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Saúde

Pequeno implante na medula espinhal pode restaurar movimentos

Redação Informe 360

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Cientistas da Universidade Johns Hopkins desenvolveram um estimulador espinhal que pode ajudar a restaurar a função dos membros inferiores de pacientes com algum tipo de paralisia. O pequeno dispositivo pode ser implantado de forma não invasiva através de uma seringa.

Método não invasivo

  • As lesões na coluna vertebral interrompem o fluxo de sinais elétricos do cérebro para as partes inferiores do corpo, reduzindo a mobilidade e, em casos graves, levando à paralisia total.
  • Os estimuladores espinhais são dispositivos que podem ser implantados através de procedimentos cirúrgicos na coluna do paciente para contornar o local da lesão e restaurar a mobilidade em alguma escala.
  • No entanto, dificilmente eles conseguem recuperar totalmente os movimentos, além de apresentarem problemas de precisão.
  • Por isso, uma equipe da Johns Hopkins desenvolveu um dispositivo muito menor, flexível e extensível.
  • Ele foi descrito em pesquisa publicada na revista Nano Letters.

Testes com implante foram promissores

O dispositivo é colocado em um local diferente de outros estimuladores: a superfície peridural ventrolateral. Ela não só está perto dos neurônios motores para melhor precisão, mas garante que seja implantado apenas com uma injeção com uma seringa regular, sem necessidade de cirurgia.

Os testes em camundongos paralisados se mostraram promissores.

Aplicando essa nova tecnologia em um modelo de camundongo, evocamos movimentos das pernas usando uma corrente elétrica quase duas ordens de magnitude menor do que a usada na estimulação dorsal tradicional.

Dinchang Lin, principal autor do estudo

Os pesquisadores afirmaram que o dispositivo permitiu uma gama mais ampla de movimentos, mas também programar o padrão de estimulação do conjunto de eletrodos, o que resultou em movimentos mais naturais das pernas, como pisar, chutar e acenar.

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A equipe diz que a tecnologia pode eventualmente ajudar a restaurar a função motora em pacientes com lesões na medula espinhal ou doenças neurológicas. Ser menos invasivo deve tornar o tratamento mais acessível e diminuir o custo, ampliando a quantidade de pessoas que ele poderia atingir.

No entanto, os cientistas lembram que ainda são necessários mais testes, inclusive experimentos em humanos. O próximo objetivo da equipe é comprovar a segurança do procedimento como um todo. As informações são da New Atlas.

Fonte:  Olhar Digital.

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Política

Projeto de lei da deputada enfermeira Lilian visa agilizar diagnóstico de dengue

Redação Informe 360

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A atuação de enfermeiros que integram as equipes de saúde das unidades públicas estaduais poderá ser reconhecida no processo de classificação de risco e no manejo inicial de pacientes com suspeita de dengue. De autoria da deputada Lilian Behring (PCdoB), o Projeto de Lei 4.730/25 estabelece que as atividades deverão seguir os protocolos e diretrizes definidos pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado de Saúde. A norma foi aprovada em primeira discussão pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quinta-feira (25/06), e ainda precisa passar por uma segunda votação na Casa.

De acordo com a proposta, caberá ao enfermeiro realizar, no atendimento inicial aos casos suspeitos de dengue, a classificação de risco conforme o quadro clínico do paciente, executar as condutas previstas nos protocolos assistenciais, fazer o manejo inicial e encaminhar para avaliação médica quando houver risco moderado, grave ou sinais de alarme.

O projeto também prevê a atuação dos profissionais na notificação imediata aos órgãos de vigilância epidemiológica, conforme os procedimentos estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para o acompanhamento e controle dos casos da doença.

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Durante a discussão da matéria, a autora, deputada Lilian Behring, apresentou dados do Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus) de 2025: no último ano, o Estado do Rio de Janeiro registrou 302 óbitos por dengue e cerca de 300 mil casos. “Com a nova medida, reduziríamos as oportunidades de desfecho fatal e teríamos menos pessoas internadas por dengue — e poderíamos fazer essa identificação por meio de um enfermeiro capacitado“, explica a parlamentar.

Fonte: Comunicação Alerj – Por: Buanna Rosa e Petra Sobral

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Cidades

Prefeitura de SJB passará a contar com aplicativo para a Saúde

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São João da Barra está implantando o App Saúde + São João da Barra, que irá disponibilizar aos pacientes do município informações diversificadas, entre elas o acompanhamento de consultas agendadas. O anúncio foi feito nesta terça-feira,14, pela prefeita Carla Caputi, que na última semana se reuniu com a equipe técnica para ajustes na ferramenta digital, que será lançada em breve.

“É um aplicativo que vai melhorar o acesso aos dados de todos os cidadãos que utilizam a nossa saúde. Seguimos investindo cada vez mais em tecnologia na saúde do município”, destacou a prefeita.

A previsão é que o serviço online já esteja disponível no Google e na loja da App Story, logo que finalizados os ajustes definidos na reunião. Para ter acesso ao App da Saúde, é simples, após baixar, bastará preencher um rápido formulário de cadastro.

“O aplicativo da Saúde foi criado para aproximar ainda mais os serviços de saúde da população. Com ele, o cidadão tem acesso mais fácil às suas informações, pode acompanhar indicadores como pressão arterial e glicemia, receber avisos de consultas e exames e ficar informado sobre seus agendamentos. É uma ferramenta que traz mais praticidade, melhora a comunicação entre a Secretaria de Saúde e os pacientes e contribui para um atendimento mais moderno, organizado e humanizado” disse a secretária municipal de Saúde, Arleny Valdes.

De acordo com a equipe técnica que desenvolveu o App, ao acessarem o serviço os usuários terão informações como agendamento de consultas, notícias da Saúde e ao Meu Diário, onde o cidadão poderá inserir informações pessoais como temperatura, pressão arterial, glicemia e outros.

Fonte: Secom/PMSJB

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Saúde

Agora é Lei: programa de primeiros socorros nas escolas será ampliado

Redação Informe 360

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O Programa Lições de Primeiros Socorros, voltado à rede escolar do estado, passará a incluir simulações práticas e treinamentos conjuntos em parceria com instituições de saúde e órgãos de segurança pública, com o objetivo de aprimorar a eficácia das ações de primeiros socorros nos ambientes escolares. A determinação consta da Lei 8.612/26, aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo Poder Executivo e publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (10/07).

A norma, que altera a Lei 8.612/19, prevê ainda a promoção de ações educativas para disseminar conhecimentos de primeiros socorros e fortalecer uma cultura de prevenção e segurança às crianças de diferentes idades de cada ano escolar. A legislação também institui o reconhecimento de professores e funcionários que se destacarem na aplicação desses conhecimentos em situações reais de emergência, valorizando a contribuição desses profissionais para a segurança e o bem-estar da comunidade.

Veto parcial

O Poder Executivo vetou o trecho que previa a inclusão de conteúdos voltados à saúde mental e ao apoio emocional nos treinamentos de professores e funcionários. Na justificativa do veto, o governador em exercício afirmou que compete à União legislar sobre as diretrizes e bases da educação nacional.

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