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7 personagens de anime com poderes parecidos com os da Eleven de Stranger Things

A quinta e última temporada de “Stranger Things” será lançada em três partes diferentes na Netflix. A primeira estreia no dia 1 de outubro, já a segunda será em 2 de novembro e, a terceira acontece no início de 2026, algo parecido com o que ocorreu na quarta temporada da produção.
Pensando no final da trama, que tal relembrarmos os poderes da Eleven, uma das principais personagens da série? Criada em um laboratório secreto, ela tem habilidades como telepatia, telecinese e acesso a outras dimensões, como o Mundo Invertido. Incrível, não é mesmo? Mas você sabia que existem outros personagens com poderes parecidos? A seguir, confira alguns deles e onde você pode vê-los em ação!
7 personagens de anime com poderes parecidos com os da Eleven de Stranger Things
Na lista abaixo você confere quais são os personagens, de quais animes pertencem, o ano de lançamento da produção e outras informações relevantes!
1. Ai Ohto
Personagem da série “Wonder Egg Priority”, lançada em 2021, Ai Ohto é uma adolescente que vive em um mundo de sonhos com o objetivo de salvar almas perdidas, algo parecido com Eleven, que enfrenta seus demônios no Mundo Invertido.
As duas são jovens solitárias que lutam com dores internas. Ai Ohto tem o poder de transformar objetos comuns em armas psíquicas, mostrando sua força e vulnerabilidade, algo que se assemelha bastante a Eleven, que faz uso da raiva para fazer coisas impossíveis.
Ai Ohto ainda conta com um companheiro chamado Leon, que reflete a solidão que ela guarda. Além disso, a jovem convive com batalhas internas, algo também parecido com Eleven, que precisa lidar com os fantasmas do seu passado.
Sinopse da série Wonder Egg Priority:
Ai Ohto é uma garota introvertida que tem o destino alterado para o resto da vida ao adquirir um misterioso “Ovo Maravilha” em um fliperama deserto, pois os seus sonhos começam a se misturar com a vida real e uma incrível magia começa.
- Onde assistir: Crunchyroll.
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2. Saki Watanabe
Saki Watanabe, personagem da série “From the New World”, vive em um futuro no qual crianças começam a demonstrar os seus poderes telecinéticos com 12 anos de idade.
Assim como Eleven, que também tem suas habilidades desde muito cedo, ela vive em um sistema controlado por adultos e em um ambiente de muita opressão. A personagem luta entre o que sente e o que esperam dela em um planeta repleto de mistérios.
Sinopse de From the New World:
Em um mundo que foi totalmente mudado pela psicocinese, os poderes de uma jovem começam a ser despertados. Porém, a garota não demora muito para descobrir as verdades sombrias em relação a esta nova era na humanidade.
- Onde assistir: Crunchyroll.
3. Mob

Da série “Mob Psycho 100”, lançada em 2016, o personagem Shigeo Kageyama, também chamado de “Mob”, é um garoto reservado que tem poderes psíquicos capazes de destruir as coisas. Isso é bem parecido com as habilidades de Eleven. O garoto mantém suas emoções guardadas para si mesmo” para não sair do controle, pois sua raiva dispara uma força devastadora.
A semelhança dele com Eleven não para por aí, pois o personagem cresceu solitário por conta de suas habilidades e busca encontrar um lugar no planeta. Entretanto, ele tem uma diferença em relação a Eleven: o desejo de ser um ser humano qualquer, apesar de ser um dos espers mais fortes que existem.
A sua maior qualidade é a proteção por meio de sua empatia. Porém, ao explodir suas emoções, ele fica muito parecido com a Eleven em seu auge, fazendo com que toda a situação se torne um verdadeiro caos.
Sinopse de Mob Psycho 100:
Produção acompanha a vida de Shigeo Kageyama, um estudante do ensino médio que aparentemente é um garoto comum. Todos o chamam de Mob. Com uma aparência discreta e comportamento apático, ele é um esper, um médium com poderes psíquicos incríveis.
- Onde assistir: Crunchyroll e Netflix.
4. Lucy

