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Saúde

Zumbido no ouvido depois de um show? Cientistas descobrem como evitá-lo

Redação Informe 360

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Qualquer pessoa que já tenha ido a um show conhece a sensação de zumbido no ouvido. Estamos no Brasil em fevereiro, vou reformular: qualquer um que tenha ido a um ensaio de escola de samba ou ao sambódromo sabe o que é ouvir aquele zumbido depois de deixar o local.

Algumas pessoas experimentam até uma perda auditiva temporária ou mesmo permanente, ou mudanças drásticas na percepção do som depois que os ruídos altos cessam.

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Mas por que isso acontece? Esse é o objeto de estudo da vida do doutor Thanos Tzounopoulos, diretor do Centro de Pesquisa Auditiva da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos.

Em artigo recém-publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, ele e sua equipe mostram como a audição funciona e apontam maneiras de tratar o zumbido e a perda auditiva.

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A chave é o zinco

Os cientistas descobriram que a perda auditiva induzida por ruído decorre de danos celulares no ouvido interno que estão associados a um excesso de zinco. O mineral é essencial para o funcionamento celular e a audição adequados, mas, quando em excesso, prejudica o sistema.

Experimentos em ratos mostraram que medicamentos que eliminam o excesso de zinco podem ajudar a restaurar a audição perdida. Descobriram ainda que, se administrados antes de uma exposição a sons altos, os remédios podem proteger contra a perda auditiva.

Ou seja, a pessoa que vai a um show ou atua na construção civil, por exemplo, poderia tomar esse medicamento antes de ir pro trabalho ou pro espetáculo.

Os pesquisadores estão desenvolvendo agora um tratamento a ser testado em estudos de segurança pré-clínicos. A ideia, segundo eles, é disponibilizar um medicamento simples, barato e de venda livre para resolver esse problema tão comum.

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As informações são do site Medical Xpress.

Lista de decibéis

Você tem ideia de quais são os sons mais altos e por quanto tempo seu corpo pode aguentar ouvir esses barulhos?

A gente separou uma lista para você, elaborada pela Universidade de São Paulo (USP).

  • Folhas caindo – 10 decibéis
  • Voz de cochicho – 40 decibéis
  • Bebê chorando – 60 db
  • Cachorro latindo – 80 db
  • Cortador de grama – 90 db
  • Moto-serra – 100 db
  • Turbina de avião – 110 db
  • Show de rock – 120 db
Imagem: Reprodução/USP

Você pode acessar o arquivo original da USP aqui.

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Saúde

Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05) 

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.

Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]

Fonte: Secom/PMSFI

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Saúde

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

Redação Informe 360

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O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

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Saúde

Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Redação Informe 360

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Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.

A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.

Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes

Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.

Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

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obesidade

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)

Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.

Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.

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Desafio global

  • A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
  • À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
  • E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
  • Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.

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