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COP30: pressão por fim dos combustíveis fósseis escancara impasse global

A COP30, realizada em Belém, termina com mais perguntas do que respostas. Embora esta sexta-feira (21) fosse o prazo oficial para o encerramento das negociações, o cenário indica que os debates devem se estender pelo fim de semana. O motivo vai além do incêndio nas instalações do evento: a polêmica exclusão do trecho que previa o fim do uso de combustíveis fósseis do rascunho do acordo final causou indignação global e reacendeu um embate histórico entre ciência, diplomacia e interesses econômicos.
Lideranças políticas e ambientais, como a União Europeia, já ameaçaram vetar o texto caso não haja mudanças. Especialistas ouvidos pelo Olhar Digital apontam que, embora a COP30 tenha sido simbólica e inovadora em diversos aspectos, ela também escancarou o maior obstáculo das últimas décadas: o poder de influência da indústria fóssil nas decisões climáticas.

A exclusão do “mapa dos combustíveis fósseis” — apelido dado ao plano de eliminação do petróleo, gás e carvão — não é apenas uma ausência; para os cientistas, é um sinal de que o planeta caminha para o colapso climático com os olhos bem abertos.
Combustíveis fósseis: o “elefante na sala” que finalmente apareceu
“[O elefante] ficou desaparecido de quase todas as outras 29 COPs e agora ele está explícito em cima da mesa”, afirmou ao Olhar Digital News o físico Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo, coordenador do Centro de Estudos Amazônia Sustentável da USP e vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.
Um dos principais especialistas brasileiros em mudanças climáticas, Artaxo acredita que o rascunho apresentado hoje reflete diretamente a atuação do lobby das indústrias de petróleo, que pressionam os países a evitarem qualquer acordo que ameace seus lucros.

Apesar disso, o especialista avalia que o simples fato de o tema estar no centro das discussões já representa um avanço. “É imprevisível saber quem vai ganhar no fim, mas o que eu acho é que é importante que o elefante no meio da sala tenha aparecido […] isso eu considero que já é um ponto positivo”, declarou. Ele destaca que mais de 80 países pressionam pela reinclusão de metas para o fim do uso de combustíveis fósseis no texto final.
Carlos Nobre: “Sem cortar fósseis, vamos rumo a um ecocídio”
O climatologista Carlos Nobre, também da USP e copresidente do Painel Científico para a Amazônia, foi ainda mais direto. Em entrevista ao Olhar Digital News, ele classificou como positiva a inclusão no rascunho de metas para zerar o desmatamento até 2030 e promover a regeneração das florestas tropicais. No entanto, chamou de “grande lacuna” a ausência de qualquer referência à eliminação dos combustíveis fósseis.
O nosso documento dizia, idealmente, zerar o uso de combustíveis fósseis em 2040, não mais que em 2045, para não deixar a temperatura do planeta aquecer demais, não deixar em 2050, por exemplo, chegar a dois graus, que isso vai ser um ecocídio, um suicídio ecológico.
Carlos Nobre, climatologista, Professor Titular da Cátedra de Clima e Sustentabilidade da Universidade São Paulo e copresidente do Painel Científico para a Amazônia

Nobre relatou que, durante a COP, o recém-criado Pavilhão de Ciência Planetária apresentou estudos científicos e promoveu debates com ampla participação pública. O grupo entregou aos negociadores um documento propondo metas claras para abandonar os combustíveis fósseis até meados do século. Ele também destacou que, a partir de abril de 2026, um novo painel científico de transição energética será lançado, com base em uma reunião internacional na Colômbia.
Avanços reais: financiamento e valorização das florestas tropicais
Apesar do impasse climático, os especialistas concordam que a COP30 produziu avanços relevantes. Artaxo cita como exemplo o fundo TFFF (Florestas Tropicais para Sempre), que ganhou novo fôlego com o aporte de € 1 bilhão (cerca de R$ 6,1 bilhões) da Alemanha, somando agora mais de US$ 6 bilhões. O fundo visa financiar países em desenvolvimento na preservação de florestas, como as nações da Bacia do Congo e do Sudeste Asiático.
Outro ponto positivo foi a consolidação de mecanismos de financiamento para a transição energética. Embora o fundo global de adaptação ainda esteja longe da meta de US$ 1,3 trilhão por ano, o reforço em relação à COP anterior indica uma tendência de crescimento, essencial para que países em desenvolvimento acelerem sua descarbonização.
Muitas vezes é muito mais barato você cortar emissões ajudando países em desenvolvimento a implementarem a sua transição energética do que alterarem complexos processos e infraestrutura em países desenvolvidos. Então, além de tudo, é um bom negócio.
Paulo Artaxo, professor do Instituto de Física da Universidade de São Paulo, coordenador do Centro de Estudos Amazônia Sustentável da USP e vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência

O Brasil será um dos países mais atingidos pela crise climática
A urgência de ações concretas é ainda mais evidente para países tropicais como o Brasil. Segundo Artaxo, os modelos climáticos indicam que, se o mundo seguir no ritmo atual de emissões, a temperatura média global pode subir 2,8 °C, mas o Brasil enfrentaria até 4,5 °C de aumento.
Vocês podem facilmente imaginar o que é um aumento de 4,5 graus em Palmas, em Teresina, em Cuiabá ou em Belém, este impacto é muito maior do que um aumento de 4 graus em Estocolmo, em Montreal ou em Moscou…
Paulo Artaxo
Esse cenário colocaria o país entre os mais vulneráveis do planeta, especialmente em áreas já fragilizadas por desmatamento, pobreza e infraestrutura precária. O discurso do presidente Lula na abertura da COP, defendendo o fim dos fósseis e a proteção das florestas, foi elogiado por especialistas, mas agora o foco está em garantir que essa posição seja refletida no documento final.
Leia mais:
- 10 sites e apps para conferir a previsão do tempo e condições climáticas
- 10 dicas para enfrentar onda de calor no Brasil
- COP30: como o oceano pode ajudar a reduzir emissões em 35% até 2050?
Uma COP histórica, mas que ainda pode fracassar
A COP30 marcou a história por vários motivos: foi a primeira realizada em uma floresta tropical, contou com participação inédita da sociedade civil e abriu espaço para temas como saúde, seguros e povos indígenas. Segundo Artaxo, o evento já é considerado um sucesso em termos de mobilização e inovação temática.
“Nós tivemos 195 países formalmente participando, e nós tivemos mais de 42 mil participantes…”, afirmou Ataxo. “O presidente desta COP permanecerá nesse cargo por um ano, e o embaixador [André] Corrêa do Lago já deixou muito claro que, independente do documento final […] ele vai trabalhar ao longo de toda a sua presidência da COP em cima da questão de acabar com os combustíveis fósseis no planeta como um todo.”

Mas para que a COP30 entre para a história como a mais importante de todas, o consenso é claro: o texto final precisa conter um roteiro claro para a eliminação dos combustíveis fósseis.
“Na minha opinião, o documento final tem que conter pelo menos uma proposta de rota para o fim de combustíveis fósseis,” concluiu Ataxo. “E se isso acontecer, esta COP provavelmente vai ser a mais importante das 30 COPs realizadas até agora. Porque pela primeira vez a gente colocou o dedo na ferida, porque nós só estamos enfrentando essa emergência climática por causa da indústria de combustíveis fósseis, não há outra razão.”
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Os doramas de cura que funcionam como um abraço e vão deixar o seu dia muito melhor

Encontrar um refúgio em meio à rotina agitada é essencial para manter a saúde mental em dia. Os doramas de cura na Netflix surgem como uma alternativa reconfortante, oferecendo narrativas leves que priorizam o bem-estar e as conexões humanas. Essas histórias funcionam como um verdadeiro abraço, proporcionando momentos de relaxamento profundo para quem busca leveza no cotidiano.
Por que os doramas de cura na Netflix são tão populares?
De acordo com um artigo publicado no Netflix Tudum, esse gênero foca em personagens comuns enfrentando dilemas universais com gentileza e muita empatia. Ao contrário das tramas intensas de suspense, aqui o objetivo é celebrar as pequenas vitórias da vida e a força dos laços comunitários.
A estética visual dessas produções costuma ser extremamente relaxante, utilizando cores pastéis e cenários litorâneos que transmitem paz imediata ao espectador. Essa combinação de roteiro sensível e fotografia impecável cria uma atmosfera de segurança emocional ideal para descompressão após um dia cansativo.
Uma dentista da cidade grande encontra paz e novas perspectivas em uma charmosa vila de pescadores.
A jornada emocionante de uma advogada brilhante no espectro autista que conquista todos ao seu redor.
Uma história doce sobre superação, família e a descoberta da felicidade em momentos inesperados.
Quais são os elementos principais desse gênero?
O roteiro dos “healing dramas” geralmente evita conflitos mirabolantes ou vilões maquiavélicos, focando no desenvolvimento pessoal e no suporte mútuo entre os amigos. Essa estrutura narrativa linear permite que quem assiste consiga relaxar sem a tensão constante de reviravoltas traumáticas ou tragédias desnecessárias.
A trilha sonora é outro ponto fundamental, sendo composta por melodias suaves e instrumentais que ajudam a baixar os níveis de cortisol durante a exibição. O ritmo mais lento de edição convida à contemplação, fazendo com que o público aprecie cada diálogo e cada lição de vida apresentada na tela.
- Ausência de antagonistas cruéis ou situações de violência extrema.
- Foco em lições de vida sobre gratidão, perdão e resiliência.
- Ambientação em locais tranquilos que valorizam a natureza e o silêncio.
- Diálogos profundos que incentivam a reflexão sobre saúde mental.