Da série “Elfen Lied”, de 2004, Lucy é uma assassina psicopata com poderes telecinéticos que se assemelha muito a Eleven. Sua criação também foi em cativeiro e traumatizada por experimentos cruéis que a deixaram desconfiada do mundo.
Sinopse de Elfen Lied:
A série acompanha Lucy, uma garota Diclonius psicótica, que ao escapar de um confinamento, mata de forma brutal diversos guardas. Porém, leva um tiro na cabeça enquanto está fugindo. Mas, com toda sua força, sobrevive e acorda em uma praia, onde é encontrada por dois jovens, Yuka e Kouta. Sem memória, ela começa a ser chamada de “Nyuu”, pois essa é a única palavra que sai de sua boca.
- Onde assistir: Crunchyroll.
5. Lain Iwakura

Protagonista de “Serial Experiments”, de 1998, Lain Iwakura é uma adolescente quieta e solitária que, assim como Eleven, descobre que tem poderes anormais e consegue manipular existências e até moldar mundos como quem brinca com o tempo.
A grande diferença é que Eleven enfrenta perigos no mundo físico. Já Lain adentra em um mundo repleto de realidades metafísicas. Apesar de parecer frágil, elas conseguem reescrever as regras do universo.
Sinopse de Serial Experiments:
Em “Serial Experiments”, coisas começam a acontecer a partir do momento que uma menina retraída chamada Lain começa a ficar obcecada por um reino virtual interconectado chamado de “The Wired”.
- Onde assistir: Crunchyroll.
6. Yuu Otosaka
Yuu Otosaka é o protagonista da série de anime “Charlotte”, lançada em 2015. Ele conta com a habilidade de possuir corpos por cinco segundos. Porém, os seus poderes vão muito além disso, assim como Eleven. Ele tem capacidade para absorver habilidades alheias, como a cura, manipulação do tempo, invisibilidade e telecinese.
O personagem também precisa lidar com perdas e traumas, carregando o fardo de um dom que o deixa solitário no mundo.
Sinopse de Charlotte:
Em 13 episódios, a série acompanha um menino com superpoderes que começa a estudar em uma escola especial na qual os alunos estão a salvo de organizações que desejam explorá-los.
- Onde assistir: Crunchyroll e Netflix.
7. Kusuo Saiki
Kusuo Saiki é muito poderoso, pois possui habilidade de invisibilidade, viagem no tempo, poder psíquico, controle mental e telecinese. Em “The Disastrous Life of Saiki K.”, o jovem conta com bastante humor para enfrentar os problemas da vida.
Sinopse de The Disastrous Life of Saiki K.:
A série de 2018, com três temporadas, conta a história do estudante Kusuo Saiki, que quando criança prometeu que esconderia suas habilidades de prever o futuro. Porém, todo o seu poder segue sendo um problema em sua vida.
- Onde assistir: Netflix.
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Temporada de derretimento do gelo do Ártico para de aumentar após décadas de avanço, mostra estudo da NASA

