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Saúde

O que é a febre Oropouche?

Redação Informe 360

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A febre Oropouche é uma doença causada pelo vírus Orthobunyavirus oropoucheense, popularmente conhecido como Oropouche. A enfermidade é transmitida pela picada de mosquitos infectados.

Os sintomas da febre Oropouche são semelhantes aos da dengue, chikungunya e zika, e incluem dor de cabeça, febre, dores musculares, entre outros. Casos muito graves podem resultar em doença neuroinvasiva, como a meningite.

O que é a febre Oropouche?

O Orthobunyavirus oropoucheense (OROV), o vírus que causa a febre de Oropouche, foi identificado pela primeira vez entre trabalhadores florestais em Trindade, em 1955. Então, em 1960, o vírus foi identificado em um bicho-preguiça no Brasil. Posteriormente, um surto ocorreu no Brasil durante o ano de 1961, resultando em aproximadamente 11.000 casos.

De acordo com o Instituto Oswaldo Cruz, o vírus pode circular em ambientes florestais e urbanos. No ciclo florestal, animais como os macacos são infectados. Enquanto que, no ciclo urbano, os seres humanos são os mais infectados.

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Mosquito Culicoides paraensis via Wikimidia Commons
Mosquito Culicoides paraensis via Wikimidia Commons

O mosquito Culicoides paraensis, conhecido como maruim, é identificado como o principal transmissor da febre de Oropouche, tanto em áreas silvestres quanto urbanas. 

Até o momento, essa doença foi detectada principalmente em estados da região amazônica. Ainda assim, outras áreas do Brasil, assim como da Argentina, Bolívia, Colômbia, Cuba, Equador, Panamá, Peru e Venezuela também apresentaram surtos ou relatos da febre Oropouche.

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Sintomas e tratamento

Entre os sintomas da doença estão febre alta, dor de cabeça, dores musculares, rigidez nas articulações, náusea, vômito, calafrios, sensibilidade à luz e diplopia (visão dupla). Os sintomas podem durar de cinco a sete dias. A febre Oropouche é confirmada por teste laboratorial, e atualmente não existe nenhum tipo de teste rápido.

Termômetro para febre via Mockup Graphics/Unsplash
Termômetro para febre via Mockup Graphics/Unsplash

Além disso, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde, não há tratamento específico disponível. Portanto, além de repouso e ingestão de líquidos, o tratamento dos sintomas pode incluir analgésicos e medicamentos para reduzir a febre.

A recuperação total pode levar várias semanas, e a avaliação por um profissional de saúde é fundamental para o gerenciamento adequado dos sintomas e da evolução da doença.

Prevenção 

As medidas de prevenção da febre Oropouche consistem em esforços para evitar que os mosquitos transmitam a doença. Dentre as ações recomendadas estão a instalação de mosquiteiros de malha fina nas portas e janelas, o uso de roupas que cubram as pernas e os braços, e a aplicação de repelentes.

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Saúde

Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05) 

Redação Informe 360

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A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.

Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]

Fonte: Secom/PMSFI

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Saúde

Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

Redação Informe 360

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O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).

Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).

Mpox

A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.

Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.

Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.

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Saúde

Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Redação Informe 360

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Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.

A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.

Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes

Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.

Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

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obesidade

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)

Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.

Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.

Leia mais

Desafio global

  • A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
  • À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
  • E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
  • Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.

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