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Gosta de faroeste e história policial? Conheça as séries e filmes de Taylor Sheridan

No universo das séries de TV, a figura do showrunner é central. Ele é o produtor-executivo responsável por manter a coerência artística e criativa de uma produção. Seu trabalho engloba a escrita dos roteiros até a finalização dos episódios.
Nos últimos anos, poucos nomes se destacaram tanto nesse papel quanto Taylor Sheridan, roteirista, diretor, ator e showrunner americano que redefiniu o gênero faroeste e os dramas policiais na televisão.
Ele ganhou notoriedade ao escrever os roteiros dos filmes “Sicario” (2015) e “Hell or High Water” (2016), e se consolidou como um dos principais nomes da televisão ao criar a saga Yellowstone, um dos maiores sucessos recentes da Paramount.
A seguir, conheça as principais séries e filmes de Taylor Sheridan, disponíveis em diferentes plataformas de streaming.

Gosta de faroeste e história policial? Conheça as séries e filmes de Taylor Sheridan
- Conheça as séries e filmes de Taylor Sheridan
- Yellowstone
- 1883
- 1923
- Lawmen: A História de Bass Reeves
- O Dono de Kingstown
- Tulsa King
- Special Ops: Lioness
- Filmes de Taylor Sheridan
- Sicario: Terra de Ninguém (2015)
- Sicario: Dia do Soldado (2018)
- A Qualquer Custo (2016)
- Terra Selvagem (2017)
- Sem Remorso (2021)
- Aqueles Que Me Desejam a Morte (2021)
Conheça as séries e filmes de Taylor Sheridan
O universo de Yellowstone
Sheridan construiu uma grande saga em torno de “Yellowstone”, expandindo a narrativa para várias gerações e explorando as origens da família Dutton.
Yellowstone

A série que deu origem a todo o universo criado por Taylor Sheridan acompanha John Dutton (interpretado pelo astro Kevin Costner), o patriarca de uma poderosa família de fazendeiros que luta para proteger suas terras das pressões do governo, de empresários e de grupos nativos.
Com paisagens deslumbrantes do oeste americano e uma trama repleta de intrigas políticas, rivalidades e dramas familiares, “Yellowstone” é o ponto de partida ideal para mergulhar no faroeste moderno.
- Onde assistir:
- Paramount+;
- Netflix.
1883

Prelúdio de “Yellowstone”, a série mostra os antepassados dos Dutton em uma perigosa jornada rumo ao Oeste americano após a Guerra Civil. Eles deixam Tennessee, eles enfrentam desafios até se estabelecerem em Montana, onde nascerá o Rancho Yellowstone.
A série conta com um elenco de peso, como Tim McGraw, Faith Hill e Sam Elliott.
- Onde assistir:
- Paramount+;
- Netflix.
1923

Outra prequela de “Yellowstone”, a série acompanha a família Dutton em meio às dificuldades do pós-Primeira Guerra Mundial, enfrentando seca, pragas, a Lei Seca e o início da Grande Depressão.
O elenco conta com grandes atores, com Helen Mirren, Harrison Ford nos papéis principais. Além deles completam o elenco Brandon Sklenar, Julia Schlaepfer e Timothy Dalton.
- Onde assistir:
- Paramount+;
- Netflix.
Lawmen: A História de Bass Reeves

Inicialmente planejada como um spin-off de “1883”, a série acabou se tornando uma produção independente, fora do universo “Yellowstone”.
A trama acompanha Bass Reeves (David Oyelowo), o primeiro delegado negro a atuar a oeste do rio Mississippi. Enfrentando o racismo e a violência do Velho Oeste, ele tenta impor a justiça em terras sem lei. Com supervisão de Taylor Sheridan, a série equilibra ação e drama histórico.
- Onde assistir: Paramount+.
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Séries policiais e thrillers contemporâneos
Além do faroeste, Taylor Sheridan também é reconhecido por criar dramas urbanos e séries de ação que exploram a corrupção, o poder e a violência institucional.
O Dono de Kingstown

Ambientada na cidade fictícia de Kingstown, Michigan, onde o encarceramento é o principal negócio, a trama acompanha a família McLusky, mediadora entre gangues, prisioneiros, guardas e policiais.
Jeremy Renner interpreta Michael “Mike” McLusky, que assume o papel de “prefeito” após a morte do irmão. Ex-detento e conhecedor do sistema prisional, ele tenta manter o equilíbrio em um ambiente marcado por corrupção, brutalidade e desespero.
- Onde assistir: Paramount+.
Tulsa King

