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10 vilões icônicos de My Hero Academia

My Hero Academia, ou Boku no Hero Academia no original, é um dos animes mais populares da atualidade, conquistando fãs ao redor do mundo com sua narrativa de super-heróis, personagens carismáticos e, como não poderia faltar em um shonen, batalhas épicas.
No entanto, além dos heróis inspiradores, a série também se destaca por seus vilões complexos e icônicos, que desafiam as noções tradicionais de certo e errado.
Confira abaixo uma lista com 10 dos vilões mais marcantes de My Hero Academia e descubra o que os torna tão memoráveis.

10 vilões icônicos de My Hero Academia
Você pode acompanhar as aventuras de My Hero Academia e conhecer esses vilões perigosos no Netflix e Crunchyroll.
All For One
Poderes: capacidade de roubar e conceder quirks (habilidades especiais).

All For One é o antagonista supremo de My Hero Academia, personificando o mal puro. Como líder da Liga dos Vilões, ele criou o caos na sociedade e manipulou Shigaraki Tomura para dar continuidade ao seu legado.
Sua influência é sentida em todo o universo da série, e sua rivalidade com All Might se tornou lendária, definindo a luta entre heróis e vilões.
Shigaraki Tomura
Poderes: Decay, que permite desintegrar qualquer coisa que ele toque.

Shigaraki Tomura é um vilão em constante evolução, cuja jornada de ódio e destruição o torna um dos personagens mais complexos da série.
Ele liderou ataques devastadores, como a invasão à U.A. High e o ataque à Floresta do Treinamento, consolidando-se como uma ameaça crescente ao mundo dos heróis.
Stain
Poderes: Sangue Coagulado, que permite imobilizar inimigos ao ingerir seu sangue.

Stain é um vilão com uma filosofia própria, questionando o sistema de heróis e inspirando outros vilões a seguirem seus ideais. Ele assassinou vários heróis que considerava indignos do título, desencadeando um debate moral profundo sobre o verdadeiro significado de ser um herói.
Kai Chisaki (Overhaul)
Poderes: capacidade de desmontar e reconstruir qualquer coisa que tocar.

Overhaul é um vilão meticuloso e cruel, cuja obsessão por controle e poder o torna um dos antagonistas mais perigosos. Como líder da Yakuza, sequestrou Eri e usou seu sangue para criar drogas que anulam quirks, tentando remodelar o submundo do crime ao seu gosto.
Gigantomachia
Poderes: força sobre-humana, resistência extrema e capacidade de mudar de forma.

Gigantomachia é uma força da natureza, um vilão que personifica o caos e a destruição em larga escala. Como um dos seguidores mais leais de All For One, ele devastou cidades inteiras e auxiliou a Liga dos Vilões em seus ataques, tornando-se uma das maiores ameaças da série.
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Himiko Toga
Poderes: transformação, que permite assumir a aparência e habilidades de quem ela bebe o sangue.

Toga é uma vilã perturbada, mas seu carisma e sua obsessão por amor e sangue a tornam inesquecível. Ela assassinou diversas pessoas e participou de ataques terroristas, tudo enquanto mantém uma personalidade enigmática e imprevisível.
Dabi
Poderes: chamas azuis, que são extremamente poderosas, mas danificam seu próprio corpo.

Dabi é um vilão com um passado trágico e uma conexão direta com os heróis, tornando-o um dos personagens mais intrigantes. Ele participou de diversos ataques terroristas e revelou segredos chocantes sobre sua família, ampliando o impacto de sua presença na história.
Twice
Poderes: duplicação, que permite criar cópias de si mesmo ou de outros.

Twice é um vilão simpático e tragicômico, cuja luta interna entre sanidade e loucura o torna um personagem cativante. Sua habilidade de criar exércitos de clones foi crucial para a Liga dos Vilões, ajudando em ataques de grande escala.
Muscular
Poderes: aumento muscular, que lhe dá força e resistência sobre-humanas.

Muscular é um vilão brutal e sem remorsos, representando uma ameaça física imensa. Ele assassinou o irmão de Kota e tentou matar Deku, demonstrando uma sede insaciável por violência e destruição.
Gentle Criminal
Poderes: elasticidade, que permite criar superfícies elásticas.

