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10 personagens LGBTQIAPN+ mais famosos em séries

A ficção está repleta de personagens que fazem parte da comunidade LGBTQIAPN+, seja nos livros, em filmes ou em séries de televisão. Essa representatividade é importante, colocando em destaque pessoas que se identificam com alguma das siglas.
Mesmo quando não eram protagonistas, esses personagens participaram de produções aclamadas de ficção científica, sitcoms engraçadas e até histórias dramáticas, ficando em evidência para o público.
Confira uma lista com personagens LGBTQIAPN+ que, mesmo nem sejam na maioria das vezes protagonistas, se destacaram nas séries famosas que estão disponíveis nas plataformas de streaming como Netflix, Max e Amazon Prime Video.
10 personagens LGBTQIAPN+ famosos em séries
- 1 – Gabrielle (Xena: A Princesa Guerreira)
- 2 – Annalise Keating (How to Get Away with Murder)
- 3 – Lexa (The 100)
- 4 – Capitão Ray Holt (Brooklyn 99)
- 5 – Saray Vargas (Vis a Vis)
- 6 – Felix Dawkins (Orphan Black)
- 7 – Oberyn Martell (Game Of Thrones)
- 8 – Lana Winters (American Horror Story: Asylum)
- 9 – Rue Bennett (Euphoria)
- 10 – Robin (Stranger Things)
1 – Gabrielle (Xena: A Princesa Guerreira)

Gabrielle, interpretada por Renée O’Connor, é uma camponesa que quer ser escritora, mas se transforma em guerreira e barda. Sua jornada de idealista a lutadora corajosa e estrategista é essencial para a trama.
Sua relação amorosa com a protagonista Xena, vivida por Lucy Lawless, e sua lealdade a ela, fazem com que ela tenha destaque. A produção de Sam Raimi é bem avaliada pelo público, mas não está disponível em streaming no Brasil.
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2 – Annalise Keating (How to Get Away with Murder)

A personagem icônica interpretada por Viola Davis é uma advogada de defesa brilhante e determinada, conhecida por suas habilidades manipulativas. Sua sexualidade só é mencionada no penúltimo episódio da série, revelando que ela é bissexual.
A advogada está no centro de todos os casos jurídicos apresentados, envolvendo-se em intrigas e mistérios que fazem parte da história. A série está disponível na Netflix.
3 – Lexa (The 100)

Lexa é a guerreira da série The 100, e se destaca por sua inteligência e coragem como líder dos Grounders. Sua participação na guerra contra os Sky People é crucial, e sua trajetória é repleta de alianças complicadas e sacrifícios pessoais. Mesmo surgindo apenas na segunda temporada, as decisões de Lexa tem impacto significativo nos eventos do seriado.
O final inesperado da personagem gerou debates sobre a representação LGBTQ na TV, e ela agora é considerada uma líder da comunidade icônica na ficção científica mainstream. A série recebeu elogios da crítica e está disponível na Netflix.
4 – Capitão Ray Holt (Brooklyn 99)

O Capitão Holt é um personagem icônico, e um líder admirado no 99º Distrito Policial do Brooklyn, conhecido por sua seriedade, postura e comprometimento com a justiça.
Interpretado por Andre Braugher, ele se destaca na história como um mentor e ponto de segurança e referência para sua equipe. Com isso, sua sexualidade é apenas uma parte natural da sua multifacetada identidade. Está disponível na Netflix.
5 – Saray Vargas (Vis a Vis)

Saray Vargas, interpretada por Alba Flores, é uma detenta cigana na prisão feminina Cruz del Sur, na série Vis a Vis. Ela é abertamente lésbica, e tem fama de ser corajosa, impulsiva e leal, especialmente em sua relação com Zulema Zahir, uma das líderes mais temidas e respeitadas da prisão e antagonista da série.
Vargas influencia diretamente nos acontecimentos da trama principal, lutando por respeito e aceitação da sua sexualidade. Com nota 8,1 no IMDb, a série está disponível na Netflix e conta com um elenco de destaque.
6 – Felix Dawkins (Orphan Black)

Felix Dawkins, interpretado por Jordan Gavaris, é o irmão adotivo e confidente de Sarah Manning, a protagonista de Orphan Black. Com uma personalidade artística, boêmia e espirituosa, ele equilibra humor com lealdade e coragem, tornando-se um aliado indispensável.
Abertamente gay, sua orientação sexual aberta e carisma conquistaram os fãs. A série, dirigida por Kim Coghill, recebeu boas críticas e não está disponível em plataformas nacionais.
7 – Oberyn Martell (Game Of Thrones)

