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Saúde

Estudante de medicina faz experimento e come 720 ovos no mês

Redação Informe 360

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Ovos podem ser consumidos de várias maneiras. Cozidos, fritos, mexidos, omelete… mas mesmo com todas essas opções, Nick Norwitz precisou de muita criatividade para não enjoar de comer ovos no experimento que ele conduziu e foi contado na Fox News.

Norwitz, de 25 anos, é estudante de medicina em Harvard e decidiu que iria consumir 720 ovos em um mês para investigar seu impacto no colesterol. Surpreendentemente, ao final do período, seus níveis de colesterol diminuíram em 20%.

Norwitz, que possui um doutorado em saúde metabólica e está finalizando seus estudos em medicina, destacou sua paixão por tornar a ciência acessível.

“O propósito de todo esse experimento foi uma demonstração metabólica para discutir as ‘alavancas’ que podem afetar o colesterol em diferentes indivíduos. Eu esperava que meus níveis de colesterol não mudassem apenas adicionando os ovos — e foi isso que realmente aconteceu”, disse Norwitz.

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Uma dieta (muito) rica em ovos fez o colesterol de Norwitz diminuir – Imagem: RHJPhtotos/Shutterstock

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Experimento o fez comer mais de 20 ovos por dia

  • Durante o experimento, ele consumiu cerca de 24 ovos por dia, preparados de diversas formas, e alternou entre uma dieta de baixo teor de carboidratos e uma versão que incluía carboidratos.
  • Ele explicou que o objetivo era demonstrar como diferentes fatores podem influenciar o colesterol.
  • Ao adicionar carboidratos à dieta, seus níveis de colesterol caíram, desafiando expectativas.

Norwitz também enfatizou que não existe uma “dieta ideal”, pois as necessidades nutricionais variam conforme a saúde metabólica e os objetivos individuais.

O estudante ainda afirmou que planeja realizar mais experimentos para aumentar a conscientização sobre a relação entre alimentos e saúde metabólica, afirmando que isso é apenas o começo de sua missão.

ovo
Experimento mostrou como a saúde metabólica depende de objetivos específicos a cada pessoa – Imagem: RomanaMart/Shutterstock

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Saúde

Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05) 

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.

Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]

Fonte: Secom/PMSFI

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Saúde

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

Redação Informe 360

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O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

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Saúde

Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Redação Informe 360

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Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.

A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.

Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes

Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.

Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

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obesidade

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)

Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.

Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.

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Desafio global

  • A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
  • À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
  • E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
  • Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.

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