Gentle Criminal é um vilão diferente, mais focado em fama do que em destruição. Tentou invadir a U.A. High para ganhar notoriedade e, ao lado de La Brava, protagonizou um dos arcos mais inusitados da série, trazendo uma abordagem única ao universo dos vilões.
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US$ 100 bilhões da Nvidia na OpenAI: CEO joga um balde de água fria no acordo

Conforme reportado pelo Olhar Digital, a OpenAI estaria em negociações para receber até US$ 100 bilhões em investimentos por parte de big techs como Nvidia, Microsoft e Amazon. No entanto, a gigante dos chips se mantém cautelosa com esse assunto.
Informações do The Wall Street Journal apontaram que o aporte da Nvidia na OpenAI para viabilizar o treinamento de novos modelos de inteligência artificial está estagnado. Segundo fontes próximas ao assunto, o CEO da empresa, Jensen Huang, começou a questionar a viabilidade e a execução da parceria.
Huang finalmente se pronunciou sobre o assunto, em declaração a repórteres em Taipei, capital de Taiwan. De acordo com a Bloomberg, o executivo afirmou que o investimento de US$ 100 bilhões “nunca foi um compromisso” e que a Nvidia está indo com calma.
Nunca foi um compromisso. Eles nos convidaram a investir até US$ 100 bilhões e, claro, ficamos muito felizes e honrados com o convite, mas investiremos um passo de cada vez.
Jensen Huang, CEO da Nvidia, segundo a Bloomberg

Negociação entre Nvidia e OpenAI está esfriando
A Nvidia assinou, em setembro do ano passado, uma carta na qual se mostrava disposta a apoiar financeiramente a OpenAI na expansão de sua infraestrutura de IA. O plano previa a construção de data centers com capacidade mínima de 10 gigawatts (volume equivalente ao pico de consumo elétrico da cidade de Nova York) equipados com chips avançados para o treinamento e a operação de modelos em larga escala.
Apesar do anúncio inicial ambicioso, o projeto enfrenta incertezas. Segundo o WSJ, Huang tem demonstrado preocupação com a capacidade da desenvolvedora de executar projetos dessa magnitude sem comprometer sua sustentabilidade financeira.
O esfriamento das negociações ocorre em um momento sensível para a OpenAI, que se prepara para uma eventual abertura de capital. Além das dúvidas sobre execução, o cenário competitivo também pesa: rivais como Google e Anthropic avançaram com modelos e agentes de IA apoiados por infraestrutura própria ou alternativas aos produtos da Nvidia, o que pressiona tanto a OpenAI quanto a fabricante de chips.
Ainda assim, as empresas seguem interdependentes. A OpenAI é uma das maiores clientes da Nvidia, enquanto a criadora do ChatGPT depende do hardware da companhia para escalar seus sistemas.
Em nota, um porta-voz da OpenAI afirmou que as equipes continuam trabalhando nos detalhes da parceria e que a tecnologia da Nvidia segue central para os próximos produtos. Já a Nvidia reforçou que a colaboração de longo prazo permanece como prioridade, embora o mercado agora observe com cautela se o plano bilionário, de fato, sairá do papel.
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Cidade baiana vira destaque como “Vale do Silício” dos elétricos

A Bahia se posiciona como protagonista na nova era automotiva nacional, atraindo olhares globais para seu potencial industrial. Camaçari retomou seu posto de destaque e hoje é a referência principal na produção de carros elétricos em solo brasileiro. Essa movimentação econômica promete transformar a realidade local e impulsionar a tecnologia sustentável no país.
Qual cidade lidera a produção de carros elétricos?
Camaçari, na região metropolitana de Salvador, assumiu a liderança após a instalação de gigantes asiáticas em seu complexo industrial. De acordo com relatório da ABVE, os investimentos bilionários na antiga fábrica da Ford revitalizaram a economia da região e trouxeram esperança para milhares de trabalhadores.
A infraestrutura robusta da cidade permitiu uma adaptação rápida para as novas linhas de montagem focadas em eletrificação. Além disso, a localização estratégica facilita a logística de distribuição, consolidando o município como o coração da mobilidade verde no Brasil.
O fechamento da fábrica histórica deixou uma lacuna econômica e milhares de desempregados na região.
Anúncio oficial da compra do complexo e início das adaptações para a tecnologia elétrica.
Os primeiros veículos nacionais começam a ser montados, marcando a nova era.
Como a tecnologia impacta a economia local?
A implementação de sistemas avançados de manufatura exige uma mão de obra altamente qualificada e técnica. Portanto, escolas e universidades da região precisaram atualizar seus currículos para atender à demanda por profissionais especializados em mecatrônica e software automotivo.
O setor de serviços também sente o impacto positivo, desde a alimentação até o mercado imobiliário, que volta a aquecer com a chegada de novos moradores. Assim, o dinheiro circula com mais intensidade dentro do município, elevando o padrão de vida da população.
Quais são os benefícios da produção de carros elétricos?
A nacionalização da manufatura reduz drasticamente os custos de importação e logística, o que deve baratear o preço final dos veículos. Contudo, o ganho ambiental é o fator mais relevante, pois a cadeia produtiva local tende a utilizar matrizes energéticas mais limpas que a média global.
Outro ponto crucial é o desenvolvimento de uma cadeia de suprimentos nacional, incluindo baterias e semicondutores. Isso reduz a dependência externa e fortalece a soberania tecnológica do país em um setor estratégico.
| Aspecto | Modelo Importado | Modelo Nacional |
|---|---|---|
| Impostos | Altas taxas de importação | Incentivos fiscais locais |
| Peças | Reposição demorada | Estoque nacional ágil |
| Sustentabilidade | Frete marítimo poluente | Logística interna otimizada |
O que esperar do futuro automotivo no Brasil?
A tendência é que o sucesso de Camaçari inspire outros estados a oferecerem condições atrativas para novas montadoras de veículos sustentáveis. Dessa forma, o Brasil pode deixar de ser apenas um consumidor passivo para se tornar um exportador relevante de tecnologia limpa para a América Latina.
O consumidor final será o maior beneficiado, com acesso a carros mais modernos, eficientes e conectados. Por fim, a infraestrutura de recarga deve crescer exponencialmente para acompanhar a frota, mudando definitivamente a paisagem urbana das nossas cidades.
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Blue Origin pausa turismo espacial para focar em missões lunares

