Tecnologia
8 itens para presentear um gamer no Natal de 2025

Escolher um presente para quem é gamer pode parecer simples à primeira vista, mas a variedade de opções disponíveis torna a decisão mais complexa. Hardware, acessórios e itens digitais evoluem rápido, e cada detalhe pode fazer diferença na experiência de jogo. Por isso, entender o que realmente agrega valor é essencial na hora da compra.
Em 2025, o mercado gamer segue aquecido, impulsionado por novos lançamentos, tecnologias mais avançadas e uma base de jogadores cada vez maior. Produtos com foco em desempenho, conforto e personalização estão entre os mais desejados, ainda mais por quem passa longas horas jogando no PC ou no console.
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Pensando nisso, reunimos uma lista com oito ideias de presentes gamers que se destacam neste fim de ano. Confira abaixo!

8 presentes gamers para presentear neste fim de ano
Placa de vídeo RTX 5060

A placa de vídeo RTX 5060 é uma das opções mais aguardadas da nova geração de GPUs da NVIDIA, voltada para jogadores que buscam alto desempenho em jogos modernos. Ela faz parte da linha RTX 50, que traz melhorias em ray tracing, inteligência artificial e eficiência energética, focando em resoluções altas e taxas de quadros mais estáveis.
Entre as especificações esperadas estão suporte ao DLSS de nova geração, núcleos dedicados para ray tracing e memória GDDR6 ou superior, garantindo melhor desempenho gráfico. Para gamers que jogam em Full HD ou Quad HD, a RTX 5060 se apresenta como um presente de impacto, especialmente para quem deseja atualizar o PC para os próximos anos.

Teclado mecânico com double injection e anti-ghosting

O teclado mecânico é um dos acessórios mais valorizados por gamers, principalmente modelos compactos, sem o teclado numérico lateral. Esse design reduz o espaço ocupado na mesa e melhora a ergonomia, além de ser ideal para setups focados em desempenho e organização.
Modelos com keycaps em double injection garantem maior durabilidade das letras, enquanto o anti-ghosting permite o reconhecimento simultâneo de várias teclas pressionadas. A presença de iluminação RGB personalizável também agrega valor, permitindo ajustes visuais conforme o jogo ou o gosto do usuário.

Mouse com sensibilidade 10 mil DPI

Um mouse gamer com sensibilidade de 10 mil DPI é indicado para jogadores que buscam precisão e rapidez nos movimentos. Esse tipo de mouse permite ajustes finos de sensibilidade, adaptando-se a diferentes estilos de jogo, como FPS, MOBA ou RPG.
Além do DPI elevado, esses modelos costumam oferecer sensores ópticos avançados, taxa de resposta alta e botões programáveis. Tudo isso contribui para uma experiência mais responsiva e personalizada, tornando o mouse um presente funcional e muito usado no dia a dia do gamer.

Monitor de 180 Hz com altura regulável

O monitor é um dos itens que mais impactam a experiência de jogo, e modelos com taxa de atualização de 180 Hz representam um salto significativo em fluidez. Essa característica reduz borrões de movimento e melhora a resposta visual, especialmente em jogos competitivos.
A possibilidade de ajuste de altura é outro diferencial importante, pois ajuda na ergonomia e no conforto durante longas sessões. Em geral, esses monitores contam com painéis Full HD ou Quad HD, tempo de resposta reduzido e suporte a tecnologias de sincronização de imagem.

Cartão eletrônico de presente da Steam

O cartão-presente da Steam é uma opção prática e certeira para quem joga no PC. Ele permite que o usuário escolha exatamente o que deseja comprar, seja um jogo novo, conteúdo adicional ou até itens dentro de jogos.
O valor do cartão fica disponível na carteira digital da conta Steam, podendo ser usado em promoções sazonais ou lançamentos. É um presente flexível, fácil de adquirir e ideal para quem não quer errar na escolha de um título específico.

