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Qual o futuro de Kang no MCU (Marvel Cinematic Universe)?

Redação Informe 360

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O Universo Cinematográfico Marvel (MCU) está em constante evolução, e um dos grandes desafios recentes tem sido definir o futuro de Kang, o Conquistador. Introduzido como o novo grande vilão do MCU após a saga de Thanos, Kang teve um papel central no desenvolvimento da fase 4, iniciada em 2021, e na fase 5, que começou em 2023.

No entanto, a demissão de Jonathan Majors, ator que interpretava o personagem, trouxe mudanças inesperadas para os planos futuros da Marvel. Após meses de incerteza, a Marvel Studios anunciou uma mudança significativa na direção da narrativa, confirmando que Kang não fará mais parte dos próximos filmes, substituindo-o pelo Doutor Destino, interpretado por Robert Downey Jr. Com essa reviravolta, os fãs se perguntam: qual será o futuro de Kang no MCU?

O fim de Kang no MCU?

A confirmação da exclusão de Kang dos planos futuros da Marvel ocorreu em 27 de julho de 2024, quando foi anunciado que Robert Downey Jr. assumiria o papel de Doutor Destino, o novo vilão principal da saga atual do MCU. Originalmente, o filme “Avengers: The Kang Dynasty” seria o ponto culminante da história do vilão, mas agora o projeto foi renomeado para “Avengers: Doomsday”. Essa decisão marca o fim do arco de Kang como antagonista central, uma mudança drástica para os fãs que acompanhavam sua ascensão no universo cinematográfico.

Robert Downey Jr.
Robert Downey Jr. (Imagem: Marvel Studios/Divulgação)

Como o MCU pode explicar a saída de Kang?

A exclusão de Kang do futuro do MCU levanta questões sobre como a Marvel lidará com o personagem e suas múltiplas versões. Existem algumas possibilidades de como isso pode ser abordado dentro da narrativa. Uma das opções seria um simples diálogo de Doutor Destino, mencionando que ele se livrou das infinitas variações de Kang “fora de cena”. Essa abordagem pode ser conveniente para a Marvel, permitindo que a história siga adiante sem grandes complicações.

Outra possibilidade é o envolvimento de Loki, interpretado por Tom Hiddleston, que já teve diversos encontros com Kang ao longo das séries do Disney+. Com os poderes adquiridos no final da segunda temporada de “Loki”, o personagem poderia ser o responsável por encerrar o arco de Kang. Isso não só ajudaria a dar uma conclusão coerente para o vilão, mas também consolidaria a relevância de Loki na saga multiversal do MCU.

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Outra opção para a Marvel definir o futuro de Kang, seria simplesmente recrutar outro ator para interpretar o vilão, uma tática que já foi usada anteriormente em outras produções do MCU. No entanto, dado o foco atual em Doutor Destino, essa abordagem parece menos provável. Além disso, a Marvel poderia buscar inspiração nos quadrinhos, onde uma versão jovem de Kang, conhecida como Iron Lad, já foi introduzida. No entanto, seguir esse caminho exigiria muitas explicações e poderia complicar ainda mais o enredo.

O impacto da saída de Jonathan Majors

A demissão de Jonathan Majors não foi apenas um desafio narrativo para o futuro de Kang, mas também um golpe emocional para o ator. Em uma entrevista recente, Majors expressou tristeza e decepção com a decisão da Marvel. Sentenciado a um programa de aconselhamento doméstico de 52 semanas após ser condenado em um caso de agressão, Majors ainda lamenta o fato de ter perdido o papel de Kang, apesar de ter sido inocentado de algumas acusações.

a dinastia kang
Imagem: Marvel Studios

Majors mencionou que outros atores, como Robert Downey Jr. e Ezra Miller, tiveram problemas legais em suas carreiras, mas conseguiram retornar a Hollywood. Ele argumentou que esperava uma segunda chance, mas a Marvel seguiu outro caminho. Apesar da saída conturbada do MCU, Majors já está confirmado em novos projetos cinematográficos, o que indica que sua carreira continuará, mesmo que fora do universo Marvel.

Com a saída de Kang do futuro do MCU, a Marvel Studios está redesenhando os rumos de suas próximas produções. Doutor Destino, agora interpretado por Robert Downey Jr., assume o papel de grande vilão, e os fãs podem esperar por uma nova dinâmica nas histórias dos Vingadores e de todo o universo cinematográfico. Enquanto isso, o legado de Kang permanece como uma lembrança do que poderia ter sido, e o MCU continua a se adaptar e evoluir diante de desafios imprevistos.

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Eleições: posso perguntar para a IA em que votar?

