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Lista Forbes: As Melhores Universidades dos EUA

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Escolher onde fazer faculdade parece especialmente difícil nos dias de hoje, em que o ensino superior é cada vez mais questionado pelo retorno financeiro que proporciona.
Nos Estados Unidos, o custo total para frequentar algumas das principais universidades privadas já ultrapassa US$ 100 mil (R$ 511 mil) por ano, ao mesmo tempo em que os pais enfrentam novos limites, mais baixos, para a contratação de empréstimos estudantis federais.
Enquanto isso, a inteligência artificial está transformando o mercado de trabalho de maneiras que parecem imprevisíveis para os próximos quatro anos — quanto mais para uma carreira inteira.
As melhores universidades dos EUA
Mas a boa notícia é que uma sólida formação universitária continua valendo a pena. A lista das Melhores Universidades dos Estados Unidos identifica as instituições que proporcionam os melhores resultados acadêmicos e profissionais para estudantes de diferentes origens econômicas.
Pelo segundo ano consecutivo, o MIT (Massachusetts Institute of Technology) ocupa o primeiro lugar, apresentando desempenho de destaque na maioria dos 14 indicadores analisados, entre eles taxas de conclusão e permanência, salários dos ex-alunos, frequência com que os formados obtêm doutorados, bolsas e prêmios de prestígio e, principalmente, o volume de dívidas assumidas pelos estudantes e o retorno geral sobre o investimento.
Apenas 7% dos estudantes do MIT recorrem a empréstimos federais, em parte graças à generosa política de auxílio financeiro da universidade: a maioria dos alunos de famílias com renda inferior a US$ 200 mil (R$ 1 milhão) não paga mensalidades. O MIT também ocupa o primeiro lugar no ranking de remuneração dos ex-alunos da Forbes.
Cinco universidades da Ivy League entraram no top 10 neste ano, e todas as oito estão entre as 20 primeiras. A Universidade da Califórnia em Berkeley, na 9ª posição, foi novamente a universidade pública mais bem colocada, seguida pela UCLA, em 12º lugar.
O Instituto de Tecnologia da Califórnia foi a melhor universidade privada de pequeno porte, ocupando a 7ª posição geral e o primeiro lugar na proporção de formados que obtêm doutorado.
A Vanderbilt, que apareceu na lista de 20 instituições que os empregadores mais valorizam, as New Ivies da Forbes, nos três anos em que ela foi publicada, entrou pela primeira vez no top 10, graças a uma taxa de conclusão de 94% e ao baixo nível de endividamento dos estudantes.
As melhores universidades na era da IA
É claro que a adequação ao perfil de cada estudante e a capacidade de pagar pela faculdade ainda devem ser os principais fatores na escolha de uma universidade; nenhum ranking é capaz de determinar onde um aluno específico terá mais chances de prosperar.
Mas a maneira como a IA está afetando as instituições de ensino acrescenta novas questões que as famílias precisam considerar. As novas tecnologias estão levando as universidades a repensar como os estudantes aprendem e são avaliados, como os professores ensinam e quais habilidades os formados precisam desenvolver para ter sucesso acadêmico e profissional.
Administradores universitários e orientadores educacionais dizem que as famílias devem perguntar se uma universidade está preparando os estudantes para trabalhar com IA sem terceirizar o próprio aprendizado para a tecnologia e se o currículo está sendo atualizado com um propósito educacional claro.
As 500 universidades abaixo oferecem um ponto de partida útil, baseado em dados, para identificar instituições que produzem resultados sólidos.
Veja, abaixo, as 10 melhores universidades dos EUA. Confira a lista completa aqui
1. Massachusetts Institute of Technology (MIT)
Estado: Massachusetts (MA)
Tipo: Privada, sem fins lucrativos
Bolsa média: US$ 61.734
Dívida média: US$ 11.176
Salário mediano em 10 anos: US$ 131.182
Nota financeira: A+
2. Princeton University

Estado: Nova Jersey (NJ)
Tipo: Privada, sem fins lucrativos
Bolsa média: US$ 68.727
Dívida média: US$ 9.046
Salário mediano em 10 anos: US$ 121.773
Nota financeira: A+
3. Harvard University

Estado: Massachusetts (MA)
Tipo: Privada, sem fins lucrativos
Bolsa média: US$ 68.015
Dívida média: US$ 12.445
Salário mediano em 10 anos: US$ 119.708
Nota financeira: A+
4. Columbia University

Estado: Nova York (NY)
Tipo: Privada, sem fins lucrativos
Bolsa média: US$ 67.010
Dívida média: US$ 17.037
Salário mediano em 10 anos: US$ 117.010
Nota financeira: A+
5. University of Pennsylvania