Headset com cancelamento de ruído e microfone destacável

Um headset gamer com cancelamento de ruído melhora significativamente a imersão, reduzindo sons externos durante as partidas. Esse recurso é útil principalmente em ambientes compartilhados ou mais barulhentos, permitindo maior foco no jogo.
O microfone destacável é outro ponto importante, pois oferece mais versatilidade. Em termos técnicos, esses headsets costumam trazer drivers de 40 mm ou maiores, som estéreo ou surround virtual e conexão USB ou P2, sendo compatíveis com PC e consoles.

Suporte de notebook com ventoinha e luzes

Para gamers que jogam no notebook, o suporte com ventoinha ajuda a manter a temperatura sob controle, evitando quedas de desempenho causadas por aquecimento excessivo. Ele melhora a circulação de ar e contribui para a durabilidade do equipamento.
Muitos modelos contam com múltiplas ventoinhas, ajuste de inclinação e iluminação em LED, que complementa o visual do setup. Além disso, o suporte melhora a postura, tornando longas sessões de jogo mais confortáveis.

Nintendo Switch 2

O Nintendo Switch 2 é um dos consoles mais em alta do mercado e aparece como uma opção de presente de alto impacto para fãs da marca. O que o novo modelo trouxe melhorias de desempenho, tela aprimorada e maior compatibilidade com jogos atuais e futuros.
Tradicionalmente, a linha Switch se destaca pela versatilidade, permitindo jogar tanto no modo portátil quanto na TV. Com hardware atualizado, o novo console roda jogos com melhor desempenho, mantendo o foco na experiência acessível que consagrou a Nintendo.

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Artemis 2: NASA conclui teste final de foguete que vai lançar astronautas à Lua

Nesta quinta-feira (19), a NASA executou pela segunda vez um teste crucial para a Artemis 2 – a missão histórica vai levar a humanidade à órbita da Lua novamente após mais de meio século – o chamado “ensaio geral molhado”.
Esse teste simulou praticamente todo o processo de decolagem, mas sem acionar os motores. O objetivo era verificar se o foguete, os sistemas de abastecimento e a cápsula Orion funcionam de forma integrada e segura.

Durante o ensaio, as equipes reproduziram a contagem regressiva como se fosse um lançamento real, com o cronômetro avançando até poucos segundos antes da ignição.
No início do mês, a primeira tentativa enfrentou dificuldades técnicas. Vazamentos no abastecimento de hidrogênio líquido interromperam a simulação, que acabou sendo suspensa. Após análises e ajustes, engenheiros revisaram conexões e reforçaram procedimentos para evitar novos problemas.
Desta vez, houve apenas uma anomalia na tensão do sistema de aviônica do foguete auxiliar, corrigida sem grandes problemas, permitindo que a contagem fosse reiniciada.
Artemis 2: o que foi testado
- A parte mais sensível do ensaio desta quinta-feira (19) começou por volta das 22h30 (horário de Brasília), nos instantes finais antes da decolagem simulada;
- Nesse momento, os sistemas foram testados sob as condições mais próximas de um lançamento real;
- A sequência durou cerca de quatro horas e incluiu o carregamento de aproximadamente 3,18 milhões de litros de oxigênio e hidrogênio líquidos no foguete Space Launch System (SLS);
- O abastecimento, no entanto, começou às 13h, cerca de dez horas antes dessa etapa decisiva;
- Essa é uma das fases mais delicadas da operação, porque o hidrogênio líquido precisa ser mantido a temperaturas extremamente baixas. Qualquer pequeno vazamento pode interromper o processo para inspeção e ajustes, como ocorreu no ensaio anterior.

