Tecnologia
Bateria do iOS 26 ruim? Veja 8 formas de melhorar o consumo de energia no iPhone

O iOS 26 vem sendo disponibilizado para iPhones compatíveis em todo o mundo. O novo sistema operacional da Apple traz a tecnologia Liquid Glass, responsável por repaginar o visual dos aparelhos da marca e ainda proporcionar uma maior interação dos usuários com a interface do sistema.
Além disso, ela conta com camadas translúcidas, elementos que respondem em tempo real e efeitos de profundidade, o que possibilita uma experiência com maior fluidez. Apesar das qualidades citadas, a Liquid Glass consome mais a bateria do seu dispositivo, principalmente em aparelhos mais antigos.
A boa notícia é que existem maneiras de amenizar esse consumo no seu iPhone. Para ajudá-lo, o Olhar Digital trouxe algumas dicas importantes. Continue a leitura e confira!
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8 formas de ‘consertar’ a bateria ruim do iOS 26
É possível que futuramente a Apple otimize a eficiência do Liquid Glass por meio de patches, mas antes disso, vale apostar em algumas medidas que vão ajudar a melhorar a bateria do dispositivo com o iOS 26. Confira!
1. Utilize o sensor de luz ambiente

Este recurso possibilita a detecção da luminosidade do ambiente em que o usuário está e, assim, consegue ajustar o nível de brilho de forma automática, proporcionando uma boa experiência visual ao usuário em diferentes situações conforme a incidência de luz solar direta.
Além disso, ele ajuda a economizar bateria, pois evita que o brilho seja utilizado em altos níveis em momentos desnecessários. Para ativar a função, é necessário acessar as “Configurações” > tocar em “Acessibilidade” > “Visão” > “Tamanho da tela e do texto” e, no final da página, ativar o “Brilho automático”.
2. Utilize o Adaptive Power

Recurso lançado no iOS 26, o Adaptive Power faz a análise do padrão de uso do aparelho para saber quando o usuário vai precisar de mais bateria no dia a dia. Dessa forma, faz ajustes em momentos necessários para elevar a duração da carga do componente.
De acordo com a Apple, o recurso precisa de pelo menos sete dias de uso para aprender sobre os hábitos de carregamento do aparelho. Para ativá-lo vá em “Configurações” > “Bateria” > “Modo de energia” e ligue o botão da função “Adaptive Power”.
3. Ative o modo escuro

(Reprodução: Wagner Edwards/Olhar Digital)
O modo escuro do iPhone gasta menos bateria em relação ao modo claro. Por isso é interessante ativá-lo. Acesse as “Configurações” > vá em “Tela e Brilho” > selecione “Aparência” > ative o escuro e desative o automático. Dessa forma, o modo escuro ficará sempre ativo.
4. Habilite o Modo de Baixo Consumo

Imagem: Proxima Studio/Shutterstock
O Modo de Baixo Consumo tem a capacidade de reduzir o brilho da tela, alterar o Bloqueio Automático para trinta segundos e ainda limitar a taxa de atualização da tela, o que reduz alguns efeitos visuais. Ele também desativa ou interrompe processos que estão acontecendo em segundo plano.
Para habilitar esse recurso, você pode realizar o processo por meio dos Ajustes ou utilizando a Central de Controle. Entretanto, não é possível configurá-lo. Todavia, por meio do aplicativo Atalhos (pré-instalado em todos os iPhones por padrão), o usuário consegue automatizar esse processo para que ele seja habilitado de forma automática em uma determinada porcentagem de bateria.
O passo a passo é o seguinte: abra o aplicativo Atalhos > toque em “Automação” > depois aperte no sinal de mais no canto superior direito da tela do dispositivo > em “Automação pessoal”, selecione “Nível da bateria” > coloque igual a 50% e mova o controle deslizante para a porcentagem que deseja que o modo seja ativado > vá em “Avançar” > toque em “Definir Modo de Baixo Consumo” e aperte em “Concluído”.
5. Quando não estiver usando, desative os dados móveis, Wi-Fi e Bluetooth