O período de derretimento do gelo marinho no Ártico, que vinha se prolongando por décadas, aparentemente se estabilizou desde 2010. A conclusão vem de estudo liderado pela NASA e publicado na revista Communications Earth & Environment, que analisou observações de satélite realizadas entre 1979 e 2023.
De acordo com a pesquisa, a temporada de derretimento do gelo no Ártico atualmente dura cerca de 40 dias a mais do que em 1979. A maior parte desse aumento ocorreu antes de 2010. Desde então, a duração média da temporada permaneceu relativamente estável, embora haja grandes oscilações de um ano para outro.
Os pesquisadores acompanharam quando o gelo marinho começa a derreter na primavera e quando volta a congelar no outono. A análise mostrou que a mudança na duração da temporada ocorreu principalmente porque o congelamento passou a acontecer mais tarde no ano, e não porque o derretimento começou mais cedo na primavera.
“Anteriormente, havia mais desse gelo plurianual que não derretia durante o verão. Agora que o gelo é mais fino e há menos dele, há muito mais variabilidade”, explicou ao Phys.org Linette Boisvert, coautora do estudo e cientista de gelo do Centro de Voos Espaciais Goddard, da NASA.
O que mudou no Ártico
- Para entender a estabilização observada a partir de 2010, a equipe analisou o balanço energético do Ártico — a diferença entre o calor recebido do Sol, da atmosfera e do oceano e a radiação infravermelha emitida de volta para o espaço;
- Durante o período de perda acelerada de gelo nos anos 2000, a redução da cobertura de gelo deixou expostas áreas maiores de água escura do oceano. Essas superfícies absorvem mais luz solar, aumentando a quantidade de energia retida e atrasando o congelamento;
- Atualmente, boa parte do gelo do Ártico é mais jovem e fino do que o gelo plurianual que antes ocupava uma área maior do oceano. Isso faz com que a cobertura seja mais vulnerável às variações na nebulosidade, nas tempestades e nos ventos;
- A partir de 2010, mudanças nos padrões de nuvens reduziram a quantidade de luz solar que chega a algumas regiões do Oceano Ártico. Como consequência, a temporada de derretimento passou a apresentar maior variação entre diferentes anos, mas permaneceu relativamente estável quando analisada em períodos mais longos;
- “Muito mais do que antes, a duração da temporada de derretimento depende dos efeitos atmosféricos. Eles parecem estar desempenhando um papel maior porque o gelo, de modo geral, está mais fino e vulnerável desde o início”, disse Boisvert.

Leia mais:
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Estabilização pode ser temporária
Os resultados não significam que as mudanças no clima da Terra tenham deixado de afetar o Ártico. A região continua aquecendo quase quatro vezes mais rápido que a média global, e o gelo marinho restante é consideravelmente mais fino do que era décadas atrás.
O estudo indica, portanto, que o Ártico pode ter entrado em nova fase, na qual os padrões climáticos de cada ano exercem influência maior sobre a duração da temporada de derretimento.
Os pesquisadores alertam, porém, que a aparente estabilização pode ser temporária. Ainda existe gelo espesso durante todo o ano ao norte da Groenlândia e no Arquipélago Ártico Canadense. Caso esse gelo continue a ficar mais fino, uma nova fase de perda acelerada de gelo marinho poderá ocorrer e prolongar novamente a temporada de derretimento.
Por enquanto, os pesquisadores destacam a importância da continuidade das observações por satélite do gelo marinho do Ártico e do balanço energético que controla seu crescimento e derretimento. Ainda não está claro se a estabilização recente representa mudança duradoura na temporada de derretimento ou apenas uma pausa antes de um novo período de transformação acelerada.
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Samsung começa a trocar OneDrive pelo Google Fotos e muda como celulares Galaxy sincronizam fotos e vídeos

A Galeria, app da Samsung, começou a receber nova integração com o Google Fotos, que substitui o sistema de backup pelo Microsoft OneDrive. A novidade começou a ser liberada para alguns usuários após atualizações dos aplicativos envolvidos e traz algumas restrições importantes.
A Samsung havia confirmado no início da semana que substituiria a integração de backup com o OneDrive pela sincronização com o Google Fotos. Na ocasião, porém, o recurso ainda não estava disponível. Agora, a novidade começou a ser distribuída.
A atualização do aplicativo Galeria está chegando a alguns usuários após atualizações dos aplicativos Gallery Sync e Samsung Cloud. Segundo o 9to5Google, a versão 15.9.01.7 da Galeria parece ser a responsável por ativar a sincronização, embora outros aplicativos também participem do funcionamento do recurso.
Como funciona a sincronização
- O Google publicou uma página de suporte com mais detalhes sobre o funcionamento da integração entre a Galeria e o Google Fotos;
- Para utilizar o recurso, é necessário ter um dispositivo Samsung com Android 13 ou versão mais recente. Contas do Google Workspace não são compatíveis;
- Também existem limitações sobre o conteúdo sincronizado e sobre alguns recursos do Google Fotos;
- Fotos e vídeos sincronizados a partir da Galeria não funcionarão com Memórias e destaques, álbuns ao vivo ou a ferramenta de pesquisa do Google Photos.