O carismático e vingativo príncipe de Dorne, Oberyn Martell, é interpretado por Pedro Pascal em Game of Thrones. O personagem chama atenção quando chega na história enquanto busca justiça pela morte de sua irmã.
Ele tem habilidades letais em combate e um estilo de vida hedonista, e sua busca por vingança acaba em um duelo épico e trágico. Mesmo sem rótulos modernos sobre identidade sexual na série, a identidade fluida de Oberyn é evidenciada na série, que está disponível na Max.
8 – Lana Winters (American Horror Story: Asylum)

Na segunda temporada de American Horror Story, a personagem interpretada por Sarah Paulson, Lana Winters é uma jornalista ambiciosa, que passa por uma jornada sombria ao se infiltrar em um hospital psiquiátrico para entrevistar um serial killer.
Quando descoberta, ela é internada no local, sob pretextos que tem a ver com sua orientação sexual, mas dá a volta por cima e consegue escapar, expondo a crueldade e acabando com o lugar. A série está disponível na Star+.
9 – Rue Bennett (Euphoria)

A personagem de Zendaya em Euphoria, Rue Bennett, é mais uma protagonista da lista. Rue é uma adolescente em recuperação do vício em drogas que lida com desafios emocionais e sociais provenientes da dependência, enquanto vive questões físicas e sexuais como todo adolescente, descobrindo seus gostos e orientação.
Sua representação autêntica das complexidades da adolescência e da recuperação a torna digna de destaque. A série está disponível na Max.
10 – Robin (Stranger Things)

Robin Buckley, interpretada por Maya Hawke, é introduzida com a história em curso, na terceira temporada da famosa série da Netflix como aliada dos mocinhos. Ela é uma jovem inteligente, bem humorada, corajosa e abertamente lésbica.
Robin se destaca por suas habilidades linguísticas ao decifrar códigos russos, desempenhando um papel fundamental na trama. A série obteve nota 8.7 no IMDb e 92% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.
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Câmara aprova venda de medicamentos em supermercados

Na noite desta segunda-feira (2), a Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que libera vendas de medicamentos em supermercados. No ano passado, o Senado já havia aprovado a propositura e, agora, ela segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Horas antes, os deputados aprovaram a tramitação acelerada da proposta para ainda nesta segunda, a partir de requerimento de urgência. Isso fez com que o projeto fosse votado diretamente pelo plenário da Câmara e não passasse por comissões temáticas que fariam análise detalhada e técnica.
Como é o projeto que permite venda de medicamentos em supermercados
- A demanda era pedida pelo setor há bastante tempo;
- No texto, consta que os medicamentos, para serem vendidos em supermercados, devem ter separação clara dos demais produtos, precisando ficar em gôndolas diferentes das comuns;
- “É permitida a instalação de farmácia ou drogaria na área de venda de supermercados, desde que em ambiente físico delimitado, segregado e exclusivo para a atividade farmacêutica, independente dos demais setores do supermercado”, propõe o projeto;
- Em nota, o presidente do Conselho Federal de Farmácia (FFF), Walter da Silva Jorge João, disse que “o texto aprovado reduz danos, mantendo as exigências sanitárias já previstas no Senado e atende aos pontos centrais defendidos pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF)”.
Contudo, vale frisar: será obrigatória a presença de farmacêuticos durante todo o horário de funcionamento da farmácia ou drogaria que for instalada nas áreas de vendas de supermercados brasileiros.
Além disso, medicamentos de uso controlado (que necessitam de receita médica para serem liberados) só poderão ser entregues aos clientes após o pagamento.

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Opiniões divididas
O plenário da Câmara não votou de forma unânime. Por exemplo: enquanto o deputado Hildo Rocha (MDP/PA) defendeu a proposta — “É como se fosse uma farmácia dentro do supermercado. É uma decisão pró-consumidor porque a tendência é aumentar a concorrência e o preço diminuir” —, alguns que estão do lado do governo divergem entre si (inclusive).
Um deles é a deputada Maria do Rosário (PT/RS), que criticou a proposta. “Farmácia e medicamento é equipamento de saúde. O supermercado não pode virar farmácia, porque estamos incentivando a cultura da automedicação“, afirmou.
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Os doramas de cura que funcionam como um abraço e vão deixar o seu dia muito melhor