As tecnologias de conectividade costumam consumir bastante bateria dos dispositivos. Por isso, caso não esteja utilizando-as, mantenha-as desligadas. Para isso, você deve acessar as “Configurações” > “dados móveis” ou “Configurações” > “Wi-Fi” ou “Configurações” > “Bluetooth”.
Após desativar essas tecnologias, fique atento, pois às 5h da manhã seguinte elas serão ligadas automaticamente. Então, se não for utilizá-las, pode desabilitá-las de novo.
6. Opte pelo uso do 4G LTE

A rede 5G consome mais bateria do que a rede 4G LTE e, apesar de o 5G ser uma tecnologia que entrega um maior desempenho, ele ainda não está presente em grande parte das regiões do mundo e, assim, não consegue entregar todos os seus benefícios. Se esse for o caso do local onde você está, saiba que é válido voltar para o 4G LTE.
O processo é bem simples: toque em “Configurações” > “dados móveis” ou “celular” (conforme estiver escrito em seu iPhone) > selecione as “opções de dados celulares” > vá em “Voz e dados” e, por último, marque a caixa LTE.
7. Desative o Always On Display

O Always On Display (AOD) é um recurso que existe nos celulares iPhone que possuem o painel com taxa de atualização adaptável ProMotion. Ele faz uso dos pixels autoemisores da tecnologia de tela OLED para exibir a hora, data e notificações o tempo inteiro, até quando o dispositivo estiver bloqueado e a tela desligada.
Apesar de ser um recurso que melhora a experiência do usuário, pois facilita a visualização de informações importantes, ele consome um pouco de bateria do dispositivo. Então, desativá-lo pode ajudar a economizar a carga do seu celular.
Deseja realizar essa ação? Entre em “Configurações” > “Tela e brilho” > “Always On Display” e desative a opção “Sempre em exibição”.
8. Desative a atualização de aplicativos em 2º plano

Muitos aplicativos funcionam em 2º plano no seu iPhone e fazem atualizações de informações, como o upload de fotos para a nuvem, trajeto da rota de um app de navegação, entre outras. O problema disso é que o consumo de bateria acaba sendo elevado. Então, vale desativar as atualizações.
Entretanto, o ideal é que você acesse a lista de apps e veja quais apps não precisam ser atualizados em 2º plano. Então, entre em “Ajustes” > “Geral” > “Atualização em 2º Plano”, confira a lista de apps instalados no dispositivo e desative aqueles que não precisam atualizar em 2º plano, deixando-os para atualizar apenas quando forem abertos.
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Câmeras e microfones em óculos com IA geram reação global e podem ameaçar futuro de novos dispositivos inteligentes

