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Saúde

Nano ultrassom adesivo detecta complicações após cirurgia

Redação Informe 360

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Uma nova tecnologia minúscula foi criada por pesquisadores da Northwestern University e Washington University School of Medicine para detectar complicações após cirurgias. O microadesivo de ultrassom é do tamanho de um dedo, ou até menor, e pode monitorar a saúde dos pacientes por determinado período e depois se dissolver no corpo naturalmente.

Destelhes sobre o dispositivo foram divulgados em artigo científico publicado na revista Science.

Como funciona?

  • O microadesivo é feito de hidrogel e pode ser inserido nos órgãos.
  • Ele muda de formato em resposta às mudanças nos níveis de pH do corpo, o que pode indicar complicações pós-operatórias, como vazamentos anastomóticos – quando fluidos escapam do sistema digestivo.
  • Com a tecnologia, esses vazamentos podem ser detectados por meio de imagens de ultrassom em tempo real.
  • Atualmente, não há métodos confiáveis e não invasivos para detectar esse tipo de complicação, que pode ser fatal.
  • O adesivo é feito com materiais bioabsorvíveis, o que permite que se dissolva naturalmente no corpo após o paciente se recuperar.
Image: Northwestern University

Leia mais:

Tecnologia bioabsorvível

Vazamentos anastomóticos podem ocorrer até duas semanas após a cirurgia. A vantagem do novo dispositivo é que ele pode permanecer no corpo por cerca de um mês para monitoramento pós-operatório e, em seguida, se dissolver naturalmente, eliminando a necessidade de remoção cirúrgica. É uma solução conveniente e eficaz para monitorar os pacientes por um período crítico de pós-operatório.

Microultrassom se transforma conforme o nível de pH

O adesivo é feito de um material de hidrogel flexível que contém pequenos discos metálicos. Quando exposto a fluidos ácidos ou cáusticos, como ácido estomacal ou fluidos pancreáticos, o adesivo incha ou se contrai, respectivamente, devido à mudança de pH.

Image: Northwestern University

Essas mudanças de formato nos discos metálicos podem ser captadas por imagens de ultrassom, pois geram um contraste forte em relação ao que está ao redor deles. Assim, os médicos podem visualizar as alterações no posicionamento dos discos metálicos através do ultrassom, com um software que analisa automaticamente as imagens e detecta qualquer movimento dos discos com alta precisão.

Impacto na recuperação de pacientes

O novo adesivo possibilita intervenções médicas mais rápidas e eficazes, reduzindo assim o risco de complicações graves. Além disso, por ser pequeno, flexível e biocompatível, facilita sua aplicação e minimiza o desconforto para o paciente.

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Segundo a equipe de pesquisa, a tecnologia tem o potencial de revolucionar como os pacientes são monitorados após a cirurgia, melhorando sua qualidade de vida e acelerando sua recuperação.

Fonte: Medical Xpress.

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Saúde

Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05) 

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.

Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]

Fonte: Secom/PMSFI

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Saúde

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

Redação Informe 360

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O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

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Saúde

Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Redação Informe 360

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Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.

A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.

Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes

Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.

Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

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obesidade

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)

Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.

Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.

Leia mais

Desafio global

  • A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
  • À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
  • E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
  • Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.

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