Como os doramas de cura na Netflix ajudam no estresse?
O ato de assistir a episódios que transmitem segurança psicológica permite que o cérebro entre em um estado de repouso, diminuindo a ansiedade acumulada. Ao ver personagens superando problemas cotidianos com paciência, o espectador acaba internalizando uma postura mais calma perante as próprias dificuldades reais.
A identificação com dilemas humanos simples gera um sentimento de esperança que se reflete positivamente no humor do indivíduo no dia seguinte. Essas séries não são apenas entretenimento, elas servem como uma ferramenta de cuidado pessoal que utiliza o lúdico para promover o equilíbrio emocional.
| Título da Série | Foco de Cura | Nível de Leveza |
|---|---|---|
| Our Blues | Curas Familiares | Alto |
| Navillera | Sonhos e Velhice | Máximo |
| Daily Dose of Sunshine | Saúde Mental | Moderado |
Quais séries são ideais para começar hoje?
Se você procura algo que pareça um domingo ensolarado, Hometown Cha-Cha-Cha é a escolha perfeita para entender o valor da simplicidade. A série explora como a vida em comunidade pode curar feridas antigas através do apoio mútuo e do respeito pelas diferenças individuais.
Para quem prefere uma trama com toques de superação profissional, Uma Advogada Extraordinária oferece uma visão sensível e inspiradora. A série celebra a neurodiversidade e mostra que o sucesso pode ser alcançado com empatia, inteligência emocional e uma boa dose de coragem para ser autêntico.
Onde encontrar as melhores histórias de conforto?
O catálogo atual da plataforma oferece uma curadoria diversificada que atende desde quem prefere romances bucólicos até quem busca dramas de superação. Basta explorar a categoria de dramas coreanos para notar a vasta oferta de títulos que priorizam a ternura e o crescimento dos personagens.
Investir tempo nessas produções é garantir uma pausa produtiva em um mundo cada vez mais acelerado e barulhento. Permita-se ser cativado por essas histórias que não exigem nada além da sua atenção plena e, em troca, oferecem um conforto genuíno para a alma e para o coração.
Leia mais:
- k-drama – Olhar Digital
- 12 melhores doramas do Amazon Prime Video para assistir em 2024
- Dorama: O que é, quais são os melhores e onde assistir – Olhar Digital
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Jornalista do Olhar Digital descreve sábado de tensão em Dubai