Nesta série, Sylvester Stallone vive Dwight “O General” Manfredi, um mafioso recém-libertado da prisão que tenta reconstruir sua vida em Tulsa, Oklahoma.
Sem aliados na região, ele forma uma equipe improvável, incluindo um jovem taxista e o dono de uma loja de cannabis.
Misturando ação, humor e drama, “Tulsa King” mostra a tentativa de Dwight de reconstruir seu império e sua vida em um mundo que mudou completamente.
- Onde assistir: Paramount+.
Special Ops: Lioness

Inspirada em operações reais da CIA, “Special Ops: Lioness” é uma série de suspense e espionagem criada por Taylor Sheridan.
A trama acompanha uma agente disfarçada infiltrada em um grupo terrorista, enquanto enfrenta dilemas éticos e emocionais em meio à Guerra ao Terror.
A produção conta com atores famosos. Destaque para Zoe Saldaña, Nicole Kidman e Morgan Freeman.
- Onde assistir:
- Paramount+;
- Netflix.
Filmes de Taylor Sheridan
Além de dominar a televisão, Taylor Sheridan também se destacou como roteirista e até diretor de filmes, sempre trabalhando com os gêneros de drama, suspense policial e histórias sobre crimes.
Sicario: Terra de Ninguém (2015)

Com direção de Denis Villeneuve e roteiro de Sheridan, o filme acompanha uma agente do FBI (Emily Blunt) envolvida em uma operação secreta na fronteira EUA–México. Indicado a três Oscars, marcou a estreia de Sheridan como roteirista.
- Onde assistir: LionsGate.
Sicario: Dia do Soldado (2018)

Sequência escrita por Sheridan e com direção de Stefano Sollima, foca em uma operação para provocar uma guerra entre cartéis mexicanos. A trama amplia o universo do primeiro filme, explorando ainda mais o cinismo e a brutalidade do conflito.
- Onde assistir: Amazon Prime Video.
A Qualquer Custo (2016)

Um faroeste moderno em que dois irmãos (Chris Pine e Ben Foster) assaltam bancos para salvar a fazenda da família, enquanto um xerife (Jeff Bridges) tenta capturá-los. Sheridan recebeu indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original.
- Onde assistir: Adrenalina Pura.
Terra Selvagem (2017)

Com direação e roteiro de Sheridan, o thriller acompanha um caçador (Jeremy Renner) e uma agente do FBI (Elizabeth Olsen) investigando o assassinato de uma jovem indígena em uma reserva nevada. O filme mistura mistério policial, crítica social e tensão psicológica.
- Onde assistir: Adrenalina Pura.
Sem Remorso (2021)

Baseado na obra de Tom Clancy, o longa estrelado por Michael B. Jordan mostra um agente da marinha em busca de vingança após o assassinato de sua esposa. Sheridan coescreveu o roteiro, trazendo seu estilo realista e violento para o universo de espionagem.
- Onde assistir: Amazon Prime Video.
Aqueles Que Me Desejam a Morte (2021)

Com direção de Sheridan, o filme acompanha uma bombeira florestal (Angelina Jolie) tentando proteger um garoto perseguido por assassinos em meio a incêndios florestais. Uma mistura de thriller de sobrevivência e drama emocional, com ritmo ágil e cenários intensos.
- Onde assistir: HBO Max.
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Hormônios e mente: como eles moldam emoções, memória e estresse

A relação entre mente e corpo sempre intrigou cientistas, mas descobertas recentes mostram que os hormônios têm um papel ainda mais profundo na forma como pensamos, sentimos e reagimos ao mundo. Antes vistos apenas como reguladores de funções biológicas, eles agora são considerados peças-chave para entender transtornos como depressão, ansiedade e até alterações cognitivas ao longo da vida.
Pesquisadores de diferentes áreas vêm demonstrando que os hormônios influenciam diretamente processos, como humor, neurogênese, memória, resposta ao estresse e até a forma como lidamos com vínculos sociais.
Essa atuação ocorre porque eles circulam pelo sangue até se ligarem a receptores específicos, desencadeando reações capazes de alterar o equilíbrio emocional — às vezes de maneira sutil, outras vezes de formas intensas e debilitantes.
O humor e as transições que alteram a saúde mental
Os cientistas já identificaram mais de 50 tipos de hormônios no corpo humano, cada um responsável por orientar processos essenciais, como crescimento, reprodução, sono e funcionamento sexual. Mas, entre todas as funções, a influência sobre o bem-estar mental tem chamado atenção.
Segundo especialistas, variações hormonais são capazes de modificar níveis de neurotransmissores, como serotonina e dopamina, essenciais para o equilíbrio emocional.

