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Saúde

É possível evitar uma gripe? Veja 8 cuidados para se proteger

Redação Informe 360

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Comum principalmente nos meses mais frios, a gripe pode afetar pessoas de todas as idades, mas representa maior risco para crianças, idosos, pessoas com doenças crônicas e indivíduos com o sistema imunológico comprometido. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 3,5 milhões de pessoas por ano desenvolvem formas graves da doença.

Diante desse cenário, surge uma dúvida frequente: seria possível evitar a gripe? A boa notícia é que, com alguns cuidados simples e eficazes, é possível reduzir bastante o risco de contágio. A seguir, você confere oito atitudes que ajudam a se proteger.

Mulher assoando o nariz com um lenço
Mulher assoando o nariz com um lenço (Reprodução: Desx/Pixabay)

Sim, é possível prevenir a gripe, embora o termo mais adequado seja “reduzir o risco” de contágio, já que nenhum método oferece proteção absoluta. A forma mais eficaz de prevenção é a vacinação anual, que protege contra os vírus influenza mais comuns em circulação, mesmo com mutações sazonais. 

Segundo o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a vacina é segura, reduz internações e mortes, e é recomendada especialmente para grupos de risco, como idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. 

Além da vacinação, medidas simples como lavar as mãos frequentemente, cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir, manter os ambientes ventilados e evitar contato com pessoas gripadas ajudam a diminuir a transmissão do vírus. Adotar hábitos saudáveis, como boa alimentação e hidratação, também fortalece o sistema imunológico.

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homem deitado no sofá com sintomas de gripe
Homem doente deitado no sofá (Imagem: New Africa/Shutterstock)

Use máscara em hospitais

Hospitais concentram pessoas com diferentes doenças, incluindo infecções respiratórias. O risco de transmissão de vírus como o da gripe é maior nesses ambientes, especialmente para pessoas com imunidade comprometida. 

Por isso, recomenda-se o uso de máscaras por pessoas com sintomas gripais e por quem circula em hospitais, para evitar a propagação de doenças transmitidas por gotículas. Além disso, a higiene das mãos é fundamental para reduzir o risco de infecções hospitalares.

Enfermeira aplica vacina contra em adolescente durante campanha de vacinação. / Crédito: MilanMarkovic78 (Shutterstock/reprodução)

Redobre os cuidados ao varrer casas, quintais ou calçadas

Ao varrer superfícies, você pode lançar partículas virais e outros microrganismos no ar. Estudos comprovam que a varrição de pisos contaminados pode gerar aerossóis com vírus, aumentando o risco de inalação e infecção, especialmente em locais fechados.

Prefira métodos de limpeza úmida, use aspirador de pó quando possível e utilize máscara para reduzir a exposição a agentes infecciosos.

Fique atento ao “bafo” da chuva

Quando a chuva fria atinge o solo quente, ela libera vapor que pode carregar microrganismos do solo. Apesar de não haver provas diretas de que esse vapor cause gripe, ele pode aumentar a exposição a agentes infecciosos.

Para evitar esse “bafo”, mantenha o solo úmido e sombreado, diminuindo a concentração de partículas em suspensão.

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Gotas de chuva caindo no chão
Gotas de chuva caindo no chão (Imagem: Daniel Tadevosyan/Shutterstock)

Evite contato com pessoas doentes

As gotículas liberadas ao tossir, espirrar ou falar transmitem a gripe com facilidade. Ao manter distância de quem apresenta sintomas gripais, você reduz o risco de contágio. Se o contato for inevitável, use máscara e peça para a outra pessoa também usar.

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Higienize bem as mãos, alimentos e superfícies

Microrganismos se escondem facilmente nas mãos, nos alimentos do dia a dia, nos objetos que você toca e nas superfícies da casa, como pias, mesas e cadeiras.

Para se proteger, lave bem as mãos com água e sabão, higienize frutas, verduras e legumes com água corrente e hipoclorito de sódio, limpe com frequência objetos de uso comum, como embalagens de leite, e mantenha as superfícies sempre limpas. Esses cuidados simples ajudam a prevenir a transmissão de doenças.

Menina lavando as mãos com água e sabão no banheiro. Criança mostra as palmas ensaboadas: higiene das mãos ajuda a prevenir infecções virais. / Crédito: Aleksandra Suzi (Shutterstock/reprodução)

Evite aglomerações

Locais com muitas pessoas, especialmente se forem fechados e mal ventilados, facilitam a transmissão do vírus. Sempre que puder, fuja de aglomerações – especialmente em períodos de maior circulação do vírus.

Tome a vacina contra a gripe todos os anos

A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir a gripe. Como o vírus sofre mutações frequentes, as vacinas são atualizadas anualmente. Ao se vacinar, você reduz as chances de infecção e, caso fique doente, os sintomas tendem a ser mais leves e com menos complicações.