Empresas de tecnologia apostam em óculos inteligentes e outros dispositivos equipados com inteligência artificial (IA) como possíveis sucessores dos smartphones, mas uma velha preocupação pode dificultar essa transição: a privacidade.
Os dispositivos conseguem observar, ouvir e responder ao ambiente ao redor do usuário, recursos que podem torná-los mais úteis, mas também aumentam o risco de registrar pessoas que nunca autorizaram a captura de suas imagens ou vozes.
A reação negativa tem sido particularmente forte em relação aos óculos inteligentes da Meta, que combinam o formato tradicional de óculos da EssilorLuxottica com recursos de IA. Os produtos passaram a enfrentar processos judiciais, preocupações de usuários com gravações sem consentimento e restrições de uso em alguns estabelecimentos no Reino Unido.
Segundo a Reuters, empresas, como Samsung, OpenAI e startups, estão testando diferentes formatos e soluções para tentar superar esse obstáculo. As alternativas incluem óculos sem câmera, gravadores que exigem ativação manual e processamento de dados diretamente no dispositivo.
Meta enfrenta reação aos óculos com IA
- Os óculos inteligentes da Meta se tornaram um dos principais exemplos da tensão entre utilidade e privacidade;
- A preocupação aumentou após acusações apresentadas em processos judiciais envolvendo a Meta e a Luxottica of America. Uma das ações afirma que gravações capturadas pelos óculos teriam sido enviadas aos servidores da Meta e posteriormente visualizadas e classificadas por funcionários responsáveis pelo treinamento dos sistemas de IA;
- Segundo a acusação, entre as imagens analisadas estavam registros de pessoas trocando de roupa, usando banheiros e lidando com informações financeiras. As pessoas filmadas, segundo a alegação, muitas vezes não sabiam que estavam sendo gravadas;
- Ryan Clarkson, advogado que representa consumidores no processo, afirmou à Reuters que não seria razoável esperar que usuários que receberam promessas de privacidade imaginassem que os dispositivos poderiam registrar momentos tão particulares, de maneira intencional ou acidental;
- A Meta contesta as alegações. A empresa afirma que uma luz que não pode ser desligada durante a gravação serve para indicar às pessoas próximas que a câmera está ativa. Segundo a companhia, a câmera também é desativada caso essa luz seja coberta ou sofra alguma tentativa de adulteração;
- A empresa acrescentou que a análise de dados de usuários para melhorar produtos é uma prática comum no setor e que utiliza filtros para remover informações que possam identificar pessoas.
Samsung aposta em parcerias
A Samsung também pretende entrar no mercado de óculos inteligentes, mas adota estratégia diferente da ideia de substituir o smartphone. A empresa planeja lançar seus óculos ainda neste ano em parceria com as marcas Gentle Monster e Warby Parker.
Jay Kim, vice-presidente executivo da divisão móvel da Samsung, afirmou à Reuters que os formatos vencedores serão aqueles que tornarem a interação com a tecnologia mais natural, útil e confiável. À medida que a IA assume mais tarefas, segundo ele, os usuários vão exigir sistemas que permaneçam seguros e sob seu controle.
Visão de Sam Altman envolve processamento local
A OpenAI também trabalha com a possibilidade de dispositivos capazes de acompanhar continuamente o ambiente ao redor do usuário.
Em conversa com jornalistas em dezembro, o CEO da empresa, Sam Altman, descreveu a visão de um aparelho que pudesse compreender o contexto do usuário e saber quando ajudar e quando permanecer em silêncio.
Para Altman, dispositivos desse tipo precisariam, em algum momento, processar os dados localmente em vez de enviar continuamente as informações para a nuvem. “Você quer um dispositivo em que possa confiar… que tenha todo o contexto e saiba quando ser útil e quando não ser”, afirmou.
Ele também disse que, se um aparelho estiver ouvindo e observando a vida inteira do usuário, a maioria das pessoas não vai querer que essas informações sejam processadas em um servidor na nuvem.
Altman afirmou que a adoção desse tipo de processamento local pode levar alguns anos a mais, dependendo da velocidade com que a OpenAI conseguir ampliar sua capacidade de processamento.
Startups eliminam câmeras
Enquanto grandes empresas buscam maneiras de lidar com o problema, algumas startups estão apostando em produtos que simplesmente eliminam as câmeras.
A Even Realities, fundada em Shenzhen (China) por Will Wang, ex-engenheiro da Apple, lançou em 2024 os óculos G1 sem câmera. O modelo G2 chegou ao mercado em novembro de 2025.
Wang afirmou à Reuters que os consumidores passaram a associar cada vez mais os óculos inteligentes à possibilidade de gravações ocultas. Para ele, as câmeras deveriam esperar até que as empresas consigam oferecer mecanismos de proteção mais fortes.
A companhia, avaliada em US$ 1 bilhão (R$ 5,12 bilhões) em julho, espera terminar o ano com algumas centenas de milhares de usuários. Segundo Wang, cerca de 90% das vendas são destinadas a consumidores.