Essa influência é evidente em fases de transição hormonal. Na adolescência, por exemplo, meninas passam a ter o dobro de probabilidade de desenvolver depressão em comparação aos meninos — um padrão que se mantém ao longo da vida.
Entre mulheres, oscilações de estrogênio e progesterona antes da menstruação podem gerar irritabilidade, tristeza, ansiedade e, em casos mais graves, o transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), marcado por alterações intensas de humor.
Na gravidez, na perimenopausa e na menopausa, novos desequilíbrios surgem. A queda abrupta de estrogênio e progesterona após o parto está associada à depressão pós-parto, e até 13% das mulheres podem enfrentar o problema. Já na perimenopausa, flutuações bruscas podem afetar memória e concentração, fenômeno associado à regressão de neurônios e diminuição da neurogênese no hipocampo.
Entre homens, a queda gradual da testosterona também pode gerar mudanças de humor, ainda que de forma menos brusca. Pequenas oscilações parecem suficientes para alterar sensibilidade emocional e bem-estar psicológico em parte da população masculina.
Quando hormônios e estresse entram em conflito
O impacto dos hormônios também aparece na forma como o corpo lida com situações estressantes. O chamado eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA) controla a liberação de cortisol, o hormônio responsável pela resposta de emergência. Em curto prazo, ele ajuda o corpo a reagir. No entanto, quando o estresse se torna crônico, o cortisol passa a danificar neurônios em regiões, como hipocampo, amígdala e córtex pré-frontal.

Esse desgaste pode prejudicar memória, concentração, controle emocional e tomada de decisões. A redução do volume da amígdala, por exemplo, está associada a irritabilidade e emotividade, enquanto a atrofia do córtex pré-frontal compromete a capacidade de raciocínio.
Em contraste, a oxitocina — frequentemente chamada de “hormônio do amor” — aparece ligada à formação de vínculos, sensação de segurança e redução dos efeitos nocivos do estresse. Embora a ciência ainda investigue seus limites, estudos mostram que ela pode aumentar cooperação, empatia e generosidade.
Hormônios que mais influenciam humor e comportamento
- Estrogênio e progesterona: influenciam humor, memória e neurogênese.
- Testosterona: associada a bem-estar, energia e estabilidade emocional.
- Cortisol: regula a resposta ao estresse, mas pode causar danos quando liberado em excesso.
- Oxitocina: ligada à conexão social e à sensação de segurança.
- T3 e T4: hormônios da tireoide que regulam energia; desequilíbrios causam ansiedade ou depressão.
Novos tratamentos
O avanço do conhecimento sobre hormônios abre portas para novos tratamentos. Um dos mais promissores é a brexanolona, medicamento que imita a ação da alopregnanolona e tem alta eficácia contra a depressão pós-parto. Estudos também sugerem que homens com baixa testosterona podem responder melhor a antidepressivos quando suplementam o hormônio.

Entre mulheres na menopausa, terapias com estrogênio — incluindo reposição hormonal — mostram efeitos positivos no humor, ainda que não funcionem para todas. Já no caso do TDPM, alguns métodos hormonais de contracepção podem aliviar os sintomas, enquanto outros podem agravá-los.
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Especialistas afirmam que a principal dificuldade é entender por que algumas pessoas são extremamente sensíveis às flutuações hormonais e outras não. Com esse conhecimento, será possível desenvolver abordagens mais personalizadas e eficazes.
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É verdade que a maioria das girafas machos tem comportamento homossexual? Entenda

