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Saúde

Câncer colorretal tem crescido entre jovens; tratamento precoce é crucial

Redação Informe 360

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O câncer colorretal, o terceiro mais comum nos EUA, tem aumentado entre os jovens nas últimas duas décadas. Na realidade, ele envolve dois tipos: o câncer de cólon, que se origina no intestino grosso, e o câncer retal, que começa no reto, última parte do intestino grosso.

O Dr. Derek Ebner, gastroenterologista da Mayo Clinic, aponta ao Medical Xpress que a incidência do câncer colorretal em adultos abaixo de 50 anos tem crescido, especialmente o retal. Ele enfatiza a importância de reconhecer os sinais de alerta e procurar tratamento médico rapidamente.

Embora o câncer colorretal fosse historicamente dividido igualmente entre cólon e reto, as taxas de câncer retal têm aumentado em pessoas com menos de 50 anos, especialmente entre os mais jovens.

Sinais de alerta e sintomas de câncer colorretal

  • Dor abdominal;
  • Diarreia;
  • Presença de sangue nas evacuações;
  • Anemia por deficiência de ferro.

O Dr. Ebner ressalta que a perda de sangue, mesmo sem ser visivelmente aparente, pode levar a baixos níveis de ferro, algo que pode ser identificado por exames de sangue.

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Imagem ilustrando um câncer no cólon
Sintomas, como anemia por deficiência de ferro e sangue nas fezes, podem ser os sinais de alerta para a doença (Imagem: iStock/peterschreiber.media)

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Reduzindo os riscos

Embora não seja possível prevenir completamente a doença, é possível reduzir os riscos com estilo de vida saudável. O Dr. Ebner recomenda adotar hábitos que ajudem na prevenção e atenção aos sintomas. Além disso, o rastreamento regular é fundamental.

O ideal, conforme aconselha o Dr. Ebner, é estar em contato com profissionais de saúde sobre o rastreamento do câncer colorretal, além de manter hábitos saudáveis, como a prática de, ao menos, 30 minutos de exercícios, manter dieta com o consumo frutas e vegetais, controlar o peso, evitar fumar e limitar o consumo de álcool.

Hábitos saudáveis são essenciais para se proteger contra a doença (Imagem: Lightspring/Shutterstock)

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Política

Projeto de lei da deputada enfermeira Lilian visa agilizar diagnóstico de dengue

Redação Informe 360

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A atuação de enfermeiros que integram as equipes de saúde das unidades públicas estaduais poderá ser reconhecida no processo de classificação de risco e no manejo inicial de pacientes com suspeita de dengue. De autoria da deputada Lilian Behring (PCdoB), o Projeto de Lei 4.730/25 estabelece que as atividades deverão seguir os protocolos e diretrizes definidos pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado de Saúde. A norma foi aprovada em primeira discussão pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quinta-feira (25/06), e ainda precisa passar por uma segunda votação na Casa.

De acordo com a proposta, caberá ao enfermeiro realizar, no atendimento inicial aos casos suspeitos de dengue, a classificação de risco conforme o quadro clínico do paciente, executar as condutas previstas nos protocolos assistenciais, fazer o manejo inicial e encaminhar para avaliação médica quando houver risco moderado, grave ou sinais de alarme.

O projeto também prevê a atuação dos profissionais na notificação imediata aos órgãos de vigilância epidemiológica, conforme os procedimentos estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para o acompanhamento e controle dos casos da doença.

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Durante a discussão da matéria, a autora, deputada Lilian Behring, apresentou dados do Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus) de 2025: no último ano, o Estado do Rio de Janeiro registrou 302 óbitos por dengue e cerca de 300 mil casos. “Com a nova medida, reduziríamos as oportunidades de desfecho fatal e teríamos menos pessoas internadas por dengue — e poderíamos fazer essa identificação por meio de um enfermeiro capacitado“, explica a parlamentar.

Fonte: Comunicação Alerj – Por: Buanna Rosa e Petra Sobral

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Cidades

Prefeitura de SJB passará a contar com aplicativo para a Saúde

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São João da Barra está implantando o App Saúde + São João da Barra, que irá disponibilizar aos pacientes do município informações diversificadas, entre elas o acompanhamento de consultas agendadas. O anúncio foi feito nesta terça-feira,14, pela prefeita Carla Caputi, que na última semana se reuniu com a equipe técnica para ajustes na ferramenta digital, que será lançada em breve.

“É um aplicativo que vai melhorar o acesso aos dados de todos os cidadãos que utilizam a nossa saúde. Seguimos investindo cada vez mais em tecnologia na saúde do município”, destacou a prefeita.

A previsão é que o serviço online já esteja disponível no Google e na loja da App Story, logo que finalizados os ajustes definidos na reunião. Para ter acesso ao App da Saúde, é simples, após baixar, bastará preencher um rápido formulário de cadastro.

“O aplicativo da Saúde foi criado para aproximar ainda mais os serviços de saúde da população. Com ele, o cidadão tem acesso mais fácil às suas informações, pode acompanhar indicadores como pressão arterial e glicemia, receber avisos de consultas e exames e ficar informado sobre seus agendamentos. É uma ferramenta que traz mais praticidade, melhora a comunicação entre a Secretaria de Saúde e os pacientes e contribui para um atendimento mais moderno, organizado e humanizado” disse a secretária municipal de Saúde, Arleny Valdes.

De acordo com a equipe técnica que desenvolveu o App, ao acessarem o serviço os usuários terão informações como agendamento de consultas, notícias da Saúde e ao Meu Diário, onde o cidadão poderá inserir informações pessoais como temperatura, pressão arterial, glicemia e outros.

Fonte: Secom/PMSJB

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Saúde

Agora é Lei: programa de primeiros socorros nas escolas será ampliado

Redação Informe 360

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O Programa Lições de Primeiros Socorros, voltado à rede escolar do estado, passará a incluir simulações práticas e treinamentos conjuntos em parceria com instituições de saúde e órgãos de segurança pública, com o objetivo de aprimorar a eficácia das ações de primeiros socorros nos ambientes escolares. A determinação consta da Lei 8.612/26, aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), sancionada pelo Poder Executivo e publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (10/07).

A norma, que altera a Lei 8.612/19, prevê ainda a promoção de ações educativas para disseminar conhecimentos de primeiros socorros e fortalecer uma cultura de prevenção e segurança às crianças de diferentes idades de cada ano escolar. A legislação também institui o reconhecimento de professores e funcionários que se destacarem na aplicação desses conhecimentos em situações reais de emergência, valorizando a contribuição desses profissionais para a segurança e o bem-estar da comunidade.

Veto parcial

O Poder Executivo vetou o trecho que previa a inclusão de conteúdos voltados à saúde mental e ao apoio emocional nos treinamentos de professores e funcionários. Na justificativa do veto, o governador em exercício afirmou que compete à União legislar sobre as diretrizes e bases da educação nacional.

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