Estado: Pensilvânia (PA)
Tipo: Privada, sem fins lucrativos
Bolsa média: US$ 65.458
Dívida média: US$ 11.278
Salário mediano em 10 anos: US$ 151.328
Nota financeira: A+
6. Stanford University

Estado: Califórnia (CA)
Tipo: Privada, sem fins lucrativos
Bolsa média: US$ 62.755
Dívida média: US$ 11.418
Salário mediano em 10 anos: US$ 126.916
Nota financeira: A+
7. California Institute of Technology

Estado: Califórnia (CA)
Tipo: Privada, sem fins lucrativos
Bolsa média: US$ 72.373
Dívida média: US$ 11.846
Salário mediano em 10 anos: US$ 117.278
Nota financeira: A
8. Yale University

Estado: Connecticut (CT)
Tipo: Privada, sem fins lucrativos
Bolsa média: US$ 65.892
Dívida média: US$ 5.119
Salário mediano em 10 anos: US$ 117.464
Nota financeira: A+
9. University of California, Berkeley

Estado: Califórnia (CA)
Tipo: Pública
Bolsa média: US$ 29.608
Dívida média: US$ 5.924
Salário mediano em 10 anos: US$ 111.530
Nota financeira: —
10. Vanderbilt University

Estado: Tennessee (TN)
Tipo: Privada, sem fins lucrativos
Bolsa média: US$ 64.404
Dívida média: US$ 12.263
Salário mediano em 10 anos: US$ 115.467
Nota financeira: A+
Metodologia
Para elaborar a lista deste ano, começamos com um universo de cerca de 2.600 universidades e faculdades com cursos de quatro anos nos Estados Unidos. Usando o Integrated Postsecondary Education Data System (IPEDS), sistema administrado pelo governo que reúne dados de todas as faculdades e universidades americanas, reduzimos a lista para cerca de 1.600 instituições públicas e sem fins lucrativos que oferecem cursos de graduação.
Entre elas estão faculdades que concedem diplomas de bacharelado, universidades e faculdades que oferecem mestrado e universidades que oferecem doutorado, além de instituições especializadas em áreas como engenharia, negócios e artes.
Em seguida, avaliamos essas instituições usando dados do IPEDS e do College Scorecard, ferramenta online do Departamento de Educação dos Estados Unidos que permite comparar custos, taxas de conclusão e dívidas estudantis das instituições.
Também incorporamos, neste ano, dados sobre os salários após a graduação de uma nova fonte, a People Data Labs, empresa privada de pesquisa que coleta e analisa dados sobre força de trabalho e salários de 70 milhões de empresas em todo o mundo.
Outras fontes de dados incluíram a Third Way, um centro de estudos de políticas públicas com sede em Washington, D.C.; o National Center for Science and Engineering Statistics; e pesquisas próprias da Forbes sobre liderança, principais prêmios, desempenho acadêmico e outros indicadores de sucesso após a graduação.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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O Que Ninguém Conta Sobre Quem Construiu Grandes Empresas no Brasil
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Passei os últimos quinze anos entrevistando gente que construiu empresas grandes no Brasil. Não uma conversa de quarenta minutos com outras pessoas na sala. Conversas longas, privadas, repetidas com regularidade ao longo de anos — com um deles foram mais de cem; com outro, mais de cinquenta encontros; com muitos outros, dezenas.
Eu começo perguntando sobre a história de vida, a origem da empresa e termino sabendo o que a pessoa sentiu no dia mais vulnerável de todos. Escuto, com alguma frequência, variações da frase: “Sabe que eu nunca tinha falado disso com ninguém?”
O que se escreve sobre esse perfil de entrevistados — grandes empresários, empresárias e outras lideranças brasileiras — costuma vir embalado em palavras repetidas em pretensos manuais de sucesso: visão, coragem, obsessão. Mas cinco pontos que eu extraí dessas conversas, em alguma medida, contradizem os estereótipos — e é o que não está nos roteiros prontos que continua me interessando.
Os cinco traços que se repetem entre os grandes empresários brasileiros
1. Eles têm medo.
Medo mesmo. Não só receio nem precaução — palavras que o mundo corporativo costuma preferir. Medo humano, de falhar, de passar ridículo, de perder tudo e voltar à pobreza, de ser preso. O medo é o que faz a conta ser refeita pela terceira vez, é o que impede o passo grande demais no ano errado. Nas conversas que tive, medo não é só algo a ser superado pela coragem. É característica valorizada. Instrumento de trabalho. É freio necessário para quem tem uma ambição que leva aos bilhões. Quem perdeu o medo em algum momento da trajetória costuma marcar o período como o começo de um problema e um importante aprendizado.
2. Reputação custa caro.