Outra aposta vem da startup americana Pocket, que desenvolveu um gravador conectado ao celular e que exige que o usuário pressione um botão para registrar conversas.
A ideia é tornar a gravação mais deliberada e visível, de maneira semelhante ao uso da câmera de um smartphone. A empresa afirma que aproximadamente 170 mil dispositivos Pocket estavam em uso oito meses após o lançamento, inclusive por funcionários de empresas, como DoorDash, Michelin e Santander.
A Plaud, por sua vez, vende gravadores de IA em formato de cartão e dispositivos vestíveis. A empresa também colocou a privacidade no centro de seus produtos.
O Plaud One Explorer Edition, que custa US$ 249,99 (R$ 1.279,95), combina fone de ouvido e estojo e só realiza gravações quando ativado. O dispositivo também alerta pessoas próximas por meio de luzes ou de um aviso sonoro.
A empresa afirma ter 2,5 milhões de usuários e mais de US$ 100 milhões (R$ 512 milhões) em receita recorrente anual.
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Privacidade pode decidir futuro dos dispositivos de IA
Para especialistas ouvidos pela Reuters, a discussão não significa necessariamente que as pessoas sejam contra dispositivos capazes de gravar áudio ou vídeo. O principal desafio está em garantir que elas saibam quando estão sendo registradas e tenham mecanismos claros de consentimento.
Jitesh Ubrani, diretor da consultoria IDC, comparou a situação às preocupações que surgiram quando câmeras e microfones passaram a se tornar comuns nos smartphones. Segundo ele, a sociedade precisa garantir que exista consentimento e consciência quando alguém estiver sendo gravado. Isso, porém, é diferente de simplesmente ser contra a gravação.
A disputa pela confiança do público pode ser decisiva para um mercado que as empresas de tecnologia enxergam como possível próxima grande plataforma de computação. Quanto mais úteis forem os dispositivos de IA, maior tende a ser a quantidade de informações que eles precisam coletar do ambiente.
Ao mesmo tempo, justamente os recursos que podem torná-los mais úteis — como câmeras e microfones sempre ativos e a capacidade de compreender o que acontece ao redor — também podem se transformar no principal obstáculo para sua adoção.
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Temporada de derretimento do gelo do Ártico para de aumentar após décadas de avanço, mostra estudo da NASA

O período de derretimento do gelo marinho no Ártico, que vinha se prolongando por décadas, aparentemente se estabilizou desde 2010. A conclusão vem de estudo liderado pela NASA e publicado na revista Communications Earth & Environment, que analisou observações de satélite realizadas entre 1979 e 2023.
De acordo com a pesquisa, a temporada de derretimento do gelo no Ártico atualmente dura cerca de 40 dias a mais do que em 1979. A maior parte desse aumento ocorreu antes de 2010. Desde então, a duração média da temporada permaneceu relativamente estável, embora haja grandes oscilações de um ano para outro.
Os pesquisadores acompanharam quando o gelo marinho começa a derreter na primavera e quando volta a congelar no outono. A análise mostrou que a mudança na duração da temporada ocorreu principalmente porque o congelamento passou a acontecer mais tarde no ano, e não porque o derretimento começou mais cedo na primavera.
“Anteriormente, havia mais desse gelo plurianual que não derretia durante o verão. Agora que o gelo é mais fino e há menos dele, há muito mais variabilidade”, explicou ao Phys.org Linette Boisvert, coautora do estudo e cientista de gelo do Centro de Voos Espaciais Goddard, da NASA.
O que mudou no Ártico
- Para entender a estabilização observada a partir de 2010, a equipe analisou o balanço energético do Ártico — a diferença entre o calor recebido do Sol, da atmosfera e do oceano e a radiação infravermelha emitida de volta para o espaço;
- Durante o período de perda acelerada de gelo nos anos 2000, a redução da cobertura de gelo deixou expostas áreas maiores de água escura do oceano. Essas superfícies absorvem mais luz solar, aumentando a quantidade de energia retida e atrasando o congelamento;
- Atualmente, boa parte do gelo do Ártico é mais jovem e fino do que o gelo plurianual que antes ocupava uma área maior do oceano. Isso faz com que a cobertura seja mais vulnerável às variações na nebulosidade, nas tempestades e nos ventos;
- A partir de 2010, mudanças nos padrões de nuvens reduziram a quantidade de luz solar que chega a algumas regiões do Oceano Ártico. Como consequência, a temporada de derretimento passou a apresentar maior variação entre diferentes anos, mas permaneceu relativamente estável quando analisada em períodos mais longos;
- “Muito mais do que antes, a duração da temporada de derretimento depende dos efeitos atmosféricos. Eles parecem estar desempenhando um papel maior porque o gelo, de modo geral, está mais fino e vulnerável desde o início”, disse Boisvert.

