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Saúde

Por que coçar a cabeça e demais partes do corpo é tão bom?

Redação Informe 360

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O ato de fazer “cafuné” é algo típico da cultura brasileira e é famoso não apenas pelo carinho por trás da ação, mas pela sensação prazerosa que os dedos e as unhas causam ao estimularem o couro cabeludo de outra pessoa. Mas por que coçar a cabeça e demais partes do corpo é tão bom?

Os motivos são vários e podem ser interpretadas sob diferentes contextos, que vão desde o estímulo das terminações nervosas até o alívio causado por uma inflamação na pele. A seguir, confira mais sobre a ciência por trás desse fato.

Por que coçar a cabeça e demais partes do corpo é tão bom?

Diferentemente do que as pessoas podem pensar, o prazer por trás do ato de coçar a cabeça e demais partes do corpo não pode ser explicado por um único motivo. Isso ocorre porque o nosso corpo funciona mediante diferentes sistemas, hormônios, e contextos psicológicos que influenciam a forma como recebemos diferentes estímulos (o que inclui o ato de coçar a pele). Em outras palavras, há diferentes motivos que justificam o prazer do ato. Vamos explicar melhor.

imagem mostra mulher de costas para a câmera e coçando o cabelo longo com a ponta dos dedos
Cafuné é o ato de fazer carinho e coçar o cabelo e o couro cabeludo (Reprodução: Element5 Digital/Unsplash)

Quando você leva as unhas até o couro cabeludo de uma pessoa para fazer cafuné e percebe que ela gosta da sensação, isso ocorre porque o corpo desta pessoa se encontra em um estado de prazer. Esse evento ocorre porque os seus movimentos estimularam as terminações nervosas do couro cabeludo, cujo estímulo foi processado pelo cérebro e pôde influenciar na liberação de alguns neurotransmissores que trazem prazer. A Serotonina, por exemplo, age como uma espécie de “hormônio do bem-estar”, o qual acalma sensações de desconforto e libera a sensação de prazer.

Imagem demonstra um braço cheio de manchas vermelhas ocasionadas por uma reação alérgica
Imagem mostra a reação alérgica de um braço durante uma crise de dermatite atópica, que causa muita coceira (Foto: Sociedade Brasileira de Dermatologia)

Essa explicação também nos ajuda a entender o porquê coçar uma pele irritada ou ferida também causa prazer: a coceira causada pela dermatite, por exemplo, parece a aliviar após friccionar os dedos repetidas vezes sobre a pele porque a liberação dos neurotransmissores tenta “resolver” o problema da irritação desencadeada pela doença. No caso desta doença, contudo, a solução não é se coçar, mas fazer um tratamento orientado pelo médico.

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Mas, para além de sentir prazer, há outras explicações por trás do ato de coçar o corpo, como coçar-se por puro reflexo, utilizar esta manobra para se livrar de invasores (como insetos), responder a estímulos ambientais irritantes (como crises de ansiedade), etc.

O mais importante no ato de coçar o corpo é entender os seus limites: nunca friccione as unhas demais, pois isso pode deixar a área vermelha e causar lesões, que mais tarde pode se transformar em portas de entrada para agentes infecciosos e alérgenos. Portanto, se você perceber que está se coçando além do que deveria ser saudável (como ao fazer cafuné), é imprescindível marcar uma consulta com um médico Dermatologista ou Alergologista.

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Saúde

Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05) 

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.

Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]

Fonte: Secom/PMSFI

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Saúde

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

Redação Informe 360

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O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

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Saúde

Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Redação Informe 360

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Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.

A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.

Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes

Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.

Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

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obesidade

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)

Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.

Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.

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Desafio global

  • A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
  • À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
  • E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
  • Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.

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