A cápsula Orion também participou do procedimento. Ela foi ligada, teve suas baterias carregadas e passou por checagens de vedação, exatamente como ocorrerá no dia do lançamento. Uma válvula relacionada à pressurização da escotilha foi substituída recentemente e passou por novo aperto após ajustes detectados no teste anterior.
Nos minutos finais da simulação, a atenção se concentrou nos últimos dez minutos da contagem regressiva. O cronômetro avançou até T-1 minuto e 30 segundos. Em seguida, foi feita uma pausa de cerca de três minutos, etapa prevista nos protocolos oficiais.
Em um lançamento real, se a interrupção durar menos de três minutos, a contagem pode continuar normalmente. Caso ultrapasse esse tempo, o relógio retorna para T-10 minutos. Esse procedimento foi repetido no primeiro e no segundo ensaio para garantir que funcione sem falhas.
Depois disso, a contagem avançou até T-33 segundos e foi pausada outra vez. Em seguida, o sistema reiniciou para dez minutos antes da decolagem e toda a sequência foi repetida. A ideia é treinar a equipe para lidar com diferentes cenários, incluindo imprevistos de última hora.
Como o teste correu como se esperava, a agência pode lançar a missão no dia 6 de março. Também estão reservadas datas alternativas nos dias 7, 8, 9 e 11, caso as condições técnicas ou climáticas exijam ajustes no calendário.
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Conheça a tripulação que será lançada à Lua pela NASA
A missão Artemis 2 será o primeiro voo tripulado do novo programa de exploração lunar da NASA, um passo essencial para levar astronautas de volta à superfície da Lua pela primeira vez desde 1972 – algo previsto para acontecer futuramente, com a Artemis 3.
Composta por quatro membros, a tripulação da Artemis 2 vai sobrevoar a Lua a bordo da cápsula Orion, com o objetivo de testar sistemas e garantir que toda a infraestrutura humana e tecnológica esteja pronta para as próximas fases do programa. Integram a Artemis 2 os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch (todos da NASA) e Jeremy Hansen (da Agência Espacial Canadense). Saiba mais sobre eles aqui.
A missão histórica prevê recordes. A tripulação deve alcançar a maior distância já percorrida por seres humanos no espaço. No retorno à Terra, a nave deverá atingir velocidades elevadas, o que pode torná-los os humanos mais rápidos já enviados ao espaço. Com duração prevista de dez dias, o voo permitirá observar regiões da Lua nunca vistas diretamente por pessoas. Além disso, será a primeira vez que uma pessoa negra e uma mulher viajarão tão longe no espaço.
Artemis 1 teve quatro testes de abastecimento
Caso ocorram novos adiamentos, as datas passarão a ser avaliadas diariamente, de acordo com resultados técnicos e climáticos. Na missão não tripulada Artemis 1, quatro ensaios tiveram de ser repetidos devido a vazamentos e falhas, que obrigaram o retorno do SLS ao edifício de montagem em três ocasiões.
Enquanto isso, a tripulação da missão Artemis 2 segue em quarentena em Houston, no Texas. A NASA avalia o momento adequado para o deslocamento dos astronautas até a Flórida, respeitando protocolos de saúde e segurança.
Durante o período de frio intenso, a espaçonave Orion permaneceu ligada, com aquecedores ajustados para proteger sistemas sensíveis. A agência, que mantém uma transmissão ao vivo permanente do foguete na plataforma, divulgará atualizações em tempo real sobre o teste.
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Armazenamento por 10 mil anos: Microsoft avança em técnica que grava dados em vidro

Um estudo, divulgado nesta quarta-feira (18) na revista Nature, apresentou novos avanços do Projeto Silica, iniciativa de pesquisa da Microsoft voltada ao desenvolvimento de um sistema de armazenamento digital em placas de vidro capaz de preservar informações por milênios.
O projeto, iniciado em 2019, busca criar um método mais durável e energeticamente eficiente que os dispositivos atuais, cujos suportes têm vida útil limitada e exigem cópias periódicas de segurança.
A tecnologia utiliza vidro de silício — material muito puro e comum, empregado, por exemplo, em tubos de lâmpadas halógenas e espelhos de telescópios — conhecido por resistir a variações de temperatura, umidade e interferências eletromagnéticas.
Essas características contrastam com centros de dados tradicionais, que consomem grande quantidade de energia e dependem de ambientes altamente controlados para preservar discos rígidos e outras mídias.
Segundo o estudo, o sistema desenvolvido pela divisão de pesquisa Microsoft Research constitui uma “solução de armazenamento de arquivos” completa, abrangendo desde o registro e conservação até a restituição dos dados, com potencial de mantê-los intactos por dezenas de milhares de anos.

