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Adeus, titânio: iPhone 17 deve marcar retorno do alumínio à Apple

Redação Informe 360

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A nova linha do iPhone 17 pode indicar o retorno do alumínio na fabricação dos futuros modelos da Apple, como sugere uma foto vazada pelo The Information. Até o lançamento do iPhone 15 Pro, as estruturas eram feitas de aço inoxidável. Agora, a marca tem priorizado chassis de titânio — o que parece ter os dias contados, apesar do investimento pesado em marketing para apresentar a tecnologia ao mundo.

Além disso, o design da parte traseira do ‌iPhone 17‌ e do ‌iPhone 17‌ Pro Max deve contar com mistura de alumínio e vidro, de acordo com a reportagem. A metade superior terá “saliência retangular para câmera feita de alumínio em vez do vidro 3D tradicional”, enquanto a inferior continuará sendo feita de vidro para suportar carregamento sem fio.

A saliência da câmera do modelo 17 Pro também deve ser maior do que o visto até agora em linhas de ponta da empresa.

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Apple iPhone 16 (128 GB) – Preto
iPhone 16 pode ter sido o último com titânio na carcaça (Imagem: Divulgação/Apple)

Em 2017, a Apple introduziu uma parte traseira de vidro no ‌iPhone‌ com o ‌iPhone‌ 8 e ‌iPhone‌ X. Até então, com exceção do ‌iPhone‌ 3G, ‌iPhone‌ 3GS e ‌iPhone‌ 5C, todos os modelos tinham uma parte traseira com alumínio, como lembra o MacRumors.

Leia mais:

  • iPhone 17 Air: Apple pode ter surpresa ruim com novo smartphone
  • iPhone: 10 dicas para usar o smartphone de maneira mais eficiente
  • 5 recursos escondidos do iOS 18 para explorar no seu iPhone

O que esperar do novo lançamento da Apple?

  • A linha 17 deve trazer uma das maiores atualizações de design em modelos de iPhone, com estruturas mais finas e novo tamanho de tela, possivelmente de 6,6 polegadas;
  • O lançamento do modelo “slim” exclui a divisão “plus” da maçã a partir do ano que vem;
  • Há expectativa de aumento do tamanho geral do iPhone 17 padrão;
  • Atualmente, o iPhone 16 Pro e o Pro Max têm tamanhos de tela de 6,3 polegadas e 6,9 ​​polegadas, respectivamente;
  • A linha “slim”, portanto, seria um meio-termo entre esses dois modelos em relação ao tamanho.
iPhone 16 Pro
A linha 17 deve trazer uma das maiores atualizações de design em modelos de iPhone (Imagem: Apple)

Os rumores indicam que a nova linha terá Dynamic Island mais estreita e uma câmera centralizada, ou câmera traseira de lente única e Dynamic Island padrão, segundo o MacRumors.

O iPhone 17 Pro e o iPhone 17 Pro Max devem ser lançados no primeiro semestre de 2025 com o iPhone 17 e o iPhone 17 Air.

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Tecnologia

IA da Anthropic denuncia falso caso de homicídio à polícia dos EUA

Redação Informe 360

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Um agente de inteligência artificial (IA) da Anthropic enviou uma denúncia falsa sobre um homicídio não resolvido à polícia da Filadélfia, nos Estados Unidos. A mensagem foi barrada pelo filtro de spam, mas a empresa levou mais de dois meses para identificar a falha e outros nove dias para comunicá-la às autoridades.

O envio ocorreu em 18 de julho, durante um teste automatizado que envolvia interações com sites escolhidos aleatoriamente. A polícia não investigou a denúncia, mas criticou a demora da empresa e cobrou medidas para evitar novos episódios.

chatbot de inteligência artificial
Falha ocorreu durante testes em que a IA navegava e interagia de forma autônoma com páginas da web. – Imagem: Summit Art Creations/Shutterstock

Como o agente enviou a denúncia falsa

A mensagem foi publicada em um site público que recebe informações sobre assassinatos não resolvidos. Segundo a polícia, o agente afirmou que poderia ter informações sobre um caso e alegou ter visto alguém que correspondia à descrição divulgada.

A Anthropic identificou o problema em 28 de setembro e desativou o processo de teste responsável pelo envio. As autoridades só foram notificadas em 7 de outubro.

A polícia da Filadélfia informou que seus mecanismos de segurança impediram que a mensagem avançasse para uma investigação. Também afirmou não ter encontrado indícios de invasão aos sistemas do departamento.

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Polícia cobra medidas de segurança

Apesar de a denúncia ter sido retida como spam, a corporação considerou grave a apresentação de informações falsas como se fossem um relato legítimo sobre um homicídio.

Leia mais:

  • Uso de IA nas empresas quase triplica em 2026, aponta levantamento
  • Ex-funcionários demitidos da OpenAI fazem alerta sobre risco de perder controle das IAs
  • OpenAI diz que o mundo deve aceitar riscos para evoluir com IA

“A empresa deve reforçar suas medidas de segurança para evitar que incidentes semelhantes afetem os sistemas da cidade sem o conhecimento da prefeitura”, afirmou a polícia em comunicado à imprensa local.

A corporação também criticou o tempo necessário para identificar e comunicar a falha. “O atraso de dois meses na detecção e comunicação do incidente à prefeitura é inaceitável.”

Logo da Anthropic em uma parede com pessoas ao redor
Falha ocorreu durante testes em que a IA navegava e interagia de forma autônoma com páginas da web. Empresa demorou dois meses para identificar a falha e 9 dias para avisar as autoridades. – Imagem: PhotoGranary02/Shutterstock

Outros episódios envolvendo agentes de IA

O caso integra uma série de comportamentos não intencionais de agentes de inteligência artificial. Em relatório publicado nesta semana, a Anthropic detalhou ocorrências envolvendo seus sistemas e diferentes organizações, incluindo órgãos do governo dos Estados Unidos.

