso tudo, porém, vale lembrar, está apenas no campo das especulações.
  • Nem WhatsApp, nem Instagram, nem Meta se manifestaram.
  • Não há também, portanto, uma data oficial para lançamento.

Outras novidades no Whats

Apesar de abranger as duas plataformas, o novo recurso parece mais um afago aos usuários do WhatsApp. O mensageiro, aliás, vem recebendo nas últimas semanas novas ferramentas – que tem se mostrado muito úteis.

whatsapp instagram
As plataformas da Meta podem ficar mais próximas do que nunca – Imagem: BigTunaOnline/Shutterstock

Como você leu aqui no Olhar Digital, você pode criar figurinhas para o WhatsApp usando Inteligência Artificial.

Ou ainda mandar áudios ‘que somem’, ou seja, com visualização única.

O brasileiro, claro, agradece. Primeiro porque estamos no pódio de número de usuários da plataforma no mundo. Além disso, segundo o próprio Mark Zuckerberg, somos o país que mais envia áudios e usa figurinhas no “Zap”.

Olhar Digital.

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Tecnologia

Golpe do óleo velho: o que é e como se proteger?

Redação Informe 360

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Um novo problema emergente tem preocupado os consumidores e especialistas do setor automobilístico: o golpe do óleo velho. Essa prática fraudulenta, que envolve a comercialização de lubrificantes falsificados, reutilizados ou de baixa qualidade, representa uma ameaça séria para a integridade dos veículos e a segurança dos motoristas. Neste artigo, vamos explorar o que é o golpe do óleo velho, suas consequências para os automóveis e como os consumidores podem se proteger.

O mercado de lubrificantes enfrenta várias formas de fraude, incluindo a atuação de fabricantes sem autorização ambiental, a adulteração de produtos e a pirataria de marcas. Essas práticas comprometem não apenas a qualidade dos lubrificantes, mas também enganam os consumidores, colocando em risco a segurança veicular e ambiental.

Leia também:

  • Como descarbonizar a frota de veículos brasileira?
  • Aquaplanagem: o que é e como evitar?
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O que é o Golpe do Óleo Velho?

O que é o Golpe do óleo velho
Foto de Tim Mossholder na Unsplash

O golpe do óleo velho refere-se à venda de lubrificantes adulterados, falsificados ou reprocessados, muitas vezes vendidos como produtos de alta qualidade. Essa prática criminosa pode incluir a mistura de óleo usado com substâncias inadequadas, a falsificação de marcas reconhecidas e até mesmo a venda de óleo queimado como se fosse novo. Uma das fraudes mais preocupantes é o reprocessamento de óleo queimado e sua venda como lubrificante sintético de alta qualidade.

Em resposta as fraudes, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), tem realizado um monitoramento mais intenso. De acordo com dados do Programa de Monitoramento de Lubrificantes da ANP, antes da intensificação do monitoramento, os lubrificantes, em sua maioria, estavam regulados em todos os aspectos, mas uma porcentagem significativa apresentou parâmetros fora do padrão, evidenciando a gravidade do problema.

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Após o monitoramento mais minucioso, centenas de milhares de litros de lubrificantes irregulares foram apreendidos. A ANP apreendeu uma grande quantidade de lubrificantes irregulares nos últimos anos, principalmente devido à falta de aditivação e problemas de viscosidade.

Consequências para o Carro

O uso de lubrificantes de má qualidade pode acarretar uma série de danos ao motor do veículo. Esses lubrificantes inadequados podem não oferecer a lubrificação adequada, levando ao desgaste prematuro das peças do motor, aumento do atrito e superaquecimento. Além disso, substâncias contaminantes presentes em lubrificantes falsificados ou reutilizados podem causar entupimento de filtros, corrosão de componentes e danos irreversíveis ao sistema de lubrificação do veículo.

Como se proteger

Foto de Erik Mclean na Unsplash

Para evitar cair no golpe do óleo velho, os consumidores devem adotar algumas medidas preventivas. É essencial adquirir lubrificantes apenas em estabelecimentos confiáveis e autorizados, verificando sempre a procedência dos produtos e a integridade das embalagens.

Além disso, é recomendável ficar atento a preços muito abaixo do mercado, pois isso pode indicar a venda de produtos falsificados. Por fim, os motoristas devem estar atentos aos sinais de problemas no veículo, como ruídos incomuns, vazamentos de óleo ou falhas no desempenho do motor, e buscar a orientação de um profissional qualificado ao menor sinal de problema.

O golpe do óleo velho representa uma ameaça significativa para os proprietários de veículos, comprometendo não apenas a integridade dos automóveis, mas também a segurança dos motoristas e passageiros. Ao estar ciente dessa prática fraudulenta e adotar medidas preventivas, os consumidores podem proteger seus veículos e evitar prejuízos financeiros e mecânicos.

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