Pediatra aplica vacina em criança – imunização infantil como proteção contra doenças virais. / Crédito: Billion Photos (Shutterstock/reprodução)

Evite tocar o rosto com frequência

Evite tocar o rosto com frequência para prevenir doenças. Ao longo do dia, você encosta as mãos em diversas superfícies que podem estar contaminadas com vírus, bactérias e fungos. Quando leva os dedos aos olhos, nariz ou boca, você facilita a entrada desses agentes no corpo.

Por isso, além de lavar bem as mãos antes das refeições, mantenha o hábito de não as levar ao rosto sem as higienizar. Se precisar coçar os olhos, o nariz ou colocar os dedos na boca, lave as mãos antes com água corrente e sabão.

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Saúde

Quais doenças são transmitidas por beijo na boca?

Redação Informe 360

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Para muitas pessoas, o Carnaval vai além dos bloquinhos de rua, fantasias cheias de glitter e da música contagiante: também é época de beijar na boca. Apesar do hábito trazer muita satisfação para quem o pratica, beijar várias pessoas consecutivamente pode aumentar as chances de transmissão de doenças. A seguir, confira algumas das doenças mais comuns que são transmitidas pelo beijo na boca.

7 doenças transmitidas pelo beijo

Mononucleose

mulher com mão na garganta em consultório, descrevendo sintomas ao médico
Mulher com dor de garganta em um consultório médico/Shutterstock_antoniodiaz

Tipicamente conhecida como “doença do beijo”, é transmitida vírus Epstein-Barr (EBV). O micróbio atinge enfaticamente o sistema linfático e sanguíneo após o compartilhamento de saliva entre duas pessoas.

Os sintomas incluem febre, dor intensa na garganta, mal-estar, e aumento notável dos linfonodos. Não há tratamento específico, desta forma, o cuidado é paliativo (com remédios e repouso) para tratar os sintomas até que o corpo se recupere.

Herpes labial

Doença viral ocasionada pelo micróbio Herpes Simplex tipo 1 (HSV-1). O vírus entra nas células da pele e mucosa oral e pode permanecer latente no sistema nervoso, reativando-se periodicamente.

Sintomas incluem bolhas dolorosas na região oral, ardência local, coceira, e formigamento. Não há cura para a doença, mas o controle.

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O tratamento requer o uso de antivirais indicados pelo médico infectologista.

Citomegalovirose

Imagem mostra mãos segurando termômetro para medir a febre
Pessoa analisando a temperatura corporal medida por um termômetro (Imagem: Polina Tankilevitch / Pexels)

Parente da Mononucleose, esta doença é ocasionada pelo vírus Citomegalovírus.

O vírus é transmitido pelo contato direto com os fluidos corporais de uma pessoa infectada, sendo a saliva um dos mais comuns. A enfermidade causada por esse vírus também não tem cura conhecida.

Contudo, ele pode ser controlado com o uso de remédios. Os sintomas incluem linfonodos aumentados, febre baixa e mal-estar geral. Em imunocomprometidos: pode afetar olhos, sistema nervoso e outros órgãos.

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Infecção por estreptococo (Faringite)

A doença é ocasionada por bactérias do gênero Streptococcus. Uma vez que alguém saudável beija um infectado, as bactérias migram pela saliva e colonizam a garganta e mucosas outrora saudáveis.

Sintomas incluem dor e inflamação na garganta, febre alta e dificuldade para engolir. O tratamento envolve administração de antibióticos para aniquilar o micróbio e evitar complicações.

Doenças respiratórias (Influenza, Covid-19, etc.)

Ilustração de um vírus corporal
Segundo os pesquisadores, o achado indica uma possível evolução viral natural entre esses animais (Imagem: Corona Borealis Studio/Shutterstock)

São chamadas de doenças respiratórias aquelas ocasionadas por agentes infecciosos que visam o sistema respiratório.

Uma vez que ocorre o contato prolongado com a boca de uma pessoa infectada, os vírus infectam as mucosas das vias respiratórias superiores, se multiplicam com rapidez e podem causar sintomas desagradáveis no corpo todo.

Veja algumas doenças abaixo:

  • Gripe (vírus Influenza);
  • Covid-19 (vírus SARS-CoV-2);
  • Resfriado comum (diferentes vírus).

Caxumba

Ocasionada pelo vírus Paramyxoviridae. O micróbio infecta glândulas salivares (como as parótidas), e se espalha pelo contato com gotículas de saliva ou beijo.

Sintomas incluem inchaço e dor nas glândulas salivares, febre, dor de cabeça, mal-estar, dificuldade de mastigar e engolir.