Outros episódios mostram como essas falhas podem assumir diferentes formas:

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  • Pedidos de visto incompletos: um agente de IA preencheu 20 solicitações no site do Departamento de Estado dos EUA. Os formulários estavam incompletos e não foram processados.
  • Acesso a dados de saúde: um agente da OpenAI invadiu um site do governo australiano e acessou informações privadas do Medicare, o sistema público de saúde do país.
  • Tentativa de invasão à Hugging Face: mais de 1,2 mil agentes da OpenAI começaram a se comunicar de maneira inesperada, e um grupo se uniu para tentar invadir a plataforma de inteligência artificial.

Os episódios mostram por que agentes capazes de executar tarefas de forma autônoma precisam de controles que identifiquem comportamentos inesperados. No caso da Filadélfia, os filtros policiais impediram que a denúncia falsa avançasse, mas a demora em comunicar o problema levantou outra questão: como garantir que falhas desse tipo sejam detectadas e relatadas rapidamente?

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Justiça derruba liminar que permitia funcionamento de bet no Brasil

Redação Informe 360

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A Justiça Federal suspendeu a liminar que autorizava a Stake Brazil a continuar operando no mercado de apostas on-line até 25 de outubro, apesar da medida provisória do governo federal que determinou o encerramento das atividades das bets no país. A decisão foi tomada pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), após um pedido da Advocacia-Geral da União (AGU).

O presidente do tribunal, desembargador federal Johonsom Di Salvo, acolheu os argumentos da União de que permitir o funcionamento de uma única empresa enquanto as demais estão sujeitas às restrições criaria uma desigualdade regulatória. A avaliação foi de que a exceção poderia prejudicar a aplicação uniforme da política pública federal.

A liminar original havia sido concedida pela 9ª Vara Cível Federal de São Paulo e permitia que a Stake Brazil mantivesse suas operações temporariamente, mesmo após a edição da medida provisória que proibiu as bets. A decisão também impedia o bloqueio ou o redirecionamento do domínio da empresa e a indisponibilização de seus aplicativos e estruturas tecnológicas abrangidas pela autorização.

Tribunal aponta risco de desigualdade regulatória

  • Ao analisar o pedido da AGU, o presidente do TRF-3 considerou que a manutenção da autorização excepcional para uma única empresa poderia comprometer a execução de uma política pública de alcance nacional, provocando o que classificou como “grave lesão à ordem pública administrativa”;
  • O magistrado também apontou o risco de que decisões semelhantes fossem concedidas a outras operadoras, enfraquecendo progressivamente a aplicação da medida provisória e aumentando a insegurança jurídica no setor de apostas;
  • A suspensão da liminar permanecerá válida até o trânsito em julgado da ação original ou até uma nova decisão da Presidência do TRF-3.
Homem olhando o smartphone e celebrando a conquista de uma aposta
Liminar original havia sido concedida pela 9ª Vara Cível Federal de São Paulo e permitia que a Stake Brazil mantivesse suas operações temporariamente – Imagem: Shutterstock

Leia mais:

  • Pix: transações caem 10% após proibição de bets
  • Fim das bets: governo quer bloqueio de 5,2 mil sites de apostas ilegais
  • AGU muda de ideia e pede ao STF que derrube marco legal das bets
  • Seu Direito Digital: perdeu o prazo de saque nas bets? Veja se ainda dá para recuperar o dinheiro

Stake alegou investimentos de R$ 128,2 milhões

Ao recorrer à Justiça, a Stake Brazil argumentou que possuía autorização administrativa do governo federal para explorar apostas no Brasil até 31 de dezembro de 2029. A empresa também afirmou ter realizado investimentos e adaptações para cumprir as exigências regulatórias brasileiras.

Segundo os documentos apresentados pela companhia, foram pagos R$ 30 milhões em outorga para explorar o negócio. A empresa informou ainda ter integralizado capital social de R$ 87,8 milhões e realizado investimentos, despesas operacionais e gastos regulatórios que somariam aproximadamente R$ 128,2 milhões.

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Os valores incluiriam custos com tecnologia, fornecedores de jogos, processamento de pagamentos, conformidade regulatória, serviços jurídicos e contábeis, marketing, patrocínios, afiliados, funcionários, aluguel e tributos.

A companhia também declarou manter 41 empregados ativos no Brasil, distribuídos entre áreas, como operações, jurídico, conformidade, prevenção à lavagem de dinheiro, jogo responsável, atendimento, pagamentos, tecnologia, finanças e marketing.

Os investimentos e os compromissos empresariais foram apresentados pela Stake como argumentos para preservar temporariamente sua autorização. A decisão do TRF-3, porém, restabelece a aplicação das restrições federais à operação da empresa.

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Caso de peste na Rússia? Entenda o caso e se há risco para o Brasil

Redação Informe 360

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A agência de vigilância sanitária da Rússia negou, nesta quinta-feira (08), a existência de um segundo caso suspeito de peste pneumônica na região de Irkutsk, na Sibéria. A manifestação ocorreu após informações sobre uma possível nova contaminação relacionada à morte de uma pesquisadora de um instituto especializado no estudo da doença.

A União Europeia, os Estados Unidos e a Organização Mundial da Saúde solicitaram esclarecimentos às autoridades russas. Mas será que existe algum risco de proliferação da doença? O Olhar Digital News conversou com o Dr. Matias Salomão, médico infectologista do Fleury.

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