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Samsung lança geladeiras sob nova regra de eficiência energética; confira

Redação Informe 360

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Depois que o governo federal lançou, no início deste mês, resolução que aumenta exigências de eficiência energética para geladeiras e congeladores fabricados e vendidos no Brasil, o setor começou a se ajustar à nova medida. Uma das fabricantes nesse bojo é a Samsung, que apresentou suas novas geladeiras já produzidas sob a nova regulamentação brasileira.

A marca ressalta a garantia de 20 anos no compressor e a tecnologia Digital Inverter, que economiza até 20% de energia elétrica.

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Os modelos lançados contam com a tecnologia Evolution POWERvolt, que, segundo a Samsung, são mais resistentes a picos de energia e têm nível de eficiência energética A+++, cumprindo com as novas exigências do governo.

Os modelos lançados são:

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  • RT38;
  • RT43;
  • RT44;
  • RT46;
  • RT48.

“Atendendo aos mais altos níveis internacionais de eficiência e sustentabilidade, a Samsung se antecipou ao oferecer produtos que já correspondem às novas normas de eficiência do Brasil”, disse Helbert Oliveira, Diretor da Divisão de Eletrodomésticos da Samsung.

A seguir, confira um pouco sobre cada modelo recém-lançado sob a nova regra de eficiência energética no Brasil (não foram divulgados os preços):

Evolution RT38

Imagem: Divulgação/Samsung
  • Disponível nas cores Black Inox e Inox;
  • Capacidade de 385 L.

Evolution RT43

Imagem: Divulgação/Samsung
  • Disponível nas cores Preto e Inox;
  • Capacidade de 440 L;
  • Tecnologia POWERvolt;
  • Tecnologia Digital Inverter;
  • Função all around cooling (saídas de ar estrategicamente posicionadas para manter a temperatura estável em todos os cantos da geladeira);
  • Prateleira easy slide (prateleira desliza como uma gaveta e suporta até 45 kg).

Evolution RT44

Imagem: Divulgação/Samsung
  • Disponível nas cores Preto e Inox;
  • Capacidade de 440 L;
  • ecnologia POWERvolt;
  • Tecnologia Digital Inverter;
  • Função All Around Cooling (saídas de ar estrategicamente posicionadas para manter a temperatura estável em todos os cantos da geladeira);
  • Prateleira easy slide (prateleira desliza como uma gaveta e suporta até 45 kg);
  • Compartimento multiuso removível;
  • Tecnologia Space Max (paredes da geladeira mais finas)
  • Design flat.

Duplex Inverse Barosa RL4353

Imagem: Divulgação/Samsung
  • Disponível nas cores Black Inox e Inox;
  • Capacidade de 435 L;
  • Armazenamento de garrafas de vinho;
  • Tecnologia Smart Sensor (monitora temperatura ambiente, nível de umidade interna e hábitos de uso);
  • Portas reversíveis;
  • Função All Around Cooling (saídas de ar estrategicamente posicionadas para manter a temperatura estável em todos os cantos da geladeira).

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Samsung começa a trocar OneDrive pelo Google Fotos e muda como celulares Galaxy sincronizam fotos e vídeos

Redação Informe 360

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A Galeria, app da Samsung, começou a receber nova integração com o Google Fotos, que substitui o sistema de backup pelo Microsoft OneDrive. A novidade começou a ser liberada para alguns usuários após atualizações dos aplicativos envolvidos e traz algumas restrições importantes.

A Samsung havia confirmado no início da semana que substituiria a integração de backup com o OneDrive pela sincronização com o Google Fotos. Na ocasião, porém, o recurso ainda não estava disponível. Agora, a novidade começou a ser distribuída.

A atualização do aplicativo Galeria está chegando a alguns usuários após atualizações dos aplicativos Gallery Sync e Samsung Cloud. Segundo o 9to5Google, a versão 15.9.01.7 da Galeria parece ser a responsável por ativar a sincronização, embora outros aplicativos também participem do funcionamento do recurso.

Como funciona a sincronização

  • O Google publicou uma página de suporte com mais detalhes sobre o funcionamento da integração entre a Galeria e o Google Fotos;
  • Para utilizar o recurso, é necessário ter um dispositivo Samsung com Android 13 ou versão mais recente. Contas do Google Workspace não são compatíveis;
  • Também existem limitações sobre o conteúdo sincronizado e sobre alguns recursos do Google Fotos;
  • Fotos e vídeos sincronizados a partir da Galeria não funcionarão com Memórias e destaques, álbuns ao vivo ou a ferramenta de pesquisa do Google Photos.
Logo da Samsung em um prédio
Sul-coreana já havia informado que faria a substituição – Imagem: Sybillla/Shutterstock

Além disso, a Galeria não exibirá todo o conteúdo armazenado no Google Fotos. O aplicativo mostrará apenas os arquivos que foram sincronizados a partir da Galeria por meio de um dispositivo Samsung. Ou seja, conteúdos que já tenham sido armazenados diretamente no Google Fotos, sem terem passado pela sincronização de um aparelho Samsung, não aparecerão na Galeria.

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Como ativar

Caso o aparelho tenha recebido todas as atualizações necessárias, a opção para ativar a sincronização pode ser encontrada na Samsung Gallery em:

Menu > Configurações > Sincronização > Sincronizar fotos e vídeos

A partir daí, o usuário poderá habilitar a integração com o Google Fotos.

A mudança também marca o fim da integração da Galeria com o OneDrive. Para quem ainda utiliza o serviço da Microsoft, a sincronização continuará funcionando até 30 de setembro.