Além disso, a Galeria não exibirá todo o conteúdo armazenado no Google Fotos. O aplicativo mostrará apenas os arquivos que foram sincronizados a partir da Galeria por meio de um dispositivo Samsung. Ou seja, conteúdos que já tenham sido armazenados diretamente no Google Fotos, sem terem passado pela sincronização de um aparelho Samsung, não aparecerão na Galeria.
Leia mais:
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Como ativar
Caso o aparelho tenha recebido todas as atualizações necessárias, a opção para ativar a sincronização pode ser encontrada na Samsung Gallery em:
Menu > Configurações > Sincronização > Sincronizar fotos e vídeos
A partir daí, o usuário poderá habilitar a integração com o Google Fotos.
A mudança também marca o fim da integração da Galeria com o OneDrive. Para quem ainda utiliza o serviço da Microsoft, a sincronização continuará funcionando até 30 de setembro.
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OpenAI prevê “queimar” US$ 280 bilhões até 2030 para financiar expansão da infraestrutura de IA
A OpenAI projeta um fluxo de caixa livre negativo de US$ 278 bilhões (mais de R$ 1,4 trilhão) entre 2026 e 2030, segundo apresentação recente da empresa vista pelo Financial Times. O valor evidencia a dimensão dos recursos necessários para financiar a expansão da infraestrutura de computação usada pela companhia.
A empresa espera que suas receitas avancem de US$ 36 bilhões em 2026 para US$ 350 bilhões em 2030, mas ainda assim prevê que as despesas ficarão muito acima da geração de receita no período. Ao todo, a OpenAI estima registrar US$ 840 bilhões em receitas até o fim de 2030.
Gastos com computação devem concentrar maior parte dos recursos
De acordo com o FT, a OpenAI prevê gastar cerca de US$ 856 bilhões em poder computacional e infraestrutura até o fim de 2030. Esse deve ser, de longe, o maior grupo de despesas da empresa durante o período.
Os investimentos estão relacionados à ampliação do acesso à capacidade computacional necessária para treinar e operar modelos de inteligência artificial. A companhia também reduziu preços enquanto busca conquistar negócios da rival norte-americana Anthropic e enfrentar modelos de pesos abertos mais baratos desenvolvidos na China.
A necessidade de financiamento ganhou importância depois que a OpenAI levantou US$ 122 bilhões em março. Segundo a apresentação citada pelo FT, esse montante pode ser consumido até 2028 caso as projeções de gastos sejam mantidas.
Nova rodada de investimentos pode superar US$ 1,2 trilhão em avaliação
A OpenAI entrou recentemente em negociações para uma nova rodada de financiamento. Investidores procuraram a empresa para discutir aportes considerando uma avaliação de US$ 1,2 trilhão, enquanto a companhia busca uma avaliação ainda maior, segundo uma pessoa próxima à OpenAI ouvida pelo FT.
A capacidade da empresa de obter novos recursos também está ligada a acordos financeiros e contratos de infraestrutura firmados para garantir acesso à capacidade computacional. Empresas como Nvidia, Oracle e a unidade de data centers da SoftBank dependem desses contratos para parte de suas receitas futuras.
Apesar das projeções de forte consumo de caixa, há sinais de crescimento da receita. Novos lançamentos de modelos contribuíram para um aumento de aproximadamente 20% na receita anualizada da OpenAI em julho.
A projeção atual também representa uma melhora em relação à estimativa apresentada em maio, quando a empresa previa fluxo de caixa livre negativo de US$ 305 bilhões.
IPO foi adiado
A OpenAI havia planejado uma oferta pública inicial de ações para este outono e protocolou confidencialmente os documentos junto à Securities and Exchange Commission em junho. Desde então, porém, o processo foi adiado.
A empresa citou a crescente preocupação pública com os riscos associados ao rápido desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial como motivo para o adiamento. Alguns investidores também apontaram preocupações sobre a recepção nos mercados públicos de uma companhia que registra perdas elevadas.
A Anthropic, por sua vez, deve realizar uma oferta pública inicial neste outono, em uma operação que pode ser a maior desse tipo já registrada. A OpenAI não comentou as informações ao FT.
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