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Como funciona o armazenamento em vidro da Microsoft
O processo do Silica é dividido em quatro etapas: gravação, armazenamento, leitura e decodificação. Os dados são registrados diretamente dentro da placa de vidro com um laser ultrarrápido multifásico — um laser de femtossegundo — que cria pixels tridimensionais chamados voxels.
De acordo com a descrição técnica, “os dados do usuário chegam sob a forma de uma série de bits, que depois são agrupados em símbolos. Cada símbolo corresponde a um voxel”. Esses voxels são gravados camada por camada dentro do material, “de baixo para cima ao longo da espessura da placa de vidro, até que fique completamente preenchida”.
Após a gravação, as placas podem ser armazenadas em bibliotecas sem necessidade de condições atmosféricas especiais. Para recuperar as informações, o sistema usa um microscópio automatizado com câmera capaz de captar imagens de cada camada de voxels. Em seguida, essas imagens são decodificadas — principalmente com auxílio de inteligência artificial (IA) — para restaurar os dados em seu formato original.
Capacidade e durabilidade
O estudo aponta que o método alcança velocidade de gravação de 65,9 megabits por segundo e densidade de armazenamento de 1,59 gigabits por milímetro cúbico. Isso equivale a cerca de 4,84 terabytes em um fragmento de vidro de 12 centímetros quadrados e apenas dois milímetros de espessura. Nesse espaço reduzido, afirmam os pesquisadores, caberiam “cerca de dois milhões de livros impressos ou cinco mil filmes em 4K de ultra-alta definição”.
Entre os principais atrativos está a longevidade. Os cientistas calculam que “os dados poderiam continuar legíveis dentro de dez mil anos”, mesmo se submetidos a temperaturas de até 290 °C. As projeções, porém, não consideram possíveis danos físicos ou corrosão química que possam degradar o suporte ao longo do tempo.
Outra vantagem apontada é a segurança: como os dados ficam armazenados offline, não podem ser alvo de ataques de hackers, a menos que as placas sejam fisicamente roubadas.

Novo material reduz custos e amplia viabilidade
Um dos avanços descritos na publicação é a possibilidade de usar vidro borossilicato — material comum encontrado em utensílios de cozinha e portas de forno — em vez de sílica fundida de alta pureza, antes necessária para a técnica. Essa mudança reduz custos e aumenta a disponibilidade do meio de armazenamento, superando obstáculos importantes para eventual comercialização.
A pesquisa também mostrou melhorias na velocidade de gravação e simplificação do hardware. O leitor das placas agora necessita apenas de uma câmera, e não três ou quatro, diminuindo tamanho e preço. Já os dispositivos de escrita passaram a ter menos componentes, facilitando fabricação, calibração e operação.
Os cientistas relataram ainda descobertas técnicas relevantes, como:
- Redução do número de pulsos necessários para formar voxels birefringentes;
- Desenvolvimento de escrita “pseudo-pulso único” para gravação mais rápida;
- Criação de um novo método de armazenamento chamado “phase voxels” (voxels de fase, em tradução literal), que modifica a fase do vidro em vez da polarização e pode ser formado com apenas um pulso;
- Capacidade de gravar vários voxels simultaneamente com sistema de múltiplos feixes;
- Uso de aprendizado de máquina para otimizar codificação de símbolos e decodificação de dados;
- Novo método óptico não destrutivo para avaliar o envelhecimento das gravações.
Como iniciativa de pesquisa, o Projeto Silica já realizou provas de conceito para demonstrar a tecnologia. Entre elas, o armazenamento do filme “Superman”, da Warner Bros. Discovery, em vidro de quartzo; a parceria com o Global Music Vault para preservar músicas sob gelo por dez mil anos; e um projeto educacional chamado “Golden Record 2.0”, um arquivo digital colaborativo com imagens, sons, músicas e falas destinado a representar a diversidade humana ao longo dos milênios.