A ideia corrente é que reputação seja patrimônio — algo que se acumula e rende. Na prática, ela cobra. Uma reputação sólida restringe o que se deve fazer, com quem se deve ser visto, o que se deve dizer em público. Vira uma estrutura que a pessoa passa a ter que sustentar, muitas vezes contra o próprio interesse imediato. E dói de um jeito particular quando se sente que ela é atacada injustamente: ninguém que eu entrevistei descreveu ter sua reputação maculada só como custo de negócio. Descreveram como dor. E vem acompanhada de outras humanidades: raiva, vergonha e gana pra provar que as acusações estavam erradas.
3. Quanto mais alto, mais fundo.
A regra não escrita é que o dono sobe, começa a ver os negócios “de helicóptero”, e os detalhes ficam para quem cuida da execução no dia a dia. Delegar o miúdo pode ser uma interpretação de senioridade. Mas não é o que se observa de perto. As pessoas que chegaram mais longe sabem minúcias absurdamente específicas sobre partes pequenas do negócio. Por conhecimento técnico, porque já fizeram muito aquilo, por curiosidade sobre como as engrenagens funcionam. Constatei que a característica não passou. E parte da prosperidade do negócio segue ligada aos pitacos — ainda que em fóruns específicos, como comitês, conselhos e reuniões informais — de quem começou tudo aquilo e teve a capacidade de primeiro fazer crescer.
4. Ninguém sabia onde era “lá”.
Perguntei muitas vezes qual era a meta no início. Não obtive uma resposta objetiva nenhuma vez. Não porque as pessoas fossem evasivas — porque a pergunta não descrevia o que aconteceu nem como elas funcionam. Elas mantiveram várias frentes abertas ao mesmo tempo, fizeram muito todo dia, plantaram sementes de naturezas diversas, tiveram mais clareza sobre o que podiam fazer do que foco, e quando uma oportunidade promissora apareceu, enxergaram ali o potencial que outros não estavam enxergando. Inclusive quando parecia invisível ou absurdo. A conquista e o tamanho vieram depois, como consequência que cada uma suportou conforme o próprio apetite.
5. A ética tem rosto.
Nenhum dos meus entrevistados me falou de princípios abstratos. Falaram de pessoas. O sujeito que estava ao lado mesmo quando eles estavam por baixo, o sócio que se comportou de determinada maneira num momento específico, a pessoa que conheceram na infância e que ensinou uma lição inesquecível. A ética, no relato, se ancora sempre em nomes e cenas. Diante da escolha difícil, o que se consulta não é um código. É a lembrança de alguém — o que a pessoa faria? O que pensaria? O que aconselharia?
Não tomo essas conclusões como receita. Nenhum dos comportamentos é replicável por decisão — não dá para adquirir um medo bem calibrado porque leu numa coluna que é útil. Todos apareceram do mesmo jeito, no mesmo lugar: em quem já estava dentro do jogo, com a própria pele em risco, errando e descobrindo na prática o que funcionava.
Ariane Abdallah é jornalista, autora dos livros “De volta ao jogo – a história de sucesso, dramas e viradas do BTG Pactual” e “De um gole só – a história da Ambev e a criação da maior cervejaria do mundo” e fundadora do Atelier de Conteúdo, empresa especializada na produção de livros, artigos e estudos de cultura organizacional.
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Você Sabe Lidar com o Sucesso?
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Uma carreira é feita de altos e baixos, e a gente precisa estar preparado para todos eles. Nas derrotas, todo mundo meio que sabe o que fazer. Levantar a cabeça, aprender com o erro, pedir desculpas se for o caso, e seguir em frente. Existe até um certo conforto nisso, um roteiro que a gente já ouviu repetir mil vezes, em livros, em palestras, em conversas de mentoria.
Mas e quando a gente atinge um momento épico, em que tudo dá certo? A promoção veio. O reconhecimento chegou. O projeto que você defendeu sozinha por meses finalmente sai do papel. Como a gente se prepara para isso?
O sucesso também exige preparo
Eu demorei para entender isso, mas hoje tenho certeza: vitória também precisa de estratégia. Não é só sorte, nem só o resultado natural do trabalho duro: é também sobre como você se posiciona diante dela. Tem gente que trava, que sente que não merece o espaço que conquistou — a famosa síndrome do impostor. E tem gente que vai para o outro extremo: se acomoda, acha que chegou, e para de evoluir bem no momento em que mais precisava continuar em movimento.
Nenhum dos dois caminhos funciona.
Presença, antes de tudo
O primeiro passo é simples de falar e difícil de praticar: estar presente no momento. A gente é tão treinado para correr atrás do próximo objetivo que, quando ele finalmente chega, já está com a cabeça na próxima meta. Eu tenho tentado parar de verdade para sentir a conquista antes de sair correndo atrás da próxima. Isso não é vaidade. É reconhecer o próprio percurso, entender o que funcionou e guardar esse aprendizado para repetir.
Gratidão é importante sempre
