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Negócios

Trump Reclassificará Muitos Funcionários Federais e Facilitará Demissão

Redação Informe 360

Publicado

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (18) que seu governo está pronto para alterar as classificações de emprego de dezenas de milhares de funcionários federais, uma medida que, segundo especialistas em governança, facilitará a realização de mais demissões em massa em massa.

Trump disse nas mídias sociais que, daqui para frente, os funcionários de carreira do governo que trabalham com questões políticas serão classificados como “política de agenda/carreira”.

Essa mudança garantirá que o governo federal seja finalmente “administrado como uma empresa”, disse Trump.

O anúncio de Trump, que coloca em ação um decreto que ele assinou em seu primeiro dia no cargo, em 20 de janeiro, provavelmente privará um grande número dos 2,3 milhões de funcionários federais de suas proteções de emprego.

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Ao considerar qualquer pessoa envolvida em “política” como parte dessa nova categoria, o número de pessoas que podem ser demitidas aumenta enormemente, porque quase todo mundo no governo mexe com política de uma forma ou de outra, disse Don Moynihan, professor da Ford School of Public Policy da Universidade de Michigan.

Trump ordenou a reclassificação de muitos funcionários públicos no final de seu primeiro mandato, conhecido como Schedule F, que Biden rescindiu em seu primeiro dia no cargo em 2021. As estimativas da época eram de que o Schedule F poderia tornar pelo menos 50.000 funcionários federais vulneráveis a serem demitidos.

O novo decreto é amplo o suficiente para que centenas de milhares de pessoas possam ser reclassificadas, disse Moynihan, antes que as demissões em massa comecem.

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Negócios

As Melhores Universidades dos Estados Unidos

Redação Informe 360

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Dizer que o último ano foi difícil para as universidades americanas seria pouco. Nos últimos oito meses, o presidente Donald Trump, sua administração e parlamentares republicanos declararam uma verdadeira guerra financeira e cultural ao ensino superior: congelaram recursos de pesquisa, penalizaram esforços de diversidade nos campi, restringiram a entrada de estudantes estrangeiros, aumentaram impostos sobre alguns fundos patrimoniais e limitaram a generosidade dos programas de empréstimo estudantil.

Ainda assim, as universidades seguem oferecendo um ensino de excelência. Em 2025, o MIT (Massachusetts Institute of Technology) voltou ao 1º lugar na lista da Forbes das Melhores Universidades dos EUA, alcançando nota máxima nos 14 indicadores que usamos para definir as 500 instituições que oferecem os melhores resultados acadêmicos, financeiros e profissionais. Entre os números de destaque: três anos após a formatura, os ex-alunos têm salário mediano de US$ 110,2 mil anuais e praticamente todos os estudantes (99,8%) não abandonam o curso e retornam ao MIT após o primeiro ano.

No top 10 também estão o Williams College, em Massachusetts (#7), um dos chamados “Little Ivies”; a renomada Johns Hopkins University (#8), referência em pesquisa; e a tradicional University of California-Berkeley (#5). Cinco das oito universidades da Ivy League, conhecidas pela tradição e excelência acadêmica, aparecem entre as dez primeiras e todas estão no top 20.

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Veja, abaixo, as 10 melhores universidades dos EUA. Confira a lista completa aqui

1. Massachusetts Institute of Technology (MIT)

  • Estado: Massachusetts (MA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 58.331
  • Dívida média: US$ 12.071
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 196.900
  • Nota financeira: A+
mit
Getty Images

O MIT é reconhecido mundialmente por sua excelência em engenharia e ciências exatas

2. Columbia University

  • Estado: Nova York (NY)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 65.173
  • Dívida média: US$ 14.737
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 159.700
  • Nota financeira: A+

3. Princeton University

  • Estado: Nova Jersey (NJ)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 60.629
  • Dívida média: US$ 7.667
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 194.100
  • Nota financeira: B+

4. Stanford University

  • Estado: Califórnia (CA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 64.164
  • Dívida média: US$ 14.075
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 181.200
  • Nota financeira: A+
stanford
Getty Images

Stanford é a segunda universidade que mais formou bilionários nos EUA

5. University of California, Berkeley

  • Estado: Califórnia (CA)
  • Tipo: Pública
  • Bolsa média: US$ 25.951
  • Dívida média: US$ 6.529
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 170.100
  • Nota financeira: A+

6. Harvard University

  • Estado: Massachusetts (MA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 64.942
  • Dívida média: US$ 8.729
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 177.400
  • Nota financeira: A+
harvard
Getty Images

A Universidade Harvard é a instituição de ensino superior mais antiga dos Estados Unidos, fundada em 1636

7. Williams College

  • Estado: Massachusetts (MA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 64.176
  • Dívida média: US$ 8.171
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 173.900
  • Nota financeira: A+

8. Johns Hopkins University

  • Estado: Maryland (MD)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 58.456
  • Dívida média: US$ 10.600
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 146.200
  • Nota financeira: A+

9. Yale University

  • Estado: Connecticut (CT)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 59.076
  • Dívida média: US$ 5.256
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 171.900
  • Nota financeira: A+

10. University of Pennsylvania (UPenn)

  • Estado: Pensilvânia (PA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 59.721
  • Dívida média: US$ 13.512
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 178.300
  • Nota financeira: A+

Para famílias que estão decidindo onde seus filhos vão estudar, o custo e a afinidade entre o estudante e a instituição (acadêmica e pessoalmente) continuam sendo os fatores mais importantes. Mas especialistas alertam que a turbulência política pode afetar a experiência dos alunos.