Encontrar um refúgio em meio à rotina agitada é essencial para manter a saúde mental em dia. Os doramas de cura na Netflix surgem como uma alternativa reconfortante, oferecendo narrativas leves que priorizam o bem-estar e as conexões humanas. Essas histórias funcionam como um verdadeiro abraço, proporcionando momentos de relaxamento profundo para quem busca leveza no cotidiano.
Por que os doramas de cura na Netflix são tão populares?
De acordo com um artigo publicado no Netflix Tudum, esse gênero foca em personagens comuns enfrentando dilemas universais com gentileza e muita empatia. Ao contrário das tramas intensas de suspense, aqui o objetivo é celebrar as pequenas vitórias da vida e a força dos laços comunitários.
A estética visual dessas produções costuma ser extremamente relaxante, utilizando cores pastéis e cenários litorâneos que transmitem paz imediata ao espectador. Essa combinação de roteiro sensível e fotografia impecável cria uma atmosfera de segurança emocional ideal para descompressão após um dia cansativo.
Uma dentista da cidade grande encontra paz e novas perspectivas em uma charmosa vila de pescadores.
A jornada emocionante de uma advogada brilhante no espectro autista que conquista todos ao seu redor.
Uma história doce sobre superação, família e a descoberta da felicidade em momentos inesperados.
Quais são os elementos principais desse gênero?
O roteiro dos “healing dramas” geralmente evita conflitos mirabolantes ou vilões maquiavélicos, focando no desenvolvimento pessoal e no suporte mútuo entre os amigos. Essa estrutura narrativa linear permite que quem assiste consiga relaxar sem a tensão constante de reviravoltas traumáticas ou tragédias desnecessárias.
A trilha sonora é outro ponto fundamental, sendo composta por melodias suaves e instrumentais que ajudam a baixar os níveis de cortisol durante a exibição. O ritmo mais lento de edição convida à contemplação, fazendo com que o público aprecie cada diálogo e cada lição de vida apresentada na tela.
- Ausência de antagonistas cruéis ou situações de violência extrema.
- Foco em lições de vida sobre gratidão, perdão e resiliência.
- Ambientação em locais tranquilos que valorizam a natureza e o silêncio.
- Diálogos profundos que incentivam a reflexão sobre saúde mental.

Como os doramas de cura na Netflix ajudam no estresse?
O ato de assistir a episódios que transmitem segurança psicológica permite que o cérebro entre em um estado de repouso, diminuindo a ansiedade acumulada. Ao ver personagens superando problemas cotidianos com paciência, o espectador acaba internalizando uma postura mais calma perante as próprias dificuldades reais.
A identificação com dilemas humanos simples gera um sentimento de esperança que se reflete positivamente no humor do indivíduo no dia seguinte. Essas séries não são apenas entretenimento, elas servem como uma ferramenta de cuidado pessoal que utiliza o lúdico para promover o equilíbrio emocional.
| Título da Série | Foco de Cura | Nível de Leveza |
|---|---|---|
| Our Blues | Curas Familiares | Alto |
| Navillera | Sonhos e Velhice | Máximo |
| Daily Dose of Sunshine | Saúde Mental | Moderado |
Quais séries são ideais para começar hoje?
Se você procura algo que pareça um domingo ensolarado, Hometown Cha-Cha-Cha é a escolha perfeita para entender o valor da simplicidade. A série explora como a vida em comunidade pode curar feridas antigas através do apoio mútuo e do respeito pelas diferenças individuais.
Para quem prefere uma trama com toques de superação profissional, Uma Advogada Extraordinária oferece uma visão sensível e inspiradora. A série celebra a neurodiversidade e mostra que o sucesso pode ser alcançado com empatia, inteligência emocional e uma boa dose de coragem para ser autêntico.
Onde encontrar as melhores histórias de conforto?
O catálogo atual da plataforma oferece uma curadoria diversificada que atende desde quem prefere romances bucólicos até quem busca dramas de superação. Basta explorar a categoria de dramas coreanos para notar a vasta oferta de títulos que priorizam a ternura e o crescimento dos personagens.
Investir tempo nessas produções é garantir uma pausa produtiva em um mundo cada vez mais acelerado e barulhento. Permita-se ser cativado por essas histórias que não exigem nada além da sua atenção plena e, em troca, oferecem um conforto genuíno para a alma e para o coração.
Leia mais:
- k-drama – Olhar Digital
- 12 melhores doramas do Amazon Prime Video para assistir em 2024
- Dorama: O que é, quais são os melhores e onde assistir – Olhar Digital
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Jornalista do Olhar Digital descreve sábado de tensão em Dubai