As girafas estão no centro de um debate delicado e polêmico: até que ponto os comportamentos homossexuais observados entre indivíduos da espécie podem ser interpretados como “gay”, no sentido humano do termo? A questão desperta curiosidade porque envolve comportamentos complexos, que podem parecer semelhantes aos humanos, mas pertencem a um contexto biológico e comportamental totalmente diferente.
As girafas vivem em savanas e planícies africanas, em zonas que vão do Sahel até regiões mais ao sul do continente, e formam agregados sociais flexíveis, sem vínculos permanentes entre todos os membros. Animais machos e fêmeas vivem juntos ou separados dependendo da época, das condições ambientais e da disponibilidade de comida, água e segurança. A sobrevivência da espécie depende de que as fêmeas gestem filhotes e, por isso, observações de comportamento sexual e social em girafas têm relevância para entender a dinâmica de reprodução, convivência e hierarquia dentro dos grupos.
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Quando o comportamento inclui “necking” (contato de pescoço), monta entre machos e outras interações que podem lembrar demonstrações de afeto ou atração sexual, surge a dúvida: será que estamos diante de orientação sexual canalizada pelos animais? Ou é uma questão de instinto, domínio social, estímulo sexual sem compromisso ou outra motivação biológica? Veja mais na matéria abaixo!

É verdade que a maioria das girafas machos são homossexuais?
As girafas são os mamíferos terrestres mais altos do planeta, com seus longos pescoços e elegantes manchas. Elas habitam principalmente savanas africanas e regiões de vegetação rala, onde podem se alimentar de brotos e folhas inacessíveis para muitos herbívoros. A dieta é baseada em plantas, folhas, galhos e ocasionalmente frutos.
Socialmente, as girafas formam grupos abertos, e as composições mudam com frequência, onde machos, fêmeas e jovens podem se reunir de modo instável. Os machos costumam circular entre grupos em busca de fêmeas prontas para acasalar, sem formar casais fixos ou vínculos duradouros; após o acasalamento, o macho geralmente segue seu caminho. Já as fêmeas podem cuidar dos filhotes em grupos soltos ou mesmo sozinhas, e não há monogamia ou “estrutura familiar” parecida com humanos.
O que dizem os estudos?
Há evidências de que machos de girafa interagem com outros machos que incluem comportamentos sexualizados como “necking” (roçar pescoço/corpo), toques, monta e, em algumas observações, estimulação genital. Segundo estudos de campo, em muitas dessas interações, os parceiros são do mesmo sexo, dando origem à afirmação de que “a maior parte” dos atos sexuais observados entre girafas é entre machos.
Um estudo realizado na Tanzânia, com mais de 3.200 horas de observação, registrou 17 eventos de monta entre machos e apenas 1 evento entre macho e fêmea, o que representa cerca de 94% de incidências entre machos. No entanto, esses dados não permitem afirmar que 94% das girafas sejam “homossexuais” como humanos, pois se trata apenas de observações pontuais de fenômenos sexuais entre machos sob determinadas circunstâncias.

Por que dizer que a maioria é gay é enganoso?
O debate começou quando uma política britânica usou a alegação de que “90% das girafas são gays” para reforçar argumentos sobre educação inclusiva. A frase rapidamente circulou nas redes, mídia internacional e brasileiros, sendo muitas vezes repetida como fato científico. Isso reacendeu uma polêmica sobre como interpretar comportamento animal e até que ponto a ciência pode ser usada como argumento em debates sociais.
Essa ideia é considerada enganosa por pesquisadores que estudam comportamento animal. Isso porque os dados referem-se a montas observadas, não à identidade ou preferência sexual permanente dos animais. Além disso, girafas macho continuam ocasionalmente a acasalar com fêmeas, e a orientação sexual como entendemos em humanos não se aplica da mesma forma a animais selvagens.
Pesquisadores explicam que, embora machos realizem atos homoafetivos ou homossexuais com frequência, isso não significa que tenham “orientação sexual” fixa ou exclusiva. A mistura de comportamentos homo e heterossexuais, a ausência de vínculos de casal ou lar, e a dinâmica social da espécie apontam para um padrão de comportamento mais fluido e multifuncional.
Possíveis motivações evolutivas e sociais
Para algumas análises, a montagem entre machos e o “necking” teriam função social, como alívio de tensão, estabelecimento de hierarquia ou coesão de grupo, e não necessariamente reprodução. Em contextos onde há competição por fêmeas ou dominância, esses comportamentos poderiam servir como forma de resolver conflitos sem luta direta, diminuir agressividade ou fortalecer laços temporários dentro de manadas.
Há também a hipótese de que a sexualidade entre animais obedeça a diferentes gatilhos, não apenas reprodutivos, mas sociais ou de conforto, e que nem sempre a monta entre dois machos signifique atração de longo prazo, afetividade ou laços duradouros.
Especialistas reagiram afirmando que a declaração era imprecisa e simplista demais. Eles explicaram que os dados disponíveis não confirmam que a espécie seja homossexual em sua maioria, que a sexualidade animal não replica a humana e que muitos comportamentos têm motivações distintas da atração sexual permanente.