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Em meio a planos de governo extensos, sabatinas diárias e um volume avassalador de propagandas políticas, a tentação de buscar um atalho é grande. Para a parcela de indecisos que costuma deixar a escolha para a reta final, o celular oferece uma consulta rápida e tentadora: pedir uma indicação direta aos assistentes virtuais de Inteligência Artificial.

Mas o que esses chatbots de IA realmente podem responder nessas horas? O Olhar Digital News desta quarta-feira (30) convidou Ricardo Souza, advogado especialista em direito digital, para analisar o que pode e o que não pode.

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Estudo aponta que duas aves brasileiras estão entre as mais barulhentas

Redação Informe 360

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Duas aves encontradas no Brasil estão entre as mais barulhentas já medidas pela ciência: a araponga-de-garganta-nua (Procnias nudicollis) e a seriema (Cariama cristata). Os cantos das duas ultrapassaram 120 decibéis (dB) de pico, volume comparável ou superior ao de equipamentos extremamente ruidosos, como motosserras e britadeiras.

A descoberta foi feita por pesquisadores da Universidade de Massachusetts Amherst (EUA), entre eles o brasileiro João C.T. Menezes, durante seu trabalho de pós-graduação. O estudo foi publicado na revista científica Evolution.

O objetivo dos cientistas, porém, não era simplesmente descobrir qual ave faz mais barulho. A pesquisa buscou entender quais características físicas podem determinar a intensidade dos cantos e investigar se o volume está relacionado ao ambiente em que as espécies vivem ou à sua organização social.

Para isso, os pesquisadores mediram a amplitude dos cantos de 123 espécies de aves em áreas próximas a Amherst, em Massachusetts (EUA), e em diferentes regiões do Brasil. Das espécies analisadas, 113 nunca haviam tido o volume de seus cantos catalogado.

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Menezes explica que ainda há poucos dados sobre a amplitude vocal das aves. Os resultados indicam que algumas espécies brasileiras estão próximas do limite de produção de som observado nesses animais. “Podemos dizer com segurança que as arapongas da Amazônia e da Mata Atlântica e a seriema emitem os cantos mais altos já medidos”, disse ao g1.

Aves ultrapassam 120 decibéis

  • A pesquisa identificou uma diferença de 58 decibéis entre os cantos analisados;
  • Na parte mais baixa da escala estava o beija-flor, com cerca de 64 dB, aproximadamente o volume de uma conversa normal. No extremo oposto estavam a araponga-de-garganta-nua e a seriema, ambas com registros superiores a 120 dB de pico;
  • No caso da araponga-de-garganta-nua, uma das medições chegou a 122,4 dB quando o som foi padronizado a uma distância de 1 metro. O estudo também registrou um pico individual próximo de 131 dB para um exemplar da espécie, dependendo do critério utilizado para calcular a amplitude;
  • Isso coloca as duas espécies em uma faixa sonora comparável à de motosserras e britadeiras.

As descobertas também ajudam a contextualizar um recorde anterior. Em 2019, pesquisadores da mesma universidade identificaram a araponga-branca, encontrada na Amazônia, como responsável pelo canto de ave mais alto já documentado, com registros de até 125,4 dB. O feito foi posteriormente reconhecido pelo Guinness World Records.

Assim, a nova pesquisa não necessariamente estabelece uma única campeã. Dependendo da forma como os pesquisadores calculam o volume, diferentes espécies podem ocupar o topo da classificação. Para os cientistas, no entanto, essa disputa é menos importante do que entender por que algumas aves evoluíram para produzir sons tão intensos.

O que faz uma ave ser tão barulhenta?

Os pesquisadores encontraram duas características físicas que ajudam a explicar as diferenças de volume: tamanho corporal e largura da abertura do bico.

Em geral, aves maiores tendem a produzir sons mais altos. Elas também apresentam músculos mais robustos, que podem permitir uma maior compressão do ar e, consequentemente, uma emissão sonora mais intensa.

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As aves com cantos mais fortes também possuem aberturas de bico particularmente largas. A comparação feita pelos pesquisadores é com instrumentos musicais: estruturas mais largas, como as campânulas de instrumentos de sopro, podem ajudar a amplificar o som.

A seriema é a maior espécie entre as aves analisadas, enquanto as arapongas apresentam aberturas de bico especialmente largas para o tamanho do corpo.

Apesar dessas descobertas, os pesquisadores ainda não conseguiram explicar completamente por que algumas espécies produzem sons tão extremos.

Por que cantar tão alto?

Antes da pesquisa, os cientistas levantaram algumas hipóteses sobre possíveis funções ecológicas e evolutivas dos cantos muito intensos.

