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No último século, diferença de tamanho entre homens e mulheres aumentou

Nos últimos 100 anos, os homens aumentaram de altura e peso a taxa duas vezes mais rápida do que as mulheres, resultando em maior diferença entre os sexos.
Um estudo liderado pelo professor Lewis Halsey, da Universidade de Roehampton (Inglaterra), e publicado na revista Biology Letters analisou dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e registros históricos do Reino Unido para entender como as condições de vida influenciaram essas mudanças.

Revelações do estudo sobre diferença de tamanho entre homens e mulheres
- A pesquisa revelou que, à medida que o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) aumentou, os homens se tornaram significativamente mais altos e pesados do que as mulheres;
- Para cada aumento de 0,2 ponto no IDH, as mulheres ganharam 1,7 cm e 2,7 kg respectivamente, enquanto os homens cresceram 4 cm e 6,5 kg;
- No Reino Unido, por exemplo, a altura média masculina aumentou 4% de 1900 a 1950, enquanto a altura feminina aumentou apenas 1,9%;
- Isso resultou em redução do número de mulheres mais altas que os homens, de uma em cada quatro em 1905 para uma em cada oito em 1958.
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Os cientistas sugerem que a preferência das mulheres por homens mais altos e musculosos, devido à associação com saúde e capacidade de proteção, pode ter influenciado essa tendência. No entanto, a altura excessiva também tem desvantagens, como maior propensão a certos tipos de câncer.
O aumento mais rápido da estatura masculina reflete a adaptação do corpo humano às condições nutricionais melhores, com os homens ganhando mais com a maior ingestão de alimentos energéticos do que as mulheres, que, devido às demandas reprodutivas, são mais ecologicamente limitadas.

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Tarifaço de Trump ‘azedou’ acordo para venda do TikTok nos EUA

As negociações entre o governo dos Estados Unidos e a ByteDance, empresa chinesa controladora do TikTok, foram suspensas após um novo impasse envolvendo tarifas comerciais. Fontes próximas ao processo afirmaram que a China indicou que não aprovaria a proposta de venda das operações do aplicativo no mercado norte-americano, caso os aumentos tarifários anunciados pelo presidente Donald Trump fossem mantidos.
As informações são da Reuters e do Washington Post. Trump elevou em 34% as tarifas sobre produtos chineses, fazendo com que Pequim reagisse com a mesma intensidade. Essa troca de retaliações colocou em risco o acordo que já estava com sua estrutura praticamente definida: o plano era criar uma nova empresa nos Estados Unidos, majoritariamente controlada por investidores norte-americanos, com a ByteDance detendo uma participação inferior a 20%.

O novo prazo estipulado para a conclusão do acordo é meados de junho, após uma extensão de 75 dias determinada por ordem executiva do presidente.
Pressões comerciais travam avanço do acordo pelo TikTok
- O avanço das tratativas foi interrompido depois que a ByteDance comunicou ao governo dos EUA que a China exigia a negociação das tarifas antes de aprovar a venda.
- Apesar de já ter o aval de investidores, da própria ByteDance e do governo norte-americano, o acordo não foi formalizado.
- A embaixada chinesa em Washington afirmou em nota que o país “sempre respeitou os direitos legítimos das empresas” e que “se opõe a práticas que violam os princípios básicos da economia de mercado”.
- “O acordo precisa de mais trabalho para garantir que todas as aprovações necessárias sejam assinadas”, disse Trump nas redes sociais. “Esperamos continuar trabalhando de boa-fé com a China, que, pelo que entendo, não está muito satisfeita com nossas tarifas recíprocas.”
TikTok virou peça de negociação política e comercial
O TikTok, usado por cerca de 170 milhões de norte-americanos, passou a ser tratado como questão de segurança nacional após o Congresso aprovar uma legislação obrigando a ByteDance a vender as operações nos EUA ou encerrar suas atividades no país. A medida, apoiada por ampla maioria bipartidária, foi assinada ainda em 2023 pelo então presidente Joe Biden, mas passou a ser gerida pela nova administração Trump, que tomou posse em 20 de janeiro de 2025.
Apesar de a lei prever o fim das atividades do TikTok até 19 de janeiro, a nova gestão decidiu não aplicar a medida imediatamente. Em vez disso, optou por buscar um acordo que evitasse a retirada do aplicativo. Segundo o Departamento de Justiça, Apple e Google foram informadas de que não precisariam retirar o app de suas lojas, o que permitiu a continuidade dos downloads.