A conclusão dos estudos
Até hoje, a comunidade científica se recusa a classificar girafas como “gays” no sentido humano da palavra. O consenso é de que as girafas exibem comportamentos homoafetivos com frequência, mas também atividades heterossexuais, e não formam pares fixos, relacionamentos duradouros ou vínculos afetivos complexos. A orientação sexual, como vivida por humanos, envolve mais do que ato sexual, incluindo desejo, identidade, afeto e escolha, que são aspectos que não podem ser observados da mesma forma em animais selvagens.
Portanto, o mais correto, até o momento, é dizer que há comportamentos homoafetivos ou homossexuais entre girafas macho, e que esses comportamentos são relativamente comuns. Mas não há evidência de que a maioria das girafas seja “gay” ou que esse comportamento represente uma orientação sexual permanente ou exclusiva.
Por que estudar isso ainda importa
Entender esses comportamentos em girafas ajuda a ampliar nosso entendimento sobre a diversidade sexual na natureza, e questiona noções humanas de normalidade, sexo e reprodução. Ao observar que espécies diferentes de nós podem exibir sexualidade além da reprodução, aprendemos que a natureza não segue apenas os nossos padrões morais ou culturais. Esse tipo de estudo amplia a visão sobre comportamento animal, conservação, ecologia social e como espécies se adaptam às demandas sociais e ambientais.
Além disso, evita-se a armadilha de interpretar a vida e comportamento dos animais a partir de conceitos antropocêntricos. Aceitar que a sexualidade animal pode ser complexa e diversa, mas diferente da humana, ajuda a promover respeito e entendimento científico, sem distorções polêmicas.

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Ceará x Palmeiras: onde assistir, horário e escalações do jogo do Brasileirão
Neste domingo (07), Ceará e Palmeiras se enfrentam em jogo válido pela 38ª rodada do Brasileirão 2025. A bola rola para a partida às 16h (horário de Brasília) no Estádio Governador Plácido Castelo, a Arena Castelão, em Fortaleza.
- Ceará x Palmeiras:
- Competição: Campeonato Brasileiro (Brasileirão)
- Rodada: 38ª
- Data: 07/12 (domingo)
- Horário: 16h00 (horário de Brasília)
- Local: Estádio Governador Plácido Castelo, em Fortaleza (CE)
Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!
Onde assistir Ceará x Palmeiras pelo Brasileirão?
O duelo entre Ceará e Palmeiras será transmitido ao vivo na TV aberta pela Record, no YouTube pela CazéTV e no pay-per-view pelo Premiere.
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Prováveis escalações e arbitragem
- Ceará: Bruno Ferreira; Fabiano Souza, Marcos Victor, Éder e Rafael Ramos; Dieguinho, Zanocelo e Fernando Sobral; Galeano, Paulo Baya e Pedro Raul.
- Técnico: Léo Condé.
- Palmeiras: Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Jefté; Bruno Fuchs, Andreas Pereira, Allan e Sosa; Flaco López e Vitor Roque.
- Técnico: Abel Ferreira.
- Arbitragem:
- Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (RJ).
- Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ).
- Quarto árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz (RJ).
- VAR: Rodrigo D Alonso Ferreira (SC).
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
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Ceará e Palmeiras no Brasileirão 2025
O Ceará perdeu para o Flamengo por 1×0 e chega à última rodada ameaçado: com 43 pontos, está a apenas um da zona de rebaixamento. Se vencer o Palmeiras, se salva. Mas, em caso de empate ou derrota, o Vozão dependerá de tropeços de Vitória, Internacional, Santos e do rival Fortaleza para evitar a queda.
O Palmeiras venceu o Atlético-MG na rodada passada, mas viu o Flamengo ficar com o título brasileiro. Agora, o time tenta garantir o vice-campeonato — algo que pode acontecer já nesta quinta (4), dependendo de Cruzeiro × Botafogo. Para o próximo jogo, Abel Ferreira não terá Piquerez e Raphael Veiga, ambos suspensos.
Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje!
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