As 500 instituições listadas aqui são classificadas exclusivamente com base nos resultados de graduação, mas vale lembrar que o ensino de pós-graduação nos EUA deve passar por uma grande transformação: o Congresso americano limitou o valor que estudantes podem tomar emprestado e a administração Trump reduziu investimentos em pesquisa e vistos estudantis. A Forbes identificou 25 universidades privadas especialmente vulneráveis a essas mudanças.

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Como sempre, fomos além da Ivy League para identificar as melhores escolas. No início deste ano, publicamos a segunda edição da lista “New Ivies”, que destaca 10 universidades públicas e 10 privadas que mais chamam a atenção de empregadores atualmente.

Metodologia

Classificamos faculdades e universidades dos EUA com base no retorno sobre o investimento, níveis médios de endividamento estudantil e resultados para seus graduados. As instituições tiveram melhor colocação em nossa lista se seus estudantes retornaram após o primeiro ano, se formaram no prazo, conseguiram salários altos após a graduação e deixaram a faculdade com pouca dívida estudantil.

Incorporamos os resultados de alunos de baixa renda em duas medidas, analisando de perto as taxas de graduação em seis anos e os indicadores de retorno sobre o investimento para beneficiários de bolsas de auxílio federal destinadas a estudantes com maior necessidade financeira. Também valorizamos as instituições que matricularam uma porcentagem maior de alunos de baixa renda. Para uma explicação completa de nossa metodologia, clique aqui.

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Fertilizantes Heringer Anuncia Troca de Presidente e Diretor Financeiro

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A Fertilizantes Heringer anunciou na quinta-feira (28) a troca de seu presidente-executivo e de seu diretor financeiro, além de outras mudanças na diretoria e no conselho de administração da companhia.

Segundo fato relevante da empresa, Rodrigo Horta Dias de Oliveira foi substituído do cargo de CEO com efeitos imediatos por Sergio Longhi Castanheiro. Oliveira também deixará o posto de vice-presidente do conselho a partir desta sexta-feira, sendo também substituído por Castanheiro, que permanecerá nos cargos até realização de assembleia prevista para ocorrer em 2027.

Já o diretor financeiro e diretor de relações com investidores, Fausto Pereira Goveia, será substituído por Gustavo Oubinha Barreiro, que assume as funções também até assembleia geral ordinária em 2027.

A companhia de fertilizantes também anunciou a troca do presidente do conselho de administração, com Aleksandr Benke deixando o lugar para Nikolay Vasilchikov assumir, além de uma mudança em um cargo de membro efetivo do colegiado.

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Na diretoria executiva, também houve a saída dos chefes da diretoria comercial e de operações da companhia, cujos cargos permanecerão vagos, de acordo com o comunicado da empresa.

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Brasil Abre 129.775 Vagas Formais de Trabalho em Julho, Abaixo do Esperado

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O Brasil abriu 129.775 vagas formais de trabalho em julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em resultado abaixo do esperado divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O resultado do mês passado foi fruto de 2.251.440 admissões e 2.121.665 desligamentos e ficou abaixo da expectativa de economistas apontada em pesquisa da Reuters de criação líquida de 135.577 vagas.

O saldo de julho foi o mais baixo desde março, que teve abertura de 79.521 vagas, e o resultado mais fraco para o mês desde 2020, início da pandemia de Covid-19, com saldo positivo de 108.476 postos.

No mesmo mês em 2024, foram criadas 191.373 vagas de trabalho. Já no acumulado do ano, o saldo positivo é de 1.347.807 postos, o menor número desde 2023, que registrou abertura de 1.173.720 vagas.

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Os cinco grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos de vagas em julho. O setor de serviços liderou a abertura, com 50.159 postos, seguido pelo comércio, com 27.325 vagas.

Em último lugar, depois dos setores industrial e de construção, ficou o setor agropecuário, com abertura de 8.795 vagas. Os dados dos grupamentos não têm ajustes, com informações prestadas pelas empresas fora do prazo.

Tarifaço

Questionado, na coletiva de imprensa para a divulgação dos dados, sobre o efeito no mercado de trabalho das tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, citou estimativa de impacto direto e indireto sobre 320.000 vagas de emprego, sem detalhar.

“Temos um impacto de, no máximo, na ordem de 320.000, 330.000 (vagas) direto e indireto, 121.000 direto e 210.000…no ano”, disse, citando um estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. “Se tudo der errado, vai dar esse impacto…não vai dar tudo errado”, acrescentou.

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