Saúde
Hemocentro Regional de Campos faz apelo por doadores de sangue do tipo O+

O banco de sangue do Hemocentro Regional de Campos (HRC) enfrenta um déficit no estoque sanguíneo e necessita, com urgência, de doações de sangue do tipo O+ (O Positivo). O estoque para esse tipo sanguíneo está em níveis preocupantemente baixos, afetando diretamente o atendimento aos pacientes em diversos hospitais da região.
Assistente Social do HRC, Maria Gonçalves destacou a gravidade da situação, ressaltando que muitos pacientes estão aguardando cirurgias que dependem deste tipo sanguíneo para serem realizadas. “É crucial que possamos contar com a solidariedade dos doadores para suprir essa demanda emergencial”, afirmou.
A assistente social também enfatizou que, embora todos os doadores sejam bem-vindos, o tipo O positivo é a maior necessidade do HRC no momento. “Convidamos todas as pessoas que possuem sangue tipo O positivo, sejam doadores regulares ou aqueles que nunca doaram, a aproveitarem esta oportunidade para fazer a diferença e salvar vidas”, concluiu Maria.
O Hemocentro Regional funciona no Hospital Ferreira Machado (HFM), na Rua Rocha Leão, n° 2, no bairro do Caju, e funciona diariamente das 7h às 18h, inclusive aos sábados, domingos e feriados.
COMO DOAR
Pessoas saudáveis, com idade entre 16 e 60 anos (ou até 65 anos, se já tiverem doado antes dos 60) e peso superior a 50 quilos podem doar sangue, devendo apresentar um documento original com foto. Menores de 18 anos precisam estar acompanhados por um responsável. Além disso, é necessário não ter praticado atividades físicas intensas nas últimas cinco horas, não ter feito tatuagem nos últimos 12 meses e estar descansado.
Para aumentar o estoque do banco de sangue, o HRC está intensificando as coletas externas com o auxílio da unidade móvel. Para agendar a visita do ônibus, basta ligar para o telefone (22) 981730463 ou (22) 981752599, das 8h às 17h, ou mandar um e-mail para socialhemo2021@gmail.com. Confira a agenda do mês de abril:
AGENDA DA UNIDADE MÓVEL:
09/04- Faculdade de Medicina de Campos
11/04- Ipe- Instituto Politécnico de Ensino Campos
16/04- São João da Barra
25/04- São Fidelis
30/04- Quissamã
Fonte: Secom/PMCG – Por: Isabella Corrêa – Foto: Isabella Corrêa / Divulgação
Saúde
Moradores de Ingá, em Barra do Itabapoana, recebem “Ação em Saúde” nesta quinta (07/05)

A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, vai realizar uma “Ação em Saúde” na localidade de Ingá, em Barra do Itabapoana, nesta quinta-feira (07/05). A ação — que será promovida no pátio da Igreja AD Barra, das 9h às 12h, através do programa Estratégia Saúde da Família (ESF) – tem como objetivo promover a prevenção, o cuidado e o acesso aos serviços de saúde para a comunidade local.
Entre os serviços, disponibilizados somente para adultos, estão atendimento médico, aplicação de vacinas contra a gripe, aferição de pressão arterial, teste de glicemia capilar (HGT) e orientações sobre saúde bucal. De acordo com a enfermeira responsável pelo ESF de Barra, Ana Carla Freitas, o atendimento será feito por ordem de chegada e os moradores devem levar um documento de identificação e o Cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa garante atendimento médico para comunidades que moram distantes do Centro da cidade, que é um dos compromissos da Prefeitura na gestão da saúde pública.]
Fonte: Secom/PMSFI
Saúde
Sobe para 140 número de casos confirmados de Mpox no país, em 2026

O número de casos confirmados de Mpox no país subiu para 140 desde o início de 2026. Não houve registro de mortes decorrentes da doença no período. Os casos suspeitos somam 539; além de 9 prováveis. Os dados são do Ministério da Saúde e foram atualizados nesta segunda-feira (9).![]()
![]()
Em janeiro, o número de casos confirmados e prováveis totalizou 68; em fevereiro, 70; e em março, 11. No ano, o estado que mais registrou casos da doença foi São Paulo (93), seguido pelo Rio de Janeiro (18) e Rondônia (11).
Mpox
A Mpox é uma doença do mesmo gênero da varíola humana, mas geralmente menos letal. Trata-se de uma doença zoonótica viral em que a transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoas infectadas pelo Mpox vírus, materiais contaminados com o vírus, ou animais silvestres infectados.
Os sinais e sintomas, em geral, incluem erupção cutânea ou lesões de pele, linfonodos inchados (ínguas), febre, dor de cabeça, dores no corpo, calafrio, e fraqueza.
Pessoas com sintomas compatíveis devem procurar uma unidade de saúde para avaliação. Recomenda-se evitar o contato próximo com outras pessoas.
Saúde
Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê

Um estudo divulgado na revista The Lancet aponta que os problemas relacionados à obesidade podem ser ainda mais graves do que se pensava. De acordo com o trabalho, 1 em cada 10 mortes relacionadas a infecções são atribuídas ao excesso de peso.
A doença, que já é considerada uma epidemia nos dias de hoje, pode impactar a resposta imunológica do corpo, tornando as pessoas mais vulneráveis a infecções. Cientistas de diversas partes do mundo estão investigando essa conexão e buscando entender as razões por trás desse fenômeno alarmante.
Trabalho pode ajudar a reduzir número de mortes
Estudos anteriores já mostraram que indivíduos com obesidade tendem a desenvolver complicações mais graves quando contaminados por vírus e bactérias. Agora, com essa nova pesquisa, a preocupação aumenta, buscando soluções que possam ajudar a mitigar esses riscos.
Uma das teorias que está ganhando força sugere que a inflamação crônica associada à obesidade pode prejudicar a eficácia do sistema imunológico. Essa condição cria um ambiente no corpo que pode favorecer a proliferação de infecções.

Excesso de peso pode prejudicar resposta imunológica do organismo (Imagem: grinvalds/iStock)
Portanto, entender essa dinâmica é crucial para criar estratégias de saúde pública que ajudem a prevenir complicações relacionadas à obesidade.
Além disso, os pesquisadores estão se perguntando se as vacinas têm a mesma eficácia em indivíduos com excesso de peso. Essa dúvida é ainda mais pertinente considerando o contexto atual, onde a vacinação se tornou uma prioridade global.
Leia mais
- Obesidade infantil ultrapassa desnutrição no mundo, diz Unicef
- Obesidade abdominal e perda muscular aumentam mortalidade
- Como bactérias na boca podem indicar risco de obesidade
Desafio global
- A ligação entre obesidade e mortes por infecções representa um desafio significativo para a saúde global.
- À medida que os cientistas continuam a desvendar os mecanismos por trás dessa relação, novas informações podem surgir.
- E estes dados são considerados fundamentais para possibilitar intervenções mais eficazes para proteger os grupos mais vulneráveis.
- Para isso, no entanto, novos estudos são necessários.
O post Obesidade está por trás de 10% das mortes por infecção no mundo – saiba o porquê apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico



























