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Saúde

Dieta do tipo sanguíneo ou Wegovy para emagrecimento? Veja o que diz a medicina

Redação Informe 360

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As informações presentes neste texto têm caráter informativo e não substituem a orientação de profissionais de saúde. Consulte um médico ou especialista para avaliar o seu caso.

A busca por métodos eficazes de emagrecimento nunca sai de moda. Entre promessas antigas e soluções modernas, dois nomes têm ganhado atenção: a dieta do tipo sanguíneo e o uso de medicamentos como Wegovy (similar ao Ozempic, que é usado para tratar diabetes tipo 2). Mas o que realmente funciona? E o que a ciência tem a dizer sobre isso?

A dieta do tipo sanguíneo: popular, mas sem comprovação

Mulher feliz com diferentes produtos alimentícios na cozinha. Dieta saudável - imunidade forte.
A dieta do tipo sanguíneo propõe que cada grupo sanguíneo reage de forma única aos alimentos/Shutterstock New Africa

Criada pelo médico norte-americano Peter D’Adamo, a dieta do tipo sanguíneo propõe que pessoas com diferentes tipos de sangue (A, B, AB e O) devem seguir padrões alimentares específicos para melhorar a digestão, a imunidade e, claro, emagrecer. Essa dieta, sobretudo, passa a ideia de que nosso sangue carrega traços evolutivos que determinam como reagimos a certos alimentos.

No entanto, apesar de parecer personalizada, a dieta não possui respaldo científico sólido e já foi amplamente questionada pela ciência. Um estudo publicado na revista científica PLoS ONE em 15 de janeiro de 2014, conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, analisou dados de 1.455 participantes para verificar se havia alguma relação entre os padrões alimentares recomendados pela chamada “dieta do tipo sanguíneo” e marcadores de risco cardiometabólico.

Os resultados foram claros: não houve nenhuma associação entre o tipo sanguíneo e os efeitos das dietas propostas, invalidando a premissa central dessa abordagem alimentar. Segundo os autores, os benefícios observados em alguns grupos estavam relacionados à qualidade geral da dieta, e não ao tipo sanguíneo em si.

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Emagrecimento com base científica: o que funciona

Imagem mostra uma mulher com uma fita métrica ao redor da barriga.
Consultar um médico antes de iniciar qualquer dieta garante que ela seja segura, eficaz e adequada às suas necessidades individuais. (Imagem: Lee Charlie / Shutterstock.com)

Enquanto dietas como a do tipo sanguíneo ganham espaço nas redes sociais, a medicina segue focada em abordagens com comprovação científica, como os efeitos de medicamentos como o Wegovy, por exemplo. A partir disso, o emagrecimento pode ser ter caminhos mais amplos, como emagrecimento personalizado combinando exercícios e alimentação e medicamentos de ajudam a controlar o apetite.

Emagrecimento natural e personalizado

A combinação de alimentação equilibrada, guiada por um nutricionista com exercícios físicos adaptados ao perfil da pessoa continua sendo o método mais seguro e eficaz. Isso inclui:

  • Dietas com déficit calórico, mas sem restrições extremas.
  • Treinos ajustados à condição física, tempo disponível e objetivos individuais.
  • Acompanhamento profissional para evitar deficiências nutricionais ou lesões.

Sobretudo, esse tipo de abordagem respeita o corpo e promove resultados sustentáveis. Além disso, as mudanças consistentes no estilo de vida têm impacto direto na perda de peso e na saúde metabólica.

Emagrecimento com medicamentos: Wegovy e Mounjaro

Caneta de Ozempic sendo injetada em uma pessoa
Medicação virou queridinha de quem quer emagrecer (Imagem: myskin/Shutterstock)

A partir de 2024, medicamentos como Wegogy (semaglutida) e Mounjaro (tizerpatida) ganharam destaque na mídia por seus efeitos na perda de peso. Esses remédios atuam na regulação do apetite e no controle da glicemia. E o melhor, todos são cientificamente comprovados.

Um estudo publicado no New England Journal of Medicine, mostrou que pacientes que usaram semaglutida perderam em média 15% do peso corporal em 68 semanas, com acompanhamento médico.

Vale lembrar que esses medicamentos não são indicados para todos e devem ser prescritos por médicos após avaliação criteriosa. Além disso, eles podem causar efeitos colaterais e não substituem hábitos saudáveis. Por isso, é fundamental compreender que, apesar dos avanços farmacológicos, o caminho para uma perda de peso segura e duradoura continua baseado em escolhas conscientes e sustentáveis.

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Diante de tantas promessas fáceis e soluções instantâneas, é essencial reforçar que emagrecer com saúde vai muito além de seguir modismos, envolve ciência, acompanhamento especializado e respeito às necessidades únicas de cada corpo.

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Saúde

Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05) 

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.

Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]

Fonte: Secom/PMSFI

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Saúde

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

Redação Informe 360

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O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

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Saúde

Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Redação Informe 360

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Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.

A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.

Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes

Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.

Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

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obesidade

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)

Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.

Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.

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Desafio global

  • A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
  • À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
  • E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
  • Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.

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