Outra coisa que mudou minha forma de viver os grandes momentos foi entender que agradecer não diminui o mérito de ninguém. Nenhuma conquista profissional acontece sozinha. Tem gente que confiou, que abriu porta, que segurou a barra em algum momento difícil. Reconhecer isso publicamente, com humildade, fortalece relações que vão sustentar a próxima fase da carreira.
Grandes momentos são também os melhores momentos para construir pontes, não para fechar portas atrás de si.
Usar o embalo com responsabilidade
Por fim, um momento de sucesso costuma vir acompanhado de mais visibilidade, mais confiança das pessoas ao redor, mais oportunidades batendo à porta. É tentador dizer sim para tudo. Mas o mesmo cuidado que a gente tem para escolher as batalhas nos momentos difíceis precisa existir aqui: nem toda oportunidade que aparece depois de uma vitória é a oportunidade certa pra sustentar o próximo capítulo.
Se preparar para um grande momento profissional é, no fim das contas, entender que ele não é um destino, é uma passagem. E, como toda passagem, o que importa é o que você carrega com você para atravessar para a próxima etapa.
*Juliana Ferraz é sócia da Holding Clube e tem quase 30 anos de carreira no universo da comunicação e eventos no Brasil.
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“Impacto e Sustentabilidade São um Jeito de Crescer”, Diz VP do iFood
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Aos 45 anos, Luana Ozemela ocupa uma cadeira crescentemente estratégica no ecossistema de tecnologia: ela é VP de Impacto e Sustentabilidade do iFood. Com passagens por gigantes como HP e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) – onde liderou projetos de equidade em 20 países –, ela enxerga sua posição como uma alavanca de negócios. “Impacto e sustentabilidade é um jeito de crescer que difere do padrão do mundo corporativo”, diz.
Desde sua chegada, em 2022, o ponteiro da diversidade da companhia subiu para 40% de mulheres na alta liderança e houve investimento de R$ 300 milhões na eletrificação da frota de entregas. “Não sacrificamos o longo prazo pela eficiência imediata. Negar o crescimento a qualquer custo é dizer sim a uma nova forma de gerar valor”, diz Luana, um dos destaques da lista Forbes Mulheres Mais Poderosas do Brasil de 2026.
Ela foi também a responsável por levar o iFood ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, onde hoje atua como conselheira do Global Future Councils. “Estar nesse conselho de pensadores sobre o futuro do trabalho é um reconhecimento de que pensamos de maneira diferente.”
Nascida no Morro da Cruz, em Porto Alegre, sua história é marcada por um “não” emblemático. No dia de seu nascimento, seus pais, jovens e desempregados, recusaram mudar o nome dela e do irmão gêmeo para homenagear o papa João Paulo II, que visitava a cidade, em troca de dinheiro e visibilidade. “Eles disseram não porque acreditavam que o nome carrega simbolismo. Cresci sabendo que eu era importante e tinha uma identidade.”
Essa noção foi a base para Luana construir uma trajetória de sucesso. Economista formada pela UFRGS, com mestrado e doutorado na Europa, especializou-se na economia da discriminação. A carreira internacional a levou a ser a primeira mulher estrangeira a abrir uma consultoria no centro financeiro do Catar, onde morou antes de seguir para a Noruega. Lá foi encontrada pelo iFood, um ecossistema que movimenta 2 bilhões de pedidos ao ano e buscava alguém capaz de unir tecnologia e desenvolvimento social.
Em 2022, cofundou o BlackWin, grupo de mulheres investidoras-anjo com foco em empresas de pessoas negras. Para Luana, sua visibilidade é uma ferramenta política de valuation para mulheres negras. “Quanto mais reconhecimento, maior a valorização das mulheres negras no geral. Menos as pessoas nos associam à subserviência e mais à liderança.”
Seu conselho para quem está começando? “Respire e tenha empatia. Encontre a maneira de expressar a frustração construindo relacionamentos em vez de romper pontes. Seja a ponte entre mundos.”
A rotina de Luana é ancorada em rituais. Começa às 5h30 pedalando e, após deixar o filho de 7 anos na escola, segue para a sede do iFood, em Osasco. “Gosto de estar perto das pessoas e trocar energia, as ideias afloram mais.” Ao longo do dia, alguns detalhes ajudam a se centrar, como os símbolos Adinkra (do povo Akan, de Gana) que às vezes estampa nas unhas. “Quando estou digitando um texto irritada, olho para o símbolo de ‘paz’ ou ‘graça’. Isso me traz de volta.” Por volta das 19h, volta para casa e se desconecta totalmente do trabalho, a tempo de ler uma história para o filho e conversar com o marido sobre seu dia.
*Reportagem publicada na edição 138 da revista Forbes, em fevereiro de 2026.
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