Saúde
Estudo alerta: a maçã que você come pode estar contaminada; entenda

Ao comer uma maçã, basta lavar ela com a casca para assegurar que ela está limpa e adequada para o consumo, certo? Errado. Aos olhos de um novo estudo, isso não é suficiente para eliminar os agrotóxicos da fruta.
A pesquisa sugere que lavar a fruta, uma medida de precaução tomada por muitos consumidores, não é suficiente para remover completamente os produtos químicos tóxicos e resíduos de pesticidas.
Publicado na revista Nano Letters, o estudo acrescenta novas informações ao debate sobre os riscos dos pesticidas para a saúde e qual é, se houver, o limite para o consumo de produtos contaminados.
O objetivo do estudo foi compartilhar uma técnica que os pesquisadores esperam que melhore a detecção de pesticidas em produtos alimentícios, mas também provou que a lavagem não é suficiente quando se trata de remoção de produtos químicos.
Leia mais:
- O que são e para que servem os agrotóxicos?
- Você pode ingerir agrotóxicos em alimentos que nem imagina, diz estudo
- Quais são os riscos do uso de agrotóxicos?

Usando o seu método para examinar a contaminação por pesticidas em maçãs, os especialistas notaram que os agrotóxicos iam muito além da profundidade da casca, penetrando na camada da polpa. Porém, quando a casca da maçã e a camada superior da polpa foram removidas, a contaminação diminuiu significativamente.
Consumir sem a casa pode ser a solução
- Dongdong Ye, professor da Escola Chinesa de Materiais e Química da Universidade Agrícola de Anhui e autor do artigo, alega que não há motivo para pânico, e espera que as pessoas busquem consumir mais vezes a maçã sem a casca.
- O estudo concluiu inequivocamente que “o risco de ingestão de pesticidas provenientes de frutas não pode ser evitado via uma simples lavagem e sem a descascar”.
- No entanto, embora descascar a fruta possa ajudar a prevenir a exposição a produtos químicos, também reduz o seu valor nutricional.
O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sustentou que 99% dos produtos testados continham resíduos de pesticidas dentro dos limites legais de contaminação e que não “representavam um risco para a saúde dos consumidores e eram seguros”.

O post Estudo alerta: a maçã que você come pode estar contaminada; entenda apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Saúde
Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05)

A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.
Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]
Fonte: Secom/PMSFI
Saúde
Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).![]()
![]()
Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).
Mpox
A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.
Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.
Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.
Saúde
Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.
A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.
Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes
Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.
Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)
Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.
Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.
Leia mais
- Obesidade infantil ultrapassa desnutrição no mundo, diz Unicef
- Obesidade abdominal e perda muscular aumentam mortalidade
- Como bactérias na boca podem indicar risco de obesidade
Desafio global
- A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
- À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
- E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
- Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.
O post Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico

Internacional1 semana atrásEntra em vigor decisão dos EUA de considerar facções como terroristas

Política1 semana atrásPresidente Lula sanciona lei que garante renovação automática da CNH

Sem categoria7 dias atrásBrasil supera Egito em último compromisso antes da Copa do Mundo

Política1 semana atrásParlamentares governistas vão aos EUA apresentar contraponto à direita

Esporte2 dias atrásJulian marca o primeiro gol da Copa e México vence a África do Sul em duelo com três expulsões

