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Uma delas era que aves mais barulhentas poderiam ser voadoras mais fracas, usando o som para compensar uma mobilidade limitada. Outra possibilidade era que espécies que vivem em florestas densas precisassem de cantos mais intensos para facilitar a comunicação quando os indivíduos não conseguem se enxergar.

Os pesquisadores também imaginaram que aves mais barulhentas poderiam apresentar maior frequência de poligamia, já que chamados capazes de viajar por distâncias maiores poderiam ajudar a alcançar potenciais parceiros.

Araponga-de-garganta-nua
Aaraponga-de-garganta-nua também está na lista – Imagem: Diego Grandi/Shutterstock

Os dados, porém, não sustentaram essas hipóteses de forma ampla.

“Entre os fatores ecológicos que estudamos, nenhum explicou com clareza por que algumas espécies evoluíram cantos mais altos do que outras. Isso não quer dizer que habitat, capacidade de voo ou sistema de acasalamento nunca sejam importantes, mas sim que não parecem ser regras gerais para as aves como um todo”, pontua Menezes.

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Para os pesquisadores, tamanho corporal e abertura do bico ajudam a explicar como determinadas aves conseguem produzir sons tão fortes, mas ainda não explicam completamente por que elas desenvolveram essa capacidade.

“Deve haver algo particularmente eficiente na maneira como elas produzem ou irradiam o som que tamanho corporal e largura do bico sozinhos não explicam. Descobrir esse ‘algo a mais’ é justamente uma das perguntas que surgem do estudo”, prossegue.

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Medir o canto de uma ave não é simples

Determinar o volume de um canto na natureza é uma tarefa complicada porque a amplitude do som depende diretamente da distância entre a ave e o equipamento de medição.

Um canto que parece ensurdecedor quando ouvido de perto pode quase não ser registrado a algumas centenas de metros. Por isso, uma possibilidade seria capturar o animal e levá-lo a um laboratório para realizar experimentos controlados.

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O problema é que esse método se torna pouco prático quando a pesquisa envolve muitas espécies e diferentes regiões do mundo.

Para fazer as medições em campo, os cientistas utilizaram telêmetros a laser, capazes de determinar a distância até a ave, e medidores de som portáteis de alta resolução. A combinação dos equipamentos permitiu relacionar a intensidade registrada com a distância do animal e obter medidas comparáveis entre as espécies.

Com essa abordagem, os pesquisadores conseguiram ampliar consideravelmente a quantidade de espécies para as quais existem dados confiáveis sobre a amplitude dos cantos.

O mistério continua

O estudo respondeu parte da pergunta, mas deixou outras em aberto.

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Os cientistas sabem agora que aves maiores e com aberturas de bico mais largas tendem a produzir sons mais intensos. Ainda assim, essas características não explicam completamente como algumas espécies relativamente pequenas conseguem chegar a volumes comparáveis aos de animais muito maiores.

Para Menezes, duas questões devem orientar os próximos estudos: qual é o mecanismo que permite a essas aves produzir e irradiar sons tão fortes e qual é a vantagem evolutiva dessa capacidade? “Agora queremos entender melhor o que há de especial nessas espécies que as permite produzir e irradiar sons tão intensos.”

Também permanece a dúvida sobre os custos desse comportamento. Um canto extremamente alto pode ajudar na comunicação ou na disputa por parceiros, mas também pode tornar a ave mais fácil de ser localizada por predadores.

“O interessante agora é testar diretamente quais vantagens esses cantos extremamente altos oferecem e quais custos vêm junto com eles. É bem possível que espécies diferentes tenham chegado a amplitudes extremas por caminhos evolutivos completamente diferentes”, encerra o pesquisador brasileiro.

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Para os pesquisadores, portanto, descobrir quais aves fazem mais barulho é apenas o começo. A questão central agora é entender por que a evolução levou espécies diferentes a desenvolver uma capacidade vocal tão extrema.

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Starship: maior foguete do mundo chegou à órbita; e agora?

Redação Informe 360

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A SpaceX marcou mais um avanço histórico com o lançamento do 14º voo de teste da Starship nesta segunda-feira (28). O gigantesco foguete subiu aos céus pontualmente às 9h48, pelo horário de Brasília, iniciando com sucesso sua primeira missão orbital.

Ao atingir a órbita, a empresa de Elon Musk pode começar a próxima fase do desenvolvimento da Starship para torná-la totalmente e rapidamente reutilizável. Marcelo Zurita, astrônomo e colunista do Olhar Digital, analisa a importância do lançamento pensando nos planos futuros da SpaceX.

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