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Estabilização pode ser temporária
Os resultados não significam que as mudanças no clima da Terra tenham deixado de afetar o Ártico. A região continua aquecendo quase quatro vezes mais rápido que a média global, e o gelo marinho restante é consideravelmente mais fino do que era décadas atrás.
O estudo indica, portanto, que o Ártico pode ter entrado em nova fase, na qual os padrões climáticos de cada ano exercem influência maior sobre a duração da temporada de derretimento.
Os pesquisadores alertam, porém, que a aparente estabilização pode ser temporária. Ainda existe gelo espesso durante todo o ano ao norte da Groenlândia e no Arquipélago Ártico Canadense. Caso esse gelo continue a ficar mais fino, uma nova fase de perda acelerada de gelo marinho poderá ocorrer e prolongar novamente a temporada de derretimento.
Por enquanto, os pesquisadores destacam a importância da continuidade das observações por satélite do gelo marinho do Ártico e do balanço energético que controla seu crescimento e derretimento. Ainda não está claro se a estabilização recente representa mudança duradoura na temporada de derretimento ou apenas uma pausa antes de um novo período de transformação acelerada.
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Samsung começa a trocar OneDrive pelo Google Fotos e muda como celulares Galaxy sincronizam fotos e vídeos

A Galeria, app da Samsung, começou a receber nova integração com o Google Fotos, que substitui o sistema de backup pelo Microsoft OneDrive. A novidade começou a ser liberada para alguns usuários após atualizações dos aplicativos envolvidos e traz algumas restrições importantes.
A Samsung havia confirmado no início da semana que substituiria a integração de backup com o OneDrive pela sincronização com o Google Fotos. Na ocasião, porém, o recurso ainda não estava disponível. Agora, a novidade começou a ser distribuída.
A atualização do aplicativo Galeria está chegando a alguns usuários após atualizações dos aplicativos Gallery Sync e Samsung Cloud. Segundo o 9to5Google, a versão 15.9.01.7 da Galeria parece ser a responsável por ativar a sincronização, embora outros aplicativos também participem do funcionamento do recurso.
Como funciona a sincronização
- O Google publicou uma página de suporte com mais detalhes sobre o funcionamento da integração entre a Galeria e o Google Fotos;
- Para utilizar o recurso, é necessário ter um dispositivo Samsung com Android 13 ou versão mais recente. Contas do Google Workspace não são compatíveis;
- Também existem limitações sobre o conteúdo sincronizado e sobre alguns recursos do Google Fotos;
- Fotos e vídeos sincronizados a partir da Galeria não funcionarão com Memórias e destaques, álbuns ao vivo ou a ferramenta de pesquisa do Google Photos.

Além disso, a Galeria não exibirá todo o conteúdo armazenado no Google Fotos. O aplicativo mostrará apenas os arquivos que foram sincronizados a partir da Galeria por meio de um dispositivo Samsung. Ou seja, conteúdos que já tenham sido armazenados diretamente no Google Fotos, sem terem passado pela sincronização de um aparelho Samsung, não aparecerão na Galeria.
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Como ativar
Caso o aparelho tenha recebido todas as atualizações necessárias, a opção para ativar a sincronização pode ser encontrada na Samsung Gallery em:
Menu > Configurações > Sincronização > Sincronizar fotos e vídeos
A partir daí, o usuário poderá habilitar a integração com o Google Fotos.
A mudança também marca o fim da integração da Galeria com o OneDrive. Para quem ainda utiliza o serviço da Microsoft, a sincronização continuará funcionando até 30 de setembro.
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