A Blue Origin, empresa aeroespacial fundada por Jeff Bezos, anunciou na sexta-feira (30) que vai suspender os voos do foguete New Shepard por pelo menos dois anos. A decisão tem como objetivo redirecionar recursos para contratos com a NASA ligados às próximas missões do programa Artemis, que pretende levar astronautas de volta à Lua.
O anúncio vem após o voo mais recente do New Shepard, realizado na semana passada, com seis passageiros a bordo. Até então, a empresa mantinha a operação regular do veículo suborbital, que desde 2021 levou turistas e celebridades ao limite do espaço. Agora, a prioridade passa a ser o desenvolvimento de sistemas de pouso lunar humano, considerados estratégicos dentro do cronograma da agência espacial americana.

New Shepard e o histórico de voos suborbitais
O New Shepard é um foguete reutilizável de pequeno porte que não entra em órbita. Em cada missão, uma cápsula no topo do veículo ultrapassa a altitude de 62 milhas (100 km), frequentemente apontada como o limite do espaço, antes de retornar ao solo com o auxílio de paraquedas. O propulsor, por sua vez, faz um pouso controlado em uma plataforma usando suas aletas e o motor principal.
Desde o primeiro voo tripulado, em 2021, que contou com a presença de Jeff Bezos entre os quatro passageiros, o foguete realizou 38 lançamentos a partir da base da empresa no oeste do Texas. Entre os viajantes estiveram nomes como William Shatner, Michael Strahan e Katy Perry, além de figuras históricas da era inicial da exploração espacial, como Wally Funk e Edward Dwight.
De acordo com a empresa, o sistema já levou 98 passageiros acima da linha de Kármán, alguns deles em mais de uma viagem. O New Shepard também transportou mais de 200 cargas científicas e de pesquisa de estudantes, universidades, organizações e da própria NASA. Apesar da pausa, a Blue Origin afirma que existe uma fila de clientes com reservas para os próximos anos.
Foco nos contratos da NASA e no programa Artemis
Fundada em 2000, a Blue Origin mantém um contrato de US$ 3,4 bilhões com a NASA para desenvolver módulos de pouso que vão integrar o programa Artemis. Inicialmente, o primeiro veículo da empresa seria utilizado na missão Artemis V, prevista para a década de 2030. No entanto, atrasos enfrentados pela SpaceX, responsável pelos sistemas das missões Artemis III e IV, levaram a NASA a pedir que as duas companhias avaliem caminhos para acelerar o desenvolvimento.

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Em entrevista nesta semana, o administrador da agência, Jared Isaacman, afirmou que os dois projetos de aceleração seguem em paralelo. O presidente dos EUA, Donald Trump, estabeleceu como meta que a missão Artemis III seja lançada até o fim de 2028.
A receita obtida com o turismo suborbital do New Shepard é considerada pequena diante do valor do contrato lunar. A Blue Origin nunca divulgou oficialmente o preço das passagens. Além disso, o foguete também serviu como base para tecnologias usadas no maior veículo da empresa, o New Glenn, cujo propulsor foi recuperado com sucesso em uma balsa flutuante no ano passado, após o lançamento de uma missão científica da NASA em direção a Marte.
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