Por Bruno Capozzi, editor executivo do Olhar Digital
Parte da comunidade do Olhar Digital já me conhece porque, de vez em quando, eu apresento o Olhar Digital News – nossa live diária. Também produzo matérias daqui de Dubai, onde eu moro.
Como Dubai às vezes aparece na programação do Olhar Digital, resolvi escrever este relato — hoje não para falar de ciência e tecnologia, mas para compartilhar como foi o sábado de escalada de tensão aqui no Oriente Médio.
A gente já acordou com as notícias envolvendo Estados Unidos e Irã. No horário de Brasília, era madrugada; aqui em Dubai já era manhã – estamos sete horas à frente.
Por volta de uma da tarde (hora local), a tensão chegou de fato aos Emirados Árabes Unidos. Começamos a ouvir os primeiros estrondos — um barulho forte, com janelas tremendo. Não é algo comum por aqui. Eu nunca tinha ouvido um míssil. Então, a ficha só caiu pelo contexto das notícias e pelo que vinha sendo reportado ao longo do dia.
Esses estrondos se repetiram em ondas ao longo da tarde e seguiram acontecendo até a madrugada. Eu escrevi este relato por volta de cinco da manhã, no horário de Dubai, e até pouco antes ainda era possível ouvir novos barulhos, relacionados a interceptações.
Segundo o balanço mais recente divulgado pelas autoridades locais, foram 137 mísseis e 209 drones interceptados.
Pouco depois dos primeiros estrondos, o governo confirmou oficialmente que se tratava da interceptação de mísseis e informou a morte de uma pessoa em Abu Dhabi, causada pelos destroços de mísseis abatidos.
Mais tarde, houve a confirmação de outra morte, dessa vez no aeroporto de Abu Dhabi, após um ataque iraniano. As autoridades também comunicaram que pessoas ficaram feridas em incidentes no aeroporto de Dubai e em um hotel na região de Palm Jumeirah, uma área turística e nobre da cidade.
Antes, voltando para o começo da tarde, o governo anunciou o fechamento do espaço aéreo dos Emirados Árabes Unidos. E, quando se fala em fechar o espaço aéreo de Dubai e Abu Dhabi, estamos falando de dois dos maiores hubs de aviação do mundo. As consequências não ficam restritas ao Oriente Médio: há um efeito em cascata no mundo todo, porque muitos voos não apenas chegam aos Emirados, como também passam por aqui em conexões para países da Ásia e até para a Austrália. Foi, portanto, um dia de transtornos para a aviação global.
Eu moro na região de Dubai Marina, um bairro muito movimentado e turístico, com muitos prédios residenciais e comerciais — além de uma área financeira importante. Aqui, ouvimos dezenas de estrondos ao longo do dia, com sensação de vibração e janelas mexendo. Você pode imaginar a apreensão.
No vídeo a seguir, dá para ouvir estrondos e ver o que parece ser um míssil no céu.
Depois das interceptações, a gente via fumaça no céu, como mostra a foto a seguir:

Apesar disso, do ponto de vista do funcionamento da cidade, não houve grandes restrições. Não foi decretado toque de recolher. Serviços continuaram operando normalmente. Agora mesmo enquanto escrevo, da minha janela, vejo um mercado e uma farmácia 24h.
Essa é a ambiguidade do dia: um clima de tensão muito forte, mas com sinais de normalidade na rotina — se é que dá para chamar assim.
Instituições de ensino privadas em Dubai passarão ao ensino à distância até quarta-feira, 4 de março, como medida de precaução.
O governo também enviou alertas. Primeiro, um SMS dizendo que a situação estava sob controle, mas orientando a população a buscar locais seguros. Depois, veio um alerta mais incisivo, semelhante aos alarmes de Defesa Civil no Brasil, em que o celular apita e o aviso toma a tela. A orientação era clara: procurar um lugar seguro, ficar em prédios considerados seguros e longe de janelas.
Ao longo do dia, as autoridades locais também informaram que mantinham reuniões com países vizinhos. Nos comunicados oficiais, a linha adotada foi a de buscar diálogo e saídas diplomáticas, condenando os ataques, mas afirmando ter o direito de responder para defender a soberania nacional.
Aqui entra um contexto importante: os Emirados Árabes Unidos costumam ser vistos como uma “bolha” no Oriente Médio. Em Dubai, estima-se que cerca de 80% da população seja estrangeira. É um país que depende muito dessa estabilidade — tanto por segurança quanto por economia — e, muito por isso, em momentos de escalada regional, o comportamento do governo costuma ser mais voltado à diplomacia.
Eu também faço parte de grupos de brasileiros aqui e, ao longo do dia, as pessoas foram trocando informações, compartilhando comunicados e orientações oficiais. O clima foi, sem dúvida, de muita apreensão.
Agradeço muito pela atenção. Espero que, na próxima vez que eu apresentar o Olhar Digital News direto de Dubai, a situação já esteja melhor. De qualquer forma, a gente volta com informações a qualquer momento.
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