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A melhor forma de prevenção é tomando a vacina da tríplice viral. Mas, ao desenvolver a doença, o tratamento inclui o suporte paliativo dos sintomas.

IST’s

Imagem: luchschenF/Shutterstock

IST’s é a sigla para Infecção Sexualmente Transmissível, o que, como o nome já diz, são vírus e bactérias transmitidos pelo sexo desprotegido. Contudo, algumas delas, em tese, podem, sim, serem transmitidas pelo beijo.

No caso de uma pessoa já infectada com Sífilis ou Gonorreia, se ela tiver feridas ativas na região da boca, quem beijar o local pode se infectar também. Estas feridas, contudo, não precisam ser evidentes; algumas, inclusive, são imperceptíveis.

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Saúde

Descoberta de cientista brasileira reacende esperança para pacientes com tetraplegia

Redação Informe 360

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A ciência nacional atingiu um patamar histórico com o avanço de pesquisas voltadas para a recuperação de lesões graves no sistema nervoso central. A polilaminina para regenerar a medula espinhal representa uma esperança real para pacientes que perderam a mobilidade devido a traumas severos. Portanto, o trabalho liderado por pesquisadores cariocas coloca o Brasil na vanguarda da medicina regenerativa mundial.

Como a polilaminina para regenerar a medula espinhal atua no sistema nervoso?

Segundo um artigo publicado no PubMed, o composto desenvolvido pela cientista Tatiana Coelho de Sampaio mimetiza as propriedades da laminina natural em uma estrutura tridimensional. Além disso, essa inovação atua como um andaime biológico que orienta o crescimento de novos neurônios através da área lesionada.

O polímero consegue criar um ambiente favorável para que as células nervosas voltem a se conectar e transmitir impulsos elétricos vitais. Por consequência, a barreira de cicatriz que normalmente impede a cura natural é contornada por essa malha bioativa inteligente. Dessa forma, a tecnologia brasileira oferece uma solução elegante para um dos maiores desafios da neurologia moderna.

🔬 Síntese do Composto: Criação da polilaminina em laboratório a partir da polimerização da proteína laminina humana.

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🐁 Testes Pré-clínicos: Aplicação do polímero em modelos animais que apresentaram retorno significativo de movimentos motores.

🏥 Perspectiva Clínica: Desenvolvimento de protocolos para testes em humanos visando o tratamento da tetraplegia traumática.

Quais são os principais benefícios para pacientes com tetraplegia?

A aplicação da substância foca na restauração de funções motoras e sensoriais que foram interrompidas pelo rompimento das fibras nervosas. Além disso, a estabilização do microambiente da lesão reduz as chances de inflamação crônica e morte celular programada nos tecidos adjacentes. Portanto, o impacto na qualidade de vida dos pacientes pode ser revolucionário ao permitir o retorno de autonomias básicas.

Contudo, a terapia com polilaminina exige um acompanhamento fisioterapêutico intenso para que o cérebro aprenda a utilizar os novos caminhos neurais formados. Por isso, a integração entre a biotecnologia e a reabilitação física é um pilar fundamental para o sucesso do tratamento a longo prazo. Assim, a ciência brasileira pavimenta um caminho sólido para a reversão de quadros antes considerados permanentes.

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Descoberta de cientista brasileira reacende esperança para pacientes com tetraplegia
Polímero biológico orienta crescimento de neurônios para restaurar movimentos perdidos – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Por que a polilaminina para regenerar a medula espinhal supera as terapias tradicionais?

Diferente de medicamentos que apenas tratam os sintomas ou a inflamação, o novo composto promove a reconstrução física da via nervosa. Além disso, a biocompatibilidade da polilaminina evita rejeições imunológicas severas, uma vez que utiliza proteínas que o corpo já reconhece como naturais. Nesse sentido, a segurança do protocolo clínico é consideravelmente superior aos métodos de transplante de tecidos externos.

Abaixo, detalhamos as diferenças fundamentais entre a abordagem convencional e o uso da polilaminina no tratamento de traumas medulares. Observe como a mudança de paradigma da contenção para a regeneração define esta nova era da medicina.

CaracterísticaTratamento ComumUso de Polilaminina
Foco PrincipalEstabilização da lesãoRegeneração tecidual
MecanismoAnti-inflamatóriosAndaime bioativo
Resultado EsperadoManutenção de danosRecuperação funcional

Qual é o papel da UFRJ no desenvolvimento desta patente internacional?

A instituição carioca foi o berço de toda a pesquisa fundamental, garantindo o suporte técnico e laboratorial para que a Dra. Tatiana e sua equipe pudessem inovar. Além disso, a universidade detém a patente que protege esta tecnologia brasileira contra a exploração indevida por laboratórios estrangeiros sem contrapartida nacional. Portanto, o sucesso deste projeto reforça a importância do investimento público em ciência básica e aplicada no país.

