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Saúde

Estudo alerta: a maçã que você come pode estar contaminada; entenda

Redação Informe 360

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Ao comer uma maçã, basta lavar ela com a casca para assegurar que ela está limpa e adequada para o consumo, certo? Errado. Aos olhos de um novo estudo, isso não é suficiente para eliminar os agrotóxicos da fruta.

A pesquisa sugere que lavar a fruta, uma medida de precaução tomada por muitos consumidores, não é suficiente para remover completamente os produtos químicos tóxicos e resíduos de pesticidas.

Publicado na revista Nano Letters, o estudo acrescenta novas informações ao debate sobre os riscos dos pesticidas para a saúde e qual é, se houver, o limite para o consumo de produtos contaminados.

O objetivo do estudo foi compartilhar uma técnica que os pesquisadores esperam que melhore a detecção de pesticidas em produtos alimentícios, mas também provou que a lavagem não é suficiente quando se trata de remoção de produtos químicos.

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Estudo decobriu que os pesticidas usados em plantações não saem com uma lavagem simples – Imagem: Fotokostic/Shutterstock

Usando o seu método para examinar a contaminação por pesticidas em maçãs, os especialistas notaram que os agrotóxicos iam muito além da profundidade da casca, penetrando na camada da polpa. Porém, quando a casca da maçã e a camada superior da polpa foram removidas, a contaminação diminuiu significativamente.

Consumir sem a casa pode ser a solução

  • Dongdong Ye, professor da Escola Chinesa de Materiais e Química da Universidade Agrícola de Anhui e autor do artigo, alega que não há motivo para pânico, e espera que as pessoas busquem consumir mais vezes a maçã sem a casca.
  • O estudo concluiu inequivocamente que “o risco de ingestão de pesticidas provenientes de frutas não pode ser evitado via uma simples lavagem e sem a descascar”.
  • No entanto, embora descascar a fruta possa ajudar a prevenir a exposição a produtos químicos, também reduz o seu valor nutricional.

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sustentou que 99% dos produtos testados continham resíduos de pesticidas dentro dos limites legais de contaminação e que não “representavam um risco para a saúde dos consumidores e eram seguros”.

Lavar a maçã pode não ser o suficiente para comer a fruta com segurança – Imagem: GaViAl/Shuttersotck

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Saúde

Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05) 

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.

Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]

Fonte: Secom/PMSFI

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Saúde

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

Redação Informe 360

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O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

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Saúde

Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Redação Informe 360

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Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.

A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.

Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes

Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.

Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

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Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)

Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.

Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.

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Desafio global

  • A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
  • À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
  • E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
  • Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.

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