Desafio global de armazenamento
O estudo destaca que a quantidade de dados gerados pela atividade humana “quase duplicam a cada três anos”, reforçando a necessidade de métodos alternativos e sustentáveis de preservação digital. Soluções atuais, como fitas magnéticas e discos rígidos, degradam em poucas décadas e possuem vida útil limitada, o que dificulta a conservação de informações para gerações futuras.
Segundo os pesquisadores, o armazenamento em vidro com lasers de femtossegundo está entre as poucas tecnologias em desenvolvimento com potencial de oferecer armazenamento durável, imutável e de longa duração. A fase de pesquisa foi concluída e os resultados foram publicados para que outros cientistas possam expandir o trabalho.
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Busca do Google muda exibição de links em resultados com IA

O Google anunciou mudanças na forma como exibe links dentro de seus recursos de busca com inteligência artificial (IA). A novidade foi apresentada nesta terça-feira (17) por Robby Stein, vice-presidente do Google Search, e busca tornar as referências de conteúdo mais visíveis nas respostas geradas por IA. A empresa afirma que a atualização pretende facilitar o acesso dos usuários às páginas originais citadas nos resultados.
Segundo o executivo, a alteração vale para o AI Overviews e o Modo IA, funcionalidades que utilizam IA para responder consultas dentro da busca. A partir de agora, ao passar o cursor sobre as fontes citadas no desktop, o usuário verá uma janela pop-up com uma lista de links, descrição dos artigos e imagens associadas. A mudança também inclui ícones de links mais descritivos e destacados nas respostas em desktop e dispositivos móveis.

Google muda exibição de links em respostas com IA
De acordo com Stein, os novos elementos visuais foram testados internamente e, segundo a empresa, geram maior engajamento dos usuários, além de facilitar o acesso a conteúdos publicados na web. A atualização representa um ajuste na interface dos recursos de IA do mecanismo de busca, que vêm recebendo expansão contínua por parte do Google.
New on Search: In AI Overviews and AI Mode, groups of links will automatically appear in a pop-up as you hover over them on desktop, so you can jump right into a website to learn more. And we’ll show more descriptive and prominent link icons within the response across both… pic.twitter.com/VUTtHUCwgG
— Robby Stein (@rmstein) February 17, 2026
Novidade na busca: no AI Overviews e no Modo IA, grupos de links vão aparecer automaticamente em um pop-up quando você passar o cursor sobre eles no desktop, permitindo acessar rapidamente um site para saber mais. Também vamos mostrar ícones de links mais descritivos e destacados dentro das respostas, tanto no desktop quanto no mobile.
Nossos testes indicam que essa nova interface é mais envolvente, facilitando o acesso a conteúdos relevantes em toda a web.
Robby Stein, vice-presidente do Google Search na postagem acima no X
No caso do AI Overviews, o recurso apresenta um resumo gerado por inteligência artificial no topo dos resultados de pesquisa. Já o Modo IA funciona como uma experiência de busca em formato de chatbot, permitindo que o usuário faça perguntas e receba respostas sem necessariamente visitar os sites originais. A ampliação dessas ferramentas, no entanto, tem provocado discussões sobre o impacto no tráfego de portais de notícias e outros sites.
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Debate sobre impacto em publishers e investigação na Europa
O avanço dessas soluções de IA acontece em meio a críticas de veículos digitais, que apontam queda de audiência causada pelo novo formato de busca. O Google tem defendido as mudanças implementadas, mas reconheceu que a web aberta está em “declínio rápido”, em referência ao cenário atual da internet.
No ano passado, a Comissão Europeia iniciou uma investigação sobre os recursos de busca com IA da empresa. O órgão analisa se o Google pode ter infringido regras de concorrência ao utilizar conteúdos de publishers digitais em respostas geradas por IA sem compensação considerada adequada. Desde então, a empresa afirmou que está explorando a possibilidade de permitir que publicadores optem por não aparecer nesses recursos e também passou a incluir mais fontes no AI Mode.
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