Por Bruno Capozzi, editor executivo do Olhar Digital
Parte da comunidade do Olhar Digital já me conhece porque, de vez em quando, eu apresento o Olhar Digital News – nossa live diária. Também produzo matérias daqui de Dubai, onde eu moro.
Como Dubai às vezes aparece na programação do Olhar Digital, resolvi escrever este relato — hoje não para falar de ciência e tecnologia, mas para compartilhar como foi o sábado de escalada de tensão aqui no Oriente Médio.
A gente já acordou com as notícias envolvendo Estados Unidos e Irã. No horário de Brasília, era madrugada; aqui em Dubai já era manhã – estamos sete horas à frente.
Por volta de uma da tarde (hora local), a tensão chegou de fato aos Emirados Árabes Unidos. Começamos a ouvir os primeiros estrondos — um barulho forte, com janelas tremendo. Não é algo comum por aqui. Eu nunca tinha ouvido um míssil. Então, a ficha só caiu pelo contexto das notícias e pelo que vinha sendo reportado ao longo do dia.
Esses estrondos se repetiram em ondas ao longo da tarde e seguiram acontecendo até a madrugada. Eu escrevi este relato por volta de cinco da manhã, no horário de Dubai, e até pouco antes ainda era possível ouvir novos barulhos, relacionados a interceptações.
Segundo o balanço mais recente divulgado pelas autoridades locais, foram 137 mísseis e 209 drones interceptados.
Pouco depois dos primeiros estrondos, o governo confirmou oficialmente que se tratava da interceptação de mísseis e informou a morte de uma pessoa em Abu Dhabi, causada pelos destroços de mísseis abatidos.
Mais tarde, houve a confirmação de outra morte, dessa vez no aeroporto de Abu Dhabi, após um ataque iraniano. As autoridades também comunicaram que pessoas ficaram feridas em incidentes no aeroporto de Dubai e em um hotel na região de Palm Jumeirah, uma área turística e nobre da cidade.
Antes, voltando para o começo da tarde, o governo anunciou o fechamento do espaço aéreo dos Emirados Árabes Unidos. E, quando se fala em fechar o espaço aéreo de Dubai e Abu Dhabi, estamos falando de dois dos maiores hubs de aviação do mundo. As consequências não ficam restritas ao Oriente Médio: há um efeito em cascata no mundo todo, porque muitos voos não apenas chegam aos Emirados, como também passam por aqui em conexões para países da Ásia e até para a Austrália. Foi, portanto, um dia de transtornos para a aviação global.
Eu moro na região de Dubai Marina, um bairro muito movimentado e turístico, com muitos prédios residenciais e comerciais — além de uma área financeira importante. Aqui, ouvimos dezenas de estrondos ao longo do dia, com sensação de vibração e janelas mexendo. Você pode imaginar a apreensão.
No vídeo a seguir, dá para ouvir estrondos e ver o que parece ser um míssil no céu.
Depois das interceptações, a gente via fumaça no céu, como mostra a foto a seguir:

Apesar disso, do ponto de vista do funcionamento da cidade, não houve grandes restrições. Não foi decretado toque de recolher. Serviços continuaram operando normalmente. Agora mesmo enquanto escrevo, da minha janela, vejo um mercado e uma farmácia 24h.
Essa é a ambiguidade do dia: um clima de tensão muito forte, mas com sinais de normalidade na rotina — se é que dá para chamar assim.
Instituições de ensino privadas em Dubai passarão ao ensino à distância até quarta-feira, 4 de março, como medida de precaução.
O governo também enviou alertas. Primeiro, um SMS dizendo que a situação estava sob controle, mas orientando a população a buscar locais seguros. Depois, veio um alerta mais incisivo, semelhante aos alarmes de Defesa Civil no Brasil, em que o celular apita e o aviso toma a tela. A orientação era clara: procurar um lugar seguro, ficar em prédios considerados seguros e longe de janelas.
Ao longo do dia, as autoridades locais também informaram que mantinham reuniões com países vizinhos. Nos comunicados oficiais, a linha adotada foi a de buscar diálogo e saídas diplomáticas, condenando os ataques, mas afirmando ter o direito de responder para defender a soberania nacional.
Aqui entra um contexto importante: os Emirados Árabes Unidos costumam ser vistos como uma “bolha” no Oriente Médio. Em Dubai, estima-se que cerca de 80% da população seja estrangeira. É um país que depende muito dessa estabilidade — tanto por segurança quanto por economia — e, muito por isso, em momentos de escalada regional, o comportamento do governo costuma ser mais voltado à diplomacia.
Eu também faço parte de grupos de brasileiros aqui e, ao longo do dia, as pessoas foram trocando informações, compartilhando comunicados e orientações oficiais. O clima foi, sem dúvida, de muita apreensão.
Agradeço muito pela atenção. Espero que, na próxima vez que eu apresentar o Olhar Digital News direto de Dubai, a situação já esteja melhor. De qualquer forma, a gente volta com informações a qualquer momento.
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A nova série dos criadores de Stranger Things que vai mudar o jeito de ver o suspense