Em suma, a trajetória desta descoberta mostra que o Brasil possui talentos capazes de solucionar dilemas mundiais da saúde humana. Ao apoiar iniciativas como a polilaminina, a sociedade contribui para um futuro onde a paralisia não seja mais uma sentença irrevogável. Dessa forma, a esperança se traduz em biotecnologia de ponta, fruto da excelência acadêmica e dedicação científica nacional.

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Saúde

Estados Unidos terão primeira vila para pessoas com demência

Redação Informe 360

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A empresa de cuidados paliativos Agrace, com sede em Wisconsin, anunciou a criação da primeira “vila da demência dos Estados Unidos, um projeto de US$ 40 milhões (cerca de R$ 207 milhões) que pretende transformar o atendimento a pessoas com perda de memória. A iniciativa será implantada no campus da instituição em Madison e tem abertura prevista para setembro de 2027, em Fitchburg, com capacidade para 65 residentes.

Inspirado no modelo da Hogeweyk Dementia Village, nos Países Baixos, o projeto propõe um ambiente que simula uma pequena cidade, permitindo que moradores com demência mantenham rotinas e interações sociais em um espaço seguro. A proposta surge em meio ao aumento dos casos da doença em Wisconsin e à insatisfação de famílias com os formatos tradicionais de cuidado.

gráfico de qualidade de vida
Objetivo da vila nos Estados Unidos é reproduzir resultados alcançados por projeto similar nos Países Baixos (Imagem: Agrace / Divulgação)

Modelo aposta em autonomia e rotina

De acordo com a presidente e CEO da Agrace, Lynne Sexten, a estrutura foi pensada para não se assemelhar a uma instituição.

“Viver neste campus não terá a sensação de estar em uma instituição. Estamos construindo residências individuais que parecem e funcionam como uma casa”, afirmou em comunicado. Segundo ela, cada residência terá oito moradores, além de cozinha, sala de estar e quartos individuais, replicando elementos de uma casa tradicional.

Objetivo da vila é fugir dos padrões de uma instituição e se assemelhar mais a uma rotina normal para os moradores (Imagem: Agrace / Divulgação)

Os residentes viverão em grupos de oito pessoas, com apoio de profissionais treinados. A equipe auxiliará nas atividades diárias, como compras de supermercado e idas a restaurantes. Assim como em Hogeweyk, os moradores poderão circular livremente dentro de um ambiente seguro, mantendo o máximo possível de espontaneidade e conexão social.

A Agrace informou que os custos de moradia e alimentação serão pagos pelas famílias, enquanto as despesas médicas poderão ser cobertas por seguro de saúde. Embora os valores ainda não tenham sido divulgados, a empresa declarou que as mensalidades serão comparáveis às de instituições de moradia assistida. A organização também dispõe de um fundo patrimonial que permitirá cobrança em escala variável para famílias que não possam arcar com o valor integral.

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Além dos 65 residentes fixos, o espaço contará com um Day Club, que poderá receber até 50 participantes por dia. Essas pessoas, que vivem com demência mas permanecem em suas casas, poderão frequentar as atividades oferecidas na vila durante o dia.

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Crescimento dos casos impulsiona projeto

Segundo a Agrace, quase 11% dos moradores de Wisconsin com 65 anos ou mais vivem com Alzheimer, o tipo mais comum de demência. A doença é a sétima principal causa de morte no estado. Em 2025, cerca de 135.500 pessoas em Wisconsin conviviam com demência, número que pode chegar a quase 215 mil até 2040.

Projeções mostram que quase 215 mil pessoas podem viver com demência no estado do Wisconsin até 2040 (Imagem: Agrace / Divulgação)

O projeto recebeu uma doação de US$ 7 milhões dos filantropos Ellen e Peter Johnson, de Madison, como parte de uma campanha comunitária de US$ 30 milhões.

“A necessidade é tão grande, e este projeto demonstra que a Agrace é uma líder em cuidados de memória”, afirmaram em declaração conjunta.

O conceito que inspira a iniciativa foi criado em 2009, nos Países Baixos. A cofundadora Yvonne van Amerongen afirmou à CNN, em 2013: “Queremos ajudar as pessoas a aproveitar a vida e a sentir que são bem-vindas aqui na Terra.” Já o cofundador Eloy van Hal declarou ao The Washington Post que o modelo é “95% sobre viver e 5% sobre cuidar”.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que havia 57 milhões de pessoas vivendo com demência no mundo em 2021. Com a nova unidade, a Agrace afirma buscar uma alternativa aos modelos considerados institucionais, priorizando qualidade de vida e integração social.

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