Investidores e governo buscam alternativa para TikTok
As conversas mais recentes indicam que o governo dos EUA, junto a investidores como Susquehanna International Group e General Atlantic, tenta montar uma estrutura de aquisição que atenda às exigências legais dos EUA, reduzindo o controle chinês no aplicativo. A intenção é preservar o TikTok no país, mas sem vínculos significativos com sua origem na China.
Entretanto, fontes afirmam que a resistência da China pode estar relacionada não apenas ao conteúdo do acordo, mas ao contexto da disputa comercial em curso. Em nota oficial, o Conselho de Estado chinês condenou o que chamou de “bullying unilateral” por parte dos EUA.
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TikTok como moeda de troca na guerra comercial
Durante discurso recente, Trump chegou a considerar flexibilizar tarifas em troca da aprovação da venda do TikTok: “Talvez eu tire alguns pontos percentuais se conseguir aprovações para algo”, disse. A fala gerou críticas no Congresso. Para o senador Mark Warner (D-Virgínia), integrante do Comitê de Inteligência, essa postura compromete a credibilidade da política de segurança nacional dos EUA. “Quando você transforma segurança nacional em item negociável, isso me preocupa”, declarou.
Desde que voltou à presidência, Trump tem oscilado entre críticas e elogios ao aplicativo. Já afirmou que o TikTok é “fundamental” para alcançar o público jovem e disse que é um “grande astro” na plataforma. Também minimizou os riscos de espionagem chinesa, sugerindo que a China “não estaria interessada em ver jovens assistindo vídeos malucos”.
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Pode misturar diferentes óleos no carro?

Manter o nível correto do óleo do motor é essencial para o bom funcionamento do carro. Mas e se, em uma emergência, você precisar completar o nível com um óleo diferente do que já está no motor? Pode misturar óleo no automóvel sem riscos? A resposta é: depende. Entenda quando essa prática é aceitável e quando deve ser evitada.
Vamos imaginar que você está em uma viagem longa e, ao verificar o nível do óleo, percebe que está abaixo do mínimo. Não há uma oficina por perto, e você não tem acesso ao mesmo óleo que foi usado na última troca. O que fazer?
Para misturar óleos, é recomendável tomar algumas precauções, como verificar no manual do carro a viscosidade recomendada de óleo e dirigir com moderação até a próxima troca de óleo completa.
Isso é aceitável em casos de emergência, porque é melhor ter óleo suficiente (mesmo que misturado) do que rodar com nível baixo, o que pode causar danos por falta de lubrificação. Se os óleos forem de qualidade similar (ex.: ambos sintéticos e com especificação API SN), o risco é mínimo a curto prazo. Mas entenda melhor a seguir.
Pode misturar diferentes óleos no carro? Saiba quando é seguro e os riscos
Em situações de necessidade, misturar óleos pode ser uma solução temporária, desde que observadas algumas condições. Veja a lista a seguir.

Ao misturar óleos, leve os seguintes pontos em consideração:
- Mesma viscosidade: se o óleo adicionado tiver a mesma classificação (ex.: 5W-30 misturado com outro 5W-30), o risco é mínimo;
- Especificações compatíveis: verifique se ambos atendem às normas do fabricante (API, ACEA ou ILSAC);
- Emergências: se o nível estiver muito baixo e não houver o óleo ideal à disposição, completar com um similar evita danos por falta de lubrificação.
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Quando NÃO misturar óleo no carro?
Apesar de misturar diferentes óleos ser uma possibilidade em situações excepcionais, você ainda deve tomar cuidados específicos durante essa prática.

Algumas situações exigem cautela. Evite misturar óleos se:
- As viscosidades forem muito diferentes: como é o caso de óleos 0W-20 com 15W-50, pois isso pode alterar a lubrificação;
- As especificações forem incompatíveis: óleo para motores a diesel em um carro a gasolina, por exemplo;
- O carro exigir óleo especial: alguns motores modernos usam lubrificantes Low-SAPS ou com normas específicas (como dexos), onde misturas podem prejudicar o desempenho.
Mas se você precisou misturar óleo no carro, o ideal é fazer uma troca completa assim que possível, garantindo que o motor receba o lubrificante correto. E também consultar o manual do veículo para confirmar a especificação exata recomendada pelo fabricante.
Sendo assim, em casos emergenciais e com óleos de características similares, misturar óleo no carro não causará grandes problemas. No entanto, essa prática não deve se tornar rotina. O melhor é sempre usar o lubrificante indicado pelo fabricante e realizar trocas no período recomendado. Assim, você preserva a vida útil do motor e evita custos com reparos futuros.
Ficou com dúvidas? Consulte um mecânico de confiança antes de tomar qualquer decisão.
O óleo do carro é inserido no reservatório do motor, localizado sob a tampa de enchimento (geralmente marcada com o símbolo de uma lata de óleo).
Sim, moto também precisa de óleo e pelos mesmos motivos de um carro, como lubrificação, por exemplo.
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Jogos imersivos: 8 opções de games com gráficos realistas para você incorporar o personagem