A nova série dos criadores de Stranger Things promete ser o próximo fenômeno do streaming ao misturar suspense sobrenatural com uma narrativa envolvente. Com a data de estreia confirmada, a produção The Boroughs na Netflix traz o selo de qualidade dos irmãos Duffer para uma história de arrepiar. Prepare-se para um mistério que vai mudar completamente a sua forma de encarar o gênero de aventura clássica e suspense moderno.
Quando The Boroughs na Netflix será lançada oficialmente?
De acordo com o anúncio oficial publicado pela plataforma de notícias Netflix Tudum, a nova série está programada para chegar ao catálogo global no dia 21 de maio. A expectativa em torno do lançamento é alta, especialmente por ser um projeto apadrinhado pelos criadores de um dos maiores sucessos da história da televisão contemporânea.
A produção promete seguir o cronograma tradicional de lançamentos da gigante do streaming, disponibilizando todos os episódios simultaneamente para os assinantes. Este título faz parte de uma nova leva de conteúdos originais que buscam capturar o público órfão de grandes mistérios e aventuras juvenis épicas.
📅 Anúncio Oficial: Divulgação do primeiro teaser e das imagens conceituais que definem o tom visual da obra.
🎬 Campanha de Marketing: Início da promoção intensiva com detalhes sobre a trama e os novos personagens centrais.
🚀 Estreia Mundial: Disponibilidade total de The Boroughs na Netflix para todos os usuários em 21 de maio.
Qual é o principal mistério de The Boroughs na Netflix?
A trama central gira em torno de uma comunidade de aposentados aparentemente tranquila que se vê diante de uma ameaça sobrenatural que desafia as leis da natureza. O enredo explora como esse grupo improvável de heróis precisa unir forças para impedir que um mal antigo destrua o que eles mais amam em sua vizinhança pacata.
Diferente de outras produções do gênero, a série aposta em um elenco mais maduro, trazendo uma perspectiva única sobre coragem e mortalidade dentro de um contexto de ficção científica. Os elementos de suspense são construídos camada por camada, garantindo que o telespectador fique preso a cada reviravolta apresentada nos episódios.
- Ambientação Nostálgica: Cenários que remetem aos clássicos do suspense dos anos 80.
- Elemento Sobrenatural: Fenômenos inexplicáveis que afetam a rotina dos moradores.
- Desenvolvimento de Personagem: Arcos profundos que exploram o passado de cada protagonista.
- Roteiro Ágil: Episódios estruturados para manter o ritmo de investigação e ação constantes.

Quem são os produtores responsáveis por esta obra?
Embora a criação direta seja assinada por Jeffrey Addiss e Will Matthews, a produção executiva conta com a visão visionária de Matt e Ross Duffer. O selo da Upside Down Pictures garante que a identidade visual e a qualidade narrativa sigam os mesmos padrões de exigência que transformaram Hawkins em um ícone cultural.
A colaboração entre os criadores e os produtores executivos visa estabelecer um novo padrão para o suspense original da plataforma. A tabela abaixo resume os principais detalhes técnicos que compõem a estrutura desta nova aposta de sucesso para o ano de 2026.
| Aspecto Técnico | Informação Detalhada |
|---|---|
| Produtores Executivos | Irmãos Duffer (Stranger Things) |
| Estúdio de Produção | Upside Down Pictures |
| Gênero Principal | Suspense / Ficção Científica |
| Distribuição | Streaming Exclusivo Netflix |
Como o elenco contribui para a atmosfera de suspense?
O elenco de peso é um dos pilares que sustenta a tensão dramática da série, contando com atores veteranos que entregam performances repletas de camadas. A escolha de artistas consagrados permite que o mistério seja conduzido com uma sobriedade que potencializa os momentos de terror psicológico e ação física.
Cada personagem foi desenhado para representar uma faceta diferente da resistência humana diante do desconhecido, criando uma conexão imediata com o público. A química entre os atores veteranos é um dos pontos mais elogiados pelas primeiras críticas internas, prometendo um espetáculo de atuação e profundidade emocional.
Por que esta série é considerada a sucessora espiritual de grandes sucessos?
A série herda a capacidade de criar mundos onde o comum e o fantástico colidem de forma harmoniosa e assustadora ao mesmo tempo. Ao utilizar a fórmula de “mistério em cidade pequena”, a produção consegue evocar sentimentos de nostalgia enquanto introduz conceitos modernos de ficção científica e suspense.
A atenção aos detalhes, desde a trilha sonora até o design de produção, indica que a Netflix está investindo pesado em franquias que possam ter vida longa. Com uma narrativa sólida e o apoio de nomes consagrados, o título está destinado a ocupar o topo das paradas de visualização no primeiro semestre.
Leia mais:
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