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Entenda as consequências de Elon Musk pagar mais para reter talentos de IA

Redação Informe 360

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Elon Musk vem investindo em várias iniciativas de IA, entre elas o Grok

Na competitiva indústria da inteligência artificial, vale quase tudo para não ficar para trás. Elon Musk afirmou, na semana passada, que está oferecendo salários mais altos para reter talentos especializados em IA.

O mercado, em especial os analistas, logo reagiram apontando as consequências desse movimento, tanto positivas como negativas.

Consequências positivas:

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Atrair e reter os melhores talentos em IA: Oferecer salários mais altos pode atrair os melhores profissionais de IA do mundo, o que pode levar a inovações mais rápidas e de maior qualidade.
Aumentar a competitividade no setor de IA: Aumento dos salários pode estimular outras empresas a investir mais em IA e a oferecer salários mais competitivos, o que pode levar a um crescimento geral do setor.
Melhorar a qualidade da pesquisa e do desenvolvimento em IA: Com profissionais mais talentosos e recursos mais abundantes, a qualidade da pesquisa e do desenvolvimento em IA pode melhorar significativamente.
Acelerar o desenvolvimento de tecnologias de IA: Com mais recursos e talentos, o desenvolvimento de tecnologias de IA pode ser acelerado, o que pode trazer benefícios para diversas áreas da sociedade.

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Consequências negativas:

Aumento da desigualdade no setor de IA: Oferecer salários exorbitantes pode aumentar a desigualdade entre profissionais de IA, com os mais bem pagos se distanciando ainda mais dos demais.
Dificultar o acesso à IA para empresas menores: Salários mais altos podem dificultar o acesso à IA para empresas menores que não podem competir com os grandes players do mercado.
Criar uma “bolha” no mercado de IA: Aumento dos salários pode levar a uma “bolha” no mercado de IA, com a criação de empresas e projetos insustentáveis.
Escassez de profissionais de IA: Aumento da demanda por profissionais de IA pode levar a uma escassez de mão de obra qualificada, o que pode dificultar o desenvolvimento de projetos de IA.

Outras consequências:

Possível mudança no foco da pesquisa em IA: Com mais recursos, os profissionais de IA podem se concentrar em problemas mais ambiciosos e de longo prazo.
Aumento da influência de Elon Musk no setor de IA: Ao atrair os melhores talentos para suas empresas, Elon Musk pode aumentar sua influência no desenvolvimento da IA.
Mudanças na cultura do trabalho no setor de IA: Salários mais altos podem levar a mudanças na cultura do trabalho no setor de IA, com foco em atrair e reter os melhores talentos.

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Conheça as 10 faculdades que mais formaram bilionários nos EUA

Redação Informe 360

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As pessoas mais ricas dos Estados Unidos estudaram em faculdades de todo o país – desde pequenas escolas de artes liberais como Hobart e William Smith Colleges, onde a CEO da Fidelity Investments, Abigail Johnson, estudou história da arte, até grandes universidades públicas, como a Universidade de Indiana Bloomington, onde Mark Cuban se formou em administração.

Harvard - chensiyuan
Harvard – chensiyuan

Harvard já formou 28 bilionários

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Mas um quarto dos 813 cidadãos americanos na lista de bilionários da Forbes obtiveram seu diploma de graduação em apenas uma dúzia de universidades. Esse seleto grupo inclui duas grandes faculdades privadas da Califórnia, duas escolas estaduais e sete das oito universidades Ivy League – grupo composto por algumas das mais conceituadas instituições de ensino dos EUA. Na lista, a Universidade da Pensilvânia é, de longe, a faculdade com mais graduados bilionários, com 36 nomes, e cerca de dois terços estudaram na renomada Wharton School.

Não que você precise terminar a faculdade para ficar super-rico – basta perguntar a grandes empresários que desistiram do curso, como Mark Zuckerberg e o designer Tom Ford, ou grandes ídolos da música ou dos esportes, como Taylor Swift e LeBron James, que nem começaram o curso superior. Mas ter um diploma nessas escolas pode facilitar o processo e ajudar no networking.

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O que é preciso desenvolver para ser um líder do futuro

Redação Informe 360

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Lu Prezia
Lu Prezia

Gary A. Bolles, diretor do futuro do trabalho da Singularity University, e Ricardo Rocha, CEO da acaso, discutem os desafios enfrentados pelas lideranças

Em um mundo em constante mudança, as habilidades que garantem o sucesso hoje podem ser irrelevantes amanhã. Para navegar neste cenário dinâmico, o líder do futuro deve ter um compromisso com o Life Long Learning, a aprendizagem contínua ao longo da vida.

“Os profissionais precisam do mindset e das habilidades necessárias para liderar em meio a incertezas e mudanças constantes”, afirma Gary A. Bolles, diretor do futuro do trabalho da Singularity University e sócio da empresa de consultoria em estratégia Charrette LLC, durante o evento Teams of Tomorrow, na manhã desta quinta-feira (13).

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O encontro promovido pela Forbes e a SingularityU Brazil, na Le Cordon Bleu, em São Paulo, marcou o relançamento do programa Leading the Future, resultado de uma parceria entre as duas empresas. O curso se baseia na ideia de exponencialidade no mundo dos negócios e explora o papel dos líderes em guiar equipes e organizações em um cenário de incertezas.

“Liderança não é um cargo, é uma atitude”, diz Reynaldo Gama, CEO da HSM e da SingularityU Brazil. Por isso, segundo ele, esse programa é tão necessário e atual. “Como veículo, temos a responsabilidade de colaborar para a formação de novas lideranças”, afirma Antonio Camarotti, publisher e CEO da Forbes Brasil.

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Lu Prezia

Reynaldo Gama, CEO da HSM e da SingularityU Brazil, e Antonio Camarotti, publisher e CEO da Forbes Brasil

O programa online contém sete módulos que somam mais de 20 horas de conteúdo em diversos formatos. Durante as aulas, líderes irão se juntar a experts do mercado para entender como a tecnologia, aliada à teoria exponencial, pode ajudar diferentes setores a inovar. As inscrições podem ser feitas aqui.

Durante o evento, que reuniu líderes de recursos humanos de grandes companhias, Gary Bolles e Ricardo Rocha, CEO da startup acaso, lideraram discussões sobre o futuro do trabalho de forma colaborativa. Os especialistas trouxeram provocações, questionamentos e soluções para questões vivenciadas pelos executivos. “As pessoas estão cada vez mais desconectadas, não apenas do trabalho, mas umas das outras”, diz Rocha.

Fugindo das palestras tradicionais, o encontro teve como objetivo mostrar que, no futuro, não há espaço para hierarquias rígidas ou métodos tradicionais que, muitas vezes, bloqueiam o potencial das equipes.

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“O caminho é a colaboração”, diz Bolles, tanto em relação ao que ele chama de “tsunami da inteligência artificial” quanto no que diz respeito à chegada das novas gerações ao mundo corporativo.

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Petrobras provavelmente terá mudanças em diretoria

Redação Informe 360

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A Petrobras provavelmente terá mudanças em sua diretoria executiva até a próxima semana, afirmou a CEO da petroleira, Magda Chambriard, ao participar de um evento nesta quarta-feira com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Rio de janeiro.

A executiva disse ainda que há uma intenção de ajustar o perfil dos diretores que estão atualmente no cargo.

Chambriard tomou posse na liderança da petroleira no mês passado, com a saída de Jean Paul Prates, após Lula ter decidido pela troca de comando na estatal.

Forbes Brasil.

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