Os avanços tecnológicos possibilitaram a criação de jogos com gráficos incrivelmente realistas, capazes de transportar os jogadores para mundos virtuais imersivos.
Entre os diversos títulos que se destacam, alguns proporcionam uma experiência cinematográfica impressionante graças ao visual ultrarrealista.
Pensando nisso, elaboramos uma lista com 8 jogos que oferecem imersão total por meio de seus gráficos de ponta. Confira!
8 opções de games imersivos para você jogar no PC ou console
- Viva no Velho Oeste: Red Dead Redemption 2
- Como seria um apocalipse: The Last of Us Part I & Part II
- Veja um futuro distópico: Cyberpunk 2077
- A guerra em primeira pessoa: Call of Duty: Modern Warfare III (2023)
- Seja um explorador do espaço: Starfield (2023)
- Pilote em alta velocidade: Gran Turismo 7
- Um mundo de fantasia realista: Final Fantasy XVI
Viva no Velho Oeste: Red Dead Redemption 2

- Disponível em: PC, PlayStation 4 e Xbox One.
Este jogo de faroeste da Rockstar Games é um marco em termos de ambientação e realismo.
A riqueza de detalhes do mundo aberto, como as mudanças climáticas dinâmicas são um show. Além disso, a expressividade dos personagens e a interação com o ambiente torna a experiência totalmente imersiva.
A história acompanha Arthur Morgan, um fora-da-lei que precisa equilibrar lealdade e sobrevivência no Velho Oeste americano.
Como seria um apocalipse: The Last of Us Part I & Part II

- “The Last of Us Part I”: disponível para PlayStation 5 e PC.
- “The Last of Us Part II”: disponível para PlayStation 4, PlayStation 5 e PC.
Os dois jogos produzidos pela Naughty Dog proporcionam uma imersão total por meio de sua narrativa tensa e gráficos realistas, que juntos criam uma atmosfera apocalíptica envolvente.
A trama acompanha a trajetória de Joel e Ellie nos Estados Unidos devastados, onde um fungo transformou grande parte da população em canibais agressivos.
Veja um futuro distópico: Cyberpunk 2077

- Disponível em: PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.
Com gráficos e cenários impressionantes, que receberam elogios da crítica, “Cyberpunk 2077” é um ARPG ambientado em um universo distópico.
O jogo de mundo aberto se passa na fictícia metrópole de Night City, na Califórnia, uma cidade futurista e decadente.
O jogador assume o papel de V, um mercenário que recebe um “bio-chip” cibernético contendo a consciência de Johnny Silverhand, um rockstar e terrorista lendário.
Leia mais:
- Os 10 melhores jogos RPG de todos os tempos, segundo a crítica
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A guerra em primeira pessoa: Call of Duty: Modern Warfare III (2023)

- Disponível em: PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S.
O terceiro jogo da série reboot “Modern Warfare” da franquia Call of Duty é ideal para quem busca um jogo de tiro em primeira pessoa com imersão realista.
O jogo apresenta um cenário moderno e realista, seguindo a linha de seus predecessores.
A trama acompanha uma unidade de operações especiais que tenta capturar um ultranacionalista e terrorista russo, responsável por planejar desencadear uma Terceira Guerra Mundial.
Seja um explorador do espaço: Starfield (2023)

- Disponível em: PC e Xbox Series X/S.
O ARPG espacial da Bethesda aposta em um universo vasto e realista, com planetas exploráveis e uma ambientação de tirar o fôlego.
No jogo, você controla um personagem que se junta a um grupo de exploradores espaciais, viajando por diferentes partes da galáxia em busca de artefatos misteriosos.
O mundo aberto do jogo está situado em uma área dentro da Via Láctea, com sistemas planetários tanto reais quanto fictícios.
Pilote em alta velocidade: Gran Turismo 7

- Disponível em: PlayStation 4 e PlayStation 5.
Por ser um dos melhores simuladores de corrida da nova geração de games, “Gran Turismo 7″ não pode faltar nesta lista quando o assunto é imersão realista.
Os detalhes dos carros, a física de condução e os efeitos de luz proporcionam uma sensação autêntica de pilotagem. O game recebeu uma recepção positiva da crítica devido ao seu fator de simulação realista.
Um mundo de fantasia realista: Final Fantasy XVI

- Disponível em: PC e PlayStation 5.
Esse novo capítulo da famosa série de JRPG da Square Enix impressiona com gráficos cinematográficos e animações fluidas.
Os jogadores assumem o controle do protagonista Clive Rosfield, junto a um grupo rotativo de companheiros controlados por IA. Na trama, Clive se envolve em um conflito entre nações após testemunhar a destruição de seu reino, enquanto tenta desvendar o mistério por trás de uma seca mágica que ameaça consumir Valisthea.
O jogo apresenta ambientes abertos segmentados e um sistema de combate baseado em ação, com ataques mágicos e corpo a corpo.
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