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Tecnologia

OpenAI prevê “queimar” US$ 280 bilhões até 2030 para financiar expansão da infraestrutura de IA

Redação Informe 360

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A OpenAI projeta um fluxo de caixa livre negativo de US$ 278 bilhões (mais de R$ 1,4 trilhão) entre 2026 e 2030, segundo apresentação recente da empresa vista pelo Financial Times. O valor evidencia a dimensão dos recursos necessários para financiar a expansão da infraestrutura de computação usada pela companhia.

A empresa espera que suas receitas avancem de US$ 36 bilhões em 2026 para US$ 350 bilhões em 2030, mas ainda assim prevê que as despesas ficarão muito acima da geração de receita no período. Ao todo, a OpenAI estima registrar US$ 840 bilhões em receitas até o fim de 2030.

Gastos com computação devem concentrar maior parte dos recursos

De acordo com o FT, a OpenAI prevê gastar cerca de US$ 856 bilhões em poder computacional e infraestrutura até o fim de 2030. Esse deve ser, de longe, o maior grupo de despesas da empresa durante o período.

Os investimentos estão relacionados à ampliação do acesso à capacidade computacional necessária para treinar e operar modelos de inteligência artificial. A companhia também reduziu preços enquanto busca conquistar negócios da rival norte-americana Anthropic e enfrentar modelos de pesos abertos mais baratos desenvolvidos na China.

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A necessidade de financiamento ganhou importância depois que a OpenAI levantou US$ 122 bilhões em março. Segundo a apresentação citada pelo FT, esse montante pode ser consumido até 2028 caso as projeções de gastos sejam mantidas.

Nova rodada de investimentos pode superar US$ 1,2 trilhão em avaliação

A OpenAI entrou recentemente em negociações para uma nova rodada de financiamento. Investidores procuraram a empresa para discutir aportes considerando uma avaliação de US$ 1,2 trilhão, enquanto a companhia busca uma avaliação ainda maior, segundo uma pessoa próxima à OpenAI ouvida pelo FT.

A capacidade da empresa de obter novos recursos também está ligada a acordos financeiros e contratos de infraestrutura firmados para garantir acesso à capacidade computacional. Empresas como Nvidia, Oracle e a unidade de data centers da SoftBank dependem desses contratos para parte de suas receitas futuras.

Apesar das projeções de forte consumo de caixa, há sinais de crescimento da receita. Novos lançamentos de modelos contribuíram para um aumento de aproximadamente 20% na receita anualizada da OpenAI em julho.

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A projeção atual também representa uma melhora em relação à estimativa apresentada em maio, quando a empresa previa fluxo de caixa livre negativo de US$ 305 bilhões.

IPO foi adiado

A OpenAI havia planejado uma oferta pública inicial de ações para este outono e protocolou confidencialmente os documentos junto à Securities and Exchange Commission em junho. Desde então, porém, o processo foi adiado.

A empresa citou a crescente preocupação pública com os riscos associados ao rápido desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial como motivo para o adiamento. Alguns investidores também apontaram preocupações sobre a recepção nos mercados públicos de uma companhia que registra perdas elevadas.

A Anthropic, por sua vez, deve realizar uma oferta pública inicial neste outono, em uma operação que pode ser a maior desse tipo já registrada. A OpenAI não comentou as informações ao FT.

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Sam Altman vai falar sobre segurança da inteligência artificial em reunião do Conselho de Segurança da ONU

Redação Informe 360

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O CEO da OpenAI, Sam Altman, fará uma apresentação presencial ao Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) na próxima semana, durante a reunião anual de líderes mundiais em Nova York (EUA) para a Assembleia Geral da ONU. A informação foi confirmada por um porta-voz da OpenAI à Reuters.

O Conselho de Segurança, formado por 15 membros, se reunirá na quarta-feira (23) para discutir inteligência artificial (IA) e segurança internacional. A sessão ocorre poucas semanas depois de líderes do setor de IA defenderem uma desaceleração coordenada no desenvolvimento de tecnologias cada vez mais avançadas.

Esses líderes alertaram que a IA poderá, em breve, ser capaz de melhorar a si própria e eventualmente escapar do controle humano.

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Conselho de Segurança da ONU, formado por 15 membros, se reunirá na quarta-feira (23) para discutir inteligência artificial (IA) e segurança internacional – Imagem: mr_tigga/Shutterstock

O que Altman deve dizer na ONU

  • Segundo o porta-voz da OpenAI, a apresentação de Altman deve abordar a necessidade de coordenação internacional e de padrões de segurança compartilhados. O executivo também deverá falar sobre as medidas adotadas pela empresa para garantir que pessoas em todo o mundo se beneficiem da IA;
  • Diplomatas também esperam uma presença de alto nível da Anthropic na reunião, embora a participação da empresa ainda não esteja confirmada. A companhia não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters;
  • A reunião foi convocada pela França, que ocupa a presidência do Conselho de Segurança durante setembro. A sessão será presidida pelo ministro francês da Europa e das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot.

Em uma nota conceitual distribuída pela França aos integrantes do Conselho e vista pela Reuters, o país afirmou que, diante do risco de uso malicioso da tecnologia, é urgente promover o desenvolvimento seguro e responsável da IA em benefício de toda a comunidade internacional.

O Conselho de Segurança da ONU, responsável pela manutenção da paz e da segurança internacionais, discutiu os riscos da IA pela primeira vez em 2023. Na ocasião, a China afirmou que a tecnologia não deveria se transformar em um “cavalo fora de controle”, enquanto os Estados Unidos alertaram para possíveis usos da IA para censurar ou reprimir pessoas.

Altman já alertava sobre os riscos da IA antes do atual boom do setor. Em ensaio publicado em 2015, intitulado “Machine Intelligence, part 1”, ele afirmou que o desenvolvimento de uma IA sobre-humana seria “provavelmente a maior ameaça